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JOELMA FERREIRA DE OLIVEIRA
5º ano
6º ano
7º ano
8º ano
9º ano
[EM] 1ª série
[EM] 2ª série
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Aprendiz de Aulas
Mestre em IA
Apresentação
A Revolução Francesa
PJ
Prof. JOELMA FERREIRA DE OLIVEIRA
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Atividade
Atividades de Aprendizagem sobre os Incas
PJ
Prof. JOELMA FERREIRA DE OLIVEIRA
-
Atividade
Aprendendo Libras
PJ
Prof. JOELMA FERREIRA DE OLIVEIRA
-
Atividade
Atendimento e Mapeamento de Necessidades do Aluno
PJ
Prof. JOELMA FERREIRA DE OLIVEIRA
-
Apresentação
Origens da Revolução Industrial
PJ
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Apresentação
Mesopotâmia: Sociedade, Economia e Poder
PJ
Prof. JOELMA FERREIRA DE OLIVEIRA
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Resumo
História dos Direitos Humanos
PJ
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Flashcards
Flashcards: Resumo histórico dos Direitos Humanos.
Os direitos humanos são um conjunto de princípios e normas que visam garantir a dignidade, a liberdade e a igualdade de todos os seres humanos. A história dos direitos humanos remonta a diversos momentos e documentos importantes:
Código de Hamurábi (c. 1772 a.C.) - Um dos primeiros conjuntos de leis escritas, que estabelecia normas para a sociedade babilônica.
Cilindro de Ciro (539 a.C.) - Considerado por alguns como a primeira carta de direitos humanos, promulgada pelo rei persa Ciro, o Grande.
Magna Carta (1215) - Documento inglês que limitou o poder do rei e estabeleceu certos direitos legais.
Declaração de Independência dos EUA (1776) - Proclamou que todos os homens são criados iguais e têm direitos inalienáveis.
Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) - Documento fundamental da Revolução Francesa, que estabeleceu os direitos individuais e coletivos.
Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) - Adotada pela ONU, é o documento mais abrangente e universal sobre direitos humanos.
Convenção Europeia dos Direitos Humanos (1950) – É um tratado que protege os direitos humanos e a liberdades fundamentais em países membros do conselho da Europa.
Estabeleceu um sistema de proteção dos direitos humanos na Europa.
Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (1966) e Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (1966) - Dois tratados internacionais que detalham os direitos humanos.
PJ
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Plano de aula
Autoimagem e Autoestima: Construindo Identidade e Metas
PJ
Prof. JOELMA FERREIRA DE OLIVEIRA
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Flashcards
Flashcards: Imperialismo na Ásia
Os interesses europeus na Ásia têm uma longa
história. Índia, China, Japão, Formosa, Sri Lanka, Java,
Molucas e Filipinas foram alvo do colonialismo europeu
desde o final do século XV. Naquele período,
os europeus não estabeleceram grandes domínios
territoriais na Ásia, pois grande parte do comércio era
realizado por meio de feitorias costeiras controladas
por companhias comerciais:
• Os portugueses se apossaram de territórios na Índia
(Goa, Damão e Diu), na China (Macau) e no leste da
Ilha Timor (correspondente ao atual Timor Leste).
• Os holandeses se concentraram no comércio em Java,
Sumatra e nas Molucas.
• Os ingleses se envolveram no comércio de algodão
com a Índia e de chá e porcelana com a China.
• Os espanhóis dominaram o território correspondente
ao das Filipinas, que, em 1898, foi cedido aos
Estados Unidos.
Contudo, entre o final do século XVIII e o início do
século XIX, o contexto imperialista revigorou os interesses
europeus na Ásia.
O caso da Índia
No final do século XVIII, a Grã-Bretanha exerceu forte influência
sobre a Índia, onde a França, com menos sucesso,
também tentava aumentar a presença de sua companhia
comercial. Por meio da Companhia das Índias Orientais,
a Grã-Bretanha firmou acordos com integrantes da elite
indiana, interferiu nas leis locais e na cobrança de impostos
e, por meio de guerras, subjugou povos e Estados inteiros.
No início do século XIX, a Confederação Marata,
de tradição hindu, foi derrotada após três guerras de
resistência contra os britânicos e, em meados do mesmo
século, o Império Mogol, de tradição islâmica, foi
dissolvido pelo Império Britânico.
A produção têxtil indiana, artesanal, sofria com a
competição das mercadorias industrializadas britânicas
e as culturas e autoridades locais eram desrespeitadas.
Soldados indianos alistados forçadamente nas forças
britânicas – os cipaios – uniram-se a outros grupos descontentes
e, em 1857, promoveram uma revolta, que se
estendeu até 1859: a Revolta dos Cipaios.
Os rebeldes foram violentamente reprimidos pelos
britânicos, que incorporaram a Índia a seu território
colonial. Mais tarde, o Império Britânico estendeu seus
domínios até a Birmânia.
O caso da China
Na China, no início do século XIX, o comércio internacional
era proibido pela dinastia Qing. O único porto autorizado
a negociar com outras nações era o de Cantão,
onde a porcelana, o chá e a seda, produtos valorizados
na Europa, eram exportados. Já os produtos estrangeiros
enfrentavam barreiras para entrar no território chinês.
O Império Britânico tentava aumentar sua presença
por meio da atuação da Companhia das Índias Orientais.
Procurando vencer as barreiras comerciais, apostou em
um novo produto: o ópio, um narcótico viciante proibido
na China. O comércio do narcótico gerou conflitos
que culminaram na Primeira Guerra do Ópio, ocorrida
entre 1839 e 1842. Com a vitória britânica, o Império
Chinês foi obrigado a assinar o Tratado de Nanquim,
que estabeleceu a cessão de Hong Kong aos britânicos
e a abertura de cinco portos chineses ao livre-comércio,
sendo o de Xangai o principal deles.
As disputas, contudo, não terminaram. Enquanto os
chineses tentavam frear o consumo de ópio e controlar
o comércio exterior, os britânicos, com apoio da França,
buscavam facilitar a entrada de produtos europeus na
China. Assim, em 1856, iniciou-se a Segunda Guerra
do Ópio. Em 1860, a China foi derrotada novamente
e teve de abrir mais portos ao comércio internacional.
Em 1900, no nordeste do território chinês, um grupo
nacionalista – cujos membros eram conhecidos como
boxers por serem praticantes dessa luta – deu início
à Rebelião dos Boxers. Missionários e delegações
ocidentais foram alvos de atentados realizados pelos
boxers. Como reação, uma aliança entre europeus, estadunidenses
e japoneses reprimiu violentamente os
revoltosos, que foram derrotados em 1901.
A dominação da Indochina pela França
Na segunda metade do século XIX, os franceses
expandiram seu domínio na Ásia alcançando a região
da Indochina, correspondente ao território atual do
Vietnã, do Camboja e do Laos. Fomentando rivalidades,
eles substituíram os governantes locais por franceses
e exploraram a população como mão de obra para a
extração de carvão, a produção de látex e o cultivo de
arroz, de café e de chá.
Grupos como os Bandeiras Negras resistiram à dominação
por meio de técnicas de guerrilha. Com apoio
chinês, entre 1883 e 1886, eles enfrentaram campanhas
militares na região de Tonkim, no norte do Vietnã, que
transformaram o império da dinastia vietnamita Nguyen
em um protetorado da França.
A expansão do Japão
No século XIX, o Japão era governado por um regime
fechado, o xogunato, no qual o xogum concentrava
poderes políticos e militares. A economia japonesa
baseava-se na agricultura, e a sociedade valorizava suas
tradições milenares. Em meados do século XIX, porém,
o país foi pressionado pelos Estados Unidos a abrir seus
portos para o comércio internacional, dando início a
uma ampla abertura econômica.
Em 1868, o poder dos xoguns do clã Tokugawa foi
transferido ao imperador Mutsuhito Meiji. Ele assumiu
o poder, dando início à Era Meiji, caracterizada pela
ocidentalização e pela industrialização do Japão. Empresas
controladas por famílias que concentravam muita
riqueza – as zaibatsus – foram favorecidas pelo Estado, e
jovens japoneses foram enviados ao exterior para estudar
novas tecnologias, impulsionando a industrialização.
Seguindo o modelo ocidental, o Japão lançou-se em
uma campanha imperialista, guerreando contra a China
e incorporando as ilhas Kurilas e Formosa a seu território.
Além disso, tentou dominar a Manchúria, dando início
à Guerra Russo-Japonesa, entre 1904 e 1905, e anexou
a Coreia, em 1910.
Xogum: chefe militar supremo inicialmente submetido à
autoridade do imperador japonês. Entre os séculos XII e XIX,
os xoguns passaram a exercer plenos poderes no Japão.
O imperialismo estadunidense
na América Latina
Entre meados do século XIX e o início do século XX,
com base em uma lógica imperialista, os Estados Unidos
adotaram políticas de interferência na América. Para isso,
essa nação – que se afirmava branca, tecnologicamente
“superior” e “mais civilizada” que as sociedades do restante
do continente – utilizou o argumento de que era
preciso “controlar” e “levar a civilização e o progresso”
aos povos e países vizinhos “atrasados”.
As pretensões estadunidenses se revelaram, por
exemplo, durante a Guerra Hispano-Americana, ocorrida
em 1898. Nesse conflito, estadunidenses e cubanos
lutaram contra os espanhóis pela independência de
Cuba. O conflito foi marcado pelos ideais da Doutrina
Monroe, que tornou popular a expressão “a América
para os americanos”. De acordo com essa doutrina,
adotada em 1823 pelo presidente estadunidense James
Monroe, em sua política externa os Estados Unidos
compreenderiam qualquer ameaça à América como
uma afronta a seu território e atuariam para garantir
a autonomia das nações americanas independentes.
Na prática, a Doutrina Monroe serviu para justificar
intervenções dos Estados Unidos nos demais países
da América.
Cuba era a maior produtora mundial de açúcar e
atraía grandes investimentos no final do século XIX.
Com a vitória na Guerra Hispano-Americana, Cuba se
tornou independente da Espanha, mas se converteu
em uma espécie de protetorado dos Estados Unidos,
que, em 1901, obrigaram o país a aceitar a Emenda
Platt. Essa emenda incorporou à Constituição Cubana
leis que permitiam a interferência dos Estados Unidos
na ilha. Nesse contexto, em 1903, os Estados Unidos instalaram
uma base militar naval em Guantánamo, que é
mantida até hoje.
A política do Grande Porrete
Em 1904, o presidente dos Estados Unidos Theodore
Roosevelt adicionou aos princípios da Doutrina Monroe
o chamado Corolário Roosevelt, que previa a intervenção
militar direta dos Estados Unidos em outros países
americanos. Esse princípio se traduziu na política do
Big Stick (“Grande Porrete”), por meio da qual o país reivindicou
a posição de “guardião da América”, impondo
seus interesses por meio de negociações diplomáticas
ou pela força. Assim, os Estados Unidos se apoderaram
da prerrogativa de interferir política e militarmente nos
demais países americanos, derrubando e instaurando
governos e invadindo territórios.
Alguns exemplos do expansionismo e do imperialismo
estadunidense na América foram: a anexação de
territórios mexicanos em 1845, a aquisição do Alasca em
1867, a anexação das ilhas do Havaí em 1898, a invasão
de Porto Rico em 1898 e as intervenções em Cuba entre
1906 e 1910, na Nicarágua a partir de 1909, no Haiti
entre 1915 e 1934, na República Dominicana entre 1916
e 1924, e no México em 1914 e entre 1916 e 1919.
Outra interferência estadunidense que teve grande
repercussão foi sobre o Panamá. No início do século XX,
esse país fazia parte da Colômbia e o governo estadunidense
tinha interesse em construir no local um canal
conectando os oceanos Atlântico e Pacífico. Como a Colômbia
se recusou a ceder o território, os Estados Unidos
passaram a incentivar a independência do Panamá, que
ocorreu em 1903. O governo panamenho cedeu o direito
de construção do canal aos Estados Unidos e até hoje milhares
de navios mercantes atravessam o Canal do Panamá.
PJ
Prof. JOELMA FERREIRA DE OLIVEIRA
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