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Plano de aula de Verbo: Formas Nominais e Flexões de Modo

Introdução

Relevância do Tema

Dentro das estruturas da língua portuguesa, os verbos se elevam como atores principais, trazendo movimento e ação para as sentenças. Suas "formas nominais" e "flexões de modo" desempenham um papel crucial na construção do sentido. Dominar esse conceito é essencial para uma comunicação eficaz e para um bom desempenho em provas e redações.

Contextualização

Dentro do plano mais amplo do currículo de Português, o estudo das formas nominais e flexões de modo se firma como um pilar na compreensão da morfologia verbal. Este tema, naturalmente, segue-se à abordagem das características gerais dos verbos e pré-requsita a compreensão das flexões de tempo e aspecto. Aprofundando-se nesse tema, o aluno expande sua compreensão sobre a estrutura verbal, preparando-se para tópicos mais complexos, como a voz verbal e o estudo das orações.

Desenvolvimento Teórico

Componentes

  • Infinitivo: Fator principal nas formas nominais do verbo, o infinitivo é a forma original do verbo, antes de qualquer conjugação. Representa a ação de maneira geral, sem especificar sujeito nem tempo verbal. É de suma importância para a compreensão da estrutura verbo-nominal, sendo dividido em Infinitivo Pessoal, Impessoal e Flexionado.

    • Infinitivo Pessoal: É a forma do verbo que conserva as terminações do infinitivo original, indicando a pessoa do discurso. Exemplo: Amar (Eu amar, Tu amares, Ele amar, Nós amarmos, Vós amardes, Eles amarem).

    • Infinitivo Impessoal: É a forma do verbo que não se refere a nenhum sujeito em particular. Além disso, não sofre alterações devido à pessoa, número ou tempo. Exemplo: Amar (Amar é o melhor remédio, Devemos amar o próximo).

    • Infinitivo Flexionado: É o infinitivo que adquire características de outros modos verbais, normalmente o indicativo, subjuntivo ou imperativo. Exemplo: Indicativo (Amaria, Amaríamos), Subjuntivo (Se amasse, Caso amemos) e Imperativo (Ama tu, Ame você).

  • Gerúndio: Outra forma nominal do verbo, o gerúndio expressa ação simultânea ao momento da fala. É formado pelo radical do verbo + terminação -ndo. Pode funcionar como verbo ou como advérbio. Exemplo: Correndo (Ela está correndo, Ela fala correndo).

  • Particípio: A terceira forma verbal, além do infinitivo e do gerúndio, que compõem as formas nominais do verbo. O particípio indica uma ação concluída. Possui a flexão -ado para a primeira conjugação e -ido para a segunda e terceira. Exemplo: Amado (Ele é amado, As cartas estão amando).

Termos-Chave

  • Formas nominais do verbo: São as formas verbais que, no contexto da oração, se comportam como substantivo, adjetivo ou advérbio. São o infinitivo, o gerúndio e o particípio.

  • Flexões de modo: Mudanças que o verbo sofre para indicar a atitude, a intenção de quem fala. As flexões de modo em português são o indicativo, subjuntivo e imperativo.

Exemplos e Casos

  • Infinitivo: Para entender a importância do infinitivo, observe o uso em frases como "Eu quero amar" (Infinitivo Pessoal), "Amor é lindo" (Infinitivo Impessoal), "Amar é uma dádiva" (Infinitivo Impessoal) e "Se amarmos, seremos felizes" (Infinitivo Flexionado - Subjuntivo).

  • Gerúndio: Exemplos de gerúndio: "Ela está lendo um livro" (verbo), "Fala correndo" (advérbio).

  • Particípio: Observamos o particípio em ação em frases como "Ela é amada" (verbo auxiliar + particípio como adjetivo) e "As cartas estão amando" (verbo auxiliar + gerúndio como verbo).

Resumo Detalhado

Pontos Relevantes

  • A centralidade dos verbos: Os verbos são a alma da sentença, a eles atribuímos ação, estado ou fenômeno, em diferentes tempos, modos, números e pessoas. São a peça-chave para a formação de sentenças significativas.

  • As formas nominais do verbo: São essenciais para a estruturação da linguagem. O conhecimento e o correto uso do infinitivo, gerúndio e particípio são fatores fundamentais para a construção do significado.

    • Infinitivo: É a forma original do verbo e tem a capacidade de se comportar como substantivo, adjetivo ou advérbio dentro da oração. Entender a diferença entre o infinitivo pessoal, impessoal e flexionado, é primordial para o domínio das formas verbais.

    • Gerúndio: Além de poder atuar como verbo, ele tem a peculiaridade de, em algumas situações, se comportar como um advérbio, expressando uma circunstância de modo à ação verbal.

    • Particípio: Junto com o verbo auxiliar, forma os tempos compostos e a voz passiva. Pode ainda atuar como adjetivo, concordando em número e gênero com o elemento que modifica.

  • A importância das flexões de modo: As flexões de modo do verbo (indicativo, subjuntivo e imperativo) revelam a atitude, a intenção, a vontade ou o desejo de quem fala, trazendo nuances de significado que enriquecem a comunicação.

Conclusões

  • Dominar as formas nominais e flexões de modo do verbo é um requisito fundamental para quem busca uma comunicação efetiva e precisa, além de ser crucial para uma interpretação de texto mais aprofundada e correta.

  • O infinitivo, gerúndio e particípio como formas nominais do verbo são ferramentas versáteis na construção das sentenças, podendo atuar como substantivo, adjetivo ou advérbio.

  • As flexões de modo do verbo, mais do que uma obrigação gramatical a ser seguida, compõem uma rica gama de possibilidades na expressão de sentimentos, desejos, possibilidades, fatos, entre outros.

Exercícios

  • Exercício 1: Classifique o verbo em cada uma das frases abaixo e indique se ele está no infinitivo, gerúndio ou particípio: "Correr é bom para a saúde", "Estou correndo no parque", "Eles têm corrido todos os dias".

  • Exercício 2: Transforme as frases a seguir, mantendo o sentido, substituindo o verbo em destaque pelo infinitivo, gerúndio e particípio, respectivamente: "A menina sorriu ao receber o prêmio" (infinitivo), "O menino fala baixinho durante as aulas" (gerúndio), "Os alunos estudavam para a prova" (particípio).

  • Exercício 3: Reescreva as frases abaixo, transformando o verbo em destaque de acordo com o modo indicado: "Se ele cantar, eu danço" (subjuntivo), "Cante!" (imperativo), "Ele canta muito bem" (indicativo).

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Português

Pontuação - EF08LP04', 'EF08LP16

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Competências dos Participantes - EM13LGG103

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Familiarizar os alunos com as competências exigidas em atividades de interpretação e produção textual:

    • Compreender a importância da variedade linguística e do uso adequado do repertório na comunicação efetiva.
    • Reconhecer os diferentes tipos textuais e suas características.
    • Entender a estrutura de uma proposta de intervenção.
  2. Desenvolver a habilidade de análise crítica dos participantes na comunicação:

    • Identificar as competências dos participantes em um discurso ou texto.
    • Analisar o papel destas competências na eficácia da comunicação.
  3. Potencializar a compreensão e interpretação de temas diversos:

    • Identificar o tema central de um texto ou discussão e analisar sua relevância.
    • Desenvolver estratégias para a compreensão efetiva de diferentes temas.

Objetivos secundários:

  • Incentivar a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem.
  • Promover a prática de estratégias de leitura e escrita eficazes.
  • Estimular a criatividade e o pensamento crítico através de atividades interativas e desafiadoras.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Revisão de Conteúdos Relevantes:

    • O professor deve começar a aula revisitando brevemente os conceitos de tipos textuais, variedade linguística, e estrutura de uma proposta de intervenção. Isso pode ser feito através de uma breve discussão ou questionando os alunos para verificar o que eles lembram desses tópicos (5 - 7 minutos).
  2. Situações-Problema:

    • Para introduzir o tópico das competências dos participantes, o professor pode propor duas situações hipotéticas:
      • A primeira situação pode envolver uma conversa entre duas pessoas com diferentes sotaques ou dialetos, levantando questões sobre a importância da variedade linguística e a adaptação do repertório linguístico de acordo com o público-alvo.
      • A segunda situação pode envolver a recepção de uma carta argumentativa de um colega de classe. O professor pode questionar os alunos sobre como identificar o tipo textual e quais as competências do remetente que podem ser inferidas a partir do texto (5 - 7 minutos).
  3. Contextualização do Tópico:

    • O professor deve então explicar que a análise das competências dos participantes é uma habilidade crucial em diversas situações da vida real, desde a interpretação de notícias e artigos até a produção de textos acadêmicos ou profissionais. Além disso, a compreensão e o uso adequados do repertório linguístico são fundamentais para uma comunicação eficaz em diversos contextos sociais e culturais (2 - 3 minutos).
  4. Ganhar a Atenção dos Alunos:

    • Para despertar o interesse dos alunos, o professor pode compartilhar curiosidades sobre a influência do repertório linguístico na percepção dos outros. Por exemplo, como o uso de gírias ou jargões específicos pode nos fazer parecer mais ou menos confiáveis ou inteligentes para diferentes públicos.
    • Além disso, o professor pode contar uma história sobre um mal-entendido causado por uma falta de compreensão do tipo textual, ressaltando a importância de entender e usar corretamente os diferentes tipos de textos (2 - 3 minutos).

Desenvolvimento (25 - 30 minutos)

  1. Teoria das Competências dos Participantes (10 - 12 minutos)

    • O professor deve começar apresentando o conceito de competência discursiva, explicando que se refere à habilidade de um participante de produzir, compreender e interpretar discursos de maneira eficaz.
    • Em seguida, deve detalhar as competências dos participantes, apresentando cada uma delas e explicando sua relevância e aplicação prática:
      • Uso de Repertório: O professor deve destacar que o repertório linguístico de um participante pode incluir palavras, frases, expressões idiomáticas, provérbios, gírias, entre outros. Deve explicar que o uso adequado do repertório é fundamental para se comunicar de maneira eficaz e adequada ao contexto.
      • Proposta de Intervenção: O professor deve explicar que uma proposta de intervenção é uma sugestão de ação para resolver um problema ou melhorar uma situação. Deve discutir como uma proposta de intervenção deve ser clara, coerente, relevante e viável.
      • Variedade Linguística: O professor deve reforçar a importância de reconhecer e respeitar a variedade linguística. Deve discutir como a variedade linguística pode influenciar a compreensão e a produção de texto.
      • Compreensão do Tema: O professor deve enfatizar a importância de entender profundamente o tema de um texto ou conversa para poder participar de forma efetiva.
      • Tipo Textual: O professor deve revisar os diferentes tipos textuais e discutir como a escolha do tipo textual adequado pode influenciar a eficácia da comunicação.
  2. Prática das Competências dos Participantes (10 - 12 minutos)

    • O professor deve propor algumas atividades para os alunos praticarem as competências dos participantes. Essas atividades podem incluir:
      • Análise de Textos: O professor pode apresentar aos alunos alguns textos (como artigos de notícias, cartas, relatórios, etc.) e pedir-lhes para identificar o tipo textual, o uso de repertório, a proposta de intervenção, a variedade linguística e a compreensão do tema.
      • Role-Playing: O professor pode propor uma atividade de dramatização, onde os alunos terão que assumir o papel de diferentes participantes em uma situação de comunicação. Esta atividade pode ajudar os alunos a entender a importância de adaptar seu repertório linguístico e suas propostas de intervenção ao público-alvo.
  3. Reflexão Sobre as Competências dos Participantes (5 - 6 minutos)

    • Para finalizar a parte de desenvolvimento, o professor deve promover uma reflexão sobre as competências dos participantes. Pode perguntar aos alunos sobre como eles acham que essas competências podem ser úteis em suas vidas diárias. Além disso, pode questionar os alunos sobre quais competências eles acham que precisam melhorar e por quê. Esta reflexão pode ajudar os alunos a perceber a relevância das competências dos participantes e a motivá-los a se esforçarem para aprimorar essas habilidades.

Retorno (5 - 7 minutos)

  1. Conexão da Teoria com a Prática (3 - 4 minutos)

    • O professor deve estabelecer a conexão entre os conceitos teóricos abordados e a sua aplicação prática. Isso pode ser feito por meio de exemplos concretos que ilustrem o uso das competências dos participantes no dia a dia. Por exemplo:
      • O uso de repertório: o professor pode citar situações em que o uso adequado de palavras, expressões idiomáticas ou gírias pode fazer toda a diferença na compreensão de uma mensagem. Por exemplo, em um ambiente profissional, o uso de jargões técnicos pode ser crucial para a comunicação eficaz.
      • Proposta de intervenção: o professor pode mencionar um exemplo de uma proposta de intervenção bem estruturada que resultou em uma solução eficaz para um problema real.
      • Variedade linguística: o professor pode discutir a importância de respeitar a variedade linguística em uma sociedade multicultural e como isso pode evitar mal-entendidos e promover a inclusão.
      • Compreensão do tema: o professor pode destacar a relevância de entender o tema de uma conversa ou texto para poder responder de maneira apropriada.
      • Tipo textual: o professor pode discutir como a escolha do tipo textual adequado pode influenciar a eficácia da comunicação. Por exemplo, a escolha de uma carta formal ou informal dependendo do destinatário.
  2. Reflexão sobre o Aprendizado (2 - 3 minutos)

    • O professor deve propor que os alunos reflitam sobre o que aprenderam durante a aula. Esta reflexão pode ser feita por meio das seguintes perguntas:
      1. Qual foi o conceito mais importante aprendido hoje?
      2. Quais questões ainda não foram respondidas?
    • O professor deve dar um minuto para os alunos pensarem sobre suas respostas e, em seguida, pedir que alguns compartilhem suas reflexões com a turma. Isso não só valida o aprendizado dos alunos, mas também ajuda a identificar quaisquer lacunas ou mal-entendidos que possam ter surgido durante a aula.
  3. Feedback e Encerramento da Aula (1 minuto)

    • O professor deve concluir a aula agradecendo aos alunos pela participação e incentivando-os a continuar praticando e aprimorando suas competências. Deve lembrá-los de que a melhoria dessas habilidades é um processo contínuo que requer prática e reflexão constante.
    • Finalmente, o professor deve pedir feedback aos alunos sobre a aula e sugerir a leitura ou a realização de atividades adicionais para reforçar o aprendizado.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo dos Conteúdos (2 - 3 minutos)

    • O professor deve fazer um resumo dos principais conceitos e habilidades abordados na aula, reforçando os pontos principais. Isso pode incluir:
      • A definição e importância das competências dos participantes na comunicação efetiva.
      • O papel do uso de repertório, da proposta de intervenção, da variedade linguística, da compreensão do tema e do tipo textual na comunicação.
      • A relevância da análise crítica das competências dos participantes para a interpretação e produção de textos.
      • A conexão entre as competências dos participantes e as situações do dia a dia.
  2. Conexão da Teoria com a Prática (1 - 2 minutos)

    • O professor deve destacar como a aula conectou a teoria à prática, relembrando as atividades realizadas pelos alunos e como elas ajudaram a consolidar os conceitos aprendidos. Deve também reforçar como as competências dos participantes são aplicadas em situações reais de comunicação, fortalecendo a importância do que foi aprendido.
  3. Materiais Complementares (1 minuto)

    • O professor deve sugerir materiais de leitura ou atividades extras para os alunos que desejam aprofundar seu entendimento sobre o tópico da aula. Isso pode incluir livros, artigos, sites, vídeos ou exercícios online. Deve ressaltar que o aprendizado é um processo contínuo que vai além da sala de aula e que a prática constante é fundamental para o aprimoramento das habilidades.
  4. Importância do Tópico no Dia a Dia (1 - 2 minutos)

    • Por fim, o professor deve enfatizar a relevância das competências dos participantes para o dia a dia dos alunos. Pode citar exemplos de como essas habilidades podem ser úteis em diversas situações, como na comunicação efetiva em diferentes contextos (como escola, trabalho, vida social), na interpretação crítica de informações veiculadas na mídia, e na produção de textos coerentes e persuasivos para diferentes propósitos. Deve encorajar os alunos a aplicarem o que aprenderam na aula em suas interações diárias.
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Português

Pontuação - EF08LP04', 'EF08LP16

A pandemia da COVID-19 impulsionou uma transformação sem precedentes na educação, com a adoção em massa do ensino à distância (EAD) como alternativa às aulas presenciais. Esse cenário evidenciou tanto o potencial quanto as limitações da EAD, destacando a importância da tecnologia no apoio ao aprendizado. Contudo, a transição abrupta para o ensino online também revelou disparidades significativas no acesso e na qualidade da educação, exacerbando desigualdades preexistentes. Problemas como a falta de acesso a dispositivos eletrônicos adequados e conexões de internet confiáveis afetam desproporcionalmente estudantes de baixa renda, colocando-os em desvantagem. Além disso, a adaptação ao novo formato requer desenvolvimento profissional dos educadores e uma reconfiguração dos métodos pedagógicos. Discutir os desafios da EAD é fundamental para aprimorar a qualidade e a acessibilidade da educação em uma sociedade cada vez mais digital.

Desafios da educação à distância no Brasil

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