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Plano de aula de Relações Intertextuais

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Compreender o conceito de relações intertextuais: O professor deve assegurar que os alunos entendam o que são relações intertextuais e como elas se aplicam na literatura e em outros contextos de comunicação.

  2. Identificar exemplos de relações intertextuais: Os alunos devem ser capazes de reconhecer e identificar exemplos de relações intertextuais em textos literários, jornalísticos e de outras naturezas. Isso inclui a habilidade de identificar citações diretas, paráfrases, alusões, pastiches, entre outros.

  3. Analisar o efeito das relações intertextuais na construção de significados: Os alunos devem ser capazes de entender como as relações intertextuais contribuem para a construção de significados em um texto. Isso inclui a capacidade de analisar como uma referência a outro texto pode enriquecer ou alterar o significado do texto atual.

Objetivos secundários:

  • Promover a discussão e a análise crítica: Além da compreensão teórica, a aula deve incentivar os alunos a discutir e analisar criticamente os exemplos de relações intertextuais apresentados.

  • Estimular a criatividade: Os alunos devem ser incentivados a criar suas próprias relações intertextuais, seja através de exercícios de escrita, seja através de discussões em grupo. Isso ajuda a reforçar a compreensão do conceito e a desenvolver a criatividade e a expressão escrita dos alunos.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Revisão de conteúdos anteriores: O professor deve relembrar os conceitos de texto e de gênero textual, pois esses são fundamentais para a compreensão das relações intertextuais. Além disso, pode ser útil revisar brevemente o conceito de intertextualidade, para que os alunos possam estabelecer a relação entre esses dois conceitos.

  2. Situações-problema: O professor pode apresentar duas situações que despertem o interesse dos alunos para o tema. A primeira pode ser a análise de um trecho de um livro famoso, que faça uma referência a outro livro ou autor. A segunda pode ser a discussão sobre a origem de uma expressão ou ideia que é comum em nossa sociedade, mas que tem sua origem em um texto específico.

    • Exemplo 1: "Vocês já se perguntaram por que usamos a expressão 'O tempo voa' para falar que o tempo passa rápido? Essa expressão, na verdade, é uma alusão a um poema do poeta romano Virgílio, que dizia 'Tempus fugit', ou seja, 'o tempo foge'. Este é um exemplo de como uma referência a um texto antigo pode ser usada de maneira criativa em um contexto atual."

    • Exemplo 2: "Vamos analisar este trecho de 'Dom Casmurro' de Machado de Assis: 'A mão de Capitu é que escreveu este livro'. Por que será que o escritor usou a expressão 'a mão de Capitu' em vez de 'eu', que é o autor do livro? Para entendermos isso, precisamos compreender o conceito de pastiche, que é uma das relações intertextuais que veremos hoje."

  3. Contextualização: O professor deve enfatizar a importância das relações intertextuais no mundo atual, destacando como elas estão presentes em diversos contextos, como na publicidade, na música, nos filmes e nas redes sociais. Além disso, pode mencionar como a habilidade de identificar e analisar essas relações pode ser útil para os alunos em suas futuras leituras e produções textuais.

    • Exemplo 1: "Vocês já perceberam como muitos anúncios de TV fazem referências a filmes ou séries famosas? Isso é um exemplo de como as relações intertextuais são usadas na publicidade para chamar a atenção do público e criar uma conexão emocional com o produto."

    • Exemplo 2: "Nas redes sociais, é comum vermos pessoas compartilhando frases de livros, poesias, músicas ou filmes que gostam. Essa prática, além de expressar a personalidade do indivíduo, também é uma forma de intertextualidade, pois o post ganha um novo significado quando é compartilhado em um contexto diferente do original."

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Atividade de Leitura e Análise de Textos (10 - 15 minutos): O professor deve dividir a turma em grupos de no máximo 5 alunos. Cada grupo receberá uma seleção de textos de diversos gêneros (por exemplo, um trecho de um romance, um poema, um artigo de opinião, uma notícia, uma música, um anúncio publicitário, etc.). Os textos deverão conter exemplos de relações intertextuais, que podem ser identificados pelos alunos através de destaques ou anotações no próprio texto. O objetivo é que os alunos leiam os textos, identifiquem as relações intertextuais presentes e discutam em grupo sobre o efeito dessas relações na construção de significado do texto.

    • Passo 1: Distribua os textos para os grupos e explique brevemente a atividade.

    • Passo 2: Os alunos devem ler os textos e identificar as relações intertextuais presentes.

    • Passo 3: Depois da leitura, os alunos devem discutir em grupo sobre o efeito dessas relações na construção de significado do texto.

    • Passo 4: Por fim, cada grupo deve apresentar para a turma um dos textos analisados, explicando as relações intertextuais identificadas e o efeito dessas relações na construção de significado do texto.

  2. Atividade de Criação de Textos (10 - 15 minutos): Ainda em grupos, os alunos serão desafiados a criar um novo texto que contenha exemplos de relações intertextuais. O texto pode ser de qualquer gênero (por exemplo, um poema, uma história em quadrinhos, um diálogo, etc.), e os exemplos de relações intertextuais podem ser tanto de textos já existentes (por exemplo, uma alusão a um livro famoso) como criados pelos próprios alunos. O objetivo é que os alunos tenham a oportunidade de aplicar na prática o que aprenderam, reforçando assim a compreensão do conceito e estimulando a criatividade.

    • Passo 1: Explique a atividade para os alunos e distribua o material necessário para a criação dos textos (por exemplo, papel, lápis de cor, etc.).

    • Passo 2: Os alunos devem discutir em grupo sobre o tipo de texto que vão criar e sobre os exemplos de relações intertextuais que vão utilizar.

    • Passo 3: Depois da discussão, os alunos devem começar a escrever o texto.

    • Passo 4: Por fim, cada grupo deve apresentar para a turma o texto que criou, explicando as relações intertextuais utilizadas e o efeito dessas relações na construção de significado do texto.

  3. Atividade de Discussão em Grupo (5 - 10 minutos): Ao final das atividades, o professor deve promover uma discussão em grupo, onde os alunos terão a oportunidade de compartilhar suas reflexões e dúvidas sobre o tema. O professor pode fazer perguntas para estimular a discussão, como por exemplo:

    • Qual foi a relação intertextual mais interessante que vocês identificaram nos textos?

    • Como as relações intertextuais podem enriquecer a leitura de um texto?

    • Quais foram as dificuldades que vocês encontraram na criação dos textos? Como conseguiram superá-las?

    • Como vocês acham que as relações intertextuais podem ser usadas em outras áreas, além da literatura?

Retorno (8 - 10 minutos)

  1. Discussão em grupo (3 - 4 minutos): Após as apresentações dos grupos, é hora de reunir todos os alunos para uma discussão em grupo. O professor deve abrir a conversa fazendo perguntas que incentivem os alunos a refletir sobre o que aprenderam e a compartilhar suas experiências.

    • Pergunta 1: "Quais foram as relações intertextuais mais interessantes que vocês identificaram nos textos criados pelos outros grupos?" Esta pergunta serve para que os alunos percebam que diferentes textos podem ter diferentes tipos de relações intertextuais e que todas elas são válidas e enriquecedoras.

    • Pergunta 2: "Como as relações intertextuais usadas nos textos criados por vocês contribuíram para a construção de significado do texto?" Esta pergunta tem como objetivo fazer com que os alunos reflitam sobre a efetividade das relações intertextuais na produção de sentido.

    • Pergunta 3: "Quais foram as principais dificuldades que vocês enfrentaram na criação dos textos? Como conseguiram superá-las?" Esta pergunta serve para que os alunos compartilhem suas estratégias de resolução de problemas e aprendam com as experiências dos outros.

  2. Conexão com a teoria (2 - 3 minutos): O professor deve, então, fazer a conexão entre as atividades práticas realizadas e a teoria apresentada no início da aula. Ele pode fazer isso destacando, por exemplo, como os textos criados pelos alunos exemplificam os diferentes tipos de relações intertextuais (citação direta, paráfrase, alusão, pastiche, etc.) e como essas relações contribuíram para a construção de significado dos textos.

    • Exemplo 1: "Vocês se lembram quando falamos sobre a alusão, que é quando um texto faz referência a outro texto? Olhem este trecho do texto criado pelo grupo 1: 'E então, Romeu beijou Julieta, como nos filmes de Hollywood'. Aqui, os alunos fizeram uma alusão a um estereótipo muito comum nos filmes de Hollywood, de que o beijo é o ponto alto do romance, o que contribui para a construção de um significado de romantismo neste trecho do texto."

    • Exemplo 2: "E quando falamos sobre o pastiche, que é quando um texto imita o estilo de outro texto? Vejam este trecho do texto criado pelo grupo 2: 'Era uma vez um príncipe encantado, todo cheio de si, que achava que poderia conquistar qualquer princesa com um simples beijo'. Aqui, os alunos estão imitando o estilo dos contos de fadas, mas de uma maneira irônica, o que cria um efeito de humor no texto."

  3. Reflexão individual (2 - 3 minutos): Para encerrar a aula, o professor deve propor que os alunos façam uma breve reflexão individual sobre o que aprenderam. Ele pode fazer isso através de perguntas como:

    • Pergunta 1: "Qual foi o conceito mais importante que você aprendeu hoje?" Esta pergunta serve para que os alunos identifiquem o conceito fundamental da aula e o assimilem de maneira mais profunda.

    • Pergunta 2: "Quais questões ainda não foram respondidas?" Esta pergunta tem como objetivo fazer com que os alunos percebam que o aprendizado é um processo contínuo e que algumas questões podem não ser respondidas de imediato, mas que elas podem ser exploradas em aulas futuras ou em estudos individuais.

    • Pergunta 3: "Como você pretende aplicar o que aprendeu hoje em suas leituras e produções textuais?" Esta pergunta serve para que os alunos reflitam sobre a relevância do conteúdo aprendido para a sua vida e para os incentivem a aplicar o que aprenderam de maneira prática.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo dos conteúdos (2 - 3 minutos): O professor deve recapitular os principais pontos abordados durante a aula, reforçando o conceito de relações intertextuais e as diferentes formas em que elas podem se manifestar. Além disso, deve destacar os exemplos apresentados pelos alunos durante as atividades práticas e a relevância desses exemplos para a compreensão do tema.

    • Passo 1: O professor pode fazer um resumo dos conceitos principais, lembrando os alunos sobre os diferentes tipos de relações intertextuais (citação direta, paráfrase, alusão, pastiche, etc.) e sobre a influência dessas relações na construção de significado dos textos.

    • Passo 2: O professor pode também mencionar alguns dos exemplos mais interessantes apresentados pelos alunos durante as atividades práticas e explicar brevemente como esses exemplos ilustram os conceitos teóricos discutidos.

  2. Conexão da teoria com a prática (1 - 2 minutos): O professor deve reforçar como a aula proporcionou a oportunidade de conectar a teoria com a prática. Isso pode ser feito destacando como as atividades práticas permitiram aos alunos aplicar na prática os conceitos teóricos apresentados e desenvolver habilidades de análise e de expressão escrita.

    • Passo 1: O professor pode, por exemplo, mencionar como a atividade de criação de textos permitiu aos alunos aplicar na prática o que aprenderam sobre relações intertextuais e como a atividade de leitura e análise de textos contribuiu para aprimorar suas habilidades de análise crítica.
  3. Materiais extras (1 - 2 minutos): O professor deve sugerir alguns materiais extras para os alunos que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre o tema. Esses materiais podem incluir livros, artigos, vídeos, podcasts, sites, entre outros. O professor pode, por exemplo, sugerir a leitura de um conto que faz referência a outro conto do mesmo autor, a análise de um artigo que discute a intertextualidade em um filme famoso, a visualização de um vídeo que explica os diferentes tipos de relações intertextuais, entre outros.

    • Passo 1: O professor pode, por exemplo, sugerir a leitura do conto "Pierre Menard, autor do Quixote" de Jorge Luis Borges, que faz uma interessante reflexão sobre a intertextualidade na literatura.

    • Passo 2: O professor pode também sugerir a visualização do vídeo "Intertextualidade: o que é isso?" do canal "Nerdologia" no YouTube, que explica de maneira clara e divertida o conceito de intertextualidade.

  4. Importância do tema (1 minuto): Por fim, o professor deve ressaltar a importância do tema para a vida cotidiana dos alunos, mostrando como as relações intertextuais estão presentes em diversos aspectos de nossa sociedade, desde a literatura e a publicidade até a música e os filmes. O professor pode, por exemplo, mencionar como a habilidade de identificar e analisar as relações intertextuais pode enriquecer a experiência de leitura e de produção textual dos alunos, ajudando-os a compreender melhor os textos que leem e a expressar suas ideias de maneira mais criativa e eficaz.

    • Passo 1: O professor pode, por exemplo, mencionar como a habilidade de identificar e analisar as relações intertextuais pode enriquecer a experiência de leitura e de produção textual dos alunos, ajudando-os a compreender melhor os textos que leem e a expressar suas ideias de maneira mais criativa e eficaz.

    • Passo 2: O professor pode também ressaltar como a compreensão das relações intertextuais pode ser útil em diversas áreas profissionais, tais como a publicidade, o jornalismo, a tradução, a crítica literária, entre outras.

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Português

Leitor Literário e Narrativa - EF02LP26, EF12LP18, EF02LP28

Introdução

Relevância do tema

Quando mergulhamos no mundo das palavras, é como se abríssemos uma janela mágica para lugares nunca antes explorados. A leitura é essa chave que nos permite viajar sem sair do lugar, conhecer novos amigos e viver aventuras incríveis. E no coração da leitura estão as narrativas e os poemas, dois tesouros que guardam histórias e sentimentos de um jeito todo especial. As narrativas nos contam histórias com começo, meio e fim, cheias de personagens, enquanto os poemas brincam com as palavras, criando um ritmo que é como música para nossos ouvidos. Entender a diferença entre eles e saber apreciá-los é importante porque nos torna leitores melhores e mais atentos, capazes de descobrir os segredos escondidos nas linhas de um livro. A magia de rimas e sonoridades nos leva a sentir a poesia de uma forma única, e isso é um presente maravilhoso que a leitura nos dá.

Contextualização

Em nossa jornada pelo mundo das letras e da comunicação, o português é como um vasto oceano a ser navegado. Ao chegarmos ao capítulo sobre o 'Leitor Literário e Narrativa', estamos desbravando uma ilha cheia de mistérios e belezas dentro desse oceano. Nesta etapa do percurso, focamos em explorar dois tipos de escrita que são fundamentais para entendermos como as histórias são contadas e como elas tocam nosso coração. Situa-se, portanto, como um marco essencial na compreensão da literatura como arte e expressão humana, construindo a base para futuras leituras e estudos mais aprofundados. Estabelece a ponte entre o aprendizado básico da língua e o apreço pela literatura, preparando os pequenos leitores para se tornarem grandes exploradores do vasto universo literário que aguarda por eles.

Teoria

Exemplos e casos

Vamos embarcar em uma aventura onde exploraremos exemplos e casos fascinantes. Imaginem a história de Ana, uma garotinha que encontrou um livro misterioso na biblioteca da escola. Ao abrir o livro, ela descobriu que cada página era uma aventura diferente, cheia de personagens, diálogos e muitas emoções. Esse livro era um tesouro de narrativas! Já no caso dos poemas, pensem em Pedro, que num dia cinzento descobriu um poema sobre o sol. As palavras dançavam nas linhas, rimavam e traziam uma melodia que parecia pintar o próprio sol no céu. Esses exemplos nos mostram como as narrativas e os poemas podem mudar a maneira como vemos o mundo e sentir as emoções que eles transmitem.

Componentes

###Narrativas

Narrativas são como trens que percorrem os trilhos de uma história. Elas têm uma sequência, começando na estação de partida chamada 'introdução', onde conhecemos os personagens e o cenário. Depois, o trem segue viagem até o meio da história, onde acontece o 'clímax', o ponto mais emocionante onde algo importante acontece. Finalmente, o trem chega ao seu destino, o 'desfecho', onde todas as aventuras se concluem e aprendemos algo com a jornada. As narrativas são compostas por elementos como personagens principais e secundários, cenário, enredo e um ponto de vista, que é como se escolhêssemos um assento no trem para observar toda a história.

###Poemas

Poemas são como arco-íris no céu da literatura, cheios de cores e curvas que são as palavras e versos. Eles têm um ritmo próprio, que pode ser rápido como um riacho ou lento como uma preguiça numa tarde quente. Os poemas usam rimas, que são palavras que têm sons parecidos no final, como 'gato' e 'sapato', criando uma música que ecoa em nossos corações. Eles também podem brincar com a forma, aparecendo em diferentes tamanhos e arranjos na página, como um desenho feito com palavras. Os poemas nos permitem expressar sentimentos e ideias de forma única, e muitas vezes, deixam espaço para nossa imaginação completar o quadro.

Aprofundamento do tema

Para aprofundar nosso entendimento sobre narrativas, devemos pensar em como uma boa história parece nos levar para outro mundo, não é mesmo? Quando as palavras são tecidas com habilidade, criam imagens vivas em nossa mente. É importante perceber que uma narrativa pode ser contada de diferentes pontos de vista, como se fosse uma câmera em um filme, que pode focar em um personagem ou mostrar toda a cena. Quanto aos poemas, o aprofundamento vem ao percebermos que as rimas e ritmos são apenas a ponta do iceberg. Existem poemas sem rima, chamados de 'verso livre', e poemas que contam histórias, unindo o mundo das narrativas com a poesia. Esse entrelaçamento da forma e do conteúdo faz da poesia uma arte rica e complexa.

Termos-chave

Narrativa: uma sequência de eventos ou experiências contadas como uma história. Pode ser ficcional ou baseada em fatos reais. Personagens são os indivíduos que habitam a narrativa, enquanto o enredo é a estrutura da história. Clímax é o ponto alto da narrativa, e desfecho é como a história se resolve. Poema: uma composição literária que expressa sentimentos, ideias, ou conta uma história de forma estilizada. Rima é a semelhança sonora entre palavras, enquanto ritmo é o padrão de sons e pausas na leitura de um poema. Verso é cada linha de um poema e estrofe é um conjunto de versos.

Prática

Reflexão sobre o tema

Vocês já pararam para pensar em como as histórias e os poemas estão presentes em nosso dia a dia? Desde os contos que nossos pais e avós nos contam até as canções que escutamos, cada uma tem sua própria narrativa e ritmo. Refletir sobre como a literatura pode influenciar nosso modo de ver o mundo é um passo importante para valorizar cada palavra e cada verso que encontramos. Por que será que algumas histórias nos emocionam? E como é possível que algumas palavras rimadas em um poema possam nos fazer sorrir ou pensar em algo de uma maneira totalmente nova?

Exercícios introdutórios

Desenhe sua cena favorita de uma história que você gosta e escreva uma frase sobre o que está acontecendo.

Crie uma lista de palavras que rimam com 'casa' e tente formar duas linhas de um poema com elas.

Imagine que você é um personagem em uma de suas histórias favoritas. O que você diria em um diálogo com outro personagem?

Escolha um objeto em sala de aula e escreva quatro linhas de um poema sobre ele. Lembre-se de prestar atenção às rimas!

Ouça uma música infantil e tente identificar a história que ela conta. Quais são os personagens e o que acontece com eles?

Projetos e Pesquisas

Criem um 'Jardim Literário' na sala de aula. Cada aluno pode escolher uma flor de papel e nela escrever o título de uma história ou poema que tenha lido e gostado. No verso da flor, devem escrever uma curta explicação sobre por que essa história ou poema é especial para eles. Depois, vamos plantar essas flores no nosso Jardim Literário para que todos possam ler e conhecer novas histórias e poemas escolhidos pelos amigos!

Ampliando

Além das narrativas e poemas, existem muitos outros gêneros literários que podemos descobrir! Há as lendas, que são histórias antigas cheias de mistério e ensinamentos, os mitos que explicam como as coisas no mundo foram criadas e as fábulas que, através dos animais, nos mostram lições importantes de vida. A literatura é um universo amplo e encantador, onde cada livro é uma porta para um novo mundo cheio de conhecimento, diversão e magia a ser explorado.

Conclusão

Conclusões

Ao percorrer as páginas deste capítulo, desvendamos a magia das narrativas e dos poemas e como elas enriquecem nossa imaginação e conhecimento. Compreendemos que as narrativas são como viagens incríveis que nos levam a conhecer personagens fascinantes e a vivenciar aventuras emocionantes com eles. Vimos que as histórias têm uma estrutura que nos prende desde a primeira palavra, nos conduzindo por caminhos cheios de surpresas até o grandioso final. Já os poemas, descobrimos serem verdadeiras obras de arte com palavras, pintando imagens e sentimentos com rimas e ritmos que tocam nossos corações de maneira única. Aprendemos que a poesia pode ser flexível e variada, permitindo que cada um de nós a sinta e a interprete à nossa maneira, como se cada poema falasse uma língua só nossa.

Além da compreensão, praticamos a habilidade de diferenciar entre as narrativas e os poemas. Identificamos como as rimas e sonoridades dão vida aos poemas, deixando-os ainda mais especiais e memoráveis. Jogamos com as palavras, criamos nossos próprios versos e exploramos a criação de histórias, exercitando não só a leitura e escrita, mas também a nossa criatividade e expressão pessoal. Esse capítulo nos convidou a olhar para os livros não apenas como objetos, mas como amigos que têm muitas histórias para contar e ensinamentos para compartilhar.

Por fim, refletimos sobre a importância das narrativas e poemas em nossa vida diária, reconhecendo que eles estão em todos os lugares, desde uma conversa com um amigo até as canções que cantarolamos. Valorizamos cada história lida e cada poema descoberto, entendendo que cada um deles tem o poder de transformar o ordinário em extraordinário e de nos fazer ver o mundo sob uma nova luz. Com isso, encerramos o capítulo, mas não a jornada, pois cada novo livro, cada nova página, é um convite para continuarmos a ser leitores curiosos e apaixonados pelo universo literário que nos aguarda.

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Português

Pontuação - EF08LP04', 'EF08LP16

As mudanças climáticas representam uma das maiores ameaças ao meio ambiente e à sustentabilidade da vida na Terra. Fenômenos como o aumento das temperaturas globais, derretimento das calotas polares, elevação do nível do mar e eventos climáticos extremos tornaram-se cada vez mais frequentes e intensos. Essas mudanças trazem graves consequências para a biodiversidade, segurança alimentar, recursos hídricos e habitação humana, exigindo ações urgentes para mitigação e adaptação. O debate sobre mudanças climáticas envolve não apenas questões ambientais, mas também econômicas, políticas e sociais, destacando a necessidade de cooperação internacional e comprometimento local para enfrentar esse desafio global. O futuro do planeta depende das decisões tomadas hoje para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e promover um desenvolvimento sustentável.

As consequências das mudanças climáticas para o futuro do planeta

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Determinantes do Substantivo: Sentido para o Texto - EF07LP03', 'EF07LP08', 'EF07LP13

Introdução

Relevância do Tema

O estudo dos determinantes do substantivo é de importância crucial para o desenvolvimento do raciocínio linguístico dos alunos, não apenas na disciplina de Português, mas em todas as outras disciplinas que envolvem a leitura e a escrita. O entendimento dessas pequenas palavras, muitas vezes negligenciadas, é o que determina o sentido preciso de uma frase ou texto, o que guiará a interpretação correta e eficaz.

Contextualização

O estudo dos determinantes do substantivo se encaixa dentro do tópico de análise sintática, uma das principais competências linguísticas trabalhadas no 7º ano do Ensino Fundamental. Dentro do vasto universo da língua portuguesa, entender como e por que os substantivos são determinados é fundamental para a construção de uma escrita e comunicação eficazes. Esta habilidade prepara os alunos para tópicos mais complexos a serem abordados no futuro, como a concordância nominal e verbal, e a produção de textos com mais rigor e domínio da norma culta.

Desenvolvimento Teórico

Componentes dos Determinantes

  • Artigos: São palavras que antecipam o substantivo, determinando-o de maneira específica ou generalizada.
    • Artigos Definidos: "O", "A", "Os", "As". Indicam seres já conhecidos ou determinados de alguma forma.
    • Artigos Indefinidos: "Um", "Uma", "Uns", "Umas". Apontam para seres não especificados, genéricos, desconhecidos ou indeterminados.
  • Numerais: Palavras que indicam quantidade, ordem ou posição do substantivo.
    • Numerais Cardinais: "Um", "Dois", "Três",...
    • Numerais Ordinais: "Primeiro", "Segundo", "Terceiro",...
    • Numerais Multiplicativos: "Duplo", "Triplo", "Quádruplo",...
  • Demonstrativos: Indicam a posição de um objeto em relação às pessoas do discurso.
    • Demonstrativos de Primeira Pessoa: "Este", "Esta", "Estes", "Estas".
    • Demonstrativos de Segunda Pessoa: "Esse", "Essa", "Esses", "Essas".
    • Demonstrativos de Terceira Pessoa: "Aquele", "Aquela", "Aqueles", "Aquelas".
  • Possessivos: Indicam a posse de algo, estabelecendo uma relação de pertencimento.
    • Possessivos de Primeira Pessoa: "Meu", "Minha", "Meus", "Minhas".
    • Possessivos de Segunda Pessoa: "Teu", "Tua", "Teus", "Tuas".
    • Possessivos de Terceira Pessoa: "Seu", "Sua", "Seus", "Suas".
  • Indefinidos: Referem-se de maneira vaga, imprecisa ou indeterminada ao substantivo.
    • Indefinidos de Terceira Pessoa: "Algum", "Alguma", "Alguns", "Algumas".
    • Indefinidos Negativos: "Nenhum", "Nenhuma", "Nenhuns", "Nenhumas".

Termos-Chave

  • Determinante: Palavra que acompanha ou antecede o substantivo, modificando o seu sentido.
  • Substantivo: Palavra que nomeia seres, objetos, lugares, sentimentos, etc.
  • Concordância Nominal: Processo pelo qual os determinantes devem concordar, em número e gênero, com os substantivos aos quais se referem.

Exemplos e Casos

  • Exemplo 1: Artigos Definidos e Indefinidos

    • "O cachorro" (Artigo Definido): Referência a um cachorro específico.
    • "Um cachorro" (Artigo Indefinido): Referência a qualquer cachorro.
  • Exemplo 2: Numerais

    • "Dois gatos" (Numeral Cardinal): Refere-se a dois gatos, sem dizer a posição.
    • "O primeiro aluno" (Numeral Ordinal): Refere-se ao aluno que está em primeiro lugar.
  • Exemplo 3: Demonstrativos

    • "Este livro" (Demonstrativo de Primeira Pessoa): O livro está próximo da pessoa que fala.
    • "Esse problema" (Demonstrativo de Segunda Pessoa): O problema está próximo da pessoa com quem se fala.
  • Exemplo 4: Possessivos

    • "Meu carro" (Possessivo de Primeira Pessoa): O carro pertence à pessoa que fala.
    • "Seu lápis" (Possessivo de Terceira Pessoa): O lápis pertence a uma pessoa que não é a que fala.
  • Exemplo 5: Indefinidos

    • "Algumas frutas" (Indefinidos de Terceira Pessoa): Refere-se a um número indeterminado de frutas.

Resumo Detalhado

Pontos Relevantes

  • Importância dos Determinantes: São os determinantes que dão sentido, especificidade e nuances de significado aos substantivos que acompanham. Eles não devem ser ignorados, pois desempenham um papel crucial na compreensão do significado de uma frase ou texto.
  • Classificação dos Determinantes: Os determinantes são classificados em vários tipos - artigos, numerais, demonstrativos, possessivos e indefinidos. Cada um tem sua especificidade e função.
  • Artigos Definidos e Indefinidos: O correto uso dos artigos definidos e indefinidos é essencial para indicação de seres conhecidos ou especificados e seres genéricos ou não especificados, respectivamente.
  • Numerais: Os numerais, dependendo de sua classificação - cardinal, ordinal ou multiplicativo - indicam quantidade, ordem ou posição do substantivo.
  • Demonstrativos: Estes direcionam a posição de um objeto ou ser em relação às pessoas do discurso.
  • Possessivos: Sinalizam posse, delimitando o grau de pertencimento em uma relação.
  • Indefinidos: Referem-se de forma vaga, imprecisa ou indeterminada ao substantivo, ampliando o campo de possibilidades ou sugerindo incerteza.
  • Concordância Nominal: Os determinantes, assim como outros termos (adjuntos adnominais, pronomes, etc), devem concordar em número e gênero com os substantivos aos quais se referem.

Conclusões

  • Papel dos Determinantes na Comunicação: Os determinantes são ferramentas essenciais na comunicação, pois ajudam a precisar o sentido e a forma como entendemos os substantivos.
  • Domínio das Classificações dos Determinantes: Distinguir e utilizar corretamente os diferentes tipos de determinantes permite uma expressão mais precisa e rica, promovendo a melhoria da qualidade da comunicação.
  • Contextualização dos Determinantes: A escolha do determinante a ser usado é feita com base no contexto e na intenção do falante/escritor, e o entendimento disso é crucial para uma compreensão mais profunda de textos e frases.

Exercícios

  • Exercício 1: Classifique os determinantes nas frases a seguir: "Aqueles cachorros são maravilhosos, mas não quero nenhum em casa".
  • Exercício 2: Reescreva a frase a seguir trocando os determinantes: "O azul do seu olhar me encanta".
  • Exercício 3: Complete a frase a seguir utilizando o artigo definido ou indefinido de acordo com o sentido desejado: "Vou comprar _____ presentes, mas ainda não decidi quais".
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