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Plano de aula de Elementos de Publicidade e Argumentação

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Proporcionar aos alunos uma compreensão aprofundada sobre o conceito e a importância da publicidade, enfatizando como ela influencia e molda as opiniões e escolhas do público.

  2. Introduzir os estudantes aos elementos básicos da publicidade, explicando cada um em detalhes e demonstrando como eles são aplicados na prática.

  3. Desenvolver a habilidade dos alunos de analisar e avaliar anúncios publicitários, identificando os elementos de persuasão e argumentação presentes.

Objetivos secundários:

  • Fomentar a discussão e o pensamento crítico dos alunos sobre a publicidade e seu papel na sociedade.

  • Estimular a criatividade e a capacidade de expressão dos alunos através do Desenvolvimento de suas próprias campanhas publicitárias, aplicando os elementos aprendidos.

Introdução (10 - 12 minutos)

  1. Revisão de Conteúdos (2 - 3 minutos): O professor deve iniciar a aula relembrando brevemente os conceitos de gramática e vocabulário que serão utilizados durante a aula. Isso pode incluir revisões de tópicos anteriores como adjetivos, advérbios, expressões idiomáticas e vocabulário relacionado a publicidade e marketing.

  2. Situações Problemas (3 - 5 minutos): Em seguida, o professor deve propor duas situações problemas para despertar o interesse dos alunos. Por exemplo, ele pode mostrar dois anúncios de produtos diferentes e perguntar aos alunos o que eles acham que torna esses anúncios eficazes. Ele também pode pedir aos alunos para identificar os elementos de persuasão e argumentação nos anúncios.

  3. Contextualização do Assunto (2 - 3 minutos): O professor deve então explicar a importância da publicidade no mundo atual, citando exemplos de campanhas bem-sucedidas e discutindo como a publicidade pode influenciar as opiniões e as escolhas do público.

  4. Introdução do Tópico (3 - 4 minutos): Para ganhar a atenção dos alunos e introduzir o tópico de forma interessante, o professor pode compartilhar curiosidades sobre a publicidade. Por exemplo, ele pode mencionar que o primeiro anúncio impresso conhecido foi um anúncio de uma venda de livros em 1472, ou que a empresa que mais gasta em publicidade no mundo é a Procter & Gamble, com um orçamento anual de mais de 7 bilhões de dólares.

  5. Importância do Tópico (1 - 2 minutos): Finalmente, o professor deve explicar por que o estudo da publicidade é importante. Ele pode discutir como a publicidade influencia as nossas decisões de compra, molda as nossas opiniões e pode até mesmo afetar a nossa saúde e bem-estar (por exemplo, através da publicidade de alimentos não saudáveis ou de produtos de beleza que promovem padrões inatingíveis de aparência).

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Teoria: Elementos de Publicidade (10 - 12 minutos)

    • Logotipos e Slogans (3 - 4 minutos): O professor deve começar explicando o conceito de logotipos e slogans. Logotipos são símbolos ou imagens que identificam uma marca, enquanto slogans são frases curtas e memoráveis que resumem a mensagem da marca. O professor deve mostrar exemplos de logotipos e slogans famosos, discutir por que eles são eficazes e como eles contribuem para a identidade da marca.

    • Personagens e Jingles (3 - 4 minutos): Em seguida, o professor deve explicar o uso de personagens e jingles na publicidade. Personagens são personagens fictícios ou reais que representam uma marca, enquanto jingles são pequenas melodias ou canções usadas nas propagandas. O professor deve mostrar exemplos de personagens e jingles, discutir por que eles são usados e como eles contribuem para a memorabilidade de uma propaganda.

    • Apelos Emocionais e Racionais (2 - 3 minutos): Por fim, o professor deve introduzir os conceitos de apelos emocionais e racionais na publicidade. Apelos emocionais são estratégias que buscam mexer com as emoções do público, enquanto apelos racionais são estratégias que buscam convencer o público com base em fatos e lógica. O professor deve mostrar exemplos de anúncios que usam apelos emocionais e racionais, discutir por que eles são eficazes e como eles influenciam as escolhas do público.

  2. Prática: Análise de Anúncios (5 - 7 minutos)

    • O professor deve dividir a turma em grupos de cinco e fornecer a cada grupo uma série de anúncios para analisar. Os anúncios devem ser variados e incluir exemplos de todos os elementos de publicidade discutidos na teoria.

    • Cada grupo deve discutir os anúncios e identificar os elementos de publicidade presentes. Eles devem então apresentar suas análises para a turma, explicando por que eles acreditam que os elementos identificados foram usados e como eles contribuem para a eficácia do anúncio.

  3. Teoria: Argumentação na Publicidade (5 - 6 minutos)

    • Argumentos de Autoridade e Evidências (2 - 3 minutos): O professor deve começar explicando o conceito de argumentos de autoridade e evidências na publicidade. Argumentos de autoridade são argumentos que se baseiam na reputação ou na expertise de uma pessoa ou organização, enquanto evidências são fatos ou dados que suportam um argumento. O professor deve mostrar exemplos de anúncios que usam argumentos de autoridade e evidências, discutir por que eles são eficazes e como eles influenciam as escolhas do público.

    • Argumentos de Consenso e de Emoção (2 - 3 minutos): Em seguida, o professor deve discutir os argumentos de consenso e de emoção. Argumentos de consenso são argumentos que buscam convencer o público através do medo de ser excluído ou de não se encaixar, enquanto argumentos de emoção são argumentos que apelam diretamente às emoções do público. O professor deve mostrar exemplos de anúncios que usam argumentos de consenso e de emoção, discutir por que eles são eficazes e como eles influenciam as escolhas do público.

  4. Prática: Criação de Campanhas Publicitárias (5 - 7 minutos)

    • O professor deve pedir a cada grupo que crie sua própria campanha publicitária para um produto fictício ou real, aplicando os elementos de publicidade e argumentação discutidos.

    • Cada campanha deve incluir um logotipo, um slogan, um personagem ou jingle, e argumentos baseados em autoridade, evidências, consenso e emoção.

    • No final do exercício, cada grupo deve apresentar sua campanha para a turma, explicando os elementos de publicidade e argumentação que eles usaram e por que eles acreditam que sua campanha seria eficaz.

Retorno (8 - 10 minutos)

  1. Discussão em Grupo (3 - 4 minutos)

    • O professor deve pedir a cada grupo para compartilhar brevemente as suas análises de anúncios e apresentações de campanhas publicitárias. Cada grupo deve ter no máximo 2 minutos para sua apresentação.

    • Durante as apresentações, o professor deve encorajar os outros alunos a fazerem perguntas e comentários, promovendo assim uma discussão em sala de aula. Isso permitirá que os alunos aprendam uns com os outros e desenvolvam suas habilidades de pensamento crítico e análise.

  2. Conexão com a Teoria (2 - 3 minutos)

    • Após todas as apresentações, o professor deve fazer uma revisão dos principais pontos discutidos, conectando-os com a teoria apresentada no início da aula. Ele pode, por exemplo, perguntar aos alunos como eles aplicaram os diferentes elementos de publicidade e argumentação em suas análises de anúncios e campanhas publicitárias.

    • O professor deve também destacar exemplos de bom uso dos elementos de publicidade e argumentação, e sugerir melhorias para os grupos que não tiveram um desempenho tão bom.

  3. Reflexão Individual (2 - 3 minutos)

    • Para encerrar a aula, o professor deve propor um momento de reflexão individual. Ele deve fazer perguntas como: "Qual foi o conceito mais importante que você aprendeu hoje?" e "Quais questões você ainda tem sobre o tema?". Os alunos devem ter um minuto para pensar em suas respostas.

    • Após a reflexão, o professor pode pedir a alguns alunos que compartilhem suas respostas com a turma. Isso permitirá que o professor avalie a compreensão dos alunos sobre o tema e identifique quaisquer áreas que possam precisar de revisão em aulas futuras.

  4. Feedback do Professor (1 minuto)

    • Por fim, o professor deve dar um feedback geral sobre a aula, destacando os pontos fortes e as áreas de melhoria. Ele deve elogiar os alunos pelo seu envolvimento e esforço, e encorajá-los a continuar praticando as habilidades que aprenderam.

    • O professor deve também reforçar a importância da publicidade e da argumentação na vida cotidiana, e explicar como essas habilidades podem ser úteis em muitos aspectos da vida, desde tomar decisões informadas de compra até participar de debates e discussões.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo da Aula (2 - 3 minutos)

    • O professor deve começar a Conclusão recapitulando os principais pontos abordados durante a aula. Ele deve relembrar a definição e a importância da publicidade, assim como os elementos de publicidade e argumentação apresentados, como logotipos, slogans, personagens, jingles, apelos emocionais e racionais, argumentos de autoridade e evidências, e argumentos de consenso e de emoção.

    • Deve ser reforçado que esses elementos são ferramentas poderosas usadas na publicidade para influenciar as escolhas e opiniões do público.

  2. Conexão entre Teoria, Prática e Aplicações (1 - 2 minutos)

    • Em seguida, o professor deve explicar como a aula conectou a teoria, a prática e as aplicações. Ele deve ressaltar que, através da análise de anúncios e da criação de suas próprias campanhas publicitárias, os alunos tiveram a oportunidade de aplicar e experimentar os conceitos teóricos discutidos.

    • O professor deve também enfatizar que a habilidade de analisar e criar anúncios publicitários é uma habilidade valiosa que pode ser aplicada em muitas áreas da vida, desde o consumo consciente até a participação em debates e discussões.

  3. Materiais Extras (1 minuto)

    • O professor deve então sugerir alguns materiais extras para os alunos que desejam aprofundar seu entendimento sobre o tema. Isso pode incluir livros, artigos, documentários e sites educacionais sobre publicidade e argumentação.

    • Ele pode, por exemplo, recomendar o livro "O Que É Propaganda" de Carlos Eduardo Lins da Silva, o documentário "The Persuaders" da PBS, e o site da Advertising Education Foundation, que oferece uma variedade de recursos educacionais sobre publicidade.

  4. Relevância do Assunto (1 - 2 minutos)

    • Por fim, o professor deve explicar a relevância do assunto para o dia a dia. Ele deve ressaltar que a publicidade está presente em todos os aspectos de nossas vidas, e que a compreensão de como ela funciona pode nos ajudar a tomar decisões mais informadas e a sermos mais críticos em relação às mensagens que recebemos.

    • O professor pode, por exemplo, discutir como a publicidade de alimentos influencia nossas escolhas alimentares, ou como a publicidade política pode influenciar nossas opiniões sobre questões importantes.

    • Ele deve também enfatizar que a habilidade de argumentação é fundamental em muitas áreas da vida, desde a defesa de nossas opiniões até a tomada de decisões baseadas em fatos e lógica.

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Inglês

Verbos: Verbos Modais

Introdução

Relevância do tema

A compreensão dos verbos modais no idioma inglês desempenha um papel decisivo na aquisição de competências comunicativas eficazes. Esses verbos, distintos e multifacetados, são instrumentos cruciais para expressar modalidade; ou seja, nuances de significado que abarcam possibilidade, capacidade, permissão, obrigação e conselho. Os verbos 'can', 'could', 'may', 'must' e 'should' representam apenas uma amostra dos modais em inglês, mas seu domínio proporciona uma base sólida para o entendimento e a aplicação de modalidades mais complexas. Estudar verbos modais é, assim, um pilar na sedimentação de uma comunicação precisa e matizada, habilidades indispensáveis para qualquer indivíduo que deseja alcançar fluência no idioma. A relevância deste tema transcende o domínio linguístico, influenciando o desempenho em situações acadêmicas, profissionais e sociais, onde a adequação linguística é frequentemente um diferencial marcante.

Contextualização

No cenário educacional do Ensino Médio, onde o inglês é geralmente ensinado como língua estrangeira, o tema dos verbos modais está inserido no arcabouço maior das estruturas gramaticais e funcionais da língua. Junto com outros tópicos gramaticais, os modais contribuem para o desenvolvimento de competências linguísticas fundamentais. Esta unidade temática se situa em um momento curricular em que o estudante já possui um conhecimento prévio de formas verbais e tempos, e agora expande seu leque de ferramentas linguísticas para se expressar com maior precisão e adequação. É um tema que se relaciona intrinsecamente com a habilidade de produzir enunciados coerentes, claros e socialmente pertinentes. Além disso, o estudo de modalidade repercute na compreensão de texto, pois permite decifrar e interpretar as intenções e os matizes de significado do falante ou escritor. Portanto, a inserção dos verbos modais no currículo do 3º ano do Ensino Médio é um passo significativo no processo de refinamento e de ampliação das habilidades comunicativas do estudante em inglês.

Teoria

Exemplos e casos

Imagine a situação em que você deseja pedir permissão para sair mais cedo do trabalho. Em inglês, você poderia dizer 'May I leave early today?' usando o verbo modal 'may' para expressar permissão de forma polida. Em outra instância, suponha que você está oferecendo ajuda para carregar uma caixa pesada. Você poderia falar 'Can I help you with that?' usando o verbo modal 'can' para expressar capacidade. Esses exemplos cotidianos ilustram como os verbos modais são essenciais para comunicar nuances específicas de significado, tornando a interação social mais suave e claramente entendida.

Componentes

###Modal Verbs: Definitions and Functions

Verbos modais, elementos vitais na construção de frases em inglês, são operadores modais que modificam o significado de outros verbos para expressar modalidade. Modalidade refere-se a aspectos como capacidade ('can'), permissão ('may'), obrigação ('must'), e conselho ('should'). Esses verbos são peculiares porque não aceitam 's' na terceira pessoa do singular no presente, não são usados no passado (exceto 'could'), e não têm infinitivo ou particípio; ou seja, 'to can' ou 'canned' estão incorretos. Em vez disso, para tempos diferentes do presente ou para formar tempos perfeitos, utiliza-se verbos auxiliares como 'be able to' ou 'have to'. Cada modal tem seu uso distinto, e o contexto determina qual é o mais adequado.

Por exemplo, 'can' e 'could' expressam capacidade, mas 'could' é frequentemente usado para indicar uma capacidade passada ou uma sugestão mais suave no presente. 'May' e 'might' expressam permissão e possibilidade, mas 'might' é menos assertivo. 'Must' indica uma obrigação ou uma dedução lógica forte, enquanto 'have to' é muitas vezes usado para obrigação externa. 'Should' oferece conselho ou recomendação, mas com um tom de sugestão ao invés de exigência. Compreender essas distinções é crucial para o uso correto dos verbos modais.

###Structure and Syntax of Modal Verbs

A estrutura sintática dos verbos modais é singular; eles são seguidos diretamente pelo verbo principal em sua forma base, sem 'to', em contraste com as construções infinitivas que normalmente seguem outros auxiliares. Por exemplo, 'You must see' é correto, mas 'You must to see' não é. Dado que os modais não possuem formas de infinitivo, não se pode usar dois modais consecutivos diretamente. Quando necessário, emprega-se estruturas perifrásticas como 'be able to' ou 'have to', que podem ser conjugadas e utilizadas com outros modais. Além disso, é importante notar que os verbos modais não têm forma no passado, com exceção de 'could', que é o passado de 'can'. Para expressar modalidade no passado, deve-se usar estruturas como 'was/were able to' para habilidade ou 'had to' para obrigação.

Os modais também não possuem tempos progressivos ou perfeitos. Por isso, são muitas vezes combinados com outros tempos verbais para expressar nuances de tempo. Por exemplo, 'She must have left' indica uma dedução sobre uma ação passada. Essas particularidades estruturais são essenciais para entender como formular frases corretas que expressem corretamente a modalidade desejada.

###Semantic Nuance and Pragmatic Use of Modal Verbs

Os verbos modais carregam nuances semânticas que podem ser sutis mas significativas. Por exemplo, o uso de 'must' em 'You must visit the new museum' sugere uma forte recomendação baseada na opinião do falante. Já 'should visit' indica uma sugestão menos imperativa. Além disso, a escolha entre 'may' e 'can' para pedir permissão pode refletir diferentes graus de formalidade ('May I enter?' é mais formal do que 'Can I enter?').

A compreensão do uso pragmático dos verbos modais é igualmente crítica. Eles são frequentemente usados para expressar cortesia, hesitação, incerteza, e outras atitudes interpessoais. Compreender essas nuances é vital para interações sociais bem-sucedidas em inglês. Por exemplo, 'Could I borrow your pen?' é mais polido do que 'Can I borrow your pen?', embora ambos sejam pedidos de permissão. A escolha do modal pode ser a chave para transmitir o tom certo em um determinado contexto comunicativo.

Aprofundamento do tema

Para aprofundar o conhecimento sobre verbos modais, vale explorar como esses auxiliares interagem com outros aspectos da língua, como as formas negativas e interrogativas. Por exemplo, a negação de 'must' (mustn't) tem implicações distintas de 'don't have to', onde o primeiro indica proibição e o segundo, a ausência de obrigação. Os verbos modais também desempenham um papel significativo na formação de perguntas, frequentemente implicando formalidade ou cortesia. Além disso, a inter-relação entre os modais e outros tempos verbais, como o uso de 'will' para expressar futuro ou 'would' para condicionais, adiciona camadas de complexidade e precisão ao discurso.

Termos-chave

Modalidade: aspectos da linguagem que expressam atitudes do falante em relação à probabilidade, obrigação, habilidade e permissão. Verbos Modais: auxiliares que não funcionam sozinhos, mas modificam outros verbos para indicar modalidade. Eles incluem 'can', 'could', 'may', 'might', 'shall', 'should', 'will', 'would', 'must', e algumas expressões perifrásticas como 'have to' e 'be able to'. Estruturas Perifrásticas: formas alternativas de expressar modalidade, usadas quando os verbos modais não podem ser aplicados diretamente devido a restrições de tempo verbal ou outras complexidades sintáticas.

Prática

Reflexão sobre o tema

Os verbos modais são como as variações de tom em uma conversa: eles podem sutilmente mudar a mensagem inteira sem alterar as palavras principais. Reflitam sobre as vezes em que vocês tiveram que pedir algo importante e escolheram suas palavras com cuidado para parecer educados, ou quando precisaram expressar uma necessidade urgente. Como verbos modais poderiam ter afetado essas interações? Considerem também como os modais desempenham um papel em diferentes culturas e contextos – ora como uma cortesia, ora como sinal de autoridade. Como a escolha de um modal reflete a atitude do falante e molda a resposta do ouvinte? Estas reflexões são fundamentais para entender os verbos modais não apenas como ferramentas linguísticas, mas como veículos de cultura e relacionamento interpessoal.

Exercícios introdutórios

Complete as seguintes frases com o verbo modal mais apropriado (can, could, may, must, should):

  1. You _______ have told me earlier! I _______ have helped you.
  2. _______ I borrow your laptop? I need to finish my assignment.
  3. She _______ be in the office, but I'm not sure.
  4. We _______ see the doctor if this cough doesn't improve.
  5. Visitors _______ not smoke in the hospital premises.

Reescreva as frases abaixo substituindo o verbo modal por uma expressão perifrástica com significado similar:

  1. I must go now. (Substitua 'must' por uma expressão perifrástica indicando obrigação).
  2. Could you help me? (Substitua 'could' por uma expressão perifrástica indicando capacidade no passado).
  3. You should see a doctor. (Substitua 'should' por uma expressão perifrástica indicando conselho).

Identifique a função do verbo modal nas sentenças a seguir (expressando capacidade, permissão, obrigação ou conselho):

  1. May I come in?
  2. You mustn't touch that button.
  3. Can you speak French?
  4. He should be more careful when driving.
  5. She might go to the concert tonight.

Projetos e Pesquisas

Projeto de pesquisa: Explore como diferentes comunidades de falantes de inglês utilizam os verbos modais em contextos formais e informais. Selecionem diferentes fontes, como filmes, músicas, entrevistas e discursos políticos, anotando exemplos de uso dos verbos modais. Analisem como os modais são usados para expressar cortesia, incerteza, obrigação e outros estados modais. Preparem uma apresentação que mostre como um mesmo modal pode ter diferentes graus de formalidade e significado em contextos variados.

Ampliando

Além dos verbos modais apresentados, há outros elementos no inglês que ajudam a expressar a modalidade de maneira mais específica, como os advérbios de modalidade (certainly, probably, possibly) e os modais perifrásticos (ought to, have got to). Estes recursos complementam os verbos modais e oferecem uma riqueza ainda maior na expressão de nuances. Eles são essenciais para avançar no estudo da língua inglesa e atingir um nível de proficiência avançado, pois permitem descrever situações com precisão e adequação às diversas circunstâncias de comunicação. Aprofundar-se nesses temas é abrir a porta para uma comunicação mais efetiva, que reflete não apenas o conhecimento linguístico, mas também a sensibilidade cultural e interpessoal.

Conclusão

Conclusões

A partir da exploração meticulosa dos verbos modais em inglês, conclui-se que esses auxiliares desempenham um papel fundamental tanto na sintaxe quanto na semântica da língua inglesa. Eles são peças-chave para expressar variadas modalidades - habilidades, permissões, obrigações e conselhos - e são cruciais para a construção de frases precisas e adequadas a diferentes contextos. Os verbos modais 'can', 'could', 'may', 'must' e 'should' são introduzidos como elementos centrais na matriz da comunicação eficaz, refletindo não apenas o significado literal das frases, mas também as intenções, a cortesia e a assertividade do falante. É evidenciado que, apesar de sua aparência enganosamente simples, os verbos modais envolvem uma gama complexa de regras de uso e exceções que requerem atenção detalhada aos aspectos estruturais e pragmáticos da língua.

Além disso, a seção reforça a ideia de que a correta utilização dos verbos modais vai além da memorização de regras; ela implica um entendimento profundo das nuances semânticas e do impacto pragmático que estes verbos têm em diferentes situações comunicativas. Assim, os alunos são encorajados a refletir sobre o uso de modais em suas próprias experiências linguísticas e a considerar como diferenças sutis na escolha de modalidades podem moldar relações interpessoais e desempenho em contextos sociais e culturais variados. O capítulo demonstra que o domínio dos verbos modais é essencial para a fluência no inglês e para uma comunicação eficaz e culturalmente sensível.

Por fim, conclui-se que o estudo dos verbos modais é infinitamente expansível, oferecendo caminhos para a exploração de advérbios de modalidade e modais perifrásticos, que enriquecem ainda mais as possibilidades expressivas do inglês. Fica claro que o aprendizado contínuo e a aplicação prática desses modais em diversos contextos - sejam eles formais ou informais - são essenciais para que os falantes alcancem um alto nível de competência linguística. Portanto, os verbos modais não são apenas ferramentas gramaticais, mas também elementos-chave na aquisição de uma competência comunicativa sofisticada e adaptável, o que reflete a importância deste capítulo para estudantes empenhados em aprimorar sua proficiência em inglês.

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Inglês

Verbos: Gerúndio e Infinitivo - EM13LGG403

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Compreensão do Conceito: O professor deve auxiliar os alunos a entenderem o conceito de verbos gerúndios e infinitivos em inglês, e como eles diferem dos verbos em suas formas base.

  2. Identificação e Uso: Os alunos devem aprender a identificar e usar corretamente os verbos gerúndios e infinitivos em sentenças em inglês. Isso inclui a capacidade de diferenciar entre verbos que podem ser seguidos por gerúndio e infinitivo, e a identificação da posição correta do verbo na sentença.

  3. Prática Escrita e Oral: Os alunos devem praticar o uso de verbos gerúndios e infinitivos tanto na expressão escrita quanto na oral. O objetivo é que os alunos se sintam confortáveis em aplicar o que aprenderam em diferentes contextos de comunicação.

Objetivos secundários:

  • Revisão da Gramática Básica: Durante a aula, o professor deve revisar brevemente a estrutura básica das frases em inglês, incluindo o papel do sujeito e do verbo na formação da sentença.

  • Desenvolvimento de Habilidades de Escuta: Através de exemplos e exercícios, os alunos devem aprimorar suas habilidades de escuta e compreensão em inglês.

  • Incremento do Vocabulário: Ao trabalhar com verbos gerúndios e infinitivos, os alunos também terão a oportunidade de aumentar seu vocabulário, pois estarão expostos a diferentes palavras e expressões.

Esses Objetivos devem ser claramente comunicados aos alunos no início da aula, para que eles possam entender o que se espera deles e para que possam monitorar seu próprio progresso ao longo da aula.

Introdução (10 - 12 minutos)

  1. Revisão de Conteúdo Prévio (3 - 4 minutos): O professor deve começar a aula revisando brevemente o conceito de verbos em inglês, reiterando o papel fundamental que eles desempenham na formação de frases. Isso inclui uma revisão dos diferentes tempos verbais e a ideia de que os verbos podem ser modificados em várias maneiras, como através do acréscimo de "ing" no final. Esta revisão irá ajudar a preparar o terreno para a Introdução dos verbos gerúndios e infinitivos.

  2. Situações Problema (2 - 3 minutos): Em seguida, o professor pode apresentar duas situações hipotéticas que envolvam o uso de verbos gerúndios e infinitivos. Por exemplo, ele pode descrever uma situação em que um personagem está descrevendo suas atividades diárias (usando verbos gerúndios) e outra situação onde o personagem está falando sobre seus planos futuros (usando verbos infinitivos). Essas situações ajudarão a contextualizar a importância do tópico e a mostrar aos alunos porque é essencial para eles entenderem e usarem corretamente esses dois tipos de verbos.

  3. Contextualização (2 - 3 minutos): O professor deve então explicar a importância prática do tópico. Ele pode mencionar que o uso correto de verbos gerúndios e infinitivos é essencial para a comunicação eficaz em inglês, seja falando, escrevendo, lendo ou ouvindo. Além disso, o professor pode destacar que muitas profissões exigem um bom domínio do inglês, e que o uso adequado de verbos é uma parte crucial disso.

  4. Introdução do Tópico (2 - 3 minutos): Para captar a atenção dos alunos e despertar seu interesse pelo tópico, o professor pode começar a aula com algumas curiosidades sobre os verbos gerúndios e infinitivos em inglês. Por exemplo, ele pode mencionar que, ao contrário de muitas outras línguas, o inglês tem uma estrutura de verbos muito flexível, o que pode tornar o aprendizado desses tópicos desafiador, mas também fascinante. Além disso, o professor pode mencionar que o uso inadequado de verbos gerúndios e infinitivos é uma das maiores fontes de erros para falantes não nativos de inglês, o que enfatiza ainda mais a importância de aprender esse tópico.

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Teoria: Verbos Gerúndios e Infinitivos (10 - 12 minutos):

    • O professor deve começar definindo o que são verbos gerúndios e infinitivos. Ele pode explicar que o gerúndio é a forma do verbo que termina em "ing" e que o infinitivo é a forma básica do verbo, geralmente precedida pela partícula "to" (to + verbo base).

    • Em seguida, o professor deve explicar que os verbos gerúndios são usados para expressar ação em andamento, enquanto os infinitivos são usados para expressar ação que ainda não começou ou que já terminou.

    • O professor deve dar vários exemplos de verbos gerúndios e infinitivos e explicar quando e por que eles são usados. Por exemplo, ele pode dizer: "I am studying for the test" (estou estudando para a prova, gerúndio) e "I want to study for the test" (quero estudar para a prova, infinitivo).

    • O professor deve mencionar que, em algumas situações, os verbos gerúndios e infinitivos podem ser usados de maneira intercambiável, embora possam haver sutis diferenças de significado. Por exemplo, "I stopped smoking" (parei de fumar, gerúndio) x "I stopped to smoke" (parei para fumar, infinitivo).

    • Finalmente, o professor deve explicar que, em inglês, alguns verbos são seguidos por gerúndio, outros por infinitivo, e outros podem ser seguidos por ambos, dependendo do significado. Ele deve dar alguns exemplos de cada um desses grupos.

  2. Prática com Exemplos (5 - 7 minutos):

    • O professor deve fornecer aos alunos uma lista de sentenças em inglês que contêm verbos. Algumas dessas sentenças devem estar incompletas, com o objetivo de que os alunos completem-nas usando o gerúndio ou o infinitivo do verbo apropriado.

    • Os alunos devem trabalhar em pares ou em pequenos grupos para completar as sentenças. O professor deve circular pela sala, observando o progresso dos alunos e fornecendo ajuda conforme necessário.

    • Após um tempo designado, o professor deve revisar as respostas com a classe, corrigindo quaisquer erros e explicando por que o gerúndio ou o infinitivo foi usado em cada caso.

  3. Jogo de Tabuleiro (5 - 6 minutos):

    • Para tornar a prática mais divertida e engajadora, o professor pode introduzir um jogo de tabuleiro que envolva o uso de verbos gerúndios e infinitivos.

    • O jogo pode ser jogado em pares ou em pequenos grupos. Cada vez que um jogador cair em um espaço do tabuleiro, ele deve formar uma sentença usando o verbo indicado no espaço do tabuleiro, no gerúndio ou no infinitivo, dependendo da instrução. Se a sentença estiver correta, o jogador pode avançar; se estiver errada, o jogador deve voltar.

    • O professor deve fornecer feedback e orientação durante o jogo, garantindo que os alunos estejam usando os verbos corretamente.

Essas atividades devem permitir que os alunos pratiquem o uso de verbos gerúndios e infinitivos em contextos significativos e autênticos, ajudando-os a solidificar seu entendimento do tópico. Além disso, a natureza lúdica do jogo e o trabalho em grupo podem ajudar a tornar a aula mais divertida e envolvente, o que pode aumentar a motivação dos alunos para aprender.

Retorno (8 - 10 minutos)

  1. Discussão em Grupo (3 - 4 minutos):

    • O professor deve iniciar uma discussão em grupo, pedindo aos alunos que compartilhem suas soluções ou conclusões das atividades realizadas. Esta é uma oportunidade para os alunos explicarem suas respostas e para o professor esclarecer quaisquer mal-entendidos ou confusões.
    • O professor pode pedir a diferentes grupos que compartilhem suas sentenças completadas durante a atividade de prática com exemplos. Isso não só ajudará a verificar a compreensão dos alunos, mas também permitirá que eles vejam exemplos de como seus colegas usaram os verbos gerúndios e infinitivos.
    • O professor deve facilitar a discussão, incentivando todos os alunos a participarem e a expressarem suas opiniões. Ele pode fazer perguntas abertas para promover a reflexão e o pensamento crítico, como "Por que você escolheu usar o gerúndio/infinitivo neste caso?" ou "Você pode pensar em outro exemplo onde este verbo poderia ser seguido por gerúndio/infinitivo?".
  2. Conexão com a Teoria (2 - 3 minutos):

    • O professor deve então fazer a conexão entre a prática dos alunos e a teoria apresentada. Ele pode revisar brevemente os conceitos de verbos gerúndios e infinitivos e explicar como os usos corretos foram aplicados nas atividades.
    • O professor pode destacar exemplos de sentenças que foram corrigidas durante a discussão em grupo para ilustrar os erros comuns e como eles podem ser evitados. Isso ajudará os alunos a compreenderem melhor a teoria e a aplicá-la corretamente em futuras situações de escrita e fala.
  3. Reflexão Individual (2 - 3 minutos):

    • Para concluir a aula, o professor deve propor que os alunos reflitam individualmente sobre o que aprenderam. Ele pode fazer perguntas como "Qual foi o conceito mais importante que você aprendeu hoje?" e "Quais questões ainda não foram respondidas?".
    • O professor deve dar um minuto de silêncio para os alunos pensarem em suas respostas. Em seguida, ele pode pedir a alguns voluntários que compartilhem suas reflexões com a classe.
    • As respostas dos alunos podem fornecer ao professor um feedback valioso sobre o que eles acharam mais útil, quais conceitos ainda precisam de mais prática e quaisquer mal-entendidos que possam existir. Isso pode informar a planificação de aulas futuras e ajudar o professor a garantir que todos os alunos estejam acompanhando.
  4. Feedback do Professor (1 minuto):

    • Por fim, o professor deve fornecer um feedback geral para a classe, destacando os pontos fortes e as áreas que precisam de melhoria. Ele deve encorajar os alunos a continuarem praticando o uso de verbos gerúndios e infinitivos fora da sala de aula e a procurá-lo se tiverem dúvidas ou dificuldades.
    • O professor deve reforçar a importância do tópico e lembrar aos alunos que o uso correto de verbos gerúndios e infinitivos é uma habilidade essencial para a comunicação eficaz em inglês.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo (1 - 2 minutos):

    • O professor deve começar a Conclusão recapitulando os pontos principais da aula. Isso inclui a definição de verbos gerúndios e infinitivos, a diferença entre eles e quando e por que eles são usados.
    • Ele pode reiterar os exemplos que foram discutidos durante a aula e enfatizar os verbos que podem ser seguidos por gerúndio, infinitivo ou ambos.
  2. Conexão entre Teoria, Prática e Aplicações (1 - 2 minutos):

    • O professor deve então explicar como a aula conectou a teoria (a explicação formal dos verbos gerúndios e infinitivos), a prática (as atividades de preenchimento de sentenças e o jogo de tabuleiro) e as aplicações (os exemplos de uso real de gerúndios e infinitivos).
    • Ele pode destacar como a compreensão teórica dos verbos gerúndios e infinitivos ajudou os alunos a completar corretamente as sentenças nas atividades de prática e a usar os verbos corretamente durante a discussão em grupo.
  3. Materiais Extras (1 - 2 minutos):

    • O professor deve então sugerir materiais adicionais para os alunos que desejam aprofundar seu entendimento de verbos gerúndios e infinitivos. Estes podem incluir sites de aprendizado de inglês, como o Duolingo ou o BBC Learning English, que oferecem lições interativas e exercícios práticos.
    • Além disso, o professor pode recomendar livros de gramática em inglês que explicam em detalhes o uso de verbos gerúndios e infinitivos, ou vídeos educacionais no YouTube que oferecem explicações claras e concisas.
  4. Importância do Tópico (1 minuto):

    • Finalmente, o professor deve resumir a importância do tópico para a vida dos alunos fora da sala de aula. Ele pode enfatizar que o uso correto de verbos gerúndios e infinitivos é essencial para a comunicação eficaz em inglês, seja falando, escrevendo, lendo ou ouvindo.
    • O professor pode mencionar que muitas profissões exigem um bom domínio do inglês, e que o uso apropriado de verbos é uma parte crucial disso.
    • Além disso, o professor pode destacar que a capacidade de usar corretamente verbos gerúndios e infinitivos permite que os alunos expressem suas ideias e intenções de forma mais precisa e sofisticada, o que pode aumentar sua confiança e fluência em inglês.

Esta Conclusão ajudará a solidificar o que os alunos aprenderam na aula, a incentivar a continuação do aprendizado fora do ambiente escolar e a destacar a relevância do tópico para suas vidas diárias.

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Inglês

Atividades de Fala - EF06LI01', 'EF06LI02

Introdução

Relevância do tema

O domínio efetivo da língua inglesa em sua forma oral é uma competência fundamental no concerto das nações globalizadas. Em um mundo onde as fronteiras se tornam cada vez mais tênues, a habilidade de comunicar-se verbalmente em inglês abre um leque inestimável de oportunidades acadêmicas, profissionais e culturais. Esta capacidade não se limita apenas ao entendimento passivo, mas estende-se crucialmente à produção ativa de fala, onde a precisão da pronúncia e a fluência desempenham papéis de destaque. É neste aspecto que o estudo das Atividades de Fala ganha sua relevância, preparando o aprendiz para uma eficiente interação oral na língua inglesa, seja na articulação de palavras e frases, ou no desenvolvimento da habilidade de construir diálogos coerentes e contextuais. A ênfase na pronúncia e compreensão dos diversos sons do inglês é essencial, pois mesmo sutis variações podem levar a grandes diferenças de significado, podendo influenciar o sucesso da comunicação.

Contextualização

No espectro mais amplo da pedagogia linguística, as atividades de fala constituem o núcleo dinâmico do aprendizado de um idioma. Este tema não somente se alinha com os objetivos comunicativos gerais do ensino de línguas como também serve de ponte para competências mais avançadas, tais como a negociação de significados e a expressão de nuances culturais. No contexto do currículo de inglês para alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, as Atividades de Fala são alicerce para a construção do conhecimento linguístico, permitindo aos estudantes uma base sólida em termos de pronúncia, entonação e ritmo da fala. A integração dessas atividades no currículo estimula os alunos a se tornarem comunicadores mais efetivos em inglês, capacitando-os a interagir em um ambiente globalizado onde o inglês é frequentemente a língua franca. Além disso, facilita o desenvolvimento de habilidades metalinguísticas que são críticas para a compreensão e o uso efetivo da língua em contextos diversos.

Teoria

Exemplos e casos

Imagine um estudante de inglês que, ao tentar comunicar a ideia de 'posso ajudar?', acidentalmente pronuncia as palavras com tal ênfase na sílaba errada que acaba soando como 'posso machucar?'. Esse exemplo simples demonstra a importância da pronúncia e entonação no significado das palavras e na eficácia da comunicação. Os deslizes na pronúncia não apenas têm o potencial de levar a mal-entendidos, mas também podem ofuscar a habilidade do falante em expressar-se corretamente, afetando a percepção de competência linguística por parte de outros interlocutores. Portanto, o ensino prático de pronúncia e entonação é um pilar fundamental para o aprendizado eficaz de uma língua, especialmente no caso do inglês, onde muitas palavras são diferenciadas unicamente pela sílaba tônica ou por sutis variações nos sons vocálicos.

Componentes

###Pronúncia e Sílabas Tônicas

A pronúncia correta é um dos principais desafios para aprendizes de inglês, especialmente quando se trata de sílabas tônicas. No inglês, a ênfase colocada em uma sílaba específica de uma palavra pode alterar seu significado ou até mesmo a classe gramatical da palavra. Por exemplo, o substantivo 'record' (registrado) e o verbo 'record' (gravar) são diferenciados principalmente pela sílaba tônica. Entender e praticar o posicionamento correto da ênfase é vital para a clareza da comunicação. Adicionalmente, a pronúncia de vogais e consoantes em inglês pode representar um desafio, devido à existência de sons que podem não estar presentes em outras línguas. O 'th' sonoro e o 'th' surdo, por exemplo, são sons únicos em inglês que necessitam de prática para serem articulados corretamente e que são essenciais para palavras como 'this' e 'thing', respectivamente.

###Entonação e Ritmo da Fala

A entonação, elemento característico de variação de tom na voz durante a fala, desempenha um papel crucial no significado e na intenção por trás das palavras faladas. Em inglês, a entonação pode indicar se uma frase é uma pergunta, uma afirmação ou expressar emoção, como surpresa ou sarcasmo. Por isso, um estudo atento da entonação permite ao aprendiz interpretar corretamente o significado por trás das palavras e usar essa interpretação na construção de suas próprias frases. O ritmo, que diz respeito à cadência com que as palavras e frases são proferidas, também é um aspecto fundamental para compreensão e fluência. A língua inglesa possui um ritmo caracteristicamente conhecido como 'stress-timed', em que o tempo entre as sílabas tônicas é constante, diferentemente de línguas 'syllable-timed', em que todas as sílabas têm uma duração similar. Compreender e praticar esse ritmo permite que o aprendiz soe mais natural e seja mais facilmente compreendido.

###Variações de Pronúncia e Sotaques

O inglês é uma língua falada globalmente e, como tal, possui uma variedade de sotaques e dialetos. Cada sotaque pode apresentar características únicas em termos de pronúncia de vogais, consoantes e até mesmo na estrutura silábica das palavras. A exposição a diferentes sotaques, como o americano, o britânico e o australiano, é essencial para que o aprendiz desenvolva uma compreensão auditiva abrangente e se adapte a diferentes contextos comunicativos. Além dos sotaques dos países onde o inglês é a língua nativa, a influência do inglês como língua franca no mundo também gera variações pronunciadas por falantes não-nativos. Isso amplia a necessidade de compreensão e flexibilidade na escuta e produção oral, com o intuito de facilitar uma comunicação eficiente em um contexto internacional.

Aprofundamento do tema

A compreensão aprofundada da pronúncia, entonação e ritmo da fala em inglês, assim como das variações provocadas por diferentes sotaques, é fundamental para uma efetiva comunicação oral. A pronúncia correta ajuda a evitar mal-entendidos e a expressar ideias com exatidão. Além disso, a entonação correta pode alterar a narrativa por trás de uma frase, e a familiaridade com o ritmo 'stress-timed' do inglês promove uma fala mais fluente e natural. A habilidade de reconhecer e reproduzir variações de pronúncia devido a diferentes sotaques fortalece a compreensão auditiva e a flexibilidade linguística, preparando o aprendiz para interagir em uma ampla gama de cenários sociais e profissionais.

Termos-chave

Sílabas tônicas: elementos de uma palavra que são falados com mais ênfase e são cruciais para a correta pronúncia e diferenciamento de significados. Entonação: variação de tom na voz que afeta o significado e a emoção de uma frase. Stress-timed rhythm: ritmo característico da fala em inglês onde a cadência é determinada pelo intervalo entre as sílabas tônicas, não a duração das sílabas. Sotaques: formas distintas de pronúncia que refletem a origem geográfica ou social de um falante.

Prática

Reflexão sobre o tema

A reflexão é um convite ao mergulho intelectual e à contemplação da relevância do nosso estudo. Pode-se começar questionando: 'Como seria participar de uma conferência internacional com falantes nativos de inglês, e quão preparado me sinto para tal?' Ou, refletir sobre o impacto da linguagem na identidade: 'De que maneira um melhor domínio da pronúncia e entonação em inglês poderia influenciar a forma como os outros me veem e como me expresso?'. Essas reflexões fortalecem a percepção da importância do estudo da oralidade não apenas como um exercício acadêmico, mas como uma ferramenta de empoderamento pessoal e abertura de horizontes no cenário global.

Exercícios introdutórios

Pratique a pronúncia das sílabas tônicas identificando a sílaba enfatizada em palavras como 'photograph', 'photographer', e 'photographic', notando mudanças no significado e na função gramatical.

Grave sua própria voz lendo uma frase e analise a entonação: você está fazendo perguntas ou afirmações? Como você sabe?

Ouça a pronunciação de palavras com 'th' em diferentes contextos (como 'this' e 'thumb') e tente reproduzi-las, focando na posição da língua e na vibração vocal.

Compare gravações de um mesmo parágrafo em inglês lido com diferentes sotaques (americano, britânico, australiano) e identifique diferenças na pronúncia de vogais e consoantes.

Projetos e Pesquisas

Elabore um pequeno projeto de pesquisa sobre a influência do inglês como língua franca no mundo. Investigue como sotaques e variações de pronúncia impactam a comunicação entre falantes não-nativos de diferentes origens. Inclua entrevistas com pessoas que usam o inglês em seu ambiente de trabalho ou estudo, identificando desafios e estratégias para superá-los.

Ampliando

A expansão do conhecimento pode se dar pela exploração da convergência entre a linguística e a computação na forma de softwares e aplicativos que auxiliam no aprendizado de línguas. O reconhecimento de voz por inteligência artificial, por exemplo, é uma fronteira tecnológica que pode proporcionar feedback instantâneo sobre a pronúncia. Outro campo de interesse relacionado é o estudo de idiomas crioulos ou pidgins, que ilustram como o contato entre diferentes línguas pode dar origem a novos dialetos e padrões comunicativos. Esses tópicos não só enriquecem o entendimento da língua inglesa em si, mas também da sua interação com outras línguas e tecnologias no mundo contemporâneo.

Conclusão

Conclusões

Concluir um estudo sobre as Atividades de Fala em inglês implica reconhecer sua influência transcendental no empowerment comunicativo de um indivíduo em um contexto globalizado. Ao abordar a meticulosa prática da pronúncia correta e das sílabas tônicas, identificamos o quão vital é tal precisão para evitar equívocos e para assegurar a exatidão na troca de informações. Mais do que uma simples ferramenta de comunicação, a pronúncia correta é a fundação sobre a qual a confiança e a clareza são edificadas, permitindo ao falante ser não só compreendido, mas também respeitado na sua proficiência linguística. A entonação e o ritmo, por outro lado, são os veículos através dos quais a expressividade e a emoção são injetadas na língua, tornando-a uma entidade viva que transcende meras palavras em uma página. Estes aspectos ajudam a criar um discurso autêntico e influenciam a percepção da mensagem, onde nuances subtis - como a diferença entre uma afirmação e uma pergunta - são fundamentais para uma comunicação eficaz e completa. Por fim, a exposição e familiaridade com uma vasta gama de sotaques e dialetos não somente ampliam a compreensão global do estudante, mas também o equipam com a versatilidade necessária para navegar entre as inúmeras variações da língua inglesa, promovendo um entendimento que é tão cultural quanto linguístico. Este capítulo buscou proporcionar uma compreensão rigorosa dos mecanismos da fala em inglês, mas também aspirou a instigar a curiosidade e o desejo de explorar ainda mais a língua, reconhecendo que cada palavra pronunciada é um passo em direção ao domínio desta língua global e a todas as oportunidades que ela apresenta.

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