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Plano de aula de BRICS: Revisão

Introdução

Relevância do tema

A emergência dos BRICS, um acrônimo para Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, representa uma marcante reconfiguração das dinâmicas econômicas e geopolíticas globais. Este bloco, formado por economias emergentes, tornou-se essencial para a compreensão das transformações do sistema internacional no século XXI, oferecendo uma alternativa à tradicional hegemonia ocidental. A análise dos BRICS vai além da simples avaliação de potenciais econômicos; ela envolve o entrelaçamento de questões políticas, sociais e ambientais que afetam diretamente o cenário mundial. A importância deste tema para a disciplina de Geografia está em sua capacidade de elucidar os mecanismos pelos quais estes países estão redesenhando o mapa econômico global, desafiando as estruturas de poder estabelecidas e fomentando novas diretrizes para o comércio e a cooperação internacional.

Contextualização

No currículo de Geografia, os BRICS são abordados como um estudo de caso contemporâneo para ilustrar a complexidade das relações internacionais e o impacto de forças econômicas emergentes no cenário global. Este tema auxilia na compreensão de como questões geográficas, como localização e recursos naturais, se entrelaçam com práticas econômicas e políticas para moldar as dinâmicas internacionais. A revisão sobre os BRICS insere-se em debates mais amplos sobre globalização, desenvolvimento, desigualdades e estratégias de inserção internacional, permitindo aos estudantes examinar as múltiplas dimensões de como os países interagem em uma escala global e as repercussões desse entrosamento para a reorganização espacial do poder e da economia mundial.

Teoria

Exemplos e casos

Os BRICS, como um bloco econômico, proporcionam um cenário propício para diversos casos de estudo. Por exemplo, a relação sino-brasileira ilustra uma interdependência econômica onde o Brasil, rico em recursos naturais, torna-se um fornecedor crucial para a indústria chinesa em rápida expansão. Simultaneamente, a China emerge como um importante mercado para os produtos agrícolas brasileiros e investidor no desenvolvimento de infraestrutura. A Índia, com sua vasta força de trabalho e progresso em setores de tecnologia, contrasta significativamente com a realidade russa, marcada por uma economia fortemente dependente de petróleo e gás natural. A África do Sul, por sua vez, destaca-se pela sua localização estratégica e pela transição para um papel mais ativo na diplomacia econômica e na segurança regional. Cada um desses casos reflete como os países dos BRICS, embora diferindo em seus perfis e estratégias econômicas, convergem na busca por um sistema global mais inclusivo e representativo.

Componentes

###Dinâmicas Econômicas dos BRICS

Os BRICS são marcados por uma dinâmica econômica que envolve a rápida industrialização e a crescente influência nos mercados globais. A China é frequentemente destacada como a 'fábrica do mundo', enquanto a Índia se notabiliza pelo seu setor de serviços e indústria de tecnologia da informação. O Brasil e a Rússia, diferentemente, baseiam-se fortemente nos seus recursos naturais, e a África do Sul, menor em termos econômicos, atua como uma potência regional que busca liderança no continente africano. Estes países formam um mosaico de modelos econômicos que, quando estudados, revelam tendências, desafios e estratégias de desenvolvimento distintas, mas interligadas por uma narrativa comum de crescimento e influência.

###Principais Parceiros Comerciais e Fluxos Econômicos

O estudo dos fluxos econômicos e dos principais parceiros comerciais dos BRICS desvenda um padrão intrincado de relações comerciais que moldam a política e a economia globais. A China mantém o maior volume de comércio, sobretudo com a União Europeia, Estados Unidos e Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). A Índia e a Rússia demonstram uma inclinação para a diversificação de mercados, enquanto o Brasil e a África do Sul apresentam-se como parceiros estratégicos regionais. O entendimento dessas relações comerciais não apenas fornece insights sobre as estratégias de crescimento dos BRICS, mas também sobre a interdependência global que caracteriza a economia mundial contemporânea.

###Impacto dos BRICS na Economia Mundial

A ascensão dos BRICS revolucionou as dinâmicas econômicas mundiais, não apenas pelo seu crescimento acelerado, mas também pela promoção de novos padrões de cooperação e competição. Eles têm desafiado as instituições financeiras globais tradicionais, como o Banco Mundial e o FMI, ao estabelecerem a sua própria instituição de financiamento, o Novo Banco de Desenvolvimento. Além disso, exploram mecanismos alternativos de comércio e investimento, que incluem a utilização de moedas locais em transações bilaterais para reduzir a dependência do dólar estadunidense. Essas manobras, em conjunto com a defesa de um sistema multilateral de comércio mais equitativo, demonstram o impacto significativo que os BRICS exercem sobre a economia global.

Aprofundamento do tema

Ao aprofundar a compreensão dos BRICS, é crucial analisar a interseção das políticas econômicas internas de cada país com suas estratégias de política externa. Este exame revela não somente as aspirações de desenvolvimento dos países individualmente, mas também a forma como eles se posicionam no palco internacional, buscando autonomia e influência. A compreensão da arquitetura financeira global e das cadeias de valor globais também se faz necessária, visto que cada país dos BRICS busca integrar-se a essas estruturas de maneiras inovadoras que reflitam seus interesses e fortaleçam suas economias. Esta integração, contudo, deve ser contrastada com os desafios como desigualdades internas e demandas por inclusão social que também perpassam os países do bloco.

Termos-chave

BRICS: Acrônimo para Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul; um bloco de países emergentes que procura um espaço de influência no sistema econômico global. Novo Banco de Desenvolvimento (NBD): Instituição financeira estabelecida pelos BRICS para financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países membros e outras economias emergentes. Cadeias de Valor Globais (CVG): Rede internacional de produção onde as diferentes etapas do processo produtivo são realizadas em diferentes países, refletindo a especialização econômica e a divisão internacional do trabalho. Comércio Bilateral: Transações comerciais entre dois países, muitas vezes estimuladas por acordos preferenciais ou pela complementaridade econômica.

Prática

Reflexão sobre o tema

Em um mundo cada vez mais interconectado, compreender a dinâmica do grupo BRICS não é apenas acadêmico, mas essencial para interpretar as mudanças no jogo global de poder e economia. Refletir sobre como a ascensão dos BRICS altera a balança econômica global e a geopolítica é vital. Até que ponto a busca por desenvolvimento econômico dos BRICS pode redefinir as relações internacionais? Como esses países podem equilibrar crescimento com responsabilidade ambiental e social? A reflexão sobre essas questões é um passo crucial para os futuros líderes e cidadãos globais na construção de um mundo mais inclusivo e sustentável.

Exercícios introdutórios

Identifique e discuta a principal commodity exportada por cada país do BRICS e seu principal mercado importador.

Elabore um quadro comparativo que demonstre o crescimento do PIB dos países do BRICS nos últimos cinco anos e compare com o crescimento dos países do G7.

Descreva como a criação do Novo Banco de Desenvolvimento pode influenciar as relações econômicas e políticas entre os países do BRICS e o restante do mundo.

Analise um gráfico atual dos fluxos comerciais entre os BRICS e seus principais parceiros, identificando padrões e tendências emergentes.

Debata o impacto da utilização de moedas locais em transações comerciais dos BRICS sobre o sistema financeiro internacional dominado pelo dólar americano.

Projetos e Pesquisas

Projeto de Pesquisa: Realize um estudo comparativo sobre o impacto dos investimentos dos BRICS em infraestrutura dentro de suas fronteiras e em outras economias emergentes. Examine como esses investimentos refletem as estratégias de política externa e econômica desses países e seu efeito no desenvolvimento regional. Utilize dados econômicos recentes, relatórios de organizações internacionais e estudos acadêmicos para compor a análise.

Ampliando

Considerando o papel dos BRICS na economia mundial, é relevante explorar temas como a Nova Rota da Seda, a iniciativa chinesa de conectividade e infraestrutura que atravessa várias regiões, incluindo alguns países dos BRICS. Outro aspecto interessante é a emergência de moedas digitais estatais, como o Yuan Digital, e seu potencial impacto nas transações comerciais internacionais. Ademais, o papel dos BRICS na governança da internet e na modelagem de políticas de cibersegurança pode ser um campo rico para pesquisas adicionais, dada a crescente digitalização das economias.

Conclusão

Conclusões

A análise aprofundada do fenômeno dos BRICS e sua inserção na economia global revela um cenário de contínua evolução e de desafios intrincados. Este bloco de países, dotado de características diversas e de aspirações de desenvolvimento únicas, tece uma narrativa de crescimento econômico relevante, marcada por uma busca comum por autonomia e influência no palco internacional. A emergência dos BRICS como uma força econômica sugere uma reequilibração do poder, onde a dominância das economias ocidentais estabelecidas é questionada e novos padrões de cooperação econômica são explorados. O entendimento das dinâmicas econômicas internas, dos fluxos comerciais, e do impacto coletivo dos BRICS na redefinição das estruturas globais de comércio e finanças, ressalta a importância deste bloco na construção de um sistema econômico multilateral mais inclusivo e representativo.

Os estudos de caso e as reflexões propostas ao longo deste capítulo evidenciam não apenas as diferenças estratégicas e econômicas entre os países do BRICS, mas também a coesão que emerge de seus esforços coletivos para desafiar o status quo. Através da criação de instituições financeiras alternativas como o Novo Banco de Desenvolvimento e a promoção de mecanismos de comércio que diminuem a dependência do dólar norte-americano, os BRICS estão forjando um novo caminho para o desenvolvimento econômico que pode oferecer lições valiosas para outras economias emergentes. A atuação do bloco fortalece a ideia de que a diversificação e a cooperação Sul-Sul são vitais para uma melhor distribuição da riqueza e para uma maior equidade na governança econômica global.

Por fim, a discussão sobre os BRICS evidencia a necessidade de equilibrar as estratégias de crescimento com a responsabilidade ambiental e social. Enquanto o desenvolvimento econômico continua a ser uma prioridade, as questões de sustentabilidade e inclusão social apresentam-se como desafios prementes que requerem atenção e ação. O papel dos BRICS no futuro da economia mundial será amplamente influenciado por como essas economias emergentes enfrentarão as complexidades de um desenvolvimento econômico que seja verdadeiramente sustentável e abrangente, garantindo benefícios não apenas para si, mas para a comunidade internacional como um todo. As conclusões aqui apresentadas não são finitas, mas sim um convite para uma contínua reflexão e análise crítica das transformações econômicas e geopolíticas em curso no século XXI.

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Geografia

Mundo Bipolarizado: Revisão - EM13CHS101', 'EM13CHS106

Objetivos (5 - 10 minutos)

  1. Compreender a formação do mundo bipolarizado: Os alunos devem ser capazes de descrever e entender como o mundo se dividiu em dois blocos após a Segunda Guerra Mundial, com foco na Guerra Fria. Eles devem entender as razões por trás dessa divisão e como ela moldou as relações internacionais da época.

  2. Identificar os principais atores do mundo bipolar: Os alunos devem ser capazes de identificar os Estados Unidos e a União Soviética como os principais atores do mundo bipolar. Eles devem ser capazes de caracterizar cada um desses atores, incluindo suas ideologias, sistemas políticos e econômicos, e suas estratégias na Guerra Fria.

  3. Analisar o impacto do mundo bipolar na geopolítica mundial: Os alunos devem ser capazes de avaliar como a bipolaridade afetou a geopolítica mundial. Eles devem ser capazes de identificar conflitos e crises que foram influenciados pela bipolaridade, e como esses eventos moldaram o mundo em que vivemos hoje.

    • Objetivos secundários:
      1. Fomentar o pensamento crítico através da análise de diferentes fontes de informação.
      2. Desenvolver habilidades de pesquisa e apresentação através de atividades práticas.

Objetivos de Aprendizado:

  • Objetivo 1: Desenvolver uma compreensão sólida do conceito de mundo bipolarizado e da divisão do mundo em dois blocos durante a Guerra Fria.
  • Objetivo 2: Identificar e caracterizar os principais atores do mundo bipolar, entendendo suas ideologias e estratégias de Guerra Fria.
  • Objetivo 3: Analisar o impacto do mundo bipolar na geopolítica mundial, identificando conflitos e crises influenciados pela bipolaridade.

Esses Objetivos devem ser alcançados através de uma variedade de atividades interativas e de discussão em sala de aula. O professor deve facilitar a aprendizagem, fornecendo orientação e feedback aos alunos durante todo o processo. Além disso, os alunos devem ser encorajados a fazer perguntas e a participar ativamente das discussões.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Revisão de Conteúdo Anterior: O professor deve começar a aula relembrando os alunos sobre a Segunda Guerra Mundial e os eventos que levaram ao início da Guerra Fria. Esta revisão é crucial para a compreensão do cenário global que levou à bipolaridade. O professor pode fazer isso através de uma breve recapitulação, perguntas interativas ou um pequeno quiz.

  2. Situação Problema 1: O professor deve então apresentar aos alunos duas situações hipotéticas que ilustram o mundo bipolarizado. Por exemplo, o professor pode perguntar aos alunos como eles acham que o mundo teria sido diferente se a União Soviética tivesse vencido a corrida espacial, ou se a China tivesse se juntado ao bloco soviético em vez de permanecer neutra. Essas perguntas devem servir para despertar o interesse dos alunos e prepará-los para o tópico da aula.

  3. Contextualização: O professor deve então contextualizar a importância do mundo bipolar para a geopolítica atual. Ele pode fazer isso discutindo como a rivalidade entre os Estados Unidos e a Rússia ainda influencia as relações internacionais hoje, ou como a polarização global em torno de questões como o comércio, a mudança climática e a segurança cibernética pode ser vista como uma continuação da bipolaridade.

  4. Introdução ao Tópico: O professor deve introduzir o tópico da aula, explicando o que é um mundo bipolarizado e como ele se formou. Ele deve mencionar a Guerra Fria, a corrida armamentista, a corrida espacial e outros eventos-chave. O professor pode usar recursos visuais, como mapas e gráficos, para ilustrar a divisão do mundo em dois blocos.

  5. Situação Problema 2: Para finalizar a Introdução, o professor deve apresentar aos alunos uma última situação hipotética. Ele pode perguntar aos alunos como eles acham que o mundo teria sido diferente se a Guerra Fria não tivesse acontecido, ou se a bipolaridade ainda existisse hoje. Essas perguntas devem servir para estimular o pensamento crítico dos alunos e prepará-los para as atividades práticas que virão na aula.

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Jogo de Tabuleiro "Bipolar World Game" (10 - 15 minutos):

    • Preparação: O professor deve preparar um jogo de tabuleiro chamado "Bipolar World Game". O tabuleiro deve representar o mundo durante a Guerra Fria, dividido em dois blocos: o bloco ocidental liderado pelos Estados Unidos e o bloco oriental liderado pela União Soviética. Cada bloco deve ter suas próprias cartas de ação, que representam as ações que eles podem tomar para expandir sua influência global ou prejudicar o outro bloco. Além disso, o tabuleiro deve ter marcadores de crise, que representam os vários conflitos e crises que ocorreram durante a Guerra Fria.
    • Regras do Jogo: Os alunos devem ser divididos em equipes de 4 a 5 pessoas, cada equipe representando um dos blocos. Cada equipe deve escolher um líder, que será responsável por tomar as decisões do grupo. O objetivo do jogo é expandir a influência do próprio bloco e enfraquecer o outro bloco, enquanto evita que o mundo entre em uma guerra nuclear total. O jogo é jogado em rodadas, com cada rodada representando um ano durante a Guerra Fria. No início de cada rodada, os líderes das equipes devem discutir e decidir quais ações tomarão e onde colocarão seus marcadores de crise. As ações e as crises são resolvidas através de rolagens de dados e cartas de ação. O jogo continua até que um dos blocos ganhe, ou até que o mundo entre em uma guerra nuclear total.
    • Objetivos de Aprendizado: O jogo tem como objetivo ajudar os alunos a entenderem de forma lúdica e interativa como a bipolaridade funcionava e como as ações de um bloco podiam afetar o outro bloco e o mundo como um todo. Além disso, o jogo também ajuda a desenvolver habilidades de trabalho em equipe, pensamento estratégico e tomada de decisão.
  2. Debate "O Mundo Bipolarizado: Vantagens e Desvantagens" (10 - 15 minutos):

    • Preparação: O professor deve dividir a turma em dois grupos: um grupo que argumentará as vantagens do mundo bipolarizado e outro grupo que argumentará as desvantagens. Cada grupo deve ter um tempo para pesquisar e preparar seus argumentos.
    • Realização do Debate: Cada grupo deve ter um tempo para apresentar seus argumentos e um tempo para refutar os argumentos do outro grupo. O professor deve servir como moderador, garantindo que o debate seja respeitoso e produtivo.
    • Objetivos de Aprendizado: O debate tem como objetivo ajudar os alunos a entenderem as complexidades e as consequências do mundo bipolarizado. Ao pesquisar e apresentar seus argumentos, os alunos terão a oportunidade de aprofundar sua compreensão do tópico e de desenvolver habilidades de pesquisa, análise crítica e apresentação.
  3. Atividade de Mapa "O Mundo Bipolarizado no Mapa" (5 - 10 minutos):

    • Preparação: O professor deve preparar um mapa do mundo durante a Guerra Fria, com os dois blocos claramente marcados. Além disso, o professor deve preparar uma lista de conflitos e crises que ocorreram durante a Guerra Fria.
    • Realização da Atividade: Os alunos, em seus grupos, devem receber uma cópia do mapa e da lista de conflitos e crises. Eles devem então pesquisar cada conflito ou crise e marcar sua localização no mapa. Eles também devem escrever uma breve descrição de cada conflito ou crise.
    • Objetivos de Aprendizado: Esta atividade tem como objetivo ajudar os alunos a visualizarem e a compreenderem a extensão global da Guerra Fria e como os conflitos e crises foram influenciados pela bipolaridade. Além disso, a atividade também ajuda a desenvolver habilidades de pesquisa e de análise geográfica.

O Desenvolvimento da aula deve ser uma mistura de atividades lúdicas, como o jogo de tabuleiro, e atividades mais acadêmicas, como o debate e a atividade de mapa. Isso ajudará a manter os alunos envolvidos e motivados, e a facilitar a aprendizagem ativa e significativa.

Retorno (10 - 15 minutos)

  1. Discussão em Grupo (5 - 7 minutos):

    • Preparação: O professor deve dividir a turma em grupos de discussão, em que cada grupo é composto por alunos que participaram das diferentes atividades práticas. Cada grupo deve ter um líder, que será responsável por conduzir a discussão e apresentar as conclusões do grupo para a turma.
    • Realização: O professor deve fornecer um tempo para que os grupos discutam e reflitam sobre as atividades que realizaram. O professor deve circular pela sala, ouvindo as discussões e fornecendo orientação quando necessário.
    • Objetivo: O objetivo dessa discussão em grupo é permitir que os alunos compartilhem suas experiências e aprendizados, e que eles reflitam sobre como as atividades práticas ajudaram a aprofundar sua compreensão do mundo bipolarizado. Além disso, a discussão também ajuda a desenvolver habilidades de comunicação e colaboração.
  2. Conexão com a Teoria (3 - 5 minutos):

    • Preparação: O professor deve preparar um resumo dos conceitos teóricos discutidos na aula, incluindo a formação do mundo bipolar, os principais atores do mundo bipolar, e o impacto do mundo bipolar na geopolítica mundial.
    • Realização: O professor deve então fazer uma conexão entre a teoria e as atividades práticas realizadas. Por exemplo, o professor pode discutir como as ações tomadas pelos alunos durante o jogo de tabuleiro refletem as estratégias reais adotadas pelos Estados Unidos e a União Soviética durante a Guerra Fria. O professor também pode discutir como os argumentos apresentados durante o debate refletem as vantagens e desvantagens reais do mundo bipolarizado. Além disso, o professor deve ressaltar como a atividade de mapa ajudou a visualizar e a compreender a extensão global da Guerra Fria e o impacto da bipolaridade nos conflitos e crises.
    • Objetivo: O objetivo dessa conexão com a teoria é reforçar a compreensão dos alunos sobre os conceitos teóricos e demonstrar a relevância e a aplicabilidade desses conceitos na prática.
  3. Reflexão Final (2 - 3 minutos):

    • Preparação: O professor deve preparar algumas perguntas para estimular a reflexão dos alunos. Por exemplo, o professor pode perguntar: "Qual foi o conceito mais importante que você aprendeu hoje?" ou "Quais questões ainda não foram respondidas?".
    • Realização: O professor deve então pedir aos alunos que reflitam silenciosamente sobre essas perguntas por um minuto. Após esse tempo, os alunos devem ter a oportunidade de compartilhar suas respostas com a turma, se desejarem.
    • Objetivo: O objetivo dessa reflexão final é permitir que os alunos processem e internalizem o que aprenderam, e que eles identifiquem quaisquer áreas de confusão ou de necessidade de aprendizado adicional. Além disso, a reflexão final ajuda a desenvolver habilidades de pensamento crítico e metacognição.

O Retorno é uma parte essencial da aula, pois ajuda a consolidar o aprendizado dos alunos e a identificar quaisquer lacunas de compreensão que precisam ser abordadas em aulas futuras. O professor deve garantir que todos os alunos tenham a oportunidade de participar e de expressar suas opiniões e dúvidas. Além disso, o professor deve fornecer feedback construtivo e encorajador para apoiar o Desenvolvimento contínuo dos alunos.

Conclusão (5 - 10 minutos)

  1. Resumo dos Conteúdos (2 - 3 minutos):

    • O professor deve começar a Conclusão recapitulando os principais pontos abordados durante a aula. Isso inclui a formação do mundo bipolarizado, a identificação dos principais atores (Estados Unidos e União Soviética), e o impacto da bipolaridade na geopolítica mundial.
    • O professor deve reforçar os conceitos-chave e garantir que os alunos tenham entendido a natureza e a dinâmica do mundo bipolarizado. Ele pode fazer isso através de uma breve revisão, destacando os pontos mais importantes.
  2. Conexão entre Teoria, Prática e Aplicações (1 - 2 minutos):

    • O professor deve então explicar como a aula conectou a teoria, a prática e as aplicações do mundo bipolarizado. Por exemplo, ele pode enfatizar como o jogo de tabuleiro possibilitou aos alunos experimentar, de forma lúdica, as decisões e as consequências do mundo bipolarizado.
    • Além disso, o professor pode discutir como o debate e a atividade de mapa permitiram aos alunos aplicar a teoria do mundo bipolarizado a situações práticas, e como essas atividades ajudaram a consolidar e a aprofundar o entendimento dos alunos sobre o tópico.
  3. Sugestão de Materiais Extras (1 - 2 minutos):

    • O professor deve sugerir materiais extras para os alunos que desejam aprofundar ainda mais seu conhecimento sobre o mundo bipolarizado. Isso pode incluir leituras, documentários, filmes, podcasts ou sites de referência.
    • O professor deve explicar brevemente o conteúdo de cada material e como eles podem complementar o que foi aprendido na aula. Ele também pode fornecer uma lista de perguntas ou tópicos para os alunos considerarem enquanto consomem esses materiais.
  4. Importância do Assunto no Dia a Dia (1 - 2 minutos):

    • Para finalizar, o professor deve ressaltar a importância do mundo bipolarizado para o dia a dia dos alunos. Ele pode fazer isso discutindo como a bipolaridade influenciou a geopolítica mundial, e como essa influência continua a moldar o mundo em que vivemos hoje.
    • O professor deve também enfatizar como o entendimento do mundo bipolarizado pode ajudar os alunos a entenderem e a analisarem as relações internacionais atuais, e a desenvolverem uma consciência global mais informada.
    • Além disso, o professor pode discutir como as habilidades desenvolvidas durante a aula, como o pensamento crítico, a pesquisa e a apresentação, são úteis em uma variedade de contextos acadêmicos e profissionais.

A Conclusão é uma oportunidade para o professor revisar o material, reforçar a aprendizagem e contextualizar o tópico da aula. Além disso, ela permite que os alunos consolidem seus novos conhecimentos, reflitam sobre o que aprenderam e considerem como podem aplicar esse aprendizado em suas vidas.

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Geografia

Nova Ordem Mundial - EM13CHS101', 'EM13CHS106

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Compreender o conceito de Nova Ordem Mundial: Os alunos devem ser capazes de definir o que é a Nova Ordem Mundial, identificando suas características principais. Isso inclui entender a transição do sistema bipolar para o unipolar, a influência das potências mundiais e a reorganização das relações internacionais.

  2. Analisar as implicações da Nova Ordem Mundial: Os alunos devem ser capazes de discutir como a Nova Ordem Mundial afeta as economias, a política, a cultura e a sociedade em geral. Eles devem ser capazes de identificar exemplos concretos de como essa nova ordem se manifesta no mundo atual.

  3. Refletir sobre o papel do Brasil na Nova Ordem Mundial: Os alunos devem ser capazes de avaliar o posicionamento do Brasil na Nova Ordem Mundial, identificando os desafios e as oportunidades que surgem a partir dessa reorganização geopolítica. Eles devem ser capazes de articular argumentos baseados em evidências para sustentar suas reflexões.

Objetivos secundários:

  • Desenvolver o pensamento crítico: Através da análise e discussão do tema, os alunos devem ser capazes de aprimorar suas habilidades de pensamento crítico, avaliando diferentes perspectivas e formando suas próprias opiniões informadas.

  • Estimular a participação ativa: O plano de aula deve incluir atividades que incentivem a participação ativa dos alunos, promovendo o diálogo e a troca de ideias.

Introdução (10 - 12 minutos)

  1. Revisão de conteúdos anteriores: O professor deve iniciar a aula revisando com os alunos os conceitos de bipolaridade global, a Guerra Fria e o papel das potências mundiais nesse contexto. Esta revisão servirá como base para a Introdução do novo tópico, a Nova Ordem Mundial. (3 - 4 minutos)

  2. Situações problema: O professor deve propor duas situações-problema para instigar a curiosidade dos alunos e prepará-los para o conteúdo que será abordado. As situações-problema podem ser:

    • "Como a passagem de um mundo bipolar para um mundo unipolar afetou as relações internacionais e a dinâmica global?"
    • "Quais são as implicações da Nova Ordem Mundial para um país como o Brasil, que historicamente esteve entre as grandes potências emergentes?" (3 - 4 minutos)
  3. Contextualização do tema: O professor deve explicar a importância do tema, relacionando-o com eventos atuais e recentes. Por exemplo, a crescente influência da China e a retração dos Estados Unidos no cenário mundial, o impacto da globalização e das novas tecnologias na economia e na sociedade, entre outros. (2 - 3 minutos)

  4. Introdução ao tópico: O professor deve apresentar o tópico da aula, a Nova Ordem Mundial, de maneira intrigante e interessante. Ele pode fazer isso através de curiosidades, como:

    • "Você sabia que a expressão 'Nova Ordem Mundial' foi usada pela primeira vez pelo presidente George H. W. Bush em 1990, logo após o fim da Guerra Fria?"
    • "Você sabia que, para alguns especialistas, a Nova Ordem Mundial pode ser vista como uma 'desordem' devido à instabilidade e conflitos que vem gerando?" (2 - 3 minutos)

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Atividade "Game of Powers" (10 - 12 minutos)

    • Preparação: Antes da aula, o professor deve preparar cartões com o nome de diferentes países, incluindo o Brasil, e características econômicas, políticas e culturais. Cada cartão deve ter uma ponderação (ex: 10 para economia, 5 para política, 3 para cultura). O professor também deve ter preparado um tabuleiro com diferentes regiões do mundo.
    • Descrição: Os alunos serão divididos em grupos de cinco. Cada grupo receberá um conjunto de cartões. O objetivo do jogo é que os grupos "conquistem" as regiões do mundo, colocando seus cartões de países nelas. Isso é feito através de um sorteio de cartões (um por vez) e uma comparação das características do cartão com a região do mundo. O grupo que tiver o maior total de ponderações na característica correspondente "conquistará" a região. O jogo continua até que todas as regiões do mundo sejam conquistadas ou até que o tempo acabe.
    • Objetivo pedagógico: Esta atividade tem como objetivo demonstrar a dinâmica do poder na Nova Ordem Mundial. Os alunos terão a oportunidade de discutir e refletir sobre o papel das diferentes características (economia, política, cultura) na distribuição do poder global.
  2. Atividade "O Brasil na Nova Ordem Mundial" (10 - 12 minutos)

    • Preparação: Antes da aula, o professor deve preparar uma lista de desafios e oportunidades que o Brasil enfrenta na Nova Ordem Mundial. Estes podem incluir questões como a ascensão da China, a influência dos Estados Unidos, a globalização, entre outros.
    • Descrição: Os alunos, ainda em seus grupos, serão convidados a discutir e listar as principais desafios e oportunidades que o Brasil enfrenta na Nova Ordem Mundial. Eles devem usar as informações e reflexões adquiridas durante a aula, bem como seu conhecimento prévio. Ao final da atividade, cada grupo deve apresentar suas listas para a turma.
    • Objetivo pedagógico: Esta atividade tem como objetivo estimular o pensamento crítico e a reflexão sobre o papel do Brasil na Nova Ordem Mundial. Os alunos terão a oportunidade de articular argumentos e apresentar suas perspectivas de uma maneira divertida e interativa.
  3. Discussão em grupo (5 - 6 minutos)

    • Preparação: Antes da aula, o professor deve preparar uma lista de perguntas para a discussão em grupo. Estas perguntas devem ser baseadas nas atividades anteriores e devem estimular a reflexão e a discussão.
    • Descrição: No final das atividades, os alunos devem se reunir em um grande grupo para uma discussão final. O professor deve moderar a discussão, garantindo a participação de todos os alunos e mantendo o foco no tema. As perguntas podem incluir: "Quais foram as principais lições que vocês aprenderam hoje?", "Quais questões ainda não foram respondidas?" e "Como vocês se sentem sobre o papel do Brasil na Nova Ordem Mundial?".
    • Objetivo pedagógico: Esta discussão final tem como objetivo consolidar o aprendizado, esclarecer dúvidas e permitir que os alunos expressem suas opiniões e sentimentos sobre o tema.

Retorno (8 - 10 minutos)

  1. Discussão em grupo (3 - 4 minutos)

    • O professor deve promover uma discussão em grupo com todos os alunos. Cada grupo terá até 3 minutos para compartilhar as soluções ou conclusões que chegaram durante as atividades. Durante essa discussão, o professor deve incentivar a participação de todos os alunos, fazendo perguntas para promover o pensamento crítico e a reflexão sobre o tema.
  2. Conexão com a teoria (2 - 3 minutos)

    • Após as discussões em grupo, o professor deve fazer uma breve revisão das atividades, conectando-as com a teoria apresentada no início da aula. Isso ajudará os alunos a entenderem como a prática se relaciona com o conteúdo teórico e a aplicabilidade do tema no mundo real.
  3. Reflexão individual (2 - 3 minutos)

    • O professor deve propor que os alunos reflitam individualmente sobre o que aprenderam na aula. Para guiá-los nessa reflexão, o professor pode fazer perguntas como: "Qual foi o conceito mais importante que você aprendeu hoje?", "Quais questões ainda não foram respondidas?" e "Como você se sente sobre o papel do Brasil na Nova Ordem Mundial?". Os alunos devem anotar suas respostas em um caderno ou folha de papel.
  4. Compartilhamento das reflexões (1 minuto)

    • O professor deve então convidar alguns alunos a compartilharem suas reflexões com a turma. Isso pode ser feito de forma voluntária ou o professor pode escolher alguns alunos para compartilhar. Esta etapa é importante para estimular a escuta ativa e a empatia entre os alunos, além de proporcionar uma oportunidade para que o professor avalie a compreensão dos alunos sobre o tema.
  5. Encerramento da aula (1 minuto)

    • O professor deve encerrar a aula ressaltando os principais pontos discutidos e aprendidos. Ele pode também mencionar as possíveis conexões do tema com outros conteúdos da disciplina e reforçar a importância do assunto para o entendimento do mundo contemporâneo.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo e Recapitulação (2 - 3 minutos)

    • O professor deve começar a etapa de Conclusão relembrando os principais pontos discutidos durante a aula. Ele pode fazer um breve resumo das definições, características e implicações da Nova Ordem Mundial, reforçando a transição do sistema bipolar para o unipolar e a influência das potências mundiais.
    • Ele também deve recapitular as principais conclusões das atividades práticas, destacando as reflexões sobre o papel do Brasil e as dinâmicas de poder na Nova Ordem Mundial.
  2. Conexão entre teoria e prática (1 - 2 minutos)

    • O professor deve então explicar como a aula conectou a teoria e a prática. Ele pode destacar como as atividades, como o jogo "Game of Powers" e a discussão sobre o papel do Brasil, permitiram aos alunos vivenciar e aplicar os conceitos teóricos de forma lúdica e interativa.
  3. Materiais extras (1 minuto)

    • O professor deve sugerir materiais extras para os alunos que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre o tema. Estes materiais podem incluir livros, artigos, documentários, sites e podcasts. O professor pode, por exemplo, recomendar o livro "A Nova Ordem Mundial", de Tariq Ali, ou o documentário "The New World Order", disponível na plataforma de streaming Netflix.
  4. Relevância do tema (1 - 2 minutos)

    • Para encerrar, o professor deve ressaltar a importância do tema para a vida cotidiana dos alunos. Ele pode explicar como a Nova Ordem Mundial afeta diversos aspectos de suas vidas, como a economia, a política, a cultura e as relações internacionais.
    • O professor deve também reforçar como o entendimento desse tema pode ajudar os alunos a se tornarem cidadãos mais conscientes e críticos, capazes de compreender e analisar os desafios e oportunidades que o Brasil e o mundo enfrentam no atual cenário global.
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Geografia

Amazônia: Biomas, Economia e os Impactos Ambientais: Revisão - EM13CHS301', 'EM13CHS302', 'EM13CHS306

Objetivos (5 - 7 minutos)

  1. Compreender o conceito de bioma: Os alunos devem ser capazes de definir o que é um bioma e reconhecer suas características e diversidade. Devem também ser capazes de identificar os principais biomas do Brasil, incluindo a Amazônia.

  2. Entender a Amazônia como bioma: Os alunos devem ser capazes de descrever as características distintivas da Amazônia como um bioma, incluindo seu clima, vegetação e fauna. Devem também ser capazes de localizar a Amazônia no mapa do Brasil.

  3. Analisar a economia da Amazônia: Os alunos devem ser capazes de discutir a importância econômica da Amazônia, incluindo a exploração de recursos naturais e a presença de comunidades indígenas. Devem também ser capazes de identificar os principais produtos exportados pela região.

  4. Compreender os impactos ambientais na Amazônia: Os alunos devem ser capazes de discutir os principais impactos ambientais na Amazônia, incluindo o desmatamento, a perda de biodiversidade e as mudanças climáticas. Devem também ser capazes de descrever as possíveis consequências desses impactos para a região e para o planeta.

Objetivos secundários:

  • Desenvolvimento de habilidades de pesquisa: Durante o estudo do tópico, os alunos serão incentivados a realizar pesquisas independentes para aprofundar seu entendimento e apresentar informações para a classe. Isso ajudará no Desenvolvimento de habilidades de pesquisa e na promoção da aprendizagem autônoma.

  • Promover a consciência ambiental: Ao discutir os impactos ambientais na Amazônia, o objetivo é também promover a conscientização dos alunos sobre a importância da preservação do meio ambiente e a necessidade de ações sustentáveis.

Introdução (10 - 15 minutos)

  1. Relembrando conteúdos: O professor inicia a aula relembrando os conceitos de bioma, economia e impactos ambientais, que foram estudados em aulas anteriores. Ele pode fazer isso através de uma breve revisão oral, estimulando os alunos a participarem, fazendo perguntas e incentivando a discussão.

  2. Situações-problema: O professor apresenta duas situações que despertarão o interesse dos alunos e os motivará a aprender mais sobre o tema da aula. As situações são:

    • "Imagine que você é um pesquisador que acabou de descobrir uma nova espécie de planta na Amazônia. O que você faria? O que essa descoberta pode significar para a ciência e para a Amazônia?"
    • "Vamos supor que você seja um empresário que deseja investir na Amazônia. Quais são as possibilidades e desafios que você enfrentaria? Como você equilibraria o Desenvolvimento econômico com a preservação do meio ambiente e dos direitos das comunidades indígenas?"
  3. Contextualização: O professor explica a importância do estudo da Amazônia, destacando que ela é o maior bioma do Brasil e um dos mais ricos em biodiversidade do mundo. Ele pode mencionar que a Amazônia desempenha um papel crucial na regulação do clima global, na produção de oxigênio e no armazenamento de carbono.

  4. Ganhar a atenção dos alunos: Para despertar o interesse dos alunos, o professor pode compartilhar algumas curiosidades e histórias sobre a Amazônia. Por exemplo:

    • "Vocês sabiam que a Amazônia é tão grande que se estendesse por toda a Europa, ainda sobraria espaço? É um bioma realmente impressionante!"
    • "A Amazônia é o lar de milhões de espécies de plantas e animais, muitas das quais ainda não foram descobertas. É um verdadeiro tesouro da biodiversidade."

Ao final da Introdução, os alunos devem ter uma compreensão básica do tema da aula e estar motivados para aprender mais.

Desenvolvimento (20 - 25 minutos)

  1. Características da Amazônia como bioma (5 - 7 minutos): O professor inicia a primeira parte do Desenvolvimento, explicando as características que tornam a Amazônia um bioma único. Ele deve destacar o clima equatorial, com chuvas abundantes e temperaturas elevadas ao longo do ano, e a vegetação exuberante, composta principalmente por florestas tropicais. O professor também deve mencionar a diversidade de espécies de plantas e animais encontradas na Amazônia, enfatizando a importância da biodiversidade para a saúde do planeta.

  2. A economia da Amazônia (5 - 7 minutos): Em seguida, o professor explora a economia da Amazônia, destacando a importância dos recursos naturais para a região. Ele deve mencionar a exploração de minérios, a produção de madeira e a agropecuária, especialmente a criação de gado e a plantação de soja. O professor também deve falar sobre a presença de comunidades indígenas na Amazônia e a importância de proteger seus direitos e seu modo de vida.

  3. Os impactos ambientais na Amazônia (5 - 7 minutos): O professor passa então a discutir os impactos ambientais na Amazônia, com foco no desmatamento. Ele deve explicar as principais causas do desmatamento, como a expansão da agricultura e da pecuária, a exploração madeireira ilegal e a construção de infraestrutura, como estradas e hidrelétricas. O professor deve também falar sobre as consequências do desmatamento, incluindo a perda de biodiversidade, as mudanças climáticas e os conflitos sociais.

  4. Atividade prática (5 - 7 minutos): Após a explicação, o professor propõe uma atividade prática para os alunos. Eles serão divididos em grupos e cada grupo receberá um cenário relacionado à Amazônia. Por exemplo, um grupo pode receber o cenário de um fazendeiro que quer expandir sua área de plantio, outro pode receber o cenário de uma empresa de mineração que quer explorar uma nova área, e um terceiro pode receber o cenário de um cientista que quer estudar a biodiversidade da região. Os alunos devem discutir as implicações de cada cenário, considerando os aspectos econômicos, ambientais e sociais. No final, cada grupo apresentará suas conclusões para a classe.

  5. Revisão e Conclusão (3 - 5 minutos): Para concluir a etapa de Desenvolvimento, o professor faz uma revisão rápida dos principais pontos discutidos. Ele também responde a quaisquer perguntas dos alunos e esclarece quaisquer dúvidas que possam ter surgido. O professor deve enfatizar a importância da Amazônia para o Brasil e para o mundo, e a necessidade de equilibrar o Desenvolvimento econômico com a preservação do meio ambiente.

Retorno (10 - 12 minutos)

  1. Discussão em grupo (3 - 4 minutos): O professor deve incitar uma discussão em grupo, onde os estudantes compartilham as soluções ou conclusões a que chegaram durante a atividade prática. Cada grupo terá um máximo de 3 minutos para apresentar suas ideias e reflexões. O professor deve encorajar os alunos a fazerem perguntas uns aos outros e a comentarem sobre as apresentações dos outros grupos, para promover um ambiente de aprendizagem colaborativo.

  2. Conexões com a vida real (3 - 4 minutos): Após as apresentações, o professor deve fazer a conexão entre as discussões em grupo e a vida real. Ele pode perguntar aos alunos como eles acham que as questões discutidas durante a aula se aplicam ao mundo ao seu redor. Por exemplo, o professor pode perguntar: "Vocês conseguem pensar em exemplos de como os impactos ambientais discutidos afetam a vida das pessoas na sua comunidade?". O objetivo é fazer com que os alunos percebam a relevância do que estão aprendendo e como eles podem aplicar esse conhecimento em suas vidas.

  3. Reflexão individual (2 - 3 minutos): Em seguida, o professor propõe que os alunos façam uma reflexão individual. Ele pode pedir que os alunos escrevam em um pedaço de papel (que será recolhido no final da aula) ou que compartilhem suas respostas oralmente. Algumas perguntas que podem ser feitas para orientar a reflexão são:

    • "Qual foi o conceito mais importante que você aprendeu hoje?"
    • "Quais questões ainda não foram respondidas?"
    • "Como você pode aplicar o que aprendeu hoje em sua vida?"

    O professor deve dar um minuto para os alunos pensarem sobre essas perguntas e, em seguida, pedir que eles compartilhem suas respostas. O objetivo é encorajar a metacognição e a autorreflexão, que são habilidades importantes para a aprendizagem autônoma e contínua.

  4. Feedback e esclarecimento de dúvidas (2 - 3 minutos): Por fim, o professor deve oferecer feedback sobre a participação dos alunos e esclarecer quaisquer dúvidas que possam ter surgido durante a aula. Ele deve encorajar os alunos a continuarem pesquisando sobre o tema e a trazerem suas dúvidas para a próxima aula.

Essa etapa de Retorno é crucial para consolidar o aprendizado, promover a reflexão e a metacognição, e esclarecer quaisquer dúvidas que possam ter surgido durante a aula. Além disso, ela ajuda a estabelecer a relevância do tema da aula para a vida dos alunos, incentivando a aprendizagem significativa.

Conclusão (5 - 7 minutos)

  1. Resumo (2 - 3 minutos): O professor, para concluir a aula, deve fazer um resumo dos principais pontos abordados. Ele deve relembrar os conceitos de bioma, as características distintas da Amazônia, sua importância econômica, os impactos ambientais e as possíveis consequências. O professor pode fazer isso através de uma recapitulação verbal, destacando os pontos-chave de cada tópico. Por exemplo, ele pode dizer: "Hoje, discutimos sobre a Amazônia, o maior bioma do Brasil. Vimos que ela tem um clima equatorial, com chuvas abundantes e temperaturas altas o ano todo. Falamos sobre a sua rica biodiversidade e a importância de preservá-la. Também abordamos a economia da região, com a exploração de recursos naturais e a presença de comunidades indígenas. Por fim, discutimos os impactos ambientais, especialmente o desmatamento, e as possíveis consequências para a região e para o planeta."

  2. Conexão com a teoria e a prática (1 - 2 minutos): Em seguida, o professor deve explicar como a aula conectou a teoria e a prática. Ele pode mencionar a atividade prática realizada, onde os alunos tiveram a oportunidade de aplicar o que aprenderam para analisar cenários relacionados à Amazônia. O professor pode enfatizar que a compreensão da teoria é fundamental para a análise e a tomada de decisões na prática.

  3. Materiais extras (1 - 2 minutos): O professor deve sugerir materiais extras para os alunos que desejam aprofundar seu entendimento sobre o tema. Ele pode recomendar livros, artigos, documentários, sites e outras fontes confiáveis. Por exemplo, o professor pode indicar o livro "A floresta amazônica" de Galvão, I. A., ou o documentário "Amazônia: O Despertar da Florestania". O professor pode compartilhar essas recomendações com os alunos através de uma lista impressa, por e-mail ou no ambiente virtual de aprendizagem.

  4. Relevância do tema (1 minuto): Por fim, o professor deve ressaltar a importância do tema para a vida cotidiana dos alunos. Ele pode mencionar que a Amazônia desempenha um papel crucial na regulação do clima global, na produção de oxigênio e no armazenamento de carbono, afetando a vida de todos no planeta. O professor pode também destacar a importância de entender os impactos ambientais e de promover a sustentabilidade, para garantir um futuro melhor para as próximas gerações.

A Conclusão é uma etapa essencial para consolidar o aprendizado, conectar a teoria e a prática, e motivar os alunos a continuarem aprendendo sobre o tema. Além disso, ela ajuda a estabelecer a relevância do tema para a vida dos alunos, incentivando a aprendizagem significativa.

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