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Plano de aula de Evolução da Dança

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Compreender o conceito de dança como uma expressão artística que evolui ao longo do tempo, refletindo a cultura e a sociedade em que se origina.

  2. Analisar e discutir diferentes estilos de dança, desde os primórdios até a dança contemporânea, identificando os principais elementos que caracterizam cada um deles.

  3. Desenvolver a capacidade de apreciação crítica da dança, reconhecendo a importância do contexto histórico e cultural na formação dos estilos de dança.

Objetivos secundários:

  • Estimular a criatividade e a expressão corporal dos alunos, incentivando-os a experimentar diferentes movimentos e ritmos.

  • Promover a cooperação e o trabalho em equipe através de atividades de dança em grupo.

  • Fomentar o respeito e a valorização das diferentes formas de expressão cultural, promovendo a compreensão e a diversidade.

Introdução (10 - 12 minutos)

  1. Revisão de Conteúdo Prévio: O professor inicia a aula relembrando brevemente conceitos básicos sobre dança, como a importância do movimento corporal, expressividade e ritmo. Ele pode fazer isso através de perguntas diretas aos alunos, incentivando a participação ativa e a revisão do conhecimento adquirido. (3 - 4 minutos)

  2. Apresentação de Situações-Problema: O professor apresenta aos alunos duas situações que envolvem a evolução da dança. A primeira pode ser a comparação entre duas coreografias de dança de épocas diferentes, questionando o que mudou e por quê. A segunda pode ser a discussão sobre a influência da dança em diferentes culturas e como ela reflete aspectos sociais e históricos. (3 - 4 minutos)

  3. Contextualização da Importância do Assunto: O professor explica como a dança, além de ser uma forma de expressão artística, também é uma importante ferramenta de comunicação e manifestação cultural. Ele pode citar exemplos de como a dança foi usada em diferentes períodos históricos para expressar sentimentos, contar histórias e até mesmo como forma de resistência. (2 - 3 minutos)

  4. Apresentação do Tópico: O professor introduz o tópico "Evolução da Dança" destacando a riqueza e a diversidade dessa forma de arte. Ele pode mencionar alguns estilos de dança famosos, como a dança do ventre, o ballet clássico, o hip hop e a dança contemporânea, e como cada um deles reflete o contexto cultural e social de sua época. (2 - 3 minutos)

  5. Ganhar a Atenção dos Alunos: Para despertar o interesse dos alunos, o professor pode compartilhar curiosidades sobre a evolução da dança, como o fato de que o ballet clássico, que hoje é considerado uma forma de arte sofisticada e elegante, teve origem nas danças de corte renascentistas que eram muito mais animadas e vigorosas. Além disso, ele pode mostrar vídeos curtos de diferentes estilos de dança para demonstrar essa evolução. (2 - 3 minutos)

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Atividade de Debate - "A Influência da Dança na Sociedade" (10 - 12 minutos)

    • Divisão de Grupos: O professor divide a turma em pequenos grupos de 5 alunos cada. Cada grupo recebe uma folha de papel e marcadores.

    • Preparação: Cada grupo deve escolher um estilo de dança (por exemplo, ballet, hip hop, dança contemporânea) e pesquisar sobre sua origem, principais características e como ele reflete a sociedade da época em que surgiu. Eles devem anotar suas descobertas na folha de papel.

    • Debate: Após a pesquisa, cada grupo apresenta suas conclusões para a turma. O professor deve estimular a discussão entre os grupos, fazendo perguntas que incentivem a reflexão e o pensamento crítico, como "Como a dança refletia os valores e as normas sociais da época?" ou "Como a dança mudou ao longo do tempo e por quê?".

  2. Atividade Prática - "Criação de uma Dança Híbrida" (10 - 12 minutos)

    • Explicação da Atividade: O professor explica que os alunos irão criar uma dança que combina elementos de dois estilos de dança diferentes, um antigo e um contemporâneo.

    • Escolha dos Estilos: O professor fornece aos alunos uma lista de estilos de dança antigos (por exemplo, dança medieval, dança do Renascimento) e contemporâneos (por exemplo, hip hop, dança moderna). Cada grupo deve escolher um estilo de cada lista.

    • Criação da Coreografia: Cada grupo deve criar uma coreografia que combine movimentos dos dois estilos de dança escolhidos. Eles podem usar a sala de aula ou o espaço externo, se permitido, para ensaiar a coreografia.

    • Apresentação: Após o tempo de preparação, cada grupo apresenta sua coreografia para a turma. O professor e os outros alunos devem observar atentamente e depois discutir as semelhanças e diferenças entre os dois estilos de dança e como eles foram combinados na coreografia.

  3. Atividade de Reflexão - "O Papel da Dança na Sociedade Atual" (5 - 7 minutos)

    • Discussão em Grupo: O professor propõe uma discussão em grupo sobre como a dança ainda desempenha um papel importante na sociedade atual. Ele pode fazer perguntas como "Como a dança é usada para expressar sentimentos e ideias hoje em dia?" e "Como a dança pode ser usada como uma forma de resistência ou de promover a inclusão e a diversidade?".

    • Compartilhamento das Conclusões: Cada grupo deve compartilhar suas conclusões com a turma. O professor deve moderar a discussão, incentivando todos os alunos a participar e respeitar as opiniões dos outros.

Essas atividades visam envolver os alunos de forma ativa e significativa no processo de aprendizagem, permitindo-lhes explorar e compreender a evolução da dança de uma maneira divertida e interativa. Além disso, elas incentivam o Desenvolvimento de habilidades como pesquisa, trabalho em equipe, pensamento crítico e expressão criativa.

Retorno (8 - 10 minutos)

  1. Discussão em Grupo (3 - 4 minutos)

    • O professor reúne todos os alunos para uma discussão em grupo. Cada grupo terá um minuto para compartilhar as principais conclusões de suas atividades. O professor deve encorajar os alunos a fazerem conexões entre as diferentes danças estudadas e a discutir como essas conexões refletem a evolução da dança como um todo.
    • Durante essa discussão, o professor deve guiar os alunos para que reflitam sobre as seguintes perguntas: "Como as danças que estudamos hoje se relacionam com as danças que vocês veem em suas vidas diárias?", "Como a dança pode ser usada para expressar sentimentos e ideias hoje em dia?", "Como a dança pode ser usada como uma forma de resistência ou de promover a inclusão e a diversidade?".
  2. Conexão com a Teoria (2 - 3 minutos)

    • Após a discussão, o professor retoma os conceitos teóricos abordados na aula e faz conexões com as atividades práticas realizadas. Ele pode, por exemplo, apontar como a criação da dança híbrida permitiu aos alunos experimentar na prática a evolução da dança e como o debate sobre a influência da dança na sociedade ajudou a aprofundar a compreensão dos alunos sobre o papel da dança no mundo atual.
    • O professor também deve reforçar a importância de entender a dança como uma expressão artística que evolui ao longo do tempo, refletindo a cultura e a sociedade em que se origina. Ele pode ressaltar como essa compreensão pode enriquecer a apreciação dos alunos por diferentes estilos de dança e ajudá-los a se expressar de forma mais significativa e autêntica em suas próprias práticas de dança.
  3. Reflexão Final (3 - 4 minutos)

    • O professor propõe que os alunos reflitam silenciosamente por um minuto sobre as seguintes perguntas: "Qual foi o conceito mais importante que você aprendeu hoje?" e "Quais questões ainda não foram respondidas?".
    • Após o minuto de reflexão, o professor pede que os alunos compartilhem suas respostas. Ele deve ouvir atentamente e, se necessário, esclarecer quaisquer dúvidas ou mal-entendidos. O professor pode encerrar a aula reforçando a importância do aprendizado contínuo e da curiosidade intelectual, incentivando os alunos a explorar mais sobre a evolução da dança fora da sala de aula.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo dos Conteúdos Principais (2 - 3 minutos)

    • O professor deve recapitular os principais pontos discutidos durante a aula, reforçando o conceito de que a dança é uma expressão artística que evolui ao longo do tempo para refletir a cultura e a sociedade em que se origina. Ele pode destacar as características de alguns estilos de dança que foram abordados, bem como as mudanças que ocorreram ao longo do tempo.
    • Além disso, o professor deve resumir as principais conclusões das atividades de debate e reflexão, reforçando a importância da dança na sociedade atual e como ela pode ser usada como uma forma de expressão, resistência e promoção da diversidade.
  2. Conexão entre Teoria, Prática e Aplicações (1 - 2 minutos)

    • O professor deve explicar como a aula conectou a teoria da evolução da dança com a prática das atividades de pesquisa, criação de coreografias e discussão em grupo. Ele pode mencionar como a atividade de criação de dança híbrida permitiu aos alunos experimentar na prática a evolução da dança, enquanto o debate e a reflexão os levaram a entender a aplicabilidade desses conceitos na sociedade atual.
  3. Materiais Complementares (1 - 2 minutos)

    • O professor deve sugerir materiais de estudo adicionais para os alunos que desejam aprofundar seu conhecimento sobre a evolução da dança. Isso pode incluir livros, documentários, sites de dança e vídeos de performances. Ele deve encorajar os alunos a explorar esses recursos em seu próprio ritmo e a trazerem suas descobertas para a próxima aula.
  4. Relevância do Assunto (1 minuto)

    • Finalmente, o professor deve destacar a importância da dança não apenas como uma forma de arte, mas também como uma ferramenta de comunicação e expressão. Ele pode ressaltar como a compreensão da evolução da dança pode enriquecer a apreciação dos alunos por diferentes estilos de dança e ajudá-los a se expressar de forma mais significativa e autêntica em suas próprias práticas de dança.
    • Além disso, o professor deve enfatizar como a habilidade de analisar e entender a evolução da dança pode ser aplicada em outras áreas da vida, como a apreciação de outras formas de arte, a compreensão de diferentes culturas e a habilidade de se adaptar e evoluir em um mundo em constante mudança.

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Artes

Coletivos de Dança na Escola - EF15AR12

INTRODUÇÃO

A Relevância do Tema

  • Dança como Expressão: A dança é uma forma mágica de expressar sentimentos e histórias usando o corpo. Ajuda a crescer criativo e confiante.
  • Trabalho em Equipe: Dançar juntos ensina a importância de colaborar e apoiar os amigos.
  • Saúde e Alegria: Mover-se ao ritmo da música é divertido e faz bem para o corpo e a mente.
  • Cultura e Diversidade: Conhecer diferentes danças nos leva a viagens incríveis pelas culturas do mundo.

Contextualização

  • Artes Integradas: A dança é uma das muitas cores no arco-íris das artes, juntinho com música, pintura e teatro.
  • Descoberta do Movimento: Desde pequenos, exploramos como nosso corpo se move. Na escola, a dança nos ajuda a entender melhor esses movimentos.
  • História da Dança: Cada dança tem uma história para contar sobre as pessoas e os lugares de onde veio.
  • Curiosidade Cultural: Ao aprendermos sobre danças de diferentes lugares, abrimos janelas para ver o mundo de muitos jeitos.

"Dançar é como sonhar com os pés!" 🌟💃🕺

DESENVOLVIMENTO TEÓRICO

Componentes da Dança em Grupo

  • Coordenação: Aprender a sincronizar movimentos com os colegas para que todos dancem como um só.
  • Espaço e Formações: Entender como usar o espaço da sala, formando círculos, filas ou pares.
  • Ritmo e Música: Sentir a batida da música e deixar que ela guie os passos de dança de todos juntos.
  • Criatividade: Imaginar e criar passos e movimentos novos para tornar a dança única.
  • Memória: Exercitar a cabeça para lembrar sequências de passos e quando mudar de formação.

Termos-Chave

  • Coreografia: A "receita" da dança que diz quais passos fazer, em que ordem e tempo.
  • Ensaio: Praticar a dança várias vezes para ficar cada vez melhor e mais divertido.
  • Apresentação: Mostrar a dança para outras pessoas, compartilhando a alegria da dança.

Exemplos e Casos

  • Roda de Ciranda: Uma dança em círculo onde todos dão as mãos e caminham juntos, mostrando como a dança conecta as pessoas.
  • Coreografia do 'Parabéns a Você': Uma dança simples que todos fazemos nos aniversários, onde aplaudimos e cantamos em grupo.
  • Desfile de Carnaval: Grupos enormes dançam nas ruas, cada um com sua fantasia e passos, mas todos seguindo o mesmo ritmo e energia.

RESUMO DETALHADO

Pontos Relevantes

  • Expressão e Emoção: A dança de grupo expressa sentimentos e conta histórias através do movimento conjunto, criando uma linguagem sem palavras.
  • União e Respeito: Dançando em grupo, aprendemos a valorizar cada pessoa e a trabalhar juntos, como peças de um quebra-cabeça que se encaixam.
  • Diversidade Cultural: Descobrir danças diferentes nos ajuda a entender e apreciar outras culturas e tradições.
  • Disciplina e Diversão: Treinar para dançar bem é importante, mas nunca se esqueça de que dançar deve sempre ser algo que nos deixa felizes.
  • Comunicação Não Verbal: A dança nos ensina a comunicar sentimentos e ideias sem falar, usando apenas a linguagem do corpo.

Conclusões

  • Todos Podem Dançar: Não importa se somos altos, baixos, rápidos ou lentos, a dança é para todos e cada um tem seu lugar no palco.
  • Prática Leva à Perfeição: Quanto mais ensaiamos, mais confiantes ficamos, e isso faz com que a dança fique mais bonita e harmoniosa.
  • Partilha de Alegria: Ao dançar em grupo e apresentar para os outros, compartilhamos um pedacinho da nossa felicidade e espalhamos sorrisos.

Exercícios

  1. Criação de Movimentos: Escolher uma música e criar três movimentos de dança que possam ser feitos em grupo. Praticar esses movimentos sincronizados com os colegas.
  2. Coreografia da História: Inventar uma pequena história e transformá-la numa dança em grupo, usando os movimentos para contar cada parte da história.
  3. Ritmo de Palmas: Formar um círculo e, usando palmas, criar um ritmo em grupo onde cada pessoa adiciona sua própria batida, mostrando como o ritmo é essencial na dança.
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Artes

Arte: Bizantina Medieval - EM13LGG602

Introdução

Relevância do Tema

"Arte: Bizantina Medieval" é o portal para a descoberta de uma das formas de arte mais ricas, complexas e influentes do período medieval. Esta arte, caracterizada por sua expressão de fé religiosa, é um reflexo dos valores, crenças e práticas sociais da sociedade bizantina. Ela moldou a paisagem cultural e artística do império, e suas influências podem ser rastreadas até os dias de hoje.

Contextualização

Inserido no currículo sob a disciplina de Artes, o tema da Arte Bizantina Medieval se destaca como uma ponte entre as culturas clássica e ocidental, uma vez que a arte bizantina mescla influências do antigo Império Romano com tradições orientais. Ao explorar este tema, os alunos entenderão o desenvolvimento de tendências artísticas, bem como o impacto da religião e da política na arte. Além disso, eles serão capazes de identificar paralelos e diferenças entre as artes ocidentais e orientais e, portanto, adquirir uma compreensão mais holística da evolução artística ao longo do tempo.

Desenvolvimento Teórico

Componentes da Arte Bizantina Medieval

  • Iconografia Sacra: A arte bizantina é dominada por imagens de figuras religiosas, como Jesus Cristo, a Virgem Maria e os santos. Estas figuras são frequentemente retratadas com uma aura divina e um intenso sentimento de espiritualidade.

  • Mosaicos e Ícones: Dois dos principais meios de expressão na arte bizantina. Mosaicos, feitos com pequenos pedaços de vidro colorido, pedra ou cerâmica, adornavam igrejas e palácios, enquanto os ícones (imagens sagradas pintadas) eram usados para devoção privada.

  • Arquitetura: A arquitetura bizantina, notável pela sua grandiosidade e inovação, pode ser observada em seus edifícios religiosos, como a Hagia Sophia. Cúpulas, arcos e a abóbada são elementos centrais nesta arquitetura.

  • Decoração de Manuscritos: Os manuscritos bizantinos são ricos em ilustrações e decorações, muitas vezes com temas religiosos. Os artistas usavam tintas vibrantes e folhas de ouro para criar estes desenhos.

  • Esmaltes e Metais Preciosos: A produção de esmaltes e o trabalho com metais preciosos, como o ouro, eram artes altamente valorizadas no Império Bizantino. Estes materiais eram frequentemente usados para criar jóias, ícones e decorações de edifícios.

Termos-Chave

  • Domo: Uma característica marcante da arquitetura bizantina, a cúpula (domo) simboliza o céu e a presença de Deus.

  • Ícone: Uma pintura sagrada de uma figura religiosa ou evento, usada no culto cristão.

  • Mosaico: Uma imagem produzida montando pequenos pedaços de vidro, pedra ou cerâmica.

  • Esmalte: Uma substância vitrificada que é aplicada como cobertura ou coloração em cerâmicas, vidros ou metais.

  • Pantocrator: Um ícone da figura de Jesus Cristo, "O Todo-Poderoso", frequentemente mostrado com uma mão erguida e a outra segurando um livro.

Exemplos e Casos

  • Ciclo do Mosaico no Convento de Santa Catarina: Este ciclo de mosaicos criado no século VI na região de Monte Sinai representa a vida de Jesus Cristo, Maria e vários santos.

  • Ícone de Theotokos de Vladimir: Este icônico ícone do século XII, agora em exibição na Galeria Tretyakov, retrata a Virgem Maria e o menino Jesus.

  • Manuscrito Iluminado de Alexandrinos: Este manuscrito do século IX contém várias ilustrações e decorações, demonstrando a excelência da iluminação bizantina em manuscritos.

  • Colar de Esmalte de Limoges: Um exemplo do uso de esmalte na arte bizantina, este colar do século XII agora está em exibição no Louvre e exibe as habilidades dos artistas em trabalhar com esse material.

  • Arquitetura da Catedral de Hagia Sophia: Esta catedral, que se tornou a mesquita e hoje é um museu em Istambul, é um exemplo notável de arquitetura bizantina, destacando a importância da cúpula no design arquitetônico.

Resumo Detalhado

Pontos Relevantes

  • Natureza Devocional e Religiosa: A arte bizantina medieval é essencialmente uma arte de adoração e expressão da fé cristã. Sua marca registrada é a representação de figuras sagradas, como Jesus Cristo, Maria e os santos.

  • Influência Oriental e Romana: A arte bizantina incorporou estilos e temas da cultura clássica greco-romana, mas também refletiu a influência oriental do Império Bizantino. Esta fusão de influências criou um estilo de arte único e distintamente bizantino.

  • Meios de Expressão: Mosaicos, ícones, arquitetura, decoração de manuscritos, esmaltes e metais preciosos eram os principais meios de expressão da arte bizantina. A compreensão desses meios é crucial para a compreensão das obras de arte e da cultura bizantina em geral.

  • Elementos Característicos: Elementos-chave da arte bizantina incluem o uso frequente de dourado e cores vibrantes, a representação de figuras sagradas em uma pose rígida e frontal, e a ênfase na espiritualidade e não na humanidade.

Conclusões

  • O Poder da Arte Religiosa: A arte bizantina serviu como uma ferramenta poderosa para comunicar e reforçar a fé cristã. As imagens sagradas representadas nas obras de arte eram usadas para instruir e inspirar a devoção dos fiéis.

  • A Influência da Política e da Religião: A arte bizantina refletia diretamente as forças políticas e religiosas do tempo. Sua produção e temas eram frequentemente ditados por autoridades religiosas e políticas.

  • A Continuidade Artística: A arte bizantina é uma ponte entre as culturas clássica e ocidental. Seus estilos e temas influenciaram diretamente a arte medieval e renascentista no Ocidente.

Exercícios

  1. Análise de Mosaico: Examine um mosaico bizantino de um local de adoração e descreva as figuras representadas e a sensação geral que a imagem transmite.

  2. Interpretação de Ícone: Escolha um ícone bizantino e explique o significado de cada elemento visual encontrado nele. Como a representação visual contribui para a narrativa ou mensagem do ícone?

  3. Comparação entre Estilos: Compare a arquitetura da Basílica de São Pedro, no Vaticano (estilo ocidental), e a Catedral de Hagia Sophia, em Istambul (estilo bizantino). Identifique e descreva as principais diferenças de estilo e concepção entre as duas estruturas.

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Artes

Movimentos Dançados - EF15AR09


INTRODUÇÃO

Relevância do Tema

  • Expressão Corporal: Dançar é uma maneira divertida de nos expressarmos. Movimentos dançados ajudam a contar histórias e a mostrar como nos sentimos.
  • Coordenação e Saúde: Dançar torna nosso corpo mais forte e nossa mente mais ágil. É como um jogo onde ganhamos saúde enquanto nos divertimos.
  • Cultura e História: Cada dança vem de um lugar e tem sua própria história. Aprender sobre movimentos dançados é também aprender sobre o mundo!

Contextualização

  • Arte em Movimento: Na disciplina de Artes, exploramos muitas formas de criar, como pintar e desenhar. Movimentos dançados são arte com nosso corpo!
  • Linguagem Universal: Mesmo que não falemos a mesma língua, dançar é uma forma de todos entenderem o que queremos dizer.
  • Currículo Interativo: Aqui, não só ouvimos e vemos, mas também fazemos. Dançar é uma parte importante do que aprendemos na escola, nos ajudando a crescer de diversas maneiras.

DESENVOLVIMENTO TEÓRICO

Componentes

  • Partes do Corpo: Para dançar, usamos diferentes partes do corpo como pés, pernas, braços e cabeça. Cada uma pode se mover de várias maneiras.

    • Pés: Podem pisar, saltar e deslizar.
    • Pernas: Podem chutar, dobrar e girar.
    • Braços: Podem balançar, alcançar e rodar.
    • Cabeça: Pode balançar, inclinar e virar.
    • Tronco: Pode se curvar, torcer e balançar.
  • Espaço e Tempo: Movimentos na dança ocupam espaço e duram um tempo.

    • Espaço: Dançarinos se movem para cima, para baixo, para os lados e giram no espaço ao redor.
    • Tempo: Movimentos podem ser rápidos ou lentos, e seguimos o ritmo da música.
  • Energia: É a força usada nos movimentos dançados.

    • Movimentos Fortes: Como pular alto ou bater o pé com força no chão.
    • Movimentos Suaves: Como balançar os braços levemente ou dar passos de ponta de pé.
  • Fluidez: Como os movimentos se conectam uns com os outros em uma dança.

    • Movimentos Contínuos: Sem parar, como numa roda-gigante que não para de girar.
    • Movimentos Isolados: Um movimento de cada vez, como bater palmas e depois dar um passo.

Termos-Chave

  • Ritmo: O padrão de tempo na música que guia a dança. É como o tique-taque de um relógio ou o coração batendo.
  • Coreografia: Uma sequência planejada de movimentos dançados. É como uma história contada através dos movimentos do corpo.
  • Improvisação: Dançar sem uma coreografia, movendo-se como a música faz sentir. É como desenhar sem um modelo, deixando a imaginação guiar.

Exemplos e Casos

  • A Dança das Estátuas: Música toca e as crianças dançam livremente. Quando a música para, todos congelam. Mostra como podemos usar o corpo para representar objetos ou ideias.

    • Crianças aprendem sobre o espaço ao se moverem pelo salão.
    • Aprendem sobre tempo ao congelar com a parada da música.
  • Siga o Mestre: Uma criança faz um movimento e as outras precisam copiar. Ensina sobre a relação entre partes do corpo e como imitar movimentos ajuda na coordenação.

    • Observação e repetição dos movimentos do 'mestre' praticam fluidez e ritmo.
    • Ajuda na compreensão de como movimentos se conectam para formar uma dança.
  • Bailarinos de Papelão: Crianças movem figuras de papelão que têm partes do corpo articuladas. Ajuda a entender como as partes do corpo se movem na dança.

    • Demonstração visual de como cada parte pode se mover.
    • Trabalha a ideia de sequência de movimentos e coordenação entre partes do corpo.

RESUMO DETALHADO

Pontos Relevantes

  • Exploração do Corpo: Entendemos que o corpo é o nosso instrumento na dança. Aprendemos a identificar e mover cada parte dele de formas diferentes.

    • Descobrimos que podemos criar passos novos com a combinação de movimentos simples!
    • Praticamos movimentos isolados e também sequências que conectam diferentes partes do corpo.
  • Uso do Espaço e Tempo: Percebemos que a dança acontece no espaço ao nosso redor e que o tempo da música nos ajuda a decidir quando e como nos mover.

    • Brincamos de ser pequenos e grandes no espaço, explorando diferentes tamanhos de movimento.
    • Dançamos rápido como coelhinhos e devagar como tartarugas, sentindo o ritmo da música.
  • Dinâmica dos Movimentos: Experimentamos usar diferentes energias ao dançar, desde movimentos muito fortes até aqueles bem levinhos.

    • Fazemos movimentos que parecem pintar o ar com pincéis imaginários para sentir a fluidez.
    • Imitamos diferentes animais para explorar a força e a suavidade em nossos movimentos.

Conclusões

  • Arte e Expressão: A dança é uma forma de arte que permite expressar emoções e contar histórias com o corpo.

    • Concluímos que não precisamos de palavras para mostrar como nos sentimos; nosso corpo fala!
    • Vimos que, assim como um quadro ou uma música, uma dança pode ser cheia de ideias e sentimentos.
  • Imitação e Criatividade: Através dos jogos, aprendemos a copiar movimentos e a criar os nossos próprios.

    • Observamos que, mesmo copiando, cada um de nós tem um jeito especial e único de dançar.
    • Descobrimos que nossas melhores danças vêm quando usamos nossa criatividade e deixamos o corpo fluir com a música.
  • Coordenação e Trabalho em Grupo: Praticar dança ajuda a melhorar nossa coordenação e a trabalhar em grupo.

    • Aprendemos a sincronizar nossos movimentos com os dos amigos e a cooperar para criar uma dança juntos.
    • Sentimos a alegria de compartilhar a música e os movimentos com os colegas, fortalecendo nossa amizade.

Exercícios

  1. Caixa de Música: Ao tocar diferentes músicas, a criança deve dançar conforme o ritmo, escolhendo movimentos que combinem com o som. Isso ajuda a entender a relação entre o movimento e a música.

  2. Espelho Mágico: Duas crianças frente a frente, uma delas é o reflexo e deve imitar os movimentos da outra. Isso desenvolve a atenção, a imitação e a consciência das partes do corpo.

  3. Histórias Dançantes: Cada criança escolhe uma história para contar através da dança, usando movimentos para representar personagens e ações. Isso estimula a criatividade e a expressão corporal.


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