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Juliana Bestel Pawlina

School IconSONIA MARIA C KENSKI E M PROFAEI EF
Matemática
Arte
Língua Portuguesa
1º ano
2º ano
3º ano
4º ano
5º ano
Educação infantil
2 Aulas
24 Materiais
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Energizado
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Mestre das Aulas
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Herói da sala dos professores
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Flashcards
Flashcards: Pietá, de Michelangelo (1498-1499) Uma curiosidade que poucos sabem sobre a obra é que ela é a única que foi assinada pelo artista. Seu nome pode ser lido em uma faixa que cruza o peito de Virgem Maria, onde se lê: MICHEA[N]GELVS BONAROTVS FLORENT[INVS] FACIEBAT. A tradução da frase diz: Michelangelo Buonarroti, o florentino, fez. O artista só incluiu seu nome depois que a peça já havia sido entregue. A assinatura ocorreu em um momento de raiva, pois estavam correndo boatos de que a autoria seria de outra pessoa, devido à pouca idade de Michelangelo. Mona Lisa, de Da Vinci (1503-1506) Em 2015 foram feitos estudos com alta tecnologia para verificar as diversas camadas de tinta e constatou-se que existem, na verdade, quatro retratos distintos na obra, três deles ficaram escondidos atrás da Mona Lisa que hoje conhecemos. Outra curiosidade interessante descoberta nesse mesmo estudo é que, ao contrário do que se imaginava, Da Vinci pintou cílios e sobrancelhas na retratada, mas na pintura atual não se nota. O grito, de Munch (1893) Especialistas afirmam que a figura aterrorizada que vemos no centro da imagem teve como inspiração uma múmia peruana presente em uma exposição de 1850 em Paris. Moça com brinco de pérola, de Vermer (1665) É curioso também observar que, em realidade, o pintor não inseriu na imagem um gancho que ligue a pérola ao lóbulo da orelha da jovem. Assim, o brinco ganha uma característica sobrenatural, como se fosse uma esfera brilhante pairando no ar. Podemos inclusive comparar o adereço ao próprio planeta flutuando no espaço. O pensador, de Rodin (1917) Com o sucesso dessa escultura especificamente, foram feitas novas versões. Ao todo, o escultor realizou uma dezena de “novos pensadores”. Abaporu, de Tarsila do Amaral (1928) A neta da artista afirmou em entrevista em 2019 que na casa de Tarsila havia um grande espelho inclinado. Assim, a figura desproporcional exibida seria um autorretrato da artista, que se posicionou em frente ao espelho e observou os pés e mãos enormes, em detrimento da cabeça. A persistência da memória, de Salvador Dalí (1931) Com dimensões reduzidas (24 x 33 cm), foi criada em 1931 em apenas cinco horas durante uma catarse criativa do artista. Maman, de Bourgeois simbolizam sua mãe. A artista descreveu sua mãe da seguinte maneira: “Ela foi deliberada, inteligente, paciente, calmante, razoável, delicada, sutil, indispensável, pura e tão útil quanto uma aranha”. Vênus de Milo (aproximadamente século II a.C) Na época de seu descobrimento foi encontrada em sua base a inscrição com o texto: “Alexandre, filho de Menides, cidadão de Antioquia, fez a estátua”. Antioquia foi uma cidade turca fundada um século após o período clássico grego. Assim, Vênus de Milos não é uma escultura originalmente da Grécia Antiga. Entretanto, os franceses ficaram muito frustrados com a possível autoria e o diretor do Museu do Louvre contratou especialistas para analisar a peça. Afirmou-se então que a base da escultura havia sido incorporada posteriormente e que a Vênus havia sido esculpida por Praxíteles, famoso escultor grego na antiguidade. A base foi descartada pelos franceses. Mais tarde, após novos estudos, foi verificado que a escultura de fato foi uma criação de Alexandre de Menides. Fonte, atribuída a Duchamp (1917) Mas uma curiosidade que nem todos sabem é que a ideia dessa obra pode não ter sido de Marcel Duchamp, artista francês que leva a fama pela criação da peça, e sim de uma artista amiga dele, a alemã Baronesa Elsa von Freytag Loringhoven. A noite estrelada, de Van Gogh (1889) A obra foi concebida durante o tempo em que ele esteve voluntariamente no hospital psiquiátrico de Saint-Rémy-de-Provence e retrata a vista da janela de seu quarto combinada com elementos da imaginação. As meninas, Velásquez (1656) É uma obra inovadora, pois trata a perspectiva de uma maneira ousada, criando um ambiente com vários planos. Além disso, traz a figura do próprio artista em um autorretrato no qual é exibido de maneira altiva, em uma busca por reconhecimento da profissão. A cena mostra a pequena princesa Margarida ao centro junto às damas de companhia e figuras de entretenimento da corte, como o cachorro e as pessoas com deficiências ao lado direito. O casal real é retratado em um pequeno espelho ao lado da porta. O beijo, de Klimt (1908) Produzida em 1908, a tela retrata o amor de um casal e faz parte da chamada fase dourada do artista, que utilizou folhas de ouro como um dos materiais. Na imagem vemos que o manto que cobre as figuras apresenta formas circulares, retangulares e pequenos pontos de cores diversas. A inspiração para tal padronização veio de imagens de plaquetas sanguíneas, estudadas em microscópio na época, quando os cientistas estavam fascinados com as descobertas no novo aparelho. O lavrador de café, de Portinari (1934) É uma das mais representativas obras do famoso pintor brasileiro e contou com a colaboração do trabalhador Nilton Rodrigues, que também posou para outras telas, como Mestiço e Café. A Grande Onda de Kanagawa, de Hokusai (1820-30) A imagem é conhecida no mundo todo, encantando o público com os ricos detalhes e caráter dramático do mar. Mas, o curioso é que a intenção do artista foi retratar principalmente o Monte Fuji, ao fundo da paisagem. O homem amarelo, de Anita Malfatti (1915) O homem representando por Anita é, segundo ela, a imagem de um imigrante italiano pobre que exibe um olhar de desamparo.
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Desafio das Operações e Caça ao Resultado
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Classificação de Instrumentos Musicais
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Animais
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Qual é o Intruso?
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