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Sociologia, Revoluções e a Sociedade Contemporânea
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Caça-palavra
Filosofia e Ciência: Caminhos do Conhecimento
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Flashcards
Flashcards: tipos de conhecimento: religioso, científico, senso comum e filosófico
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Tutor de revisão
Tipos de conhecimento: Religioso, filosófico, científico, senso comum
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Apresentação
Sociologia: Da Imaginação Clássica à Realidade Brasileira
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Apresentação
Introdução aos Conhecimentos Geográficos
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Apresentação
Expansão Industrial e Modelos de Industrialização
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Atividade
Modelos e Fases da Industrialização e sua Localização
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Flashcards
Flashcards: Expansão industrial e modelos de industrialização O processo de industrialização teve início no Reino Unido, no século XVIII, e, até o século XIX, estendeu-se a outros países da Europa, aos Estados Unidos e ao Japão. Na atualidade, essas nações fazem parte do grupo dos denominados países centrais ou desenvolvidos, pois concentram a produção mundial de manufaturados, principalmente os de alta intensidade tecnológica (componentes digitais, novos materiais etc.). Países como Brasil, México, Argentina e os Tigres Asiáticos (Coreia do Sul, Taiwan, Cingapura e Hong Kong, na China) industrializaram-se somente no século XX; por isso, podem ser compreendidos como detentores de uma industrialização tardia ou retardatária. A industrialização do Brasil, do México e da Argentina foi impulsionada pela política de substituição de importações, que incluía proteção do mercado interno, proibição da entrada de manufaturados estrangeiros e incentivos à produção industrial em unidades fabris locais. Os Tigres Asiáticos, por sua vez, tiveram a industrialização incentivada pela política de implantação de plataformas de exportação, ou seja, de instalação em seu território de empresas transnacionais, para elas produzirem e exportarem os produtos para outros países. Dinâmicas da localização industrial No início do processo de industrialização, os custos de transporte eram elevados. No Reino Unido, o carvão mineral era a principal fonte de energia tanto para as indústrias de base (produtoras de matérias-primas para outras indústrias) como para as indústrias de bens de consumo (fabricantes de artigos para o mercado consumidor); por isso, as regiões com reservas de carvão tornaram-se áreas de concentração fabril. Também ocorreu a concentração industrial em áreas produtoras de minério de ferro, outro recurso natural importante para o desenvolvimento da indústria. Durante a primeira metade do século XX, no entanto, o carvão deixou de ser o principal suprimento energético da indústria, sendo parcialmente substituído pelo petróleo e pelo gás natural. Além disso, os meios de transporte tiveram um desenvolvimento acentuado, barateando custos e facilitando a expansão das áreas industriais. Mesmo assim, as regiões fabris que se formaram próximo a reservas de minério de ferro e de carvão mineral continuaram a concentrar a maior parte da produção da indústria. A introdução das linhas de montagem e a emergência do sistema de produção em série, dirigido para o consumo em massa, reafirmaram as vantagens locacionais dessas regiões, ou seja, os atributos encontrados em determinadas localidades que favorecem a instalação de unidades industriais. Além da presença de reservas importantes de carvão mineral e de minério de ferro, são vantagens locacionais a existência de reservas de mão de obra barata e mercados consumidores abundantes, por exemplo. Parte dessas demandas foi suprida no próprio entorno das fábricas, onde se formaram bairros operários, que abrigavam, ao mesmo tempo, trabalhadores disponíveis para as novas indústrias e potenciais consumidores para os produtos manufaturados. Os setores industriais em ascensão naquele período beneficiaram-se, portanto, da infraestrutura e das vantagens locacionais criadas pelas indústrias já instaladas. Essa dinâmica é conhecida pelo termo economia de aglomeração, que alude à possibilidade de reduzir custos e obter mais rentabilidade aproveitando os requisitos para o funcionamento da atividade industrial previamente reunidos na mesma localidade, evitando grandes deslocamentos de matérias-primas, recursos energéticos, mercadorias e pessoas. Como a rentabilidade é o aspecto mais importante na escolha da localização de uma indústria, a economia de aglomeração exerceu predominante influência na orientação da distribuição da atividade fabril no Reino Unido e em outros países que participaram das fases iniciais do processo de industrialização por um longo período, que avançou pela maior parte do século XX. Esse fenômeno também ocorreu em países de industrialização tardia, mas com duração mais efêmera. Como exemplo dos efeitos da economia de aglomeração, podem ser identificadas no mapa das regiões industriais do Reino Unido na década de 1970 a presença de algumas refinarias de petróleo instaladas em regiões industriais já existentes, como em Liverpool e nas proximidades de Glasgow, Londres e Swansea.
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Caça-palavra
Breve resumo sobre a função e o modo de ação do ácido hialurônico
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