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Plano de aula de Introdução aos Conectores

Introdução

Relevância do tema

Conectores, ou conjunções, são ferramentas indispensáveis na construção de textos fluentes e coesos. Eles desempenham um papel crucial ao entrelaçar ideias, mostrando relação entre frases e parágrafos, e, por conseguinte, auxiliando na compreensão e na fluidez da comunicação. No aprendizado de uma língua adicional, como o inglês, o uso eficaz de conectores é uma habilidade fundamental que permite ao aprendiz articular pensamentos complexos e transmitir informações de maneira clara e organizada. Isso não apenas aprimora a escrita, mas também a fala, capacitando os estudantes a participar de discussões mais avançadas e a compreender melhor o idioma na sua forma escrita e falada. Ao dominar conectores, os estudantes se munem de um arsenal lingüístico que potencializa suas habilidades comunicativas em diversos contextos, desde a academia até situações sociais e profissionais.

Contextualização

O ensino de conectores se situa dentro do amplo contexto do currículo de línguas estrangeiras, onde o foco recai sobre as quatro habilidades essenciais: falar, ouvir, ler e escrever. Conectores são introduzidos como parte do desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita, mas também reverberam na escuta e na fala, já que são frequentemente utilizados em diálogos e discursos. Eles são o elo linguístico que ajuda a estruturar argumentos, narrativas e informações de uma maneira lógica e acessível. No currículo do ensino fundamental, especialmente no 7º ano, os alunos já possuem conhecimento básico do idioma e estão prontos para explorar estruturas linguísticas mais sofisticadas, que lhes permitam expressar relações de causa e efeito, contraste, sequência, adição e outras relações lógicas. Portanto, a introdução aos conectores é um passo estratégico e necessário para ampliar a competência linguística dos estudantes, preparando-os para aprofundar seu conhecimento do idioma e para seu uso em contextos mais desafiadores que encontrarão ao longo de sua jornada educacional.

Teoria

Exemplos e casos

Imagine reading a story that runs in an unpredictable sequence or a debate where points are made without any logical transitions. The confusion that ensues highlights the significance of connectors in structuring a comprehensible narrative or argument. For instance, consider the difference between 'I went to the store. It was closed.' and 'I went to the store, but it was closed.' The connector 'but' succinctly indicates a contrast between the two statements, seamlessly linking them into a coherent scenario. Another example is the series of events in a story. Without connectors like 'first,' 'then,' 'afterwards,' the sequence may become jumbled, making it difficult for the reader to follow the plot. In persuasive writing, connectors like 'therefore' and 'as a result' are pivotal in illustrating causation, leading the reader to understand the relationship between cause and effect.

Componentes

###Types of Connectors

Connectors, within the English language, come in several types, each serving a distinct function. Coordinating conjunctions, for instance, join clauses that are of equal importance, such as in the compound sentence 'The sun was shining, and the birds were singing.' Subordinating conjunctions introduce dependent clauses and establish a relationship with the main clause, exemplified by 'Although it was raining, the children played outside.' Correlative conjunctions work in pairs to relate equal elements, such as 'both...and,' 'either...or,' in sentences like 'Both the teacher and the students were excited about the project.' It is this diversity of connectors that provides the linguistic tools required for expressing a broad range of logical relationships in text and speech.

###Function and Usage of Connectors

Connectors serve various communicative functions. They are not merely decorative linguistic elements; rather, they are pivotal in providing clarity and cohesion in text. The function of connectors can be illustrative (e.g., 'for example,' 'such as'), additive (e.g., 'and,' 'also'), adversative (e.g., 'however,' 'on the contrary'), causal (e.g., 'because,' 'thus'), sequential (e.g., 'firstly,' 'next'), and more. It is not just the presence of connectors that is essential, but their appropriate usage. Misplacing or misusing connectors can lead to ambiguity or a breakdown in communication. For example, using 'and' in place of 'but' can cancel out the intended contrast between ideas, or using 'because' without a clear causal relationship may cause confusion.

Aprofundamento do tema

Delving deeper into the intricacies of connectors unveils their syntactic and semantic properties. Syntactically, connectors must be placed correctly within a sentence structure to fulfill their function without causing grammatical errors. For instance, subordinating conjunctions must be followed by a clause containing a subject and a verb. Semantically, the choice of a connector dictates the relationship between clauses; it requires not only grammatical accuracy but also an understanding of the logical progression of ideas. The semantic misuse of connectors can lead to a clash in the intended meaning of a text, reflecting the complex interplay between form and meaning in language use.

Termos-chave

Coordinating Conjunctions: Conjunctions that connect words, phrases, or independent clauses of equal syntactic importance. Subordinating Conjunctions: Conjunctions that introduce dependent clauses, connecting them to independent clauses and indicating a relationship such as time, cause, or condition. Correlative Conjunctions: Paired conjunctions that link equal syntactic elements within a sentence. Adversative Connectors: Connectors that express opposition or contrast between two statements. Causal Connectors: Connectors that denote cause-and-effect relationships.

Prática

Reflexão sobre o tema

Conectores são as pontes do idioma que nos ajudam a cruzar de uma ideia para outra com clareza e fluidez. Imagine-se numa terra desconhecida onde os caminhos são fragmentados. Sem pontes, seu trajeto seria interrompido, difícil e frustrante. Agora pense nos conectores como essas pontes na linguagem que lhe permitem transitar entre suas ideias, argumentos e histórias, tornando sua jornada comunicativa suave e eficaz. Como você já utilizou conectores em sua própria língua para melhorar suas conversas ou redações? E em que situações você acha que a falta de conectores pode ter prejudicado sua capacidade de se expressar ou entender os outros?

Exercícios introdutórios

Identifique os conectores nas seguintes frases e explique a relação que eles estabelecem entre as ideias: 'She was tired, so she went to bed early.'; 'Although it was cold, he decided to swim in the lake.'; 'We can go to the movies or we can go bowling.'

Reescreva as frases abaixo substituindo os conectores por sinônimos ou outros conectores que mantenham o sentido original: 'I wanted to play football, but it was raining.'; 'I'll contact you as soon as I arrive.'; 'They studied hard and passed the exam.'

Crie uma pequena história utilizando pelo menos cinco conectores diferentes. Tente incluir conectores que mostrem contraste, adição, causa, efeito e sequência.

Projetos e Pesquisas

Como projeto, crie um pequeno jornal em inglês com notícias do dia a dia da escola, da cidade ou de eventos globais. Para cada notícia, utilize uma variedade de conectores para unir ideias e informações. Ao final, compartilhe o jornal com a turma e discuta como o uso de diferentes conectores altera a percepção dos fatos narrados e influencia a fluidez da leitura.

Ampliando

Além do universo dos conectores em inglês, é fascinante explorar como outras línguas utilizam suas próprias ferramentas para ligar ideias. Isto se expande para o estudo de como a lógica e a relação entre as ideias podem variar culturalmente. Um tópico relacionado para expandir seus horizontes linguísticos é aprender sobre conectores em línguas com estruturas gramaticais muito distintas do inglês, como o japonês ou o árabe. Esta comparação pode revelar nuances sobre como diferentes culturas e línguas articulam pensamentos e constroem argumentos, oferecendo uma visão mais rica sobre a comunicação humana como um todo.

Conclusão

Conclusões

Ao percorrer o capítulo dedicado aos conectores, tornou-se evidente que estes elementos lingüísticos são, sem sombra de dúvida, catalisadores da coesão e coerência textual na língua inglesa. Assim como em uma orquestra cada instrumento contribui para a harmonia do conjunto, os conectores desempenham seu papel sinérgico na linguagem, garantindo que as ideias fluam de maneira lógica e compreensível. Eles permitem ao usuário da língua não apenas conectar palavras, frases e parágrafos, mas também articular complexidade de pensamento, condensar informação e destacar relações semânticas cruciais que enriquecem a comunicação. Dessa forma, o domínio sobre o uso dos conectores é um claro indicativo da maturidade linguística do indivíduo, transcendendo o nível de simples conhecimento gramatical para se tornar uma habilidade comunicativa sofisticada. Além disso, o estudo dos conectores revela sua natureza multifacetada - funcional, interpretativa e expressiva - e a importância de utilizá-los de forma precisa para evitar ambiguidades e erros de interpretação. A capacidade de selecionar o conector apropriado para cada contexto reflete o entendimento profundo das nuances da língua e das sutilezas da expressão humana. Por fim, o capítulo encerra-se com o convite ao leitor para que continue a explorar o uso dos conectores além do idioma inglês, despertando curiosidade sobre as diversas formas de articulação de ideias nas diferentes línguas e culturas do mundo. Este conhecimento ampliado promove não apenas a competência linguística, mas também a empatia e a compreensão intercultural, essenciais em uma sociedade cada vez mais globalizada.

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Inglês

Verbos: Passado Simples Verbos Regulares e Irregulares - EF07LI15', 'EF07LI16', 'EF07LI18

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Compreensão dos verbos no passado simples: O professor deverá explicar aos alunos o conceito dos verbos no passado simples, destacando sua estrutura e como eles são usados em frases.

  2. Identificação de verbos regulares e irregulares: Após a explicação inicial, o professor deverá orientar os alunos a identificar a diferença entre verbos regulares e irregulares, destacando que os regulares seguem um padrão fixo de formação no passado simples, enquanto os irregulares possuem formas específicas.

  3. Prática da conjugação de verbos no passado simples: Uma vez que os alunos tenham compreendido a teoria, o professor deverá orientá-los a praticar a conjugação de verbos no passado simples, tanto regulares quanto irregulares.

    • Objetivos secundários: Incentivar a participação ativa dos alunos, tirar dúvidas e corrigir erros de maneira construtiva, promovendo assim a confiança e a fluência na língua inglesa.

    • Objetivos secundários: Incentivar a pesquisa individual e o estudo autônomo, fornecendo aos alunos material de apoio (como listas de verbos regulares e irregulares) para estudo em casa.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Revisão de conteúdo: O professor deverá começar a aula fazendo uma breve revisão dos verbos em inglês, relembrando os alunos sobre o que são, como são usados em frases e como são conjugados no presente simples. Esta revisão é essencial para que os alunos possam comparar e contrastar com o novo conteúdo a ser apresentado, o passado simples.

  2. Situações problema: Em seguida, o professor pode propor duas situações problema:

    • Situação 1: Imagine que você foi a um concerto ontem à noite. Na aula de inglês, você deseja contar aos seus colegas sobre isso. Como você usaria os verbos no passado simples para contar sua experiência?

    • Situação 2: Suponha que você está escrevendo um diário em inglês e deseja descrever o que fez ontem. Como você usaria os verbos no passado simples para descrever suas atividades?

  3. Contextualização: O professor pode então explicar a importância dos verbos no passado simples, destacando que eles são usados para descrever ações que ocorreram e foram concluídas no passado. Pode-se também mencionar que o passado simples é muito comum em textos narrativos, como histórias e notícias.

  4. Introdução ao tópico: Para despertar o interesse dos alunos, o professor pode compartilhar curiosidades sobre os verbos no passado simples:

    • Curiosidade 1: Em inglês, muitos verbos irregulares são verbos comuns e frequentemente usados. Por exemplo, o verbo "to be" (ser/estar) é irregular no passado simples, e suas formas são "was" (para I, he, she, it) e "were" (para you, we, they). Isso significa que, ao aprender o passado simples, os alunos também estarão aprendendo muitos verbos comuns.

    • Curiosidade 2: Enquanto a maioria dos verbos em inglês segue o padrão de adicionar "-ed" ou "-d" no final para formar o passado simples, há muitos verbos irregulares que não seguem essa regra. Por exemplo, o verbo "to go" (ir) se torna "went" no passado simples, e o verbo "to do" (fazer) se torna "did". Isso torna a aprendizagem dos verbos no passado simples um desafio interessante.

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Atividade de dramatização: O professor pode dividir a classe em grupos de 4 a 5 alunos. Cada grupo receberá uma situação diferente para dramatizar, usando o passado simples dos verbos. As situações podem ser:

    • Situação 1: Um grupo de amigos que foram a um parque de diversões no fim de semana passado.
    • Situação 2: Uma família que preparou um jantar especial ontem à noite.
    • Situação 3: Um aluno que perdeu o ônibus para a escola e teve que pedir carona a um vizinho.

    O professor deve instruir os alunos a escreverem um pequeno roteiro para sua dramatização, usando o passado simples dos verbos. Em seguida, cada grupo deverá apresentar sua dramatização para a classe. Depois de cada apresentação, o professor deve corrigir os erros e reforçar o uso correto do passado simples.

  2. Jogo da memória dos verbos: O professor deve preparar previamente cartas com verbos no infinitivo e suas respectivas formas no passado simples. Os verbos devem ser uma mistura de regulares e irregulares. Os alunos devem ser divididos em pares e receber um conjunto de cartas. Eles devem jogar o clássico jogo da memória, combinando os verbos no infinitivo com suas formas no passado simples.

    • Dica: O professor deve circular pela sala, observando as jogadas dos alunos e auxiliando-os quando necessário. Após o jogo, o professor deve revisar os verbos que causaram mais dificuldade aos alunos.
  3. Atividade de escrita: Para fechar a etapa de Desenvolvimento, o professor deve propor uma atividade de escrita. Os alunos, ainda em seus grupos, devem escrever uma pequena história em inglês, usando o maior número possível de verbos no passado simples. O professor deve incentivar a criatividade e a originalidade das histórias.

    • Dica: Para facilitar a tarefa, o professor pode fornecer uma lista de verbos no infinitivo e pedir aos alunos que os transformem em passado simples. Além disso, o professor pode sugerir um tema para as histórias, como "Um dia na praia" ou "Uma viagem inesquecível".

    Ao final da atividade, cada grupo deve ler sua história para a classe. O professor deve corrigir os erros e elogiar os acertos, reforçando o uso correto do passado simples dos verbos.

Estas atividades lúdicas e práticas ajudarão os alunos a compreender e a usar corretamente o passado simples dos verbos, tanto regulares quanto irregulares, de uma maneira divertida e envolvente. Além disso, elas promoverão a interação entre os alunos e o uso ativo da língua inglesa.

Retorno (10 - 12 minutos)

  1. Discussão em grupo (3 - 4 minutos): O professor deve convidar cada grupo para compartilhar suas soluções ou conclusões das atividades de dramatização e escrita. Cada grupo terá no máximo 3 minutos para apresentar. Durante as apresentações, o professor deve garantir que todos os alunos estejam envolvidos, fazendo perguntas e incentivando a interação entre os grupos.

  2. Conexão com a teoria (3 - 4 minutos): Após as apresentações, o professor deve conduzir uma breve discussão sobre como as atividades estão relacionadas com a teoria apresentada no início da aula. O professor deve destacar como os alunos aplicaram o conhecimento sobre verbos no passado simples, tanto regulares quanto irregulares, para completar as atividades. Além disso, o professor deve reforçar a importância de entender e usar corretamente o passado simples dos verbos para a comunicação efetiva em inglês.

  3. Reflexão individual (2 - 3 minutos): O professor deve então propor que os alunos reflitam silenciosamente por um minuto sobre as respostas para as seguintes perguntas:

    • Qual foi o conceito mais importante aprendido hoje?
    • Quais questões ainda não foram respondidas?
  4. Compartilhamento das reflexões (2 - 3 minutos): Após o minuto de reflexão, o professor deve pedir a alguns voluntários que compartilhem suas respostas com a classe. O professor deve encorajar os alunos a serem honestos e a expressarem suas dúvidas ou dificuldades. Isso permitirá que o professor avalie o entendimento dos alunos e planeje futuras aulas ou atividades de acordo com as necessidades individuais ou coletivas da turma.

Este momento de Retorno é essencial para consolidar o aprendizado, pois permite que os alunos reflitam sobre o que aprenderam, façam conexões com a teoria e expressem suas dúvidas ou dificuldades. Além disso, ele proporciona ao professor um feedback valioso sobre a eficácia da aula e a compreensão dos alunos, o que pode orientar o planejamento de futuras aulas.

Conclusão (5 - 8 minutos)

  1. Resumo da Aula (2 - 3 minutos): O professor deve começar a etapa de Conclusão relembrando os principais pontos abordados na aula. Isso inclui a definição de verbos no passado simples, a diferença entre verbos regulares e irregulares e a prática da conjugação de verbos no passado simples. O professor pode fazer um breve resumo de cada atividade realizada, destacando como elas contribuíram para a compreensão do tópico.

  2. Conexão Teoria-Prática (1 - 2 minutos): Em seguida, o professor deve enfatizar como a aula conectou a teoria à prática. Ele pode mencionar como as atividades de dramatização, jogo da memória e escrita permitiram aos alunos aplicar o conhecimento teórico de uma maneira divertida e significativa. O professor pode também destacar como a prática da conjugação de verbos no passado simples ajudou a consolidar o aprendizado.

  3. Materiais Extras (1 - 2 minutos): O professor deve sugerir materiais adicionais para os alunos que desejam aprofundar seu entendimento do tópico. Isso pode incluir sites de aprendizado de inglês, como Duolingo e EnglishClub, que oferecem exercícios interativos de conjugação de verbos. O professor pode também recomendar livros didáticos de inglês que tenham seções dedicadas aos verbos no passado simples.

  4. Relevância do Tópico (1 minuto): Para finalizar, o professor deve ressaltar a importância do tópico para o dia a dia dos alunos. Ele pode explicar que a habilidade de usar corretamente os verbos no passado simples é fundamental para a comunicação efetiva em inglês, especialmente ao contar histórias ou descrever eventos passados. O professor pode também mencionar que o passado simples é um tempo verbal muito comum em textos escritos em inglês, como livros, revistas e jornais, e, portanto, é essencial para a leitura e compreensão desses textos.

A etapa de Conclusão é crucial para consolidar o aprendizado dos alunos, reforçar a importância do tópico e proporcionar recursos para estudos futuros. Além disso, ao conectar a teoria à prática e destacar a relevância do tópico, o professor pode ajudar a motivar os alunos a continuar aprendendo e praticando.

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Inglês

Verbos: Introdução ao Presente Simples


Verbos: Introdução ao Presente Simples

Relevância do Tema

  • Os verbos são as palavras mágicas que dão vida às frases, mostrando ação, estado ou acontecimento.
  • O Presente Simples é como o "agora" da língua inglesa; ele é o tempo verbal para ações habituais ou verdades universais.
  • Dominar o Presente Simples é como ter a chave para começar a construir frases e contar histórias em inglês.
  • Usamos o Presente Simples para falar sobre rotinas, gostos, fatos e habilidades - partes importantes do nosso dia.

Contextualização

  • No gigantesco jardim da língua inglesa, o Presente Simples é uma das primeiras flores que observamos.
  • Faz parte das bases do inglês, que são usadas em qualquer conversa do dia a dia.
  • Ao dominar esse tempo verbal, buscamos fluência no "aqui e agora", expressando o que fazemos, sentimos e conhecemos.
  • Ao aprender o Presente Simples, estamos plantando as sementes para comunicação eficaz e confiante em inglês.

Ao mergulhar no Presente Simples, abrimos as portas para o mundo da comunicação em inglês, permitindo que os alunos se expressem sobre suas vidas cotidianas e seus pensamentos. É um passo crucial na jornada de aprendizado da língua inglesa, oferecendo a eles a capacidade de compartilhar ideias e interagir com confiança em um contexto global.---

Desenvolvimento Teórico

Componentes

  • Sujeito: A pessoa, animal ou coisa que realiza a ação. No Presente Simples, o sujeito é seguido pelo verbo principal.
    • Importante: Sempre comece a frase com o sujeito para ficar claro quem está realizando a ação.
  • Verbo principal: A ação que o sujeito está realizando.
    • Exemplos: run, jump, eat, read.
    • Regra Geral: No Presente Simples, o verbo não muda para a maioria dos sujeitos.
  • Terceira pessoa do singular (he, she, it): Uma exceção importante! Adicionamos "s" no final do verbo.
    • Exemplo: He runs, She jumps, It eats.
  • Afirmativo, Negativo e Interrogativo:
    • Afirmativo: Sujeito + verbo (com ou sem "s") + complemento.
    • Negativo: Sujeito + do/does not + verbo sem "s" + complemento.
    • Interrogativo: Do/Does + sujeito + verbo sem "s" + complemento?

Termos-Chave

  • Presente Simples (Simple Present): Tempo verbal usado para ações habituais, rotinas, verdade universais e estados permanentes.
    • "I eat breakfast every morning." (Comer é uma rotina diária.)
  • Ação Habitual: Algo que fazemos regularmente.
    • "She plays tennis on weekends." (Jogar tênis é um hábito nos fins de semana.)
  • Verdade Universal: Algo que é sempre verdadeiro.
    • "The Earth goes around the sun." (A Terra orbitar o sol é uma verdade universal.)
  • Estado Permanente: Condição que não muda com frequência.
    • "He lives in Brazil." (Ele morar no Brasil é um estado permanente.)

Exemplos e Casos

  • Ações diárias:
    • "I brush my teeth." (Escovar os dentes é uma ação diária.)
    • Teoria: O verbo "brush" está no presente simples porque descreve uma ação rotineira.
  • Expressando gostos pessoais:
    • "She loves chocolate." (Amar chocolate é uma expressão de gosto pessoal.)
    • Teoria: Usamos o Presente Simples com "love" para mostrar um sentimento persistente.
  • Descrição de habilidades:
    • "They speak English." (Falar inglês descreve uma habilidade.)
    • Teoria: "Speak" não muda porque está descrevendo uma capacidade no Presente Simples.
  • Rotinas de pessoas em terceira pessoa do singular:
    • "He watches TV every evening." (Assistir TV toda noite é parte de sua rotina.)
    • Teoria: Acrescentamos "es" a "watch" porque o sujeito está na terceira pessoa do singular.

Cada exemplo ilustra como usar o Presente Simples na prática, mostrando a estrutura da frase e como ajustar o verbo de acordo com o sujeito.


Resumo Detalhado

Pontos Relevantes

  • Uso do Presente Simples:

    • Para rotinas diárias e ações habituais como tomar café da manhã ou escovar os dentes.
    • Para expressar gostos e preferências, como em "I like ice cream."
    • Quando falamos sobre verdades universais e fatos, como "Water boils at 100°C."
    • Para descrever estados permanentes, habilidades ou características, tal como "She has brown eyes."
  • Estrutura da Frase no Presente Simples:

    • Afirmativa: sujeito + verbo (com "s" para ele, ela ou isso) + complemento.
    • Negativa: sujeito + auxiliar (do/does not) + verbo + complemento.
    • Interrogativa: auxiliar (Do/Does) + sujeito + verbo + complemento?
  • Regra da Terceira Pessoa do Singular:

    • Adição de "s" no verbo quando o sujeito é "he", "she" ou "it".
  • Verbos Auxiliares "Do" e "Does":

    • "Do" usado com "I", "you", "we", "they".
    • "Does" usado com "he", "she", "it", sempre seguido pelo verbo sem "s".
  • Frequência da ação:

    • Palavras como "always", "usually", "often", "sometimes", "rarely", "never" ajudam a descrever a frequência da ação no Presente Simples.

Conclusões

  • Reconhecer o uso do Presente Simples permite expressar ideias claras sobre ações cotidianas, gostos, hábitos e fatos.
  • A regra da terceira pessoa do singular é uma exceção importante que deve ser lembrada para evitar erros comuns.
  • A habilidade de formar perguntas e negações no Presente Simples é fundamental para comunicação interativa e expressiva.

Exercícios

  1. Complete as frases com o Presente Simples dos verbos nos parênteses:

    • "I ______ (to go) to school by bus."
    • "She ______ (to make) delicious cakes."
    • "It ______ (to rain) in the Amazon frequently."
  2. Transforme as frases afirmativas em negativas:

    • "He plays the guitar." → "He ______ not ______ the guitar."
    • "They work on Saturdays." → "They ______ not ______ on Saturdays."
  3. Crie perguntas usando o Presente Simples a partir das afirmações:

    • "You like pizza." → "______ you ______ pizza?"
    • "She has a pet cat." → "______ she ______ a pet cat?"

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Inglês

Vocabulário: Núcleo Familiar

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Familiarizar os alunos com o vocabulário relacionado ao núcleo familiar em inglês. Isso inclui palavras como "mother", "father", "brother", "sister", "grandmother", "grandfather", "aunt", "uncle" e "cousin".

  2. Introduzir a estrutura gramatical utilizada para descrever o núcleo familiar em inglês. Isso inclui frases simples como "This is my father", "She is my grandmother" e "He is my brother".

  3. Desenvolver a habilidade dos alunos de identificar e usar o vocabulário e a estrutura gramatical aprendidos em situações cotidianas. Isso pode incluir atividades de conversação, jogos de memória e exercícios de preenchimento de lacunas.

Ao final desta etapa, os alunos devem ser capazes de identificar e descrever membros da família em inglês, usando o vocabulário e a estrutura gramatical corretos. Eles também devem ser capazes de aplicar esse conhecimento em situações práticas.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Revisão: O professor inicia a aula relembrando alguns vocabulários e estruturas gramaticais básicas já aprendidas pelos alunos, como cores, números e nomes de animais. Isso servirá como uma base para o novo conteúdo que será apresentado.

  2. Situações Problema: O professor propõe duas situações problemas que envolvam o núcleo familiar. Por exemplo, "Imagine que você foi viajar e conheceu uma criança que fala inglês. Como você descreveria sua família para ela?" e "Seus pais estão conversando com um casal de estrangeiros. Como você apresentaria sua irmã para eles em inglês?". Isso serve para contextualizar a importância do conteúdo que será aprendido.

  3. Contextualização: O professor explica que conhecer o vocabulário e a estrutura gramatical relacionados ao núcleo familiar é importante para se comunicar com pessoas de diferentes culturas e nacionalidades, além de ajudar a entender melhor músicas, filmes e livros em inglês.

  4. Ganhar a Atenção dos Alunos: Para despertar o interesse dos alunos, o professor pode compartilhar algumas curiosidades sobre como as famílias são diferentes ao redor do mundo. Por exemplo, na cultura chinesa, é comum que várias gerações vivam juntas na mesma casa, incluindo avós, pais e filhos. Já na cultura brasileira, é mais comum que cada família tenha sua própria casa. Outra curiosidade pode ser sobre os diferentes nomes que os membros da família podem ter em inglês, como "aunt" para tia e "cousin" para primo/prima.

  5. Introdução ao Tópico: O professor introduz o tópico da aula, explicando que os alunos irão aprender a descrever o núcleo familiar em inglês. Ele pode fazer isso mostrando uma imagem de uma família e apontando para cada membro da família enquanto diz o nome em inglês. Por exemplo, "This is the mother. This is the father. This is the brother. This is the sister." Ao fazer isso, o professor também pode enfatizar o uso de pronomes para se referir aos membros da família, como "she" para mãe e "he" para pai e irmãos.

  6. Transição: O professor explica que os alunos irão explorar mais sobre o núcleo familiar em inglês através de um vídeo e de atividades interativas. Ele ressalta que eles terão a oportunidade de praticar o que aprenderam e tirar dúvidas durante a aula.

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

Esta etapa da aula consiste em atividades que ajudam os alunos a entender e aplicar o vocabulário e a estrutura gramatical do núcleo familiar em inglês. As atividades são projetadas para serem interativas, lúdicas e envolventes, criando um ambiente divertido de aprendizado. O professor pode escolher uma ou mais das atividades sugeridas de acordo com o tempo disponível.

  1. Jogo da Memória da Família: O professor prepara cartas com imagens de diferentes membros da família (pai, mãe, irmão, irmã, avô, avó, tio, tia e primo/prima) e seus respectivos nomes em inglês. As cartas são embaralhadas e colocadas com a face para baixo. Os alunos, em pares, devem então virar duas cartas e tentar fazer uma correspondência entre a imagem e o nome em inglês. Se conseguirem, eles dizem a frase "This is my..." junto com o nome do membro da família. O jogo continua até que todas as cartas tenham sido correspondidas.

  2. Dramatização Familiar: O professor divide a turma em grupos de quatro ou cinco alunos. Cada grupo recebe uma folha com uma imagem de uma família diferente. Os alunos devem então discutir entre si e decidir qual é o papel de cada um naquela família. Eles devem usar o vocabulário e a estrutura gramatical aprendidos para descreverem a sua família em inglês. Depois, cada grupo faz uma pequena apresentação, onde um aluno se apresenta como um membro da família e os outros alunos do grupo o descrevem em inglês.

  3. Criação de Árvore Genealógica: O professor fornece para cada aluno uma folha em branco e pede que eles desenhem uma árvore genealógica simples da sua família. Em seguida, os alunos devem usar o vocabulário e a estrutura gramatical aprendidos para descreverem cada membro da sua família em inglês. Eles podem escrever o nome e a relação de parentesco ao lado de cada desenho. No final, cada aluno é convidado a apresentar a sua árvore genealógica para a turma, praticando a fala e a escuta em inglês.

  4. Caça ao Tesouro da Família: O professor esconde cartas com nomes de membros da família em inglês pela sala de aula. Os alunos, em pequenos grupos, são convidados a procurar as cartas e, ao encontrá-las, devem dizer a relação de parentesco e uma característica dessa pessoa em inglês. Por exemplo, "This is my aunt. She is very kind." Os grupos que encontrarem mais cartas corretamente ganham o jogo.

O professor deve circular pela sala durante as atividades, verificando o progresso dos alunos, reforçando o vocabulário e a estrutura gramatical quando necessário, e fazendo perguntas para estimular a reflexão e a prática.

Ao final desta etapa, os alunos devem se sentir mais confortáveis em usar o vocabulário e a estrutura gramatical do núcleo familiar em inglês de forma significativa e contextualizada.

Retorno (10 - 15 minutos)

  1. Discussão em Grupo: O professor reúne todos os alunos e promove uma discussão em grupo sobre as soluções encontradas por cada equipe nas atividades realizadas. Cada grupo terá a oportunidade de compartilhar suas conclusões, apresentando as soluções que encontraram e explicando o raciocínio por trás delas. O professor pode fazer perguntas para estimular a reflexão e aprofundar a compreensão dos alunos sobre o tópico. Por exemplo, "Por que vocês escolheram essa pessoa para ser a mãe/pai/irmão/etc. na dramatização familiar?" ou "Qual foi a parte mais difícil de descrever a sua família em inglês?". Esta etapa é importante para que os alunos possam aprender uns com os outros e para que o professor possa avaliar o progresso individual e coletivo.

  2. Conexão com a Teoria: Após a discussão, o professor faz uma revisão da teoria, destacando os pontos mais importantes que foram aplicados nas atividades. Ele pode utilizar as soluções apresentadas pelos alunos como exemplos concretos para ilustrar a teoria. Por exemplo, o professor pode apontar para a árvore genealógica de um aluno e perguntar "Quem é esse na sua família? E que relação de parentesco ele tem com você?". Ou pode apontar para uma carta no Jogo da Memória e perguntar "Quem é esse? Como você o descreveria em inglês?". O professor também pode fazer perguntas para verificar a compreensão dos alunos. Por exemplo, "Quem pode me dizer o que significa 'mother' em inglês?" ou "Como vocês podem dizer 'This is my sister' em inglês?".

  3. Reflexão Final: Para encerrar a aula, o professor propõe que os alunos reflitam por um minuto sobre o que aprenderam. Ele pode fazer isso através de duas perguntas simples: "Qual foi a parte mais divertida de aprender sobre o núcleo familiar em inglês hoje?" e "O que vocês acham que ainda precisam praticar mais?". Os alunos podem compartilhar suas respostas com a turma, se sentirem confortáveis, ou podem simplesmente refletir silenciosamente. O professor deve reforçar que aprender é um processo contínuo e que é normal ter áreas que precisam de mais prática.

  4. Feedback do Professor: Durante o retorno, o professor também deve aproveitar para dar feedback aos alunos sobre o desempenho deles durante a aula. Ele pode elogiar esforços individuais, corrigir erros de forma construtiva e incentivar a participação e a colaboração. O feedback deve ser sempre positivo, encorajador e direcionado ao desenvolvimento individual de cada aluno.

Ao final desta etapa, os alunos devem ter consolidado o conhecimento adquirido durante a aula, compreendido a importância do vocabulário e da estrutura gramatical do núcleo familiar em inglês e se sentido motivados a continuar aprendendo e praticando.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo do Conteúdo: O professor recapitula os principais pontos abordados durante a aula, reforçando o vocabulário e a estrutura gramatical relacionados ao núcleo familiar em inglês. Ele pode, por exemplo, pedir aos alunos para repetirem as frases que aprenderam durante as atividades, como "This is my mother" e "He is my brother". O professor também pode revisitar as imagens e os desenhos que os alunos fizeram durante as atividades, fazendo perguntas para verificar a compreensão. Por exemplo, "Quem pode me dizer quem é essa na sua árvore genealógica?" e "Como vocês podem descrever essa pessoa em inglês?".

  2. Conexão entre Teoria e Prática: O professor destaca como as atividades realizadas durante a aula permitiram aos alunos aplicar a teoria na prática. Ele pode, por exemplo, mencionar como o Jogo da Memória ajudou a consolidar o vocabulário e a estrutura gramatical, como a Dramatização Familiar estimulou a conversação em inglês e como a Criação de Árvore Genealógica promoveu a reflexão e o pensamento crítico. O professor também pode mencionar como as discussões em grupo e as apresentações permitiram aos alunos aprenderem uns com os outros e desenvolverem habilidades sociais.

  3. Materiais Extras: O professor sugere materiais adicionais para os alunos que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre o núcleo familiar em inglês. Isso pode incluir vídeos, jogos online, aplicativos e livros. Por exemplo, o professor pode sugerir que os alunos assistam a um vídeo no YouTube que apresenta vocabulário sobre a família em inglês de forma divertida, ou que joguem um jogo de memória online que reforce o vocabulário aprendido. O professor também pode sugerir que os alunos pratiquem em casa descrevendo a própria família em inglês para os pais e irmãos.

  4. Importância do Assunto: Para finalizar, o professor reforça a importância de conhecer o vocabulário e a estrutura gramatical relacionados ao núcleo familiar em inglês. Ele pode explicar como esse conhecimento pode ser útil em situações do dia a dia, como em viagens para países de língua inglesa, em conversas com pessoas de diferentes culturas e nacionalidades, e em atividades de leitura, audição e fala em inglês. O professor também pode mencionar que aprender sobre o núcleo familiar em inglês ajuda a entender melhor a língua e a cultura inglesas, e pode ser um passo importante para aprender sobre outros tópicos, como profissões, animais de estimação, hobbies, entre outros.

Ao final desta etapa, os alunos devem ter uma compreensão clara do que aprenderam na aula, de como podem continuar aprendendo e praticando, e de como o que aprenderam é relevante para suas vidas. Eles devem se sentir motivados e confiantes para continuar explorando o mundo da língua inglesa.

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