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Plano de aula de Pontuação no Período Composto

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Compreender a pontuação do período composto: O objetivo principal é que os alunos compreendam como a pontuação é aplicada no período composto. Eles devem ser capazes de reconhecer e analisar as diferentes estruturas de pontuação.

  2. Diferenciar períodos simples de períodos compostos: Além de entender a pontuação no período composto, os alunos devem ser capazes de diferenciá-lo do período simples. Eles devem ser capazes de identificar as diferenças e semelhanças entre os dois.

  3. Praticar a aplicação da pontuação no período composto: O objetivo é que os alunos possam aplicar o que aprenderam na prática. Eles devem ser capazes de pontuar corretamente frases e trechos de texto no período composto.

Objetivos secundários:

  • Desenvolver habilidades de leitura e escrita: Através do estudo de pontuação no período composto, os alunos também irão aprimorar suas habilidades de leitura e escrita.

  • Fomentar a compreensão textual: Ao aprender a pontuar no período composto, os alunos também estarão se aprofundando em como a estrutura de uma frase pode afetar a compreensão do texto.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Revisão de conceitos anteriores (3 - 5 minutos): O professor deve começar a aula relembrando brevemente os conceitos de pontuação no período simples, pois é um conhecimento prévio necessário para entender a pontuação no período composto. O professor pode usar exemplos de frases pontuadas no período simples e pedir aos alunos que identifiquem os diferentes tipos de pontuação.

  2. Situações-problema (5 - 7 minutos): O professor pode apresentar duas situações que levem os alunos a pensar sobre o uso da pontuação no período composto. Por exemplo, pode-se apresentar um texto sem pontuação e pedir aos alunos para pontuá-lo corretamente. Em seguida, pode-se apresentar um texto com pontuação incorreta e pedir aos alunos para corrigi-lo. Essas atividades ajudarão os alunos a perceber a importância da pontuação para a clareza e a compreensão do texto.

  3. Contextualização do assunto (2 - 3 minutos): O professor deve explicar a importância da pontuação no período composto, mostrando como ela pode alterar o sentido de uma frase ou trecho de texto. Pode-se também destacar a relevância da pontuação no contexto acadêmico e profissional, onde a escrita correta e clara é fundamental.

  4. Introdução do tópico (2 - 3 minutos): Para despertar o interesse dos alunos, o professor pode apresentar algumas curiosidades sobre a pontuação no período composto. Por exemplo, pode-se mencionar que a falta de uma vírgula na frase "Vamos comer, crianças!" pode transformá-la em "Vamos comer crianças!", alterando completamente o sentido da mensagem. Outra curiosidade é que a pontuação no período composto pode variar de acordo com o estilo de escrita, a intenção do autor e o contexto da frase.

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Teoria: Pontuação no Período Composto (8 - 10 minutos): O professor deve explicar o conceito de pontuação no período composto, destacando que, ao contrário do período simples, o período composto requer mais que um ponto final para separar as ideias. O professor deve apresentar os três principais sinais de pontuação usados no período composto: vírgula, ponto-e-vírgula e dois pontos.

    • Vírgula: O professor deve explicar que a vírgula é usada para separar as orações coordenadas em uma frase complexa, bem como para separar as orações subordinadas que iniciam a frase. Deve-se enfatizar que a vírgula não é usada para separar o sujeito do predicado.
    • Ponto-e-vírgula: O professor deve explicar que o ponto-e-vírgula é usado para separar orações coordenadas que são independentes mas têm uma relação semântica próxima. Deve-se destacar que o ponto-e-vírgula é menos comum do que a vírgula e que, muitas vezes, pode ser substituído por um ponto final ou uma vírgula.
    • Dois pontos: O professor deve explicar que os dois pontos são usados para introduzir uma citação, uma lista, uma explicação ou uma Conclusão. Deve-se ressaltar que os dois pontos não são usados antes de uma oração independente.
  2. Prática: Exemplos de Aplicação de Pontuação no Período Composto (7 - 10 minutos): O professor deve fornecer aos alunos uma lista de frases sem pontuação e pedir-lhes para pontuá-las corretamente. O professor deve circular pela sala, fornecendo orientação e esclarecendo dúvidas. Após a Conclusão da atividade, o professor deve revisar as respostas com a turma, destacando os erros comuns e reforçando os conceitos corretos.

  3. Teoria: Diferenças entre Período Simples e Período Composto (5 - 7 minutos): O professor deve explicar as diferenças entre o período simples e o período composto, enfatizando que, no período simples, há apenas uma oração, enquanto no período composto, há duas ou mais orações. O professor deve usar exemplos para ilustrar as diferenças na pontuação entre os dois.

  4. Prática: Identificação de Períodos Simples e Compostos (5 - 7 minutos): O professor deve fornecer aos alunos uma lista de frases e pedir-lhes para identificar se cada uma é um período simples ou composto. O professor deve circular pela sala, fornecendo orientação e esclarecendo dúvidas. Após a Conclusão da atividade, o professor deve revisar as respostas com a turma, destacando os erros comuns e reforçando os conceitos corretos.

  5. Discussão e Perguntas (3 - 5 minutos): O professor deve encerrar a sessão de Desenvolvimento com uma discussão aberta, onde os alunos podem fazer perguntas e esclarecer quaisquer dúvidas restantes. O professor deve reforçar os conceitos-chave e a importância da pontuação no período composto.

Retorno (8 - 10 minutos)

  1. Revisão e Conexão (3 - 5 minutos): O professor deve começar a etapa de Retorno revisando os principais pontos abordados durante a aula. Deve-se relembrar os diferentes sinais de pontuação no período composto (vírgula, ponto-e-vírgula e dois pontos), a diferença entre o período simples e composto, e a importância da pontuação para a clareza e a compreensão do texto.

  2. Aplicação Prática (3 - 5 minutos): O professor deve então pedir aos alunos que apliquem o que aprenderam. Pode-se fazer isso de duas maneiras:

    • Primeiro, o professor pode fornecer aos alunos um texto curto sem pontuação e pedir-lhes para pontuá-lo corretamente. Isso permitirá que eles pratiquem a aplicação da pontuação no período composto de forma contextualizada.
    • Em seguida, o professor pode apresentar aos alunos algumas frases e pedir-lhes para identificar se cada uma é um período simples ou composto, e pontuá-las corretamente. Isso permitirá que eles pratiquem a diferenciação entre os dois tipos de períodos.
  3. Reflexão Individual (2 - 3 minutos): O professor deve então pedir aos alunos que reflitam individualmente sobre o que aprenderam. Pode-se fazer isso fazendo perguntas como:

    • Qual foi o conceito mais importante que você aprendeu hoje?
    • Quais questões você ainda tem sobre a pontuação no período composto?

    O professor deve dar aos alunos um minuto para pensar sobre essas perguntas e, em seguida, pedir a alguns voluntários que compartilhem suas respostas. Isso permitirá que o professor avalie o nível de compreensão dos alunos e identifique quaisquer áreas que possam precisar de reforço em aulas futuras.

  4. Feedback e Encerramento (1 - 2 minutos): Finalmente, o professor deve fornecer feedback aos alunos sobre seu desempenho durante a aula. O professor deve elogiar os pontos fortes e oferecer sugestões construtivas para melhorias. O professor deve também encerrar a aula ressaltando a importância da pontuação no período composto para a escrita clara e eficaz, e encorajar os alunos a continuar praticando suas habilidades de pontuação.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo dos Conteúdos (2 - 3 minutos): O professor deve começar a Conclusão resumindo os principais pontos abordados durante a aula. Isso inclui a definição de pontuação no período composto, a diferença entre o período simples e o período composto, e a aplicação correta dos sinais de pontuação (vírgula, ponto-e-vírgula e dois pontos) no período composto. O professor deve reforçar esses conceitos, enfatizando a importância da pontuação para a clareza e a compreensão do texto.

  2. Conexão entre Teoria, Prática e Aplicações (1 - 2 minutos): Em seguida, o professor deve explicar como a aula conectou a teoria, a prática e as aplicações. O professor deve destacar que a teoria foi apresentada e explicada, a prática foi realizada através de atividades de pontuação e identificação de períodos simples e compostos, e as aplicações foram exploradas através de exemplos de textos e frases. O professor deve enfatizar que a compreensão da teoria é essencial para a aplicação prática e que a prática é fundamental para a consolidação do aprendizado.

  3. Materiais Complementares (1 - 2 minutos): O professor deve então sugerir materiais complementares para os alunos que desejam aprofundar seu entendimento sobre a pontuação no período composto. Isso pode incluir livros de gramática, sites educacionais, vídeos explicativos e exercícios online. O professor deve encorajar os alunos a usar esses recursos para revisar o material da aula e praticar mais.

  4. Importância do Assunto (1 - 2 minutos): Finalmente, o professor deve explicar a importância do assunto para o dia a dia dos alunos. Deve-se destacar que a pontuação correta no período composto é essencial para a escrita clara e eficaz, seja em tarefas escolares, redações de vestibular, trabalhos acadêmicos ou comunicações profissionais. O professor deve encorajar os alunos a aplicar o que aprenderam não apenas em aulas futuras, mas também em suas atividades de leitura e escrita diárias.

  5. Encerramento da Aula (1 minuto): O professor deve encerrar a aula agradecendo a participação e o esforço dos alunos, e lembrando-os de que a pontuação no período composto é um tópico contínuo que será reforçado e ampliado em aulas futuras.

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Português

Determinantes do Substantivo: Sentido para o Texto - EF07LP03', 'EF07LP08', 'EF07LP13

Introdução

Relevância do Tema

O estudo dos determinantes do substantivo é de importância crucial para o desenvolvimento do raciocínio linguístico dos alunos, não apenas na disciplina de Português, mas em todas as outras disciplinas que envolvem a leitura e a escrita. O entendimento dessas pequenas palavras, muitas vezes negligenciadas, é o que determina o sentido preciso de uma frase ou texto, o que guiará a interpretação correta e eficaz.

Contextualização

O estudo dos determinantes do substantivo se encaixa dentro do tópico de análise sintática, uma das principais competências linguísticas trabalhadas no 7º ano do Ensino Fundamental. Dentro do vasto universo da língua portuguesa, entender como e por que os substantivos são determinados é fundamental para a construção de uma escrita e comunicação eficazes. Esta habilidade prepara os alunos para tópicos mais complexos a serem abordados no futuro, como a concordância nominal e verbal, e a produção de textos com mais rigor e domínio da norma culta.

Desenvolvimento Teórico

Componentes dos Determinantes

  • Artigos: São palavras que antecipam o substantivo, determinando-o de maneira específica ou generalizada.
    • Artigos Definidos: "O", "A", "Os", "As". Indicam seres já conhecidos ou determinados de alguma forma.
    • Artigos Indefinidos: "Um", "Uma", "Uns", "Umas". Apontam para seres não especificados, genéricos, desconhecidos ou indeterminados.
  • Numerais: Palavras que indicam quantidade, ordem ou posição do substantivo.
    • Numerais Cardinais: "Um", "Dois", "Três",...
    • Numerais Ordinais: "Primeiro", "Segundo", "Terceiro",...
    • Numerais Multiplicativos: "Duplo", "Triplo", "Quádruplo",...
  • Demonstrativos: Indicam a posição de um objeto em relação às pessoas do discurso.
    • Demonstrativos de Primeira Pessoa: "Este", "Esta", "Estes", "Estas".
    • Demonstrativos de Segunda Pessoa: "Esse", "Essa", "Esses", "Essas".
    • Demonstrativos de Terceira Pessoa: "Aquele", "Aquela", "Aqueles", "Aquelas".
  • Possessivos: Indicam a posse de algo, estabelecendo uma relação de pertencimento.
    • Possessivos de Primeira Pessoa: "Meu", "Minha", "Meus", "Minhas".
    • Possessivos de Segunda Pessoa: "Teu", "Tua", "Teus", "Tuas".
    • Possessivos de Terceira Pessoa: "Seu", "Sua", "Seus", "Suas".
  • Indefinidos: Referem-se de maneira vaga, imprecisa ou indeterminada ao substantivo.
    • Indefinidos de Terceira Pessoa: "Algum", "Alguma", "Alguns", "Algumas".
    • Indefinidos Negativos: "Nenhum", "Nenhuma", "Nenhuns", "Nenhumas".

Termos-Chave

  • Determinante: Palavra que acompanha ou antecede o substantivo, modificando o seu sentido.
  • Substantivo: Palavra que nomeia seres, objetos, lugares, sentimentos, etc.
  • Concordância Nominal: Processo pelo qual os determinantes devem concordar, em número e gênero, com os substantivos aos quais se referem.

Exemplos e Casos

  • Exemplo 1: Artigos Definidos e Indefinidos

    • "O cachorro" (Artigo Definido): Referência a um cachorro específico.
    • "Um cachorro" (Artigo Indefinido): Referência a qualquer cachorro.
  • Exemplo 2: Numerais

    • "Dois gatos" (Numeral Cardinal): Refere-se a dois gatos, sem dizer a posição.
    • "O primeiro aluno" (Numeral Ordinal): Refere-se ao aluno que está em primeiro lugar.
  • Exemplo 3: Demonstrativos

    • "Este livro" (Demonstrativo de Primeira Pessoa): O livro está próximo da pessoa que fala.
    • "Esse problema" (Demonstrativo de Segunda Pessoa): O problema está próximo da pessoa com quem se fala.
  • Exemplo 4: Possessivos

    • "Meu carro" (Possessivo de Primeira Pessoa): O carro pertence à pessoa que fala.
    • "Seu lápis" (Possessivo de Terceira Pessoa): O lápis pertence a uma pessoa que não é a que fala.
  • Exemplo 5: Indefinidos

    • "Algumas frutas" (Indefinidos de Terceira Pessoa): Refere-se a um número indeterminado de frutas.

Resumo Detalhado

Pontos Relevantes

  • Importância dos Determinantes: São os determinantes que dão sentido, especificidade e nuances de significado aos substantivos que acompanham. Eles não devem ser ignorados, pois desempenham um papel crucial na compreensão do significado de uma frase ou texto.
  • Classificação dos Determinantes: Os determinantes são classificados em vários tipos - artigos, numerais, demonstrativos, possessivos e indefinidos. Cada um tem sua especificidade e função.
  • Artigos Definidos e Indefinidos: O correto uso dos artigos definidos e indefinidos é essencial para indicação de seres conhecidos ou especificados e seres genéricos ou não especificados, respectivamente.
  • Numerais: Os numerais, dependendo de sua classificação - cardinal, ordinal ou multiplicativo - indicam quantidade, ordem ou posição do substantivo.
  • Demonstrativos: Estes direcionam a posição de um objeto ou ser em relação às pessoas do discurso.
  • Possessivos: Sinalizam posse, delimitando o grau de pertencimento em uma relação.
  • Indefinidos: Referem-se de forma vaga, imprecisa ou indeterminada ao substantivo, ampliando o campo de possibilidades ou sugerindo incerteza.
  • Concordância Nominal: Os determinantes, assim como outros termos (adjuntos adnominais, pronomes, etc), devem concordar em número e gênero com os substantivos aos quais se referem.

Conclusões

  • Papel dos Determinantes na Comunicação: Os determinantes são ferramentas essenciais na comunicação, pois ajudam a precisar o sentido e a forma como entendemos os substantivos.
  • Domínio das Classificações dos Determinantes: Distinguir e utilizar corretamente os diferentes tipos de determinantes permite uma expressão mais precisa e rica, promovendo a melhoria da qualidade da comunicação.
  • Contextualização dos Determinantes: A escolha do determinante a ser usado é feita com base no contexto e na intenção do falante/escritor, e o entendimento disso é crucial para uma compreensão mais profunda de textos e frases.

Exercícios

  • Exercício 1: Classifique os determinantes nas frases a seguir: "Aqueles cachorros são maravilhosos, mas não quero nenhum em casa".
  • Exercício 2: Reescreva a frase a seguir trocando os determinantes: "O azul do seu olhar me encanta".
  • Exercício 3: Complete a frase a seguir utilizando o artigo definido ou indefinido de acordo com o sentido desejado: "Vou comprar _____ presentes, mas ainda não decidi quais".
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Português

Leitor Literário e Narrativa - EF02LP26, EF12LP18, EF02LP28

Introdução

Relevância do tema

Quando mergulhamos no mundo das palavras, é como se abríssemos uma janela mágica para lugares nunca antes explorados. A leitura é essa chave que nos permite viajar sem sair do lugar, conhecer novos amigos e viver aventuras incríveis. E no coração da leitura estão as narrativas e os poemas, dois tesouros que guardam histórias e sentimentos de um jeito todo especial. As narrativas nos contam histórias com começo, meio e fim, cheias de personagens, enquanto os poemas brincam com as palavras, criando um ritmo que é como música para nossos ouvidos. Entender a diferença entre eles e saber apreciá-los é importante porque nos torna leitores melhores e mais atentos, capazes de descobrir os segredos escondidos nas linhas de um livro. A magia de rimas e sonoridades nos leva a sentir a poesia de uma forma única, e isso é um presente maravilhoso que a leitura nos dá.

Contextualização

Em nossa jornada pelo mundo das letras e da comunicação, o português é como um vasto oceano a ser navegado. Ao chegarmos ao capítulo sobre o 'Leitor Literário e Narrativa', estamos desbravando uma ilha cheia de mistérios e belezas dentro desse oceano. Nesta etapa do percurso, focamos em explorar dois tipos de escrita que são fundamentais para entendermos como as histórias são contadas e como elas tocam nosso coração. Situa-se, portanto, como um marco essencial na compreensão da literatura como arte e expressão humana, construindo a base para futuras leituras e estudos mais aprofundados. Estabelece a ponte entre o aprendizado básico da língua e o apreço pela literatura, preparando os pequenos leitores para se tornarem grandes exploradores do vasto universo literário que aguarda por eles.

Teoria

Exemplos e casos

Vamos embarcar em uma aventura onde exploraremos exemplos e casos fascinantes. Imaginem a história de Ana, uma garotinha que encontrou um livro misterioso na biblioteca da escola. Ao abrir o livro, ela descobriu que cada página era uma aventura diferente, cheia de personagens, diálogos e muitas emoções. Esse livro era um tesouro de narrativas! Já no caso dos poemas, pensem em Pedro, que num dia cinzento descobriu um poema sobre o sol. As palavras dançavam nas linhas, rimavam e traziam uma melodia que parecia pintar o próprio sol no céu. Esses exemplos nos mostram como as narrativas e os poemas podem mudar a maneira como vemos o mundo e sentir as emoções que eles transmitem.

Componentes

###Narrativas

Narrativas são como trens que percorrem os trilhos de uma história. Elas têm uma sequência, começando na estação de partida chamada 'introdução', onde conhecemos os personagens e o cenário. Depois, o trem segue viagem até o meio da história, onde acontece o 'clímax', o ponto mais emocionante onde algo importante acontece. Finalmente, o trem chega ao seu destino, o 'desfecho', onde todas as aventuras se concluem e aprendemos algo com a jornada. As narrativas são compostas por elementos como personagens principais e secundários, cenário, enredo e um ponto de vista, que é como se escolhêssemos um assento no trem para observar toda a história.

###Poemas

Poemas são como arco-íris no céu da literatura, cheios de cores e curvas que são as palavras e versos. Eles têm um ritmo próprio, que pode ser rápido como um riacho ou lento como uma preguiça numa tarde quente. Os poemas usam rimas, que são palavras que têm sons parecidos no final, como 'gato' e 'sapato', criando uma música que ecoa em nossos corações. Eles também podem brincar com a forma, aparecendo em diferentes tamanhos e arranjos na página, como um desenho feito com palavras. Os poemas nos permitem expressar sentimentos e ideias de forma única, e muitas vezes, deixam espaço para nossa imaginação completar o quadro.

Aprofundamento do tema

Para aprofundar nosso entendimento sobre narrativas, devemos pensar em como uma boa história parece nos levar para outro mundo, não é mesmo? Quando as palavras são tecidas com habilidade, criam imagens vivas em nossa mente. É importante perceber que uma narrativa pode ser contada de diferentes pontos de vista, como se fosse uma câmera em um filme, que pode focar em um personagem ou mostrar toda a cena. Quanto aos poemas, o aprofundamento vem ao percebermos que as rimas e ritmos são apenas a ponta do iceberg. Existem poemas sem rima, chamados de 'verso livre', e poemas que contam histórias, unindo o mundo das narrativas com a poesia. Esse entrelaçamento da forma e do conteúdo faz da poesia uma arte rica e complexa.

Termos-chave

Narrativa: uma sequência de eventos ou experiências contadas como uma história. Pode ser ficcional ou baseada em fatos reais. Personagens são os indivíduos que habitam a narrativa, enquanto o enredo é a estrutura da história. Clímax é o ponto alto da narrativa, e desfecho é como a história se resolve. Poema: uma composição literária que expressa sentimentos, ideias, ou conta uma história de forma estilizada. Rima é a semelhança sonora entre palavras, enquanto ritmo é o padrão de sons e pausas na leitura de um poema. Verso é cada linha de um poema e estrofe é um conjunto de versos.

Prática

Reflexão sobre o tema

Vocês já pararam para pensar em como as histórias e os poemas estão presentes em nosso dia a dia? Desde os contos que nossos pais e avós nos contam até as canções que escutamos, cada uma tem sua própria narrativa e ritmo. Refletir sobre como a literatura pode influenciar nosso modo de ver o mundo é um passo importante para valorizar cada palavra e cada verso que encontramos. Por que será que algumas histórias nos emocionam? E como é possível que algumas palavras rimadas em um poema possam nos fazer sorrir ou pensar em algo de uma maneira totalmente nova?

Exercícios introdutórios

Desenhe sua cena favorita de uma história que você gosta e escreva uma frase sobre o que está acontecendo.

Crie uma lista de palavras que rimam com 'casa' e tente formar duas linhas de um poema com elas.

Imagine que você é um personagem em uma de suas histórias favoritas. O que você diria em um diálogo com outro personagem?

Escolha um objeto em sala de aula e escreva quatro linhas de um poema sobre ele. Lembre-se de prestar atenção às rimas!

Ouça uma música infantil e tente identificar a história que ela conta. Quais são os personagens e o que acontece com eles?

Projetos e Pesquisas

Criem um 'Jardim Literário' na sala de aula. Cada aluno pode escolher uma flor de papel e nela escrever o título de uma história ou poema que tenha lido e gostado. No verso da flor, devem escrever uma curta explicação sobre por que essa história ou poema é especial para eles. Depois, vamos plantar essas flores no nosso Jardim Literário para que todos possam ler e conhecer novas histórias e poemas escolhidos pelos amigos!

Ampliando

Além das narrativas e poemas, existem muitos outros gêneros literários que podemos descobrir! Há as lendas, que são histórias antigas cheias de mistério e ensinamentos, os mitos que explicam como as coisas no mundo foram criadas e as fábulas que, através dos animais, nos mostram lições importantes de vida. A literatura é um universo amplo e encantador, onde cada livro é uma porta para um novo mundo cheio de conhecimento, diversão e magia a ser explorado.

Conclusão

Conclusões

Ao percorrer as páginas deste capítulo, desvendamos a magia das narrativas e dos poemas e como elas enriquecem nossa imaginação e conhecimento. Compreendemos que as narrativas são como viagens incríveis que nos levam a conhecer personagens fascinantes e a vivenciar aventuras emocionantes com eles. Vimos que as histórias têm uma estrutura que nos prende desde a primeira palavra, nos conduzindo por caminhos cheios de surpresas até o grandioso final. Já os poemas, descobrimos serem verdadeiras obras de arte com palavras, pintando imagens e sentimentos com rimas e ritmos que tocam nossos corações de maneira única. Aprendemos que a poesia pode ser flexível e variada, permitindo que cada um de nós a sinta e a interprete à nossa maneira, como se cada poema falasse uma língua só nossa.

Além da compreensão, praticamos a habilidade de diferenciar entre as narrativas e os poemas. Identificamos como as rimas e sonoridades dão vida aos poemas, deixando-os ainda mais especiais e memoráveis. Jogamos com as palavras, criamos nossos próprios versos e exploramos a criação de histórias, exercitando não só a leitura e escrita, mas também a nossa criatividade e expressão pessoal. Esse capítulo nos convidou a olhar para os livros não apenas como objetos, mas como amigos que têm muitas histórias para contar e ensinamentos para compartilhar.

Por fim, refletimos sobre a importância das narrativas e poemas em nossa vida diária, reconhecendo que eles estão em todos os lugares, desde uma conversa com um amigo até as canções que cantarolamos. Valorizamos cada história lida e cada poema descoberto, entendendo que cada um deles tem o poder de transformar o ordinário em extraordinário e de nos fazer ver o mundo sob uma nova luz. Com isso, encerramos o capítulo, mas não a jornada, pois cada novo livro, cada nova página, é um convite para continuarmos a ser leitores curiosos e apaixonados pelo universo literário que nos aguarda.

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Pontuação - EF08LP04', 'EF08LP16

A pandemia da COVID-19 impulsionou uma transformação sem precedentes na educação, com a adoção em massa do ensino à distância (EAD) como alternativa às aulas presenciais. Esse cenário evidenciou tanto o potencial quanto as limitações da EAD, destacando a importância da tecnologia no apoio ao aprendizado. Contudo, a transição abrupta para o ensino online também revelou disparidades significativas no acesso e na qualidade da educação, exacerbando desigualdades preexistentes. Problemas como a falta de acesso a dispositivos eletrônicos adequados e conexões de internet confiáveis afetam desproporcionalmente estudantes de baixa renda, colocando-os em desvantagem. Além disso, a adaptação ao novo formato requer desenvolvimento profissional dos educadores e uma reconfiguração dos métodos pedagógicos. Discutir os desafios da EAD é fundamental para aprimorar a qualidade e a acessibilidade da educação em uma sociedade cada vez mais digital.

Desafios da educação à distância no Brasil

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