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Plano de aula de Composição de Textos

Objetivos (5 minutos)

  1. Objetivo Principal: Introduzir o conceito de composição de textos de forma lúdica e envolvente, incentivando os alunos a se tornarem escritores mirins. Eles devem ser capazes de compreender que um texto é uma sequência de palavras que formam frases, que por sua vez, formam parágrafos.

  2. Objetivo Secundário: Fomentar o desenvolvimento da criatividade e da imaginação dos alunos, incentivando-os a criar suas próprias histórias e a expressar suas ideias por meio da escrita. Além disso, promover a prática da leitura, a fim de que os alunos possam conhecer diferentes tipos de texto e estilos de escrita.

  3. Objetivo Secundário: Estimular a autonomia e a responsabilidade dos alunos em relação ao seu próprio aprendizado. Ao terem a tarefa de assistir aos vídeos em casa, os alunos serão incentivados a se organizar e a gerenciar seu tempo de estudo. Além disso, durante a aula, serão encorajados a compartilhar suas descobertas e a colaborar com seus colegas.

Para alcançar esses objetivos, o professor deverá fornecer aos alunos os recursos necessários para sua aprendizagem em casa, como vídeos e materiais de apoio. Na sala de aula, o professor deverá planejar atividades práticas e interativas que permitam aos alunos aplicar o que aprenderam e desenvolver suas habilidades de composição de textos.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Relembrando Conteúdos: O professor inicia a aula relembrando os alunos sobre a estrutura básica de um texto, que é composto por palavras, frases e parágrafos. Ele pode pedir aos alunos que se lembrem de um texto que leram recentemente, como uma história em quadrinhos, e pergunta a eles quais partes compõem esse texto (ex: quadrinhos, balões de fala, etc).

  2. Situações Problema: O professor propõe duas situações-problema que envolvem a composição de textos. A primeira pode ser: "Se vocês fossem escritores, o que vocês gostariam de escrever em um livro?" e a segunda: "Se vocês tivessem que contar para alguém como foi o fim de semana de vocês, como vocês fariam isso por escrito?".

  3. Contextualização: O professor explica que a habilidade de compor textos é muito importante, pois nos permite expressar nossas ideias e sentimentos de forma clara e organizada. Ele também destaca que essa habilidade é utilizada em diversas situações do dia a dia, como na escrita de uma carta, na elaboração de um trabalho escolar, ou até mesmo em uma conversa por mensagem de texto.

  4. Ganhar a Atenção: O professor pode contar duas curiosidades para chamar a atenção dos alunos. A primeira é que muitos escritores famosos, como Monteiro Lobato e Ana Maria Machado, começaram a escrever quando eram crianças, assim como eles. A segunda é que a palavra "texto" vem do latim "textus", que significa "teia" ou "entrelaçamento", o que faz muito sentido, já que um texto é uma teia de palavras, frases e ideias entrelaçadas.

  5. Introdução do Tópico: Por fim, o professor introduz o tópico da aula, que é a composição de textos. Ele explica que, ao longo da aula, os alunos aprenderão mais sobre como escrever textos de forma clara e organizada, e terão a oportunidade de praticar essa habilidade criando suas próprias histórias. O professor pode mostrar alguns livros infantis e destacar como eles são compostos, com capítulos, parágrafos, diálogos, entre outros elementos.

Esta etapa da aula tem o objetivo de preparar os alunos para o aprendizado, relembrando conceitos importantes, despertando a curiosidade e a motivação para o tema, além de contextualizar a importância e a aplicação da composição de textos.

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

Durante esta fase, os alunos terão a oportunidade de explorar o tópico da aula em profundidade. Eles irão assistir a vídeos em casa que o professor selecionou, que irão apresentar de maneira divertida e interativa o que é um texto, as suas partes constituintes e como eles podem ser organizados. Em sala de aula, eles terão a chance de aplicar o que aprenderam através de atividades práticas e colaborativas. O professor estará presente para orientar e auxiliar os alunos durante todo o processo.

A seguir, duas sugestões de atividades que podem ser desenvolvidas durante esta fase:

Atividade 1: "Eu Sou o Escritor"

  1. O professor prepara cartões com diferentes imagens, como um cachorro, uma casa, uma árvore, uma estrela, etc., e os distribui entre os alunos.

  2. Em seguida, os alunos, em grupos de 4 ou 5, recebem a tarefa de criar uma história que inclua todas as imagens que receberam nos cartões. Eles devem pensar no começo, meio e fim da história.

  3. Cada grupo terá um tempo para discutir e planejar a história, e então, um representante de cada grupo irá até o quadro e desenhar a sequência de imagens que representam a história que criaram.

  4. Depois, os alunos irão escrever a história, cada um em seu próprio caderno, seguindo a sequência de imagens no quadro.

  5. O professor irá circular pela sala, ajudando os alunos com a escrita e encorajando-os a usar as palavras e frases que aprenderam nos vídeos para compor suas histórias.

Atividade 2: "Montando um Quebra-Cabeça de Palavras"

  1. O professor prepara várias palavras recortadas e embaralhadas em cartões. As palavras devem ser simples e familiares aos alunos, como nomes de animais, cores, números, etc.

  2. Os alunos, em grupos, recebem a tarefa de pegar os cartões e montar frases com as palavras que encontrarem.

  3. O objetivo é que eles montem um conjunto de frases que, juntas, contem uma pequena história ou descrição.

  4. O professor irá circular pela sala, orientando os alunos e ajudando-os a construir suas frases. Ele também poderá fornecer modelos de frases para os alunos se basearem.

  5. Após montarem suas frases, os alunos irão escrevê-las em seus cadernos, praticando a habilidade de compor um texto.

Estas são apenas sugestões de atividades que podem ser desenvolvidas durante a fase de desenvolvimento. O professor pode escolher a que melhor se encaixa em sua turma e adaptá-la conforme necessário. O importante é que os alunos tenham a oportunidade de aplicar o que aprenderam de maneira lúdica e interativa, desenvolvendo suas habilidades de composição de textos de forma prazerosa e significativa.

Retorno (10 - 15 minutos)

  1. Discussão em Grupo: Após a conclusão das atividades, o professor reúne todos os alunos em um círculo para uma discussão em grupo. Cada grupo terá a oportunidade de apresentar a história que criou ou as frases que montou, explicando o processo de composição e as decisões que tomaram. Durante as apresentações, os alunos são incentivados a expressar suas opiniões, fazer perguntas e fornecer feedback construtivo.

  2. Conexão com a Teoria: Em seguida, o professor facilita uma discussão sobre como as atividades realizadas se conectam com a teoria apresentada nos vídeos. Ele pode perguntar, por exemplo, "Como vocês usaram as partes de um texto que vimos nos vídeos para criar suas histórias/frases?" ou "Como vocês organizaram suas histórias/frases para que fizessem sentido?". O objetivo é que os alunos percebam como a teoria se aplica na prática e reflitam sobre suas próprias habilidades de composição de textos.

  3. Reflexão Final: Após a discussão em grupo, o professor propõe que os alunos reflitam individualmente sobre o que aprenderam na aula. Para isso, ele pode fazer duas perguntas simples:

    • "O que foi mais fácil para vocês na hora de criar suas histórias/frases?"
    • "O que foi mais difícil?"

    Os alunos são encorajados a pensar em suas respostas por um minuto e, em seguida, aqueles que se sentirem à vontade podem compartilhar suas reflexões com a classe. O professor deve lembrar os alunos que não há respostas certas ou erradas, e que o mais importante é que eles estejam dispostos a aprender e a melhorar suas habilidades de composição de textos.

  4. Feedback do Professor: Por fim, o professor fornece feedback sobre o desempenho dos alunos durante a aula. Ele pode elogiar a criatividade e a colaboração demonstradas durante as atividades, e destacar os pontos que precisam ser trabalhados para aprimorar a composição de textos. O professor também pode sugerir materiais extras para os alunos que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre o tema.

Esta etapa final da aula tem o objetivo de consolidar o aprendizado dos alunos, promover a reflexão e a autoavaliação, e proporcionar um momento de feedback e orientação por parte do professor. Além disso, a discussão em grupo e a conexão entre a prática e a teoria contribuem para a construção de um ambiente de aprendizagem colaborativo e significativo.

Conclusão (5 - 10 minutos)

  1. Resumo da Aula: O professor inicia a conclusão da aula fazendo um resumo dos principais pontos abordados. Ele reforça a ideia de que um texto é composto por palavras, que formam frases, que, por sua vez, formam parágrafos. O professor também destaca a importância da organização e da clareza na composição de textos, e relembrando os alunos sobre as estratégias e técnicas que aprenderam para criar suas próprias histórias ou frases.

  2. Conexão com a Teoria e a Prática: Em seguida, o professor reforça a conexão entre a teoria apresentada nos vídeos e as atividades práticas realizadas em sala de aula. Ele explica que, ao assistir aos vídeos, os alunos tiveram a oportunidade de aprender sobre a estrutura básica de um texto, e, ao realizar as atividades em grupo, puderam aplicar esse conhecimento de maneira criativa. O professor destaca que a prática é fundamental para consolidar o aprendizado e que, quanto mais os alunos praticarem a composição de textos, mais habilidosos eles se tornarão.

  3. Materiais Extras: Para complementar o aprendizado dos alunos, o professor sugere alguns materiais extras. Ele pode recomendar livros infantis que exemplifiquem diferentes tipos de texto e estilos de escrita, sites ou aplicativos educativos que ofereçam atividades interativas de composição de textos, e vídeos ou jogos online que explorem o tema de maneira divertida. O professor também pode incentivar os alunos a praticar a escrita em casa, criando pequenas histórias ou diários e compartilhando com a turma na próxima aula.

  4. Importância da Composição de Textos: Por fim, o professor destaca a importância da habilidade de compor textos no dia a dia. Ele explica que, além de ser uma ferramenta fundamental na comunicação, a habilidade de escrever de maneira clara e organizada é essencial para diversas atividades, como a elaboração de trabalhos escolares, a redação de cartas ou e-mails, e até mesmo a resolução de problemas matemáticos. O professor também ressalta que a composição de textos é uma habilidade que será útil para os alunos em todas as etapas de sua vida acadêmica e profissional, e que, quanto mais cedo eles começarem a praticar, melhores escritores eles se tornarão.

Esta etapa final da aula tem o objetivo de reforçar o aprendizado dos alunos, incentivá-los a continuar explorando o tema da aula e a praticar a composição de textos, e mostrar a relevância dessa habilidade para a vida cotidiana e o desenvolvimento pessoal dos alunos. Além disso, ao sugerir materiais extras, o professor proporciona aos alunos a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos e ampliar suas habilidades de forma autônoma e prazerosa.

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Português

Competências dos Participantes - EM13LGG103

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Familiarizar os alunos com as competências exigidas em atividades de interpretação e produção textual:

    • Compreender a importância da variedade linguística e do uso adequado do repertório na comunicação efetiva.
    • Reconhecer os diferentes tipos textuais e suas características.
    • Entender a estrutura de uma proposta de intervenção.
  2. Desenvolver a habilidade de análise crítica dos participantes na comunicação:

    • Identificar as competências dos participantes em um discurso ou texto.
    • Analisar o papel destas competências na eficácia da comunicação.
  3. Potencializar a compreensão e interpretação de temas diversos:

    • Identificar o tema central de um texto ou discussão e analisar sua relevância.
    • Desenvolver estratégias para a compreensão efetiva de diferentes temas.

Objetivos secundários:

  • Incentivar a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem.
  • Promover a prática de estratégias de leitura e escrita eficazes.
  • Estimular a criatividade e o pensamento crítico através de atividades interativas e desafiadoras.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Revisão de Conteúdos Relevantes:

    • O professor deve começar a aula revisitando brevemente os conceitos de tipos textuais, variedade linguística, e estrutura de uma proposta de intervenção. Isso pode ser feito através de uma breve discussão ou questionando os alunos para verificar o que eles lembram desses tópicos (5 - 7 minutos).
  2. Situações-Problema:

    • Para introduzir o tópico das competências dos participantes, o professor pode propor duas situações hipotéticas:
      • A primeira situação pode envolver uma conversa entre duas pessoas com diferentes sotaques ou dialetos, levantando questões sobre a importância da variedade linguística e a adaptação do repertório linguístico de acordo com o público-alvo.
      • A segunda situação pode envolver a recepção de uma carta argumentativa de um colega de classe. O professor pode questionar os alunos sobre como identificar o tipo textual e quais as competências do remetente que podem ser inferidas a partir do texto (5 - 7 minutos).
  3. Contextualização do Tópico:

    • O professor deve então explicar que a análise das competências dos participantes é uma habilidade crucial em diversas situações da vida real, desde a interpretação de notícias e artigos até a produção de textos acadêmicos ou profissionais. Além disso, a compreensão e o uso adequados do repertório linguístico são fundamentais para uma comunicação eficaz em diversos contextos sociais e culturais (2 - 3 minutos).
  4. Ganhar a Atenção dos Alunos:

    • Para despertar o interesse dos alunos, o professor pode compartilhar curiosidades sobre a influência do repertório linguístico na percepção dos outros. Por exemplo, como o uso de gírias ou jargões específicos pode nos fazer parecer mais ou menos confiáveis ou inteligentes para diferentes públicos.
    • Além disso, o professor pode contar uma história sobre um mal-entendido causado por uma falta de compreensão do tipo textual, ressaltando a importância de entender e usar corretamente os diferentes tipos de textos (2 - 3 minutos).

Desenvolvimento (25 - 30 minutos)

  1. Teoria das Competências dos Participantes (10 - 12 minutos)

    • O professor deve começar apresentando o conceito de competência discursiva, explicando que se refere à habilidade de um participante de produzir, compreender e interpretar discursos de maneira eficaz.
    • Em seguida, deve detalhar as competências dos participantes, apresentando cada uma delas e explicando sua relevância e aplicação prática:
      • Uso de Repertório: O professor deve destacar que o repertório linguístico de um participante pode incluir palavras, frases, expressões idiomáticas, provérbios, gírias, entre outros. Deve explicar que o uso adequado do repertório é fundamental para se comunicar de maneira eficaz e adequada ao contexto.
      • Proposta de Intervenção: O professor deve explicar que uma proposta de intervenção é uma sugestão de ação para resolver um problema ou melhorar uma situação. Deve discutir como uma proposta de intervenção deve ser clara, coerente, relevante e viável.
      • Variedade Linguística: O professor deve reforçar a importância de reconhecer e respeitar a variedade linguística. Deve discutir como a variedade linguística pode influenciar a compreensão e a produção de texto.
      • Compreensão do Tema: O professor deve enfatizar a importância de entender profundamente o tema de um texto ou conversa para poder participar de forma efetiva.
      • Tipo Textual: O professor deve revisar os diferentes tipos textuais e discutir como a escolha do tipo textual adequado pode influenciar a eficácia da comunicação.
  2. Prática das Competências dos Participantes (10 - 12 minutos)

    • O professor deve propor algumas atividades para os alunos praticarem as competências dos participantes. Essas atividades podem incluir:
      • Análise de Textos: O professor pode apresentar aos alunos alguns textos (como artigos de notícias, cartas, relatórios, etc.) e pedir-lhes para identificar o tipo textual, o uso de repertório, a proposta de intervenção, a variedade linguística e a compreensão do tema.
      • Role-Playing: O professor pode propor uma atividade de dramatização, onde os alunos terão que assumir o papel de diferentes participantes em uma situação de comunicação. Esta atividade pode ajudar os alunos a entender a importância de adaptar seu repertório linguístico e suas propostas de intervenção ao público-alvo.
  3. Reflexão Sobre as Competências dos Participantes (5 - 6 minutos)

    • Para finalizar a parte de desenvolvimento, o professor deve promover uma reflexão sobre as competências dos participantes. Pode perguntar aos alunos sobre como eles acham que essas competências podem ser úteis em suas vidas diárias. Além disso, pode questionar os alunos sobre quais competências eles acham que precisam melhorar e por quê. Esta reflexão pode ajudar os alunos a perceber a relevância das competências dos participantes e a motivá-los a se esforçarem para aprimorar essas habilidades.

Retorno (5 - 7 minutos)

  1. Conexão da Teoria com a Prática (3 - 4 minutos)

    • O professor deve estabelecer a conexão entre os conceitos teóricos abordados e a sua aplicação prática. Isso pode ser feito por meio de exemplos concretos que ilustrem o uso das competências dos participantes no dia a dia. Por exemplo:
      • O uso de repertório: o professor pode citar situações em que o uso adequado de palavras, expressões idiomáticas ou gírias pode fazer toda a diferença na compreensão de uma mensagem. Por exemplo, em um ambiente profissional, o uso de jargões técnicos pode ser crucial para a comunicação eficaz.
      • Proposta de intervenção: o professor pode mencionar um exemplo de uma proposta de intervenção bem estruturada que resultou em uma solução eficaz para um problema real.
      • Variedade linguística: o professor pode discutir a importância de respeitar a variedade linguística em uma sociedade multicultural e como isso pode evitar mal-entendidos e promover a inclusão.
      • Compreensão do tema: o professor pode destacar a relevância de entender o tema de uma conversa ou texto para poder responder de maneira apropriada.
      • Tipo textual: o professor pode discutir como a escolha do tipo textual adequado pode influenciar a eficácia da comunicação. Por exemplo, a escolha de uma carta formal ou informal dependendo do destinatário.
  2. Reflexão sobre o Aprendizado (2 - 3 minutos)

    • O professor deve propor que os alunos reflitam sobre o que aprenderam durante a aula. Esta reflexão pode ser feita por meio das seguintes perguntas:
      1. Qual foi o conceito mais importante aprendido hoje?
      2. Quais questões ainda não foram respondidas?
    • O professor deve dar um minuto para os alunos pensarem sobre suas respostas e, em seguida, pedir que alguns compartilhem suas reflexões com a turma. Isso não só valida o aprendizado dos alunos, mas também ajuda a identificar quaisquer lacunas ou mal-entendidos que possam ter surgido durante a aula.
  3. Feedback e Encerramento da Aula (1 minuto)

    • O professor deve concluir a aula agradecendo aos alunos pela participação e incentivando-os a continuar praticando e aprimorando suas competências. Deve lembrá-los de que a melhoria dessas habilidades é um processo contínuo que requer prática e reflexão constante.
    • Finalmente, o professor deve pedir feedback aos alunos sobre a aula e sugerir a leitura ou a realização de atividades adicionais para reforçar o aprendizado.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo dos Conteúdos (2 - 3 minutos)

    • O professor deve fazer um resumo dos principais conceitos e habilidades abordados na aula, reforçando os pontos principais. Isso pode incluir:
      • A definição e importância das competências dos participantes na comunicação efetiva.
      • O papel do uso de repertório, da proposta de intervenção, da variedade linguística, da compreensão do tema e do tipo textual na comunicação.
      • A relevância da análise crítica das competências dos participantes para a interpretação e produção de textos.
      • A conexão entre as competências dos participantes e as situações do dia a dia.
  2. Conexão da Teoria com a Prática (1 - 2 minutos)

    • O professor deve destacar como a aula conectou a teoria à prática, relembrando as atividades realizadas pelos alunos e como elas ajudaram a consolidar os conceitos aprendidos. Deve também reforçar como as competências dos participantes são aplicadas em situações reais de comunicação, fortalecendo a importância do que foi aprendido.
  3. Materiais Complementares (1 minuto)

    • O professor deve sugerir materiais de leitura ou atividades extras para os alunos que desejam aprofundar seu entendimento sobre o tópico da aula. Isso pode incluir livros, artigos, sites, vídeos ou exercícios online. Deve ressaltar que o aprendizado é um processo contínuo que vai além da sala de aula e que a prática constante é fundamental para o aprimoramento das habilidades.
  4. Importância do Tópico no Dia a Dia (1 - 2 minutos)

    • Por fim, o professor deve enfatizar a relevância das competências dos participantes para o dia a dia dos alunos. Pode citar exemplos de como essas habilidades podem ser úteis em diversas situações, como na comunicação efetiva em diferentes contextos (como escola, trabalho, vida social), na interpretação crítica de informações veiculadas na mídia, e na produção de textos coerentes e persuasivos para diferentes propósitos. Deve encorajar os alunos a aplicarem o que aprenderam na aula em suas interações diárias.
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Português

Regência Verbal - EM13LGG402

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Compreender a regência verbal como fenômeno linguístico: O professor deve explicar que a regência verbal é a relação de dependência que se estabelece entre os verbos e seus complementos. Os alunos devem ser capazes de entender que essa relação não é aleatória, mas sim regida por regras gramaticais.

  2. Identificar verbos transitivos e intransitivos: O professor deve ensinar os alunos a identificar se um verbo é transitivo (necessita de um complemento) ou intransitivo (não necessita de um complemento). Isso é essencial para entender a regência verbal.

  3. Reconhecer a diferença entre complemento direto e indireto: O professor deve esclarecer a diferença entre complemento direto (recebe a ação do verbo sem a necessidade de preposição) e complemento indireto (recebe a ação do verbo com a necessidade de preposição).

Objetivos secundários:

  • Aplicar o conhecimento adquirido em exercícios práticos: Os alunos devem ser capazes de aplicar o que aprenderam sobre regência verbal na resolução de exercícios práticos.

  • Desenvolver habilidades de pensamento crítico: Ao analisar as relações de regência verbal, os alunos podem desenvolver habilidades de pensamento crítico, como a capacidade de analisar, sintetizar e avaliar informações.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Revisão de conteúdos anteriores: O professor deve começar a aula relembrando os conceitos de verbo, objeto direto e indireto, e a diferença entre verbos transitivos e intransitivos. Isso é fundamental para que os alunos possam compreender o novo conteúdo sobre regência verbal. O professor pode fazer essa revisão de forma interativa, solicitando que os alunos deem exemplos e expliquem os conceitos.

  2. Situações-problema: O professor deve apresentar duas situações que exigem o uso correto da regência verbal. Por exemplo, pode-se apresentar a seguinte frase: "Maria obedeceu o pai." e perguntar aos alunos se a frase está correta e por quê. Outra situação pode ser: "Ela assistiu o filme." e perguntar se a frase está correta e se não, como ela deve ser corretamente escrita.

  3. Contextualização: O professor deve mostrar aos alunos a importância da regência verbal no dia a dia. Por exemplo, pode-se destacar que o uso correto da regência verbal é essencial para a produção de textos escritos de qualidade, seja na escola, no trabalho ou em outras situações sociais. Além disso, pode-se mencionar que o desvio das regras de regência verbal pode levar a mal-entendidos na comunicação.

  4. Introdução do tópico: Para despertar o interesse dos alunos, o professor pode apresentar algumas curiosidades sobre a regência verbal. Por exemplo, pode-se mencionar que, em algumas línguas, como o latim, a regência verbal é ainda mais complexa do que em português. Outra curiosidade é que, embora a regência verbal seja uma regra gramatical, ela pode variar em diferentes contextos sociais e regionais, o que pode ser um desafio para os falantes não nativos.

  5. Ganhar a atenção dos alunos: Para captar a atenção dos alunos, o professor pode propor um desafio: "Quantos verbos você consegue pensar em 1 minuto? Agora, quantos desses são transitivos e quantos são intransitivos?". Além disso, o professor pode compartilhar uma piada relacionada à regência verbal: "Por que o verbo não queria ser transitivo? Porque ele preferia ser intransitivo!". Essas atividades lúdicas podem ajudar a tornar o conteúdo mais interessante e memorável.

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Atividade de Caça ao Tesouro (10 - 12 minutos): Nesta atividade, os alunos serão divididos em grupos de 4 a 5 pessoas. Cada grupo receberá uma lista de frases misturadas, algumas com a regência verbal correta e outras com erros. A tarefa do grupo será identificar as frases corretas e os erros de regência verbal.

    • Preparação do Material: O professor deve preparar previamente as listas de frases. Cada lista deve conter no mínimo 10 frases. As frases devem ser variadas em termos de complexidade e devem incluir verbos transitivos e intransitivos. O professor também deve preparar cartões ou etiquetas coloridas para que os alunos possam marcar as frases corretas e as erradas.

    • Execução da Atividade: O professor deve distribuir as listas de frases e as etiquetas coloridas para cada grupo. Os grupos devem trabalhar juntos para identificar as frases corretas e erradas. Eles devem marcar as frases corretas com uma etiqueta de uma cor e as erradas com uma etiqueta de outra cor.

    • Discussão e Correção: Depois que todos os grupos terminarem a atividade, o professor deve pedir que cada grupo compartilhe suas conclusões. O professor deve corrigir as frases erradas e explicar o porquê do erro.

  2. Jogo da Memória (10 - 12 minutos): Nesta atividade, os alunos continuarão trabalhando em grupos. O professor fornecerá a cada grupo um jogo da memória personalizado. As cartas do jogo da memória terão verbos em uma carta e o complemento em outra. O desafio será fazer o maior número possível de pares corretos de verbos e complementos, respeitando a regência verbal.

    • Preparação do Material: O professor deve preparar as cartas do jogo da memória. Cada carta deve ter um verbo ou um complemento. O professor deve garantir que haja um número igual de cartas de verbos e de complementos. As cartas devem ser distribuídas aleatoriamente no tabuleiro do jogo da memória.

    • Execução da Atividade: Cada grupo deve jogar o jogo da memória, tentando fazer o maior número possível de pares corretos. Quando um par correto for feito, o grupo deve explicar a regência verbal usada. Se o par for incorreto, o grupo deve tentar novamente.

    • Discussão e Correção: Após o tempo determinado, o professor deve pedir que cada grupo compartilhe as regras de regência verbal usadas para fazer os pares corretos. O professor deve corrigir qualquer erro e reforçar as regras de regência verbal.

Estas atividades lúdicas e interativas ajudarão os alunos a compreender e aplicar o conceito de regência verbal de maneira prática e divertida. Além disso, o trabalho em grupo promove a colaboração e a discussão entre os alunos, o que pode aprimorar ainda mais a compreensão do conteúdo.

Retorno (8 - 10 minutos)

  1. Discussão em Grupo (3 - 4 minutos): O professor deve solicitar que cada grupo compartilhe suas conclusões e soluções das atividades realizadas. Cada grupo terá até 3 minutos para apresentar. Durante as apresentações, o professor deve incentivar os alunos a explicarem o raciocínio por trás de suas respostas, o que ajudará a verificar se os alunos entenderam corretamente o conceito de regência verbal.

  2. Conexão com a Teoria (2 - 3 minutos): Após as apresentações dos grupos, o professor deve fazer uma síntese das principais ideias apresentadas, reforçando os conceitos teóricos de regência verbal. O professor pode, por exemplo, destacar as regras de regência verbal que foram mais difíceis para os alunos, ou chamar a atenção para exemplos interessantes ou inusitados de regência verbal que foram mencionados pelos grupos.

  3. Esclarecimento de Dúvidas (2 - 3 minutos): O professor deve aproveitar este momento para esclarecer quaisquer dúvidas que tenham surgido durante as apresentações dos grupos. O professor pode, por exemplo, explicar novamente uma regra de regência verbal que tenha gerado confusão, ou fornecer mais exemplos para ilustrar um ponto difícil.

  4. Reflexão Final (1 minuto): O professor deve encerrar a aula pedindo aos alunos que reflitam, por um minuto, em silêncio, sobre as seguintes perguntas:

    1. Qual foi o conceito mais importante aprendido hoje?
    2. Quais questões ainda não foram respondidas?

    Esta etapa final é importante para ajudar os alunos a consolidar o que aprenderam e identificar quaisquer lacunas em seu entendimento. Além disso, as respostas às perguntas de reflexão podem fornecer ao professor um feedback valioso sobre a eficácia da aula e as necessidades de aprendizagem dos alunos.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo dos Conteúdos (2 - 3 minutos): O professor deve fazer um breve resumo dos conceitos principais abordados na aula. Isso inclui a definição de regência verbal, a diferença entre verbos transitivos e intransitivos, e a distinção entre complemento direto e indireto. O professor pode utilizar o quadro-negro ou slides para destacar as informações mais importantes.

  2. Conexão da Teoria com a Prática (1 - 2 minutos): O professor deve reforçar como a teoria da regência verbal apresentada na aula foi aplicada nas atividades práticas. Deve-se destacar como os exercícios de caça ao tesouro e jogo da memória permitiram aos alunos a oportunidade de analisar e aplicar as regras de regência verbal de maneira concreta e significativa.

  3. Materiais Complementares (1 - 2 minutos): O professor deve sugerir materiais adicionais para os alunos aprofundarem seu entendimento sobre regência verbal. Isso pode incluir livros de gramática, sites educativos, vídeos explicativos, e exercícios online. O professor pode, por exemplo, recomendar o uso do "Gramática Online" ou do "Portal da Língua Portuguesa", que oferecem uma variedade de recursos interativos e exercícios sobre regência verbal.

  4. Importância do Assunto (1 minuto): Por fim, o professor deve ressaltar a importância da regência verbal no cotidiano. Deve-se enfatizar que o uso correto da regência verbal é essencial para a produção de textos escritos coesos e compreensíveis. Além disso, o professor pode mencionar que a habilidade de reconhecer e aplicar a regência verbal pode melhorar a comunicação oral, ajudando a evitar mal-entendidos e a expressar ideias de maneira mais clara e precisa.

  5. Encerramento (30 segundos): Para encerrar, o professor deve agradecer a participação dos alunos, reforçar a importância do estudo contínuo e desejar a todos uma boa semana de estudos.

Este momento de Conclusão é crucial para consolidar o aprendizado dos alunos, reforçar a relevância do conteúdo estudado, e motivar os alunos a continuarem aprendendo sobre o assunto.

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Português

Leitor Literário e Narrativa - EF02LP26, EF12LP18, EF02LP28

Introdução

Relevância do tema

Quando mergulhamos no mundo das palavras, é como se abríssemos uma janela mágica para lugares nunca antes explorados. A leitura é essa chave que nos permite viajar sem sair do lugar, conhecer novos amigos e viver aventuras incríveis. E no coração da leitura estão as narrativas e os poemas, dois tesouros que guardam histórias e sentimentos de um jeito todo especial. As narrativas nos contam histórias com começo, meio e fim, cheias de personagens, enquanto os poemas brincam com as palavras, criando um ritmo que é como música para nossos ouvidos. Entender a diferença entre eles e saber apreciá-los é importante porque nos torna leitores melhores e mais atentos, capazes de descobrir os segredos escondidos nas linhas de um livro. A magia de rimas e sonoridades nos leva a sentir a poesia de uma forma única, e isso é um presente maravilhoso que a leitura nos dá.

Contextualização

Em nossa jornada pelo mundo das letras e da comunicação, o português é como um vasto oceano a ser navegado. Ao chegarmos ao capítulo sobre o 'Leitor Literário e Narrativa', estamos desbravando uma ilha cheia de mistérios e belezas dentro desse oceano. Nesta etapa do percurso, focamos em explorar dois tipos de escrita que são fundamentais para entendermos como as histórias são contadas e como elas tocam nosso coração. Situa-se, portanto, como um marco essencial na compreensão da literatura como arte e expressão humana, construindo a base para futuras leituras e estudos mais aprofundados. Estabelece a ponte entre o aprendizado básico da língua e o apreço pela literatura, preparando os pequenos leitores para se tornarem grandes exploradores do vasto universo literário que aguarda por eles.

Teoria

Exemplos e casos

Vamos embarcar em uma aventura onde exploraremos exemplos e casos fascinantes. Imaginem a história de Ana, uma garotinha que encontrou um livro misterioso na biblioteca da escola. Ao abrir o livro, ela descobriu que cada página era uma aventura diferente, cheia de personagens, diálogos e muitas emoções. Esse livro era um tesouro de narrativas! Já no caso dos poemas, pensem em Pedro, que num dia cinzento descobriu um poema sobre o sol. As palavras dançavam nas linhas, rimavam e traziam uma melodia que parecia pintar o próprio sol no céu. Esses exemplos nos mostram como as narrativas e os poemas podem mudar a maneira como vemos o mundo e sentir as emoções que eles transmitem.

Componentes

###Narrativas

Narrativas são como trens que percorrem os trilhos de uma história. Elas têm uma sequência, começando na estação de partida chamada 'introdução', onde conhecemos os personagens e o cenário. Depois, o trem segue viagem até o meio da história, onde acontece o 'clímax', o ponto mais emocionante onde algo importante acontece. Finalmente, o trem chega ao seu destino, o 'desfecho', onde todas as aventuras se concluem e aprendemos algo com a jornada. As narrativas são compostas por elementos como personagens principais e secundários, cenário, enredo e um ponto de vista, que é como se escolhêssemos um assento no trem para observar toda a história.

###Poemas

Poemas são como arco-íris no céu da literatura, cheios de cores e curvas que são as palavras e versos. Eles têm um ritmo próprio, que pode ser rápido como um riacho ou lento como uma preguiça numa tarde quente. Os poemas usam rimas, que são palavras que têm sons parecidos no final, como 'gato' e 'sapato', criando uma música que ecoa em nossos corações. Eles também podem brincar com a forma, aparecendo em diferentes tamanhos e arranjos na página, como um desenho feito com palavras. Os poemas nos permitem expressar sentimentos e ideias de forma única, e muitas vezes, deixam espaço para nossa imaginação completar o quadro.

Aprofundamento do tema

Para aprofundar nosso entendimento sobre narrativas, devemos pensar em como uma boa história parece nos levar para outro mundo, não é mesmo? Quando as palavras são tecidas com habilidade, criam imagens vivas em nossa mente. É importante perceber que uma narrativa pode ser contada de diferentes pontos de vista, como se fosse uma câmera em um filme, que pode focar em um personagem ou mostrar toda a cena. Quanto aos poemas, o aprofundamento vem ao percebermos que as rimas e ritmos são apenas a ponta do iceberg. Existem poemas sem rima, chamados de 'verso livre', e poemas que contam histórias, unindo o mundo das narrativas com a poesia. Esse entrelaçamento da forma e do conteúdo faz da poesia uma arte rica e complexa.

Termos-chave

Narrativa: uma sequência de eventos ou experiências contadas como uma história. Pode ser ficcional ou baseada em fatos reais. Personagens são os indivíduos que habitam a narrativa, enquanto o enredo é a estrutura da história. Clímax é o ponto alto da narrativa, e desfecho é como a história se resolve. Poema: uma composição literária que expressa sentimentos, ideias, ou conta uma história de forma estilizada. Rima é a semelhança sonora entre palavras, enquanto ritmo é o padrão de sons e pausas na leitura de um poema. Verso é cada linha de um poema e estrofe é um conjunto de versos.

Prática

Reflexão sobre o tema

Vocês já pararam para pensar em como as histórias e os poemas estão presentes em nosso dia a dia? Desde os contos que nossos pais e avós nos contam até as canções que escutamos, cada uma tem sua própria narrativa e ritmo. Refletir sobre como a literatura pode influenciar nosso modo de ver o mundo é um passo importante para valorizar cada palavra e cada verso que encontramos. Por que será que algumas histórias nos emocionam? E como é possível que algumas palavras rimadas em um poema possam nos fazer sorrir ou pensar em algo de uma maneira totalmente nova?

Exercícios introdutórios

Desenhe sua cena favorita de uma história que você gosta e escreva uma frase sobre o que está acontecendo.

Crie uma lista de palavras que rimam com 'casa' e tente formar duas linhas de um poema com elas.

Imagine que você é um personagem em uma de suas histórias favoritas. O que você diria em um diálogo com outro personagem?

Escolha um objeto em sala de aula e escreva quatro linhas de um poema sobre ele. Lembre-se de prestar atenção às rimas!

Ouça uma música infantil e tente identificar a história que ela conta. Quais são os personagens e o que acontece com eles?

Projetos e Pesquisas

Criem um 'Jardim Literário' na sala de aula. Cada aluno pode escolher uma flor de papel e nela escrever o título de uma história ou poema que tenha lido e gostado. No verso da flor, devem escrever uma curta explicação sobre por que essa história ou poema é especial para eles. Depois, vamos plantar essas flores no nosso Jardim Literário para que todos possam ler e conhecer novas histórias e poemas escolhidos pelos amigos!

Ampliando

Além das narrativas e poemas, existem muitos outros gêneros literários que podemos descobrir! Há as lendas, que são histórias antigas cheias de mistério e ensinamentos, os mitos que explicam como as coisas no mundo foram criadas e as fábulas que, através dos animais, nos mostram lições importantes de vida. A literatura é um universo amplo e encantador, onde cada livro é uma porta para um novo mundo cheio de conhecimento, diversão e magia a ser explorado.

Conclusão

Conclusões

Ao percorrer as páginas deste capítulo, desvendamos a magia das narrativas e dos poemas e como elas enriquecem nossa imaginação e conhecimento. Compreendemos que as narrativas são como viagens incríveis que nos levam a conhecer personagens fascinantes e a vivenciar aventuras emocionantes com eles. Vimos que as histórias têm uma estrutura que nos prende desde a primeira palavra, nos conduzindo por caminhos cheios de surpresas até o grandioso final. Já os poemas, descobrimos serem verdadeiras obras de arte com palavras, pintando imagens e sentimentos com rimas e ritmos que tocam nossos corações de maneira única. Aprendemos que a poesia pode ser flexível e variada, permitindo que cada um de nós a sinta e a interprete à nossa maneira, como se cada poema falasse uma língua só nossa.

Além da compreensão, praticamos a habilidade de diferenciar entre as narrativas e os poemas. Identificamos como as rimas e sonoridades dão vida aos poemas, deixando-os ainda mais especiais e memoráveis. Jogamos com as palavras, criamos nossos próprios versos e exploramos a criação de histórias, exercitando não só a leitura e escrita, mas também a nossa criatividade e expressão pessoal. Esse capítulo nos convidou a olhar para os livros não apenas como objetos, mas como amigos que têm muitas histórias para contar e ensinamentos para compartilhar.

Por fim, refletimos sobre a importância das narrativas e poemas em nossa vida diária, reconhecendo que eles estão em todos os lugares, desde uma conversa com um amigo até as canções que cantarolamos. Valorizamos cada história lida e cada poema descoberto, entendendo que cada um deles tem o poder de transformar o ordinário em extraordinário e de nos fazer ver o mundo sob uma nova luz. Com isso, encerramos o capítulo, mas não a jornada, pois cada novo livro, cada nova página, é um convite para continuarmos a ser leitores curiosos e apaixonados pelo universo literário que nos aguarda.

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