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Michele Marques

School IconECIT Sebastião Guedes da Silva
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Apresentação
Desvendando os Tipos de Investimentos
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Resumo
Conceitos iniciais de investimento
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Folha de exercícios
A Teoria Clássica da Administração
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Folha de exercícios
A Teoria Clássica da Administração e seus Fundamentos
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Flashcards
Flashcards: Desvendando o Fluxo Logístico: Da Porta da Fábrica à Casa do Cliente O fluxo logístico é a espinha dorsal da movimentação de mercadorias e informações, um sistema inteligentíssimo que planeja a rota, os transportes e o armazenamento para garantir que o produto chegue rapidinho e com qualidade nas mãos do cliente. Ele otimiza os processos internos das empresas, assegurando uma experiência de excelência na venda, entrega e pós-venda, sempre de olho em reduzir perdas e custos. Para ter uma ideia, num e-commerce, depois da venda, o produto passa pelo picking (separação) e packing (embalagem) antes de ser enviado, e um fluxo bem amarrado garante que tudo corra sem gargalos, seja na circulação física ou de dados. A complexidade, claro, muda bastante entre uma lojinha online e um gigante com filiais mundo afora. Os Tipos Essenciais de Fluxos Logísticos Entender os diferentes fluxos é crucial para a aplicação correta na lida diária das empresas: Fluxo de Materiais: É o mais visível, lidando com a entrada e saída de insumos, matérias-primas e produtos. Abrange desde o mapeamento da carga e descarga (pensando em equipamentos como empilhadeiras e paleteiras) até a escolha dos modais de transporte mais vantajosos. Fluxo de Informações: Tão importante quanto o físico, move e troca dados. Inclui todos os registros de controle e documentação, principalmente os ligados às finanças. Informações claras e funcionais são vitais para o gerenciamento da cadeia, desde o rastreamento interno de produtos até o acompanhamento da entrega pelo cliente. Fluxo Financeiro: A movimentação direta do dinheiro do cliente para a empresa. É ele que libera a produção ou o envio do item e, por isso, é fundamental para o caixa, investimentos e aquisição de materiais. Curiosamente, o fluxo de informações aqui funciona como a cola entre o financeiro e o de materiais. Fluxo Reverso: A famosa logística reversa, que é o retorno de produtos ao centro de produção. O objetivo? Reciclar, consertar ou recuperar itens com avarias, contribuindo para a preservação ambiental e fortalecendo a imagem da empresa como responsável, algo muito valorizado pelos consumidores mais conscientes. Exemplos incluem o descarte correto de produtos vencidos em supermercados ou pontos de coleta de pilhas. As 5 Etapas Que Seguram a Onda no Fluxo Logístico Manter os processos organizados é o pulo do gato para o bom funcionamento do fluxo logístico, e isso se traduz em cinco etapas-chave: Recebimento de Mercadorias: A chegada dos produtos no local de armazenamento. Envolve descarregamento, registro e organização dos itens. Docas bem organizadas e com espaço livre evitam atropelos. Armazenamento: Pensado com carinho, pois é onde a empresa guarda boa parte dos seus investimentos. O local precisa ser funcional, permitir fácil acesso aos itens e ter um endereçamento logístico bem feito para não dar dor de cabeça. Separação dos Pedidos (Picking): A busca e retirada do produto no estoque para enviá-lo ao cliente. É uma etapa que depende diretamente de um armazenamento organizado; sem isso, a busca vira um Deus nos acuda, levando tempo e energia. Softwares de gestão são aliados poderosos aqui. Embalo (Packing): Literalmente casada com o picking, é a etapa de empacotamento e acondicionamento do produto. O objetivo é garantir a segurança do item durante o trajeto, considerando suas características, o transporte e até se é perecível, para que chegue inteirinho ao destino. Envio de Mercadoria: O gran finale, a entrega ao cliente. Se as etapas anteriores foram bem planejadas, esta também fluirá. É essencial usar equipamentos adequados, controlar o volume de envios para não atrasar prazos e checar a documentação para evitar perrengues com a fiscalização.
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Flashcards: Desvendando o Fluxo Logístico: Da Porta da Fábrica à Casa do Cliente O fluxo logístico é a espinha dorsal da movimentação de mercadorias e informações, um sistema inteligentíssimo que planeja a rota, os transportes e o armazenamento para garantir que o produto chegue rapidinho e com qualidade nas mãos do cliente. Ele otimiza os processos internos das empresas, assegurando uma experiência de excelência na venda, entrega e pós-venda, sempre de olho em reduzir perdas e custos. Para ter uma ideia, num e-commerce, depois da venda, o produto passa pelo picking (separação) e packing (embalagem) antes de ser enviado, e um fluxo bem amarrado garante que tudo corra sem gargalos, seja na circulação física ou de dados. A complexidade, claro, muda bastante entre uma lojinha online e um gigante com filiais mundo afora. Os Tipos Essenciais de Fluxos Logísticos Entender os diferentes fluxos é crucial para a aplicação correta na lida diária das empresas: Fluxo de Materiais: É o mais visível, lidando com a entrada e saída de insumos, matérias-primas e produtos. Abrange desde o mapeamento da carga e descarga (pensando em equipamentos como empilhadeiras e paleteiras) até a escolha dos modais de transporte mais vantajosos. Fluxo de Informações: Tão importante quanto o físico, move e troca dados. Inclui todos os registros de controle e documentação, principalmente os ligados às finanças. Informações claras e funcionais são vitais para o gerenciamento da cadeia, desde o rastreamento interno de produtos até o acompanhamento da entrega pelo cliente. Fluxo Financeiro: A movimentação direta do dinheiro do cliente para a empresa. É ele que libera a produção ou o envio do item e, por isso, é fundamental para o caixa, investimentos e aquisição de materiais. Curiosamente, o fluxo de informações aqui funciona como a cola entre o financeiro e o de materiais. Fluxo Reverso: A famosa logística reversa, que é o retorno de produtos ao centro de produção. O objetivo? Reciclar, consertar ou recuperar itens com avarias, contribuindo para a preservação ambiental e fortalecendo a imagem da empresa como responsável, algo muito valorizado pelos consumidores mais conscientes. Exemplos incluem o descarte correto de produtos vencidos em supermercados ou pontos de coleta de pilhas. As 5 Etapas Que Seguram a Onda no Fluxo Logístico Manter os processos organizados é o pulo do gato para o bom funcionamento do fluxo logístico, e isso se traduz em cinco etapas-chave: Recebimento de Mercadorias: A chegada dos produtos no local de armazenamento. Envolve descarregamento, registro e organização dos itens. Docas bem organizadas e com espaço livre evitam atropelos. Armazenamento: Pensado com carinho, pois é onde a empresa guarda boa parte dos seus investimentos. O local precisa ser funcional, permitir fácil acesso aos itens e ter um endereçamento logístico bem feito para não dar dor de cabeça. Separação dos Pedidos (Picking): A busca e retirada do produto no estoque para enviá-lo ao cliente. É uma etapa que depende diretamente de um armazenamento organizado; sem isso, a busca vira um Deus nos acuda, levando tempo e energia. Softwares de gestão são aliados poderosos aqui. Embalo (Packing): Literalmente casada com o picking, é a etapa de empacotamento e acondicionamento do produto. O objetivo é garantir a segurança do item durante o trajeto, considerando suas características, o transporte e até se é perecível, para que chegue inteirinho ao destino. Envio de Mercadoria: O gran finale, a entrega ao cliente. Se as etapas anteriores foram bem planejadas, esta também fluirá. É essencial usar equipamentos adequados, controlar o volume de envios para não atrasar prazos e checar a documentação para evitar perrengues com a fiscalização.
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Resumo
O Fluxo Logístico e suas Etapas Essenciais
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Flashcards: Vendas de produtos e serviços VENDA DE PRODUTO É uma atividade fundamental para qualquer negócio. Trata-se do processo de comercialização de bens tangíveis, que podem ser físicos ou digitais, para os consumidores. Essa transação envolve a troca de valor, onde o comprador adquire um produto em troca de dinheiro ou outro tipo de pagamento. Como funciona a venda de produtos? A venda de produtos ocorre por meio de diferentes canais, como lojas físicas, e-commerce, marketplaces, entre outros. O processo geralmente envolve etapas como a divulgação do produto, a negociação com o cliente, a finalização da venda e a entrega do produto. Exemplos de vendas de produtos incluem a venda de roupas, calçados, eletrodomésticos, plantas, entre outros. Divulgação do produto A divulgação do produto é uma etapa crucial para o sucesso da venda. É necessário criar estratégias de marketing que atraiam a atenção do público-alvo, destacando os benefícios e diferenciais do produto. Isso pode ser feito por meio de campanhas publicitárias, presença nas redes sociais, e-mail marketing, entre outras estratégias. Negociação com o cliente A negociação com o cliente é o momento em que ocorre a interação entre vendedor e comprador. Nessa etapa, é importante entender as necessidades e desejos do cliente, apresentar as opções disponíveis e buscar um acordo que seja vantajoso para ambas as partes. A habilidade de negociação é fundamental para fechar a venda. Finalização da venda A finalização da venda envolve a formalização do acordo entre vendedor e comprador. Nessa etapa, são definidos os termos da transação, como preço, prazo de entrega, forma de pagamento, entre outros. É importante que todas as informações sejam claras e transparentes, para evitar problemas futuros. Entrega do produto A entrega do produto é a última etapa da venda. Dependendo do tipo de produto e do canal de venda, a entrega pode ser feita de diferentes formas, como envio pelos correios, entrega por transportadora ou retirada na loja física. É fundamental garantir que o produto chegue ao cliente em perfeitas condições e dentro do prazo estabelecido. TIPOS DE VENDAS DE PRODUTOS Venda direta - é a comercialização de produtos ou serviços diretamente ao consumidor final, sem intermediários, seja presencialmente ou por canais digitais. Venda por atacado - é a comercialização de produtos em grandes quantidades, geralmente para empresas ou revendedores, com preços unitários mais baixos que no varejo. Venda online - referem-se ao processo de comercialização de produtos ou serviços através da internet. Venda por catálogo - é um modelo de negócio no qual produtos são oferecidos aos consumidores através de catálogos impressos ou digitais. Importância da venda de produtos A venda de produtos é fundamental para o funcionamento de qualquer negócio. Ela gera receita, possibilita o crescimento da empresa, fortalece a marca e cria relacionamentos com os clientes. Além disso, a venda de produtos contribui para o desenvolvimento econômico, gerando empregos e movimentando a economia. Conclusão A venda de produtos é uma atividade essencial para qualquer negócio. Ela envolve diferentes etapas, desde a divulgação do produto até a entrega ao cliente. É importante utilizar estratégias de marketing eficientes, ter habilidades de negociação e garantir a satisfação do cliente. Com uma venda bem-sucedida, é possível alcançar o crescimento e o sucesso empresarial. VENDAS DE SERVIÇOS Já o conceito de serviço é definido, basicamente, como a realização de uma ou mais atividades no sentido de atender demandas, mas sem estar relacionado à uma mercadoria, já que ele é intangível. O termo proporciona uma ideia sobre o ato de servir algo ou alguém, não estando relacionado a algo palpável. Também chamada de prestação de serviços, é o processo de oferecer soluções para os clientes em determinada área. Esse processo pode ser efetuado por uma empresa, consultoria, empreendedor ou profissional autônomo. Em outras palavras, por qualquer organização ou pessoa que tenha experiência em uma área e ofereça sua mão de obra para um cliente. Um salão de beleza, por exemplo, oferece serviços de manicure, estética e cabeleireiro. Já um taxista oferece o próprio serviço de levar pessoas a diferentes lugares. Enquanto isso, um eletricista vende a sua mão de obra quando é contratado por um cliente. Todos esses exemplos têm algo em comum, que é o fato de vender serviços, certo? Mas existe outro denominador comum: nenhum deles oferece um produto tangível e materializado para o cliente. É diferente de uma loja de roupas, da qual o cliente sai com uma peça física em mãos. E essa é justamente a diferença entre serviço e produto  — algo que influencia diretamente na estratégia de vendas que você irá utilizar. COMO FUNIONA A VENDER SERVIÇOS Conheça seu público Entender quem é o seu público, incluindo seus desejos e necessidades, é a primeira etapa para montar a estratégia de marketing de conteúdo. Faça um planejamento de conteúdo O planejamento passa pela definição da linguagem que você vai utilizar, dos canais em que o conteúdo será disponibilizado, dos objetivos que você pretende alcançar e dos processos necessários para a criação do conteúdo em si. Invista em diferentes canais digitais Blogs, e-mail marketing, landing pages, e-books e redes sociais são alguns canais importantes do marketing de conteúdo. Quanto mais coordenadas forem as suas ações em cada canal, melhor para a formação de uma estratégia digital coesa e eficaz. Optando pelos canais mais utilizados pelo seu público, já que não adianta estar em uma plataforma em que ninguém vai se interessar pelo seu serviço. Foque no conteúdo de qualidade Para se relacionar com clientes no ambiente digital, tenha em mente uma prioridade: o seu conteúdo sempre deve apresentar qualidade. Como fazer a diferenciação dos dois conceitos. Tangibilidade Uma das principais diferenças está na tangibilidade, ou seja, um produto é algo que pode ser tocado, observado, podendo ter, inclusive, sua qualidade questionada por meio do toque, visão e, muitas vezes, do cheiro. O serviço é algo mais abstrato, que não pode ser tocado, observado ou sentido, tendo sua qualidade observada por meio de resultados da sua prestação. Propriedade É possível observar a diferença entre produtos e serviços por meio da propriedade. Ou seja, o produto é adquirido por um comprador e, depois, ele passa a ter posse sobre aquele item. No caso do serviço, essa posse não acontece. Isso porque, você pode contratar um curso, por exemplo, podendo usufruir de todos os seus ensinamentos, mas ele não é seu. Você não pode ter posse do serviço adquirido, podendo apenas utilizá-lo. Inclusive, na maioria das vezes, a prestação de serviço tem contrato e prazo de utilização, por exemplo. Perecibilidade Os produtos podem ser perecíveis, serem armazenados, podendo perder a validade ou até mesmo se esgotar, não tendo uma mudança relevante de valor ou até perdê-lo. No entanto, o mesmo não acontece com o serviço, já que seu valor é gerado a partir do consumo. Quando não há mais interesse, o fornecimento pode ser interrompido. Inseparabilidade A inseparabilidade é a relação existente entre o consumo de um produto que ao mesmo tempo demanda o consumo de um serviço. Por exemplo: Ao adquirir um lanche na franquia do Mc Donald's, você consome ao mesmo tempo o serviço oferecido pela franquia como atendimento rápido. Desta forma, o produto necessita de um serviço para que possa ser utilizado em sua totalidade. VENDA VAREJO Em sua forma mais básica, o varejo é o processo de venda de um produto feito por uma empresa diretamente ao seu cliente. Por isso, as transações no varejo ocorrem em um único ponto de contato, seja em uma loja física, seja em um site ou catálogo (por meio das vendas de um representante). O varejo difere-se do atacado por ser especificamente direcionado à venda ao público e não ser de grande escala — o varejista vende produtos diretamente ao usuário final (o consumidor) para o seu uso pessoal, e as transações de varejo são, em grande parte, feitas em menor escala. Como a maioria dos varejistas não fabrica seus próprios produtos, geralmente os itens vendidos são comprados dos atacadistas, em grande quantidade e para serem vendidas em porções menores. O comércio varejista existe em nosso país desde que o Brasil ainda era colônia. Naqueles tempos, produtos agrícolas como algodão, cana de açúcar e café já podiam ser comprados em pequenas quantidades nos chamados armazéns. O comerciante varejista era uma figura sempre presente, à frente da venda no balcão. Em 1649, foi fundada a Companhia Geral do Comércio do Brasil pela coroa portuguesa, com o intuito de fazer frente ao avanço dos colonos holandeses. Com a chegada da Família Real, em 1808, surgiram as primeiras lojas de luxo do Brasil e 100 anos depois seria fundada a primeira rede varejista: as Lojas Pernambucanas, em atividade até hoje. Já em 1966, foi fundado o primeiro shopping center do país, o Iguatemi, em São Paulo. Hoje, o varejo brasileiro está presente não só com lojas físicas, mas também na internet, com diversas cadeias operando no segmento de e-commerce. O varejo conta com processos sistematizados para atender a alta demanda de consumo dos clientes. Com uma cadeia de suprimentos (a cadeia de suprimentos do varejo abrange fabricantes, atacadistas, varejistas e o consumidor final) bem estabelecida, é possível oferecer bens e serviços com qualidade e no momento adequado para atender a real necessidade do mercado. Alguns elementos que interferem na operacionalidade do varejo são o comportamento de consumo do público, as tendências do mercado, a sazonalidade, as condições econômicas, de relevo e climáticas da região onde a empresa está estabelecida. Por isso, as operações no varejo também precisam se adaptar. Para atender as exigências do seu público, seja de forma abrangente ou personalizada, as empresas que se destacam nesse segmento também oferecem conteúdo e serviços complementares, capazes de guiar em toda etapa pela jornada do comprador, desde o conhecimento até o reconhecimento de valor pela marca. Existem diferentes empresas varejistas que se especializam para oferecer o melhor ao público, seja por meio de técnicas de vendas, seja por meio da segmentação. Cada um deles oferece experiências específicas. Departamento As lojas de departamentos vendem uma ampla variedade de mercadorias que são organizadas por categoria em diferentes seções no espaço físico de varejo. Algumas dessas categorias incluem sapatos, roupas, cosméticos, joias, utensílios domésticos, cama, mesa, banho, entre outros. Mercearias e supermercados São os varejistas que vendem todos os tipos de alimentos, bebidas, utensílios domésticos e, às vezes, eletroeletrônicos. Armazém São instalações em que são estocadas uma grande variedade de produtos embalados em maior volume. Geralmente, os preços são mais atraentes que os de outras empresas, mas não chegam a ser competitivos em relação aos do atacado. Nos armazéns também são vendidos produtos a granel ou em quantidades não disponíveis em outros pontos de venda. Especialista Empresas especialistas geralmente conquistaram reconhecimento de marca e atuam em um nicho específico. Por isso, vendem por categorias. A Nike, por exemplo, atua na categoria de roupas esportivas. Conveniência Assim como o nome sugere, o varejo nesse segmento é um ponto de venda em que os clientes têm acesso a uma quantidade limitada de mercadorias, mas em horários e locais onde geralmente não encontrariam outras opções no mercado. Por isso, empresas desse tipo fazem vendas pontuais por “conveniência”. Outlet Geralmente são multimarcas, ou seja, vendem uma grande variedade de produtos de outras empresas com preços abaixo do varejo. Para algumas marcas, por exemplo, isso significa despachar itens com defeitos leves, ou que serviram como mostruário. EX: Privalia Franquia A franquia é um modelo de negócio existente dentro do varejo. Inclui uma marca registrada e um portfólio já reconhecido pelo público. Como o negócio já está estabelecido, os empreendedores que assumem as atividades como uma franquia têm mais facilidade de se consolidar no mercado. Entretanto, os custos de manutenção são mais altos, pois o modelo exige padronização em todos os processos. Concessionária A concessionária combina o conceito da franquia com o varejo tradicional. Ela é licenciada para vender marcas específicas, mas ao contrário da franquia, não exige o pagamento de taxas para o licenciante. Quais as vantagens de investir em varejo? Relacionamento mais próximo com os clientes Um relacionamento mais próximo com o cliente beneficia tanto o comprador quanto o vendedor. Os pontos de venda permitem que os clientes vejam o que compram e, ao contrário das lojas online, oferecem uma gratificação instantânea, porque o cliente alcança o seu objetivo imediatamente. Portfólio mais abrangente Uma empresa de varejo pode comprar itens para a venda de vários atacadistas ou até diretamente dos fabricantes, o que aumenta o escopo para a sua atuação no mercado. Além disso, pode produzir os itens para a venda, o que aumenta significativamente as chances de lucratividade do negócio. Maior potencial de vendas Com um ponto de venda é possível vender uma variedade de produtos e expor aos clientes itens que eles nem sabiam que precisavam. Quais os principais desafios e as tendências do varejo? Saber o que é varejo não é suficiente para se adequar e responder positivamente às expectativas de consumo dos clientes. O setor tem muitos desafios, que podem ser transpostos por meio de inovação e ações estratégicas. Mudanças abruptas fizeram com que os empreendedores ampliassem a presença em outros canais, principalmente os digitais, mas também repensassem seus processos e as prioridades de venda em outros canais. Ser omnicanalidade é importante para ampliar a atuação no mercado e manter o setor em crescimento. Entretanto, é preciso inovar e manter estratégias consistentes em todos os âmbitos, mas, principalmente, em marketing, branding, vendas e logística. Um dos exemplos de empresas omnicanalidade é a Magazine Luiza. Esta grande rede de varejo do Brasil investiu, desde 2015, em transformações digitais, de forma a integrar suas operações online e offline. Isso gerou frutos: um crescimento de 241% nas vendas online e 51% nas lojas físicas entre 2015 e 2018, segundo a Forbes. Eles oferecem a opção Click and Collect, permitindo aos clientes comprar online e retirar na loja física. Além disso, possuem um sistema Mobile Vendas, em que os vendedores registram vendas em smartphones integrados ao e-commerce. Como ter sucesso atuando no varejo? Invista em Marketing Digital É possível compensar a perda de tráfego nos pontos de venda aumentando o investimento em marketing digital. Com isso, os varejistas podem adaptar suas estratégias para atender as mudanças no comportamento do consumidor e aproveitar outras formas de divulgação, como anúncios pagos e a amplitude das plataformas sociais. Use dados para embasar as decisões A alta disponibilidade de dados no contexto da transformação digital não pode ser em vão: é preciso aproveitar os insights produzidos com a análise de informações como históricos de compra, tendências do mercado e preferências pessoais dos clientes. Melhore a experiência dos clientes em pontos de contato. Seja qual for o ponto de contato escolhido, alguns requisitos de qualidade são unânimes: menos empecilhos na jornada de consumo, mais segurança no checkout (Checkout é a fase final da compra online, momento em que o cliente conclui o pedido no carrinho) e variedade de produtos, por exemplo. Esses elementos são ainda mais críticos em experiências digitais — a concorrência está a poucos cliques de distância: basta sair da página e usar um buscador. Logo, é preciso garantir velocidade de navegação, estabilidade de conexão e segurança durante o acesso dos usuários ao site institucional ou e-commerce do varejo. Outros requisitos abrangem responsividade, clareza das informações e processos fáceis para a conclusão da compra. Aproveite as facilidades oferecidas pela tecnologia. Adotar a tecnologia, seja para melhorar processos de gerenciamento, seja para promover uma compra mais acertada, é a melhor forma de otimizar as vendas no varejo. A experiência digital realmente é um diferencial nesse setor, tão pautado pela necessidade de experimentações. Uma loja de óculos, por exemplo, pode usar a realidade aumentada para ajudar o cliente a escolher o modelo certo para o seu formato de rosto antes da aquisição pela internet. É comum que as transações do varejo ocorram em pontos de venda. Entretanto, a transformação digital e a mudança de comportamento dos consumidores aceleraram a digitalização dos negócios, migrando os processos para a Internet e alterando as regras do mercado. As pessoas não deixarão de visitar as lojas físicas, mas tendem a priorizar experiências mais cômodas e inovadoras, principalmente nesses ambientes em que a adoção de tecnologia é o elemento-chave de diferenciação. Conforme já vimos, a experiência omnichannel (é uma estratégia que integra todos os canais de comunicação e vendas de uma empresa — físicos e digitais — para oferecer uma experiência de compra contínua, unificada e sem interrupções ao cliente) pode ser a melhor forma de garantir comodidade à experiência do cliente, que pode comprar um item por meio do canal mais conveniente e buscar o produto conforme a demanda e as mudanças em sua rotina. EX: o cliente pode iniciar uma conversa no Instagram, continuar no WhatsApp e finalizar no e-mail ou loja física, sem precisar repetir informações.
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Flashcards: VENDA VAREJO Em sua forma mais básica, o varejo é o processo de venda de um produto feito por uma empresa diretamente ao seu cliente. Por isso, as transações no varejo ocorrem em um único ponto de contato, seja em uma loja física, seja em um site ou catálogo (por meio das vendas de um representante). O varejo difere-se do atacado por ser especificamente direcionado à venda ao público e não ser de grande escala — o varejista vende produtos diretamente ao usuário final (o consumidor) para o seu uso pessoal, e as transações de varejo são, em grande parte, feitas em menor escala. Como a maioria dos varejistas não fabrica seus próprios produtos, geralmente os itens vendidos são comprados dos atacadistas, em grande quantidade e para serem vendidas em porções menores. O comércio varejista existe em nosso país desde que o Brasil ainda era colônia. Naqueles tempos, produtos agrícolas como algodão, cana de açúcar e café já podiam ser comprados em pequenas quantidades nos chamados armazéns. O comerciante varejista era uma figura sempre presente, à frente da venda no balcão. Em 1649, foi fundada a Companhia Geral do Comércio do Brasil pela coroa portuguesa, com o intuito de fazer frente ao avanço dos colonos holandeses. Com a chegada da Família Real, em 1808, surgiram as primeiras lojas de luxo do Brasil e 100 anos depois seria fundada a primeira rede varejista: as Lojas Pernambucanas, em atividade até hoje. Já em 1966, foi fundado o primeiro shopping center do país, o Iguatemi, em São Paulo. Hoje, o varejo brasileiro está presente não só com lojas físicas, mas também na internet, com diversas cadeias operando no segmento de e-commerce. O varejo conta com processos sistematizados para atender a alta demanda de consumo dos clientes. Com uma cadeia de suprimentos (a cadeia de suprimentos do varejo abrange fabricantes, atacadistas, varejistas e o consumidor final) bem estabelecida, é possível oferecer bens e serviços com qualidade e no momento adequado para atender a real necessidade do mercado. Alguns elementos que interferem na operacionalidade do varejo são o comportamento de consumo do público, as tendências do mercado, a sazonalidade, as condições econômicas, de relevo e climáticas da região onde a empresa está estabelecida. Por isso, as operações no varejo também precisam se adaptar. Para atender as exigências do seu público, seja de forma abrangente ou personalizada, as empresas que se destacam nesse segmento também oferecem conteúdo e serviços complementares, capazes de guiar em toda etapa pela jornada do comprador, desde o conhecimento até o reconhecimento de valor pela marca. Existem diferentes empresas varejistas que se especializam para oferecer o melhor ao público, seja por meio de técnicas de vendas, seja por meio da segmentação. Cada um deles oferece experiências específicas. Departamento As lojas de departamentos vendem uma ampla variedade de mercadorias que são organizadas por categoria em diferentes seções no espaço físico de varejo. Algumas dessas categorias incluem sapatos, roupas, cosméticos, joias, utensílios domésticos, cama, mesa, banho, entre outros. Mercearias e supermercados São os varejistas que vendem todos os tipos de alimentos, bebidas, utensílios domésticos e, às vezes, eletroeletrônicos. Armazém São instalações em que são estocadas uma grande variedade de produtos embalados em maior volume. Geralmente, os preços são mais atraentes que os de outras empresas, mas não chegam a ser competitivos em relação aos do atacado. Nos armazéns também são vendidos produtos a granel ou em quantidades não disponíveis em outros pontos de venda. Especialista Empresas especialistas geralmente conquistaram reconhecimento de marca e atuam em um nicho específico. Por isso, vendem por categorias. A Nike, por exemplo, atua na categoria de roupas esportivas. Conveniência Assim como o nome sugere, o varejo nesse segmento é um ponto de venda em que os clientes têm acesso a uma quantidade limitada de mercadorias, mas em horários e locais onde geralmente não encontrariam outras opções no mercado. Por isso, empresas desse tipo fazem vendas pontuais por “conveniência”. Outlet Geralmente são multimarcas, ou seja, vendem uma grande variedade de produtos de outras empresas com preços abaixo do varejo. Para algumas marcas, por exemplo, isso significa despachar itens com defeitos leves, ou que serviram como mostruário. EX: Privalia Franquia A franquia é um modelo de negócio existente dentro do varejo. Inclui uma marca registrada e um portfólio já reconhecido pelo público. Como o negócio já está estabelecido, os empreendedores que assumem as atividades como uma franquia têm mais facilidade de se consolidar no mercado. Entretanto, os custos de manutenção são mais altos, pois o modelo exige padronização em todos os processos. Concessionária A concessionária combina o conceito da franquia com o varejo tradicional. Ela é licenciada para vender marcas específicas, mas ao contrário da franquia, não exige o pagamento de taxas para o licenciante. Quais as vantagens de investir em varejo? Relacionamento mais próximo com os clientes Um relacionamento mais próximo com o cliente beneficia tanto o comprador quanto o vendedor. Os pontos de venda permitem que os clientes vejam o que compram e, ao contrário das lojas online, oferecem uma gratificação instantânea, porque o cliente alcança o seu objetivo imediatamente. Portfólio mais abrangente Uma empresa de varejo pode comprar itens para a venda de vários atacadistas ou até diretamente dos fabricantes, o que aumenta o escopo para a sua atuação no mercado. Além disso, pode produzir os itens para a venda, o que aumenta significativamente as chances de lucratividade do negócio. Maior potencial de vendas Com um ponto de venda é possível vender uma variedade de produtos e expor aos clientes itens que eles nem sabiam que precisavam. Quais os principais desafios e as tendências do varejo? Saber o que é varejo não é suficiente para se adequar e responder positivamente às expectativas de consumo dos clientes. O setor tem muitos desafios, que podem ser transpostos por meio de inovação e ações estratégicas. Mudanças abruptas fizeram com que os empreendedores ampliassem a presença em outros canais, principalmente os digitais, mas também repensassem seus processos e as prioridades de venda em outros canais. Ser omnicanalidade é importante para ampliar a atuação no mercado e manter o setor em crescimento. Entretanto, é preciso inovar e manter estratégias consistentes em todos os âmbitos, mas, principalmente, em marketing, branding, vendas e logística. Um dos exemplos de empresas omnicanalidade é a Magazine Luiza. Esta grande rede de varejo do Brasil investiu, desde 2015, em transformações digitais, de forma a integrar suas operações online e offline. Isso gerou frutos: um crescimento de 241% nas vendas online e 51% nas lojas físicas entre 2015 e 2018, segundo a Forbes. Eles oferecem a opção Click and Collect, permitindo aos clientes comprar online e retirar na loja física. Além disso, possuem um sistema Mobile Vendas, em que os vendedores registram vendas em smartphones integrados ao e-commerce. Como ter sucesso atuando no varejo? Invista em Marketing Digital É possível compensar a perda de tráfego nos pontos de venda aumentando o investimento em marketing digital. Com isso, os varejistas podem adaptar suas estratégias para atender as mudanças no comportamento do consumidor e aproveitar outras formas de divulgação, como anúncios pagos e a amplitude das plataformas sociais. Use dados para embasar as decisões A alta disponibilidade de dados no contexto da transformação digital não pode ser em vão: é preciso aproveitar os insights produzidos com a análise de informações como históricos de compra, tendências do mercado e preferências pessoais dos clientes. Melhore a experiência dos clientes em pontos de contato. Seja qual for o ponto de contato escolhido, alguns requisitos de qualidade são unânimes: menos empecilhos na jornada de consumo, mais segurança no checkout (Checkout é a fase final da compra online, momento em que o cliente conclui o pedido no carrinho) e variedade de produtos, por exemplo. Esses elementos são ainda mais críticos em experiências digitais — a concorrência está a poucos cliques de distância: basta sair da página e usar um buscador. Logo, é preciso garantir velocidade de navegação, estabilidade de conexão e segurança durante o acesso dos usuários ao site institucional ou e-commerce do varejo. Outros requisitos abrangem responsividade, clareza das informações e processos fáceis para a conclusão da compra. Aproveite as facilidades oferecidas pela tecnologia. Adotar a tecnologia, seja para melhorar processos de gerenciamento, seja para promover uma compra mais acertada, é a melhor forma de otimizar as vendas no varejo. A experiência digital realmente é um diferencial nesse setor, tão pautado pela necessidade de experimentações. Uma loja de óculos, por exemplo, pode usar a realidade aumentada para ajudar o cliente a escolher o modelo certo para o seu formato de rosto antes da aquisição pela internet. É comum que as transações do varejo ocorram em pontos de venda. Entretanto, a transformação digital e a mudança de comportamento dos consumidores aceleraram a digitalização dos negócios, migrando os processos para a Internet e alterando as regras do mercado. As pessoas não deixarão de visitar as lojas físicas, mas tendem a priorizar experiências mais cômodas e inovadoras, principalmente nesses ambientes em que a adoção de tecnologia é o elemento-chave de diferenciação. Conforme já vimos, a experiência omnichannel (é uma estratégia que integra todos os canais de comunicação e vendas de uma empresa — físicos e digitais — para oferecer uma experiência de compra contínua, unificada e sem interrupções ao cliente) pode ser a melhor forma de garantir comodidade à experiência do cliente, que pode comprar um item por meio do canal mais conveniente e buscar o produto conforme a demanda e as mudanças em sua rotina. EX: o cliente pode iniciar uma conversa no Instagram, continuar no WhatsApp e finalizar no e-mail ou loja física, sem precisar repetir informações. Vendas de produtos e serviços VENDA DE PRODUTO É uma atividade fundamental para qualquer negócio. Trata-se do processo de comercialização de bens tangíveis, que podem ser físicos ou digitais, para os consumidores. Essa transação envolve a troca de valor, onde o comprador adquire um produto em troca de dinheiro ou outro tipo de pagamento. Como funciona a venda de produtos? A venda de produtos ocorre por meio de diferentes canais, como lojas físicas, e-commerce, marketplaces, entre outros. O processo geralmente envolve etapas como a divulgação do produto, a negociação com o cliente, a finalização da venda e a entrega do produto. Exemplos de vendas de produtos incluem a venda de roupas, calçados, eletrodomésticos, plantas, entre outros. Divulgação do produto A divulgação do produto é uma etapa crucial para o sucesso da venda. É necessário criar estratégias de marketing que atraiam a atenção do público-alvo, destacando os benefícios e diferenciais do produto. Isso pode ser feito por meio de campanhas publicitárias, presença nas redes sociais, e-mail marketing, entre outras estratégias. Negociação com o cliente A negociação com o cliente é o momento em que ocorre a interação entre vendedor e comprador. Nessa etapa, é importante entender as necessidades e desejos do cliente, apresentar as opções disponíveis e buscar um acordo que seja vantajoso para ambas as partes. A habilidade de negociação é fundamental para fechar a venda. Finalização da venda A finalização da venda envolve a formalização do acordo entre vendedor e comprador. Nessa etapa, são definidos os termos da transação, como preço, prazo de entrega, forma de pagamento, entre outros. É importante que todas as informações sejam claras e transparentes, para evitar problemas futuros. Entrega do produto A entrega do produto é a última etapa da venda. Dependendo do tipo de produto e do canal de venda, a entrega pode ser feita de diferentes formas, como envio pelos correios, entrega por transportadora ou retirada na loja física. É fundamental garantir que o produto chegue ao cliente em perfeitas condições e dentro do prazo estabelecido. TIPOS DE VENDAS DE PRODUTOS Venda direta - é a comercialização de produtos ou serviços diretamente ao consumidor final, sem intermediários, seja presencialmente ou por canais digitais. Venda por atacado - é a comercialização de produtos em grandes quantidades, geralmente para empresas ou revendedores, com preços unitários mais baixos que no varejo. Venda online - referem-se ao processo de comercialização de produtos ou serviços através da internet. Venda por catálogo - é um modelo de negócio no qual produtos são oferecidos aos consumidores através de catálogos impressos ou digitais. Importância da venda de produtos A venda de produtos é fundamental para o funcionamento de qualquer negócio. Ela gera receita, possibilita o crescimento da empresa, fortalece a marca e cria relacionamentos com os clientes. Além disso, a venda de produtos contribui para o desenvolvimento econômico, gerando empregos e movimentando a economia. Conclusão A venda de produtos é uma atividade essencial para qualquer negócio. Ela envolve diferentes etapas, desde a divulgação do produto até a entrega ao cliente. É importante utilizar estratégias de marketing eficientes, ter habilidades de negociação e garantir a satisfação do cliente. Com uma venda bem-sucedida, é possível alcançar o crescimento e o sucesso empresarial. VENDAS DE SERVIÇOS Já o conceito de serviço é definido, basicamente, como a realização de uma ou mais atividades no sentido de atender demandas, mas sem estar relacionado à uma mercadoria, já que ele é intangível. O termo proporciona uma ideia sobre o ato de servir algo ou alguém, não estando relacionado a algo palpável. Também chamada de prestação de serviços, é o processo de oferecer soluções para os clientes em determinada área. Esse processo pode ser efetuado por uma empresa, consultoria, empreendedor ou profissional autônomo. Em outras palavras, por qualquer organização ou pessoa que tenha experiência em uma área e ofereça sua mão de obra para um cliente. Um salão de beleza, por exemplo, oferece serviços de manicure, estética e cabeleireiro. Já um taxista oferece o próprio serviço de levar pessoas a diferentes lugares. Enquanto isso, um eletricista vende a sua mão de obra quando é contratado por um cliente. Todos esses exemplos têm algo em comum, que é o fato de vender serviços, certo? Mas existe outro denominador comum: nenhum deles oferece um produto tangível e materializado para o cliente. É diferente de uma loja de roupas, da qual o cliente sai com uma peça física em mãos. E essa é justamente a diferença entre serviço e produto  — algo que influencia diretamente na estratégia de vendas que você irá utilizar. COMO FUNIONA A VENDER SERVIÇOS Conheça seu público Entender quem é o seu público, incluindo seus desejos e necessidades, é a primeira etapa para montar a estratégia de marketing de conteúdo. Faça um planejamento de conteúdo O planejamento passa pela definição da linguagem que você vai utilizar, dos canais em que o conteúdo será disponibilizado, dos objetivos que você pretende alcançar e dos processos necessários para a criação do conteúdo em si. Invista em diferentes canais digitais Blogs, e-mail marketing, landing pages, e-books e redes sociais são alguns canais importantes do marketing de conteúdo. Quanto mais coordenadas forem as suas ações em cada canal, melhor para a formação de uma estratégia digital coesa e eficaz. Optando pelos canais mais utilizados pelo seu público, já que não adianta estar em uma plataforma em que ninguém vai se interessar pelo seu serviço. Foque no conteúdo de qualidade Para se relacionar com clientes no ambiente digital, tenha em mente uma prioridade: o seu conteúdo sempre deve apresentar qualidade. Como fazer a diferenciação dos dois conceitos. Tangibilidade Uma das principais diferenças está na tangibilidade, ou seja, um produto é algo que pode ser tocado, observado, podendo ter, inclusive, sua qualidade questionada por meio do toque, visão e, muitas vezes, do cheiro. O serviço é algo mais abstrato, que não pode ser tocado, observado ou sentido, tendo sua qualidade observada por meio de resultados da sua prestação. Propriedade É possível observar a diferença entre produtos e serviços por meio da propriedade. Ou seja, o produto é adquirido por um comprador e, depois, ele passa a ter posse sobre aquele item. No caso do serviço, essa posse não acontece. Isso porque, você pode contratar um curso, por exemplo, podendo usufruir de todos os seus ensinamentos, mas ele não é seu. Você não pode ter posse do serviço adquirido, podendo apenas utilizá-lo. Inclusive, na maioria das vezes, a prestação de serviço tem contrato e prazo de utilização, por exemplo. Perecibilidade Os produtos podem ser perecíveis, serem armazenados, podendo perder a validade ou até mesmo se esgotar, não tendo uma mudança relevante de valor ou até perdê-lo. No entanto, o mesmo não acontece com o serviço, já que seu valor é gerado a partir do consumo. Quando não há mais interesse, o fornecimento pode ser interrompido. Inseparabilidade A inseparabilidade é a relação existente entre o consumo de um produto que ao mesmo tempo demanda o consumo de um serviço. Por exemplo: Ao adquirir um lanche na franquia do Mc Donald's, você consome ao mesmo tempo o serviço oferecido pela franquia como atendimento rápido. Desta forma, o produto necessita de um serviço para que possa ser utilizado em sua totalidade.
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Prof. Michele Marques
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Resumo
O Varejo no Brasil: Tradição e Transformação Digital
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Prof. Michele Marques
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Iara Tip

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