Fala aí, turma. Boa noite. Começamos começando, né, aí oficialmente a nossa certificação especialista DNS Server. Então, vamos estar juntos aí nas nessas três segundas-feiras, né, hoje, a próxima e a próxima falando e focando aqui nos recursos e nas configurações do serviço de DNS, tanto externo quanto interno, dentro do Windows Server. Beleza, todo mundo enxergando aqui o áudio tá legal, podemos começar. Show de bola. Então, vamos lá. Primeira coisa, né, antes da gente começar a ver a parte de instalação, de configuração. É bom a gente só fazer uma revisão rápida, né, aqui do de algumas consultas eh DNS, né? Então, primeiro, né, vamos só dar um passo atrás. Primeiro, por que que eu preciso do DNS Server? Então, quando a gente pega o a arquitetura de de conectividade, né, arquitetura de rede, seja o modelo OS, seja o TCP, a última camada que a gente a gente tem é a camada que a gente chama de física. E ali efetivamente é onde trafegam as informações entre uma origem e um destino. Então tenho lá a pilha de protocolo ali no modelo OSE. A última camada é a camada física, né? E e a conexão efetiva A troca de informação entre uma origem e destino é feita por essa camada. Só que essa camada ela só trafega binário. Então aqui o que eu vou ter aqui trafegando aqui são os endereços binários, ou seja, A máquina, quando ela vai fazer essa comunicação entre origem e destino, ela não consegue falar através de nomes. Então aqui por trás são endereços IPs e ainda no formato binário. Só que aí o próprio sistema operacional ali junto com a com a com a com essa camada física, ele faz a tradução ali de endereço IP decimal para binário para fazer essa conexão. Mas aqui o mais importante é entender que Essa conexão efetiva não é feita através de nome. Quando a gente fala de nome, essa parte de nome, ela fica na última camada, né? Que quando a gente vê de cima para baixo é a primeira, mas geralmente a gente quando vê a a o modelo os TCP é de baixo para cima. Então lá na última camada, pegar uma outra cor aqui, lá na última camada a gente tem a camada de aplicação. Então aqui camada de aplicação e é dentro dessa camada, por exemplo, que tá o meu serviço de DNS. Então tá numa camada lá em cima. Então para que uma conexão aconteça entre origem e destino por nome, o DNS que tá nessa camada de aplicação, ele tem que traduzir esse nome pro endereço IP. Então ele devolve pro cliente que tá fazendo a consulta o endereço IP para que quando chegar aqui na camada física ele consiga fazer essa conexão com o destino. Então, é por isso que há a necessidade de ter eh servidores DNS nos ambientes. Por isso que a gente não consegue trabalhar sem servidores DNS, porque se não existissem servidores DNS, eu iria ser obrigado a trabalhar somente com endereço IP. OK? Outra revisãozinha, quando a gente fala de DNS, Eu tenho dois tipos de consultas que podem ser disparadas e tratadas pelo servidor DNS. A gente tem a consulta que é, por exemplo, quando o cliente da minha rede, tá? O cliente aqui pode ser um servidor aqui, é o cliente que precisa resolver o nome quando ele envia essa consulta pro servidor DNS. Esse tipo de consulta é uma consulta que a gente chama de recursiva. Que que é essa consulta recursiva? É o cliente, né? A gente chama isso aqui do resolver DNS, disparando uma consulta pro servidor DNS e ele vai ficar aguardando uma resposta. Que que isso significa? O meu servidor DNS, ele não a o meu cliente que disparou essa consulta recursiva, ele não interage com outros servidores DNS, ele envia uma consulta e fica só aguardando a resposta negativa ou positiva. Então isso é uma consulta recursiva. A gente tem também as consultas interativas, colocar aqui DNS provedor, por exemplo. Que que são essas consultas interativas? É quando o meu servidor DNS encaminha a consulta para outros servidores DNS e esse servidor DNS devolve a consulta pro meu servidor DNS com uma resposta para que ele consulte outros servidores DNS. Então aqui tem a ver com servidores DNS globais. Aqui tem a ver como funciona a resolução de nome dentro da internet. Então, meu DNS dispara uma consulta pro servidor DNS. Geralmente esse servidor DNS aqui é o servidor DNS Rot. O servidor DNS ROT não resolve nome, mas ele conhece quem tá abaixo dele ali no na hierarquia de primeiro nível. Então ele devolve essa consulta pro DNS para que o meu servidor DNS consulte um outro servidor DNS. aqui se fica mais fácil. Então aqui nesse caso, o DNS root devolve pro meu DNS o endereço IP desse servidor DNS, que pode ser onde está o meu domínio. Aí meu servidor DNS vai lá e bate nesse cara. Então quando meu servidor DNS consulta um servidor recebe uma resposta para consultar outro servidor, isso aqui é o que a gente chama de consulta. interativa. Resumindo, consulta recursiva. O resolver manda a consulta pro servidor DNS e só aguarda a resposta. Ele não vai interagir com outros servidores DNS, ele só aguarda. Consulta interativa é quando o meu servidor DNS dispara uma consulta para o servidor DNS ROT e ele vai interagir com outros servidores DNS que não são servidores DNS root. Então ele sempre sempre vai fazer esse meio de campo. Dispara a consulta, recebe, dispara a consulta pro outro servidor DNS, recebe até conseguir resolver o nome. Então essa consulta interativa, essa parte aqui é o que acontece dentro da internet, essas consultas iterativas. Isso aqui é o que acontece dentro da nossa rede local, consulta recursiva, tá? A gente vai, conforme for montando o ambiente, a gente vai entrar um pouco mais no o detalhe aqui dessas consultas iterativas e recursivas, tá? Aqui só pra gente dar uma revisãozinha pra gente começar a fazer a instalação do DNS. Beleza? O serviço de DNS ele é um serviço que ele já vem embutido no sistema operacional. Então eu não preciso baixar pacote, eu não preciso fazer nada. Basta eu habilitar a minha RLE de DNS e fazer as configurações. Então, Tô aqui na minha máquina, eh, aqui já no meu server manager aqui. Se eu clicar aqui em manage, eu tenho aqui a DD Ry Feature. Ou eu posso vir aqui na opção dois e clicar aqui também em add rolly feature. Então, tudo que eu tenho dentro do Windows, eh, que é possível instalar, Active Director, DHCP, Cluster, Wus, Backup, então todos esses recursos que fazem parte do sistema operacional, a gente chama de RLE ou feature. Então, para eu adicionar esses recursos, eu venho aqui, ele traz aqui pra gente o assistentezinho próximo. O DNS é uma rolly based, né? A gente tem aqui duas divisões, né? R based, feature based, quando é AD, DNS, DHCP, Ferver, ADFS, ADRMS, ADCS, Cluster, NLB, os principais recursos. E a opção de baixo é quando a gente trabalha com alguma infraestrutura de e desktop virtual. Ó, então aqui onde entra a parte do RDS. Então tudo que for relacionado à infraestrutura virtual essa segunda opção. As demais fica aqui na primeira. Então o nosso caso é a primeira. Aqui o nome do meu servidor e aqui eu tenho todas as roles que estão disponíveis aqui dentro do Windows Server. E se eu der um próximo aqui, ele vai me mostrar todas as feit que eu tenho disponíveis no Windows Server. Então eu tenho essa divisão de roles e feature. Ele tá pedindo aqui para eu reiniciar. Deixa eu já reiniciar, senão ele vai dar falha na hora que eu subir o DNS, tá? Então tudo que eu preciso adicionar dentro do meu Windows Server, isso vai ficar dentro de uma ou vai ser uma role, onde eu faço a adição, ou vai ser uma feature. A maioria das roles de feature, depois que eu habilito ela, eu preciso fazer com configurações adicionais. Um caso desse é o que a gente vai instalar, que é o DNS. Então, depois que eu suba a RLE de DNS, eu ainda preciso fazer uma série de configurações para que o meu servidor DNS possa resolver nome ali para um domínio específico. Vamos só esperar ele subir aqui. Beleza. Subindo. Beleza, subiu aqui a nossa máquina e vai subir o server manager. Só esperar ele carregar. Beleza. Adicionar Rolling. Next. Next. Next. E aqui eu tenho a roll DNS server, só marcar o checkbox. Ele traz esse popup falando para administrar eh instalar a ferramenta de administração do DNS. Então vou dar um add para ele já adicionar para mim. Next. Next. Aqui ele fala um pouquinho do DNS. Next. Instal. Então aqui ele vai instalar pra gente a RLE e a ferramenta de gerenciamento do DNS. Quanto ele instala aqui, né, eu poderia também fazer essa instalação do DNS através do Power Shell. Como que eu poderia instalar o serviço de DNS através do Power Shell? Eu posso, né? Ah, tô em dúv. de como que é escrito o serviço de DNS para que o Power Shell entenda. Eu posso dar um gets feature. Só dar um em tab aqui, ele vai completar para mim. Opa, Windows feature. Ele vai me trazer todas aquelas roles e features que a gente viu. Então eu tenho que localizar aqui o DNS aqui em cima. Ó, DNS. Que nome que eu tenho que dar? DNS. Então é só rodar um install Windows feature name DNS. E aqui lembra, né, quando eu fiz vi interface gráfica, ele falou para eu instalar as ferramentas, a a ferramenta para administrar o DNS. Aqui eu posso usar o parâmetro include management tool. Então, rodar esse comando, vai fazer a mesma coisa que eu fiz via interface gra gráfica. Tá bem simples, ó. Instalação aconteceu com sucesso. Posso fechar agora aqui em tools eu tenho a minha ferramenta DNS. Então essa é a cara do serviço de DNS. Bem simples, a instalação, basicamente next, next, finish ou aqui via PowerShell, um comandinho bem simples aqui para que a gente possa subir aqui o DNS. Só o que acontece O DMS, para que ele possa resolver nome para domínios, ele precisa eh ter o que a gente chama de zona DNS, né? Que que é zona DNS? É onde vai ficar hospedado o meu domínio, né, logicamente, onde ele vai ficar hospedado e é onde eu vou criar todos os registros para resolver nome ou utilizar serviços para aquele domínio específico. OK? Só que olha que interess interessante por padrão, quando o DNS sobe, ele sobe sem nenhuma configuração de zona DNS, de domínio, ele aparece totalmente em branco. Só que esse DNS, se eu simplesmente colocar ele na rede, então imagina que eu acabei de subir isse aqui no meu ambiente e coloquei esse servidor DNS lá para rodar. E eu fui lá na nas interfaces de rede dos meus clientes e tô apontando os clientes para esse servidor DNS. Esse servidor DNS, ele não vai poder resolver nome para nenhum domínio. que ele seja autoritativo, porque ele não tem nenhuma zona DNS ainda. Mas esse servidor, mesmo sem configuração nenhuma, ele pode ser utilizado para fazer resolução de nome na internet consultando servidores roots, desde que tem as devidas liberações de fire, né, porta 53 liberada pra internet. Então esse servidor sem nenhuma configuração, eu já conseguiria fazer isso, né? Geralmente a gente chama isso aqui de DNS Cash. Então vai ser um DNS só para acessar a internet e ele vai armazenar aquelas informações em cas para que os clientes que precisa acessar aqueles nomes constantemente não precisa fazer toda a resolução de nome externo. Por que que ele faz isso? Aqui dentro das configurações do servidor DNS existe uma aba aqui chamada de root hints, que nada mais nada menos é do que os meus servidores DNS root, que são servidores DNS globais. Então são servidores DNS utilizado para resolução de nome na internet. Então sempre são utilizados esses servidores. E o Windows já vem configurado aqui com esses servidores. Então, se o meu servidor DNS tiver liberação paraa internet na porta 53, esse servidor eu já consigo utilizar ele para acessar sites da internet, por exemplo. OK? Mas aqui a gente tá começando pel um DNS local. Não é o propósito a gente aprofundar nisso agora, mas a gente vai aprofundar quando a gente tiver falando de DNS externo. Mas só para vocês saberem, o DNS, mesmo não tendo nenhuma configuração. O padrão que ele me oferece já dá para eu fazer alguma coisa que seria resolver nomes de internet, desde que eu tenha as devidas liberações, por conta das configurações padrões que já vem setada aqui, que são servidores DNS globais. OK? Quando a gente precisa começar a configurar o nosso servidor DNS para que ele resolva nome pro nosso domínio, isso fica dentro de zonas DNS. Zonas DNS. Eu posso ter, na verdade posso não, né? Eu tenho dois tipos de configurações para zonas DNS. A gente tem esse word lookup zone, que é a que a gente, né, a tradução, uma zona de pesquisa direta, ou seja, a zona de pesquisa direta chega o nome e ele vai traduzir aquilo pro endereço IP. Então, dentro dessa zona DNS aqui direta, eu vou ter registros dentro do DNS. que mapeia um nome e o respectivo endereço IP. E a gente tem também a zona reversa, né? A zona reversa ela faz o processo inverso. Enquanto na zona de pesquisa direta chega o nome, eu traduzo pro IP. Na zona reversa, ele pega um um IP e traduz aquilo para um nome. Isso aqui é uma espécie de double check. Algumas soluções utilizam aqui desse recurso. Algumas soluções. O que que elas fazem? Ah, eu quero resolver o nome A, eu quero ver qual que é o endereço IP associado com esse nome A. Beleza? Resolvi o nome A pro endereço IPX. Agora, o endereço IPX realmente aponta pro nome A, então é uma espécie de double check. Então, algumas soluções utilizam a zona reversa. Entre essas soluções, a gente tem principalmente soluções de antispan e também, né, a gente vai utilizar aqui, eh, provavelmente na última aula aula, uma ferramenta de linha de comando chamado de NS Lucap. E o NS Lucap, se eu não tiver uma zona reversa, não é que ele falha, eu continuo utilizando, só que ele não vai me trazer ali algumas informações, tá? Mas é totalmente funcional. Ah, eu preciso, então, para usar o NS Lucap, eu preciso da zona reversa. Não, é que ele tem uma parte que ele vai trazer ali como desconhecido, tá? E algumas configurações que a gente vai fazer também na segunda aula, a gente vai ver que ele vai falhar. Mas por que que ele tá falhando? Porque não tem a zona reversa, mas ele deixa funcionar, tá? Aqui é só para vocês entenderem. Então, a zona reversa vai vir o endereço IP e ele vai ver o nome que tá associado àquele endereço IP. Beleza? Então, quando a gente instala o serviço de DNS, então geralmente a gente instala, eu quero que o meu servidor DNS responda e resolva nome para o meu domínio. Então, a primeira coisa que eu tenho que fazer é configurar esse domínio dentro do meu DNS, tá? Aqui, pessoal, a gente tá focando em DNS interno, tá? Nas próximas aulas a gente vai falar de DNS externo, porque aí eu quero trazer algumas outras coisas que a gente precisa fazer. Então, aqui eu tô focando em DNS interno pra minha rede corporativa. Então, ah, eu quero trabalhar com domínio X na minha rede corporativa. Como que eu vou fazer para resolver nome para esse domínio X? Então, primeira coisa que eu preciso fazer é subir a zona DNS para esse domínio. OK? Como que eu faço isso? Botão direito aqui na zona de pesquisa direta, que é aquela que vai resolver o nome para o endereço IP, o principal. E eu clico aqui, new zone. Próximo. Aqui ele vai trazer pra gente três opções e um checkbox ali que a gente vai ver também em aulas posteriores. Então, ele traz para mim Cara, você quer criar uma zona DNS primária, você quer criar uma zona DNS secundária ou você quer criar uma zona DNS stub. Então são os três tipos de zonas que eu tenho que escolher aqui durante a configuração da minha zona DNS. E aqui embaixo ele deixa um checkbox, né? Mas se vocês notarem ele tá desmarcado, eu não consigo marcar. Se eu quero armazenar essas configurações do DNS dentro do Active Director, só que isso Aqui ele só habilita essa configuração se o servidor DNS que eu estou configurando também for domain controller. Aí ele habilita, tá? A gente vai fazer isso provavelmente na próxima aula. Então a gente vai focar aqui primária, secundária, stub. Zona primária é uma zona aonde o meu acesso a essa zona é de leitura e gravação. Ou seja, se eu quero criar uma zona de pro meu domínio dentro do servidor DNS e eu quero criar registro, poder editar registro, poder deletar registro, isso precisa estar dentro de uma zona primária. A zona primária é onde eu vou ter os registros com acesso de leitura e gravação. Então, os meus clientes vão poder ler para resolver o nome e eu, como administrador, vou conseguir entrar numa zona primária para criar novos registros, para editar novos eh editar registros dele. registros por aí vai. Zona secundária, ela é uma cópia de uma zona que existe em outro servidor. Então, a zona secundária, ela é uma zona somente leitura. Então, eu não consigo fazer alterações, eu não consigo criar registro, eu não consigo editar registros, deletar registro em uma zona secundária. Ela é somente leitura. E leitura da onde? Ela é leitura de uma a zona primária. Por que que existe a zona secundária? É um dos meios da gente ter uma redundância da zona DNS, que eu posso ter uma zona DNS primária e eu posso ter uma zona DNS secundária. Essa zona DNS secundária é uma cópia da primária. Tudo que acontece na primária, ele replica pra secundária. Então eu tenho aqui uma redundância. Só que toda vez que eu precisar alterar registros, editar, deletar, eu faço na primária e ele replica paraa secundária. Na secundária eu não consigo fazer isso, mas os clientes conseguem ir no servidor DNS secundário para fazer resolução de nome, porque a resolução de nome eu não preciso de leitura e gravação. OK? Por que que isso aqui é importante? Quando a gente trabalha com o serviço DNS, que ele não está integrado ao Active Director, que é o nosso caso, para cada domínio, eu só posso ter uma zona primária. Então não posso ter duas zona primária se essa zona não está integrada ao active director. Então só posso ter uma zona primária por domínio. Ah, o que acontece se eu configurar duas zona primária pro mesmo domínio? Elas não vão se conversar. É como se fosse dois servidores totalmente apartado, mesmo sendo o mesmo domínio. Eles não trocam informações. A única forma de uma zona DNS que não está integrada ao Active Director trocar informações com o outro DNS é se o outro DNS tiver uma zona secundária. Então, gravem muito bem isso. Então, quando o DNS não está integrado ao Active Director, uma zona primária por domínio, as demais obrigatoriamente precisam ser secundárias, tá? Ah, mas e se eu tiver precisar de redundância em 10 servidores de DNS? Um primário, nove secundário, tá? Mas aqui a gente vai fazer isso na prática na na segunda aula eu consigo a qualquer momento, né? Porque alguns podem eh alguns de vocês podem estar se perguntando, mas beleza, eu tenho um primário e o resto secundário. E se eu tiver problema com primário, eu consigo a qualquer momento nomear qualquer secundário como primário, tá? Isso sem disponibilidade é uma pequena alteração, tá? Mas eu não posso esquecer, eu só posso ter um primário. Então, ah, tive problema no primário, eu fui lá e Nomeei um secundário como primário agora, ah, o meu primário voltou, ressuscitou. Eu não posso esquecer de remover um, eu só posso ter um primário. Se eu deixar dois, eles não trocam informações. E por fim, a zona stub. Para que que serve essa zona stub? Essa zona stub, ela tem um registro, né? Na verdade, não é que ela tem todos, toda zona DNS, ela tem um registro chamado de NS, que é o name server. Esse registro, a responsabilidade dele é apontar qual o servidor DNS é autoritativo para responder consultas daquele domínio específico. Então, uma zonub a gente utiliza, por exemplo, quando eu tô lá na minha empresa com meu domínio e eu tenho, por exemplo, um parceiro, esse parceiro tem o domínio dele, só que a minha empresa, eu tenho várias aplicações que constantemente precisam acessar aplicações nesse parceiro. através de nome. Então, o que que eu posso fazer nesse cenário? Eu posso criar uma zona stub e lá no INS dessa zona STubo para o servidor DNS do meu parceiro. Então, vou lá e coloco o endereço IP do servidor DNS do meu parceiro. Toda vez que houver uma consulta para aquele domínio do parceiro, ele vai bater no DNS, vai ver que tem uma zona STub, vai pegar o endereço que tá no NS e vai consultar o servidor DNS direto do parceiro, tá? Então, a zona STub Ela vai funcionar ali como se fosse um encaminhador. A gente vai falar bastante sobre encaminhador, mas ela vai funcionar basicamente. Ah, preciso resolver nome para uma um domínio parceiro que eu não sou autoritativo. Eu posso criar uma zone stub. Lá vai ter o registro apontando para o servidor DNS que responde para aquele domínio. Então, obrigatoriamente a minha primeira zona DNS, ela precisa ser primária, porque vai ser a zona que eu vou criar registro, eu vou editar, vou deletar. Então, se seleciona aqui como primário. Próximo. Aqui o nome da minha zona DNS. Então aqui é o nome do meu domínio. Então aqui, pessoal, lembra aqui eu tô na minha rede interna. Então aqui tanto pode ser um nome roteável na internet.com.br.net, quanto pode ser uma extensão que não é utilizada na internet, porque aqui eu estou dentro da minha rede local. Isso aqui não vai ter liber para pra internet, para nada, é para fazer uma resolução de nome para o meu ambiente local. Então aqui eu posso colocar o domínio que eu vou utilizar dentro da minha empresa, OK? Então vou colocar aqui, por exemplo, jogo pon aqui ele tá falando, né, se eu se eu tenho um arquivo, né, esse arquivo ele é a espécie de banco de dados do DNS. Então, o DNS, quando ele não está integrado ao Active Director, eh, o banco de dados desse desse serviço vai ser um arquivo texto, né? Aqui embaixo ele até dá pra gente o caminho aonde que esse arquivo fica. Então, lá dentro da pasta System 32, dentro da pasta DNS. Então, depois que a gente criar aqui, a gente vai lá ver que ele cria esse arquivo pra gente. Então, é dentro desse arquivo que ele vai manter todas as configurações do serviço DNS. Então, vou criar um novo, né? Porque eu não Não tenho próximo aqui, entra nessa configuração de atualização dinâmica. Isso aqui é importante paraa segurança, né? Que que é uma atualização dinâmica aqui pro DNS? É a opção de recursos e aplicações automaticamente criarem os seus registros no DNS que apontam pro seu endereço IP. Então isso que é uma atualização dinâmica. Quando a gente tá configurando o serviço de DNS, que ele não é integrado ao Active Director, ele só deixa eu trabalhar com permitir a atualização não segura e segura ou não permitir a atualização dinâmica. E notem que aqui essa opção de permitir segura e não segura, ele dá aqui um aviso, ó. Essa opção diminui significativamente as vulnerabilidades de segurança. Porque as atualizações, ou seja, a criação do registro, atualização do registro, podem ser aceita de recursos não confiáveis. Então, isso aqui a gente não usa essa opção, a não ser que eu vou fazer um lab, um negócio bem controlado, mas ambiente produtivo não usa essa opção porque ela diminui significativamente a segurança. Aqui eu tô falando que recursos que não são do meu domínio, que não estão na minha rede corporativa, podem criar os seus próprios registros e atualizar seus próprios registros dentro do DNS. E isso não é legal. A outra opção aqui é não permitir atualização dinâmica, ou seja, tudo que for de criação, de alteração, de update, precisa ser feito manualmente, OK? Quando a gente tá trabalhando com serviço de DNS integrado ao activo, ele habilita essa primeira opção que é permitir ação dinâmica somente segura. Que que significa esse seguro? Somente para recursos confiáveis naquele domínio do Active Director. Ou seja, quando eu vou lá, tenho a minha máquina e vou ingressar aquela máquina no domínio do Active Director, automaticamente é criado um registro para essa máquina com o nome dela e o endereço IP dela. Por que que ele faz isso automático? Porque eu estou com essa configuração de permitir a atualização dinâmica somente segura habilitada. E essa segura, essa parte segura que ele comenta, são máquinas que t aquela relação de confiança com a actividade rector. Então aqui eu tô num ambiente controlado, mas todos os servidores DNS que vão incluir os servidores DNS externo que não estão integrados ao domínio do Active Director, eu só tenho essas duas opções, sendo que essa primeira só em laboratório e essa Segundo é o que a gente utiliza em ambiente produtivo quando a zona não é integrada ao AD. Só que a penalidade é que todos os registros e atualizações dos registros têm que ser feitos manualmente. OK? Next. Finish. Então ele cria aqui para mim essa zona DNS com o nome do meu domínio. E aqui ele já cria dois registros pra gente. O SOA, que vai ter muito a ver com a parte de eh um servidor DNS saber se precisa replicar as informações pro outro servidor DNS, né? Ele vai ter aqui dentro eh um número de série onde isso aqui vai sendo incrementado. Então, é através desse incremento que o servidor DNS sabe se ele precisa puxar a atualização de uma zona primária ou não. E aqui o NS, que é o quê? Qual o servidor DNS que pode responder para esse domínio? Então aqui ele tá falando, ó, o único servidor DNS que pode responder para esse domínio é é esse servidor FS01, que é o nome da minha máquina. OK? Então, para isso que serve esse registro. Ah, eu vou subir um segundo servidor do NS para responder também para esse domínio. Eu tenho que ter o INS desse segundo servidor também, tá? Então, isso aqui que é consultado, eh, quando o cliente envia uma consulta pro servidor de NS, a primeira busca que ele faz é quem é o NS para esse domínio, quais os servidores que tm esse registro NS. Ah, beleza. É o próprio servidor, então ele é autoritativo, ele pode responder para esse domínio. Beleza, pessoal? Tá tranquilo? Alguma dúvida? Dá para seguir? Show de bola. Show de bola. Então vamos lá. Então depois que eu tenho a minha zona DNS, que eu entendi o que é primário, o que é secundário, STB, atualização dinâmica, qual que é o próximo passo? Próximo passo é eu saber trabalhar com os principais registros. do meu servidor DNS. Antes disso, deixa eu só mostrar aqui, né, aquilo que eu comentei com vocês. Então, lá, pasta Windows System 32 DNS. Então, esse cara aqui é aquele arquivo que ele criou. Então, se eu abrir ele, esse arquivo aqui, É que eu tenho que criar o meu primeiro R. Ah, não, na verdade é esse, não é esse, é esse aqui. Notepad. Então aqui, ó, o que eu tenho lá, o SOA e o NS. Então, esse aqui é o banco de dados. Todos os registros que eu vou criando, ele vai imputando aqui dentro desse arquivo aqui para mim, tá? Então, beleza. Quando eu tô aqui na minha zona, se eu clicar aqui com botão direito, ele vai me trazer aqui algumas informações. Então, o que tá aqui abaixo do reload são registros que eu tenho dentro do DNS. E esses registros eles são responsáveis por configurações específicas. Então, primeiro a gente vai ver aqui o mais importante, né, que é o que a gente mais utiliza, que é esse registro chamado de host ou registro a ou a A a a se foi PV4, então vou clicar nele e vamos ver o que ele traz de informação. Que que ele tá pedindo aqui para mim? O nome e o endereço IP. Então é esse registro que o cliente consulta para fazer a resolução de um nome pro endereço IP. É o registro do tipo A. Por isso que ele é um dos principais registros que eu tenho no DNS, porque se eu não tiver esse registro, o cliente não vai conseguir fazer a resolução de nome. Então, enquanto Eu não tiver esse registro, né? Se eu pegar aqui, por exemplo, ó, ping teste 01 diogomolonina. Ti, ele não vai pingar porque essa máquina não existe, mas ele vai dar uma falha aqui também para fazer essa resolução de nome. Ó, não consegui achar o host teste 01. Então, Ele bateu aqui no servidor DNS, ele viu que não existe nenhum registro A para esse nome teste 01. Agora, se eu chegar aqui, teste 01, aqui eu só ponho o nome embaixo, ele completa com FQDN, que é o ponto, o nome do meu domínio, e eu venho aqui e coloco o endereço IP. Então, criei aqui um registro do tipo A. esse nome associado com esse endereço IP. Se eu chegar aqui agora, dar o ping, pera aí que aqui, né, nosso cash que acontece, todo toda a consulta que a gente faz, ela fica armazenada em cash, né? Se eu digitar aqui, ó, IP config barra display DNS. Ele vai mostrar para mim o que que tá no cash. Por que que ele não mostrou esse? E o flush, esse ele mostra e o flush ele limpa. Então um ele mostra o que tem no no cash e o outro ele limpa. Deixa eu só ver se eu digitei certo aqui. É que aqui provavelmente eu vou ter que fazer isso de uma segunda máquina, porque o como o DNS tá na própria máquina, subir a outra máquina. É que aqui é o mesmo. Esse já é o servidor DNS, né? Então aqui, deixa eu só Ah, não, já eu já sei o que que tá acontecendo. Agora que eu lembrei, esse cara ele tá apontando para um outro o servidor DNS aqui, ó. Vai ter que apontar para ele mesmo. Agora sim. Então agora eu tenho o registro. Ele não vai pingar porque essa máquina não existe, mas ele resolveu o nome. Então esse nome está associado com esse endereço IP. Então o que que ele fez? Ele foi lá no servidor DNS, na zona DNS, e a primeira coisa que ele faz é esse servidor FS01, ele pode responder para esse domínio. Como que ele faz isso? Ele olhou aqui para esse registro NS. Então ou pro FS01 pode responder. Legal. Eu tenho o registro A que aponta esse domínio e qual que é o endereço IP respectivo dele? tenho, então eu vou e faço a resolução de nome. OK? Então esse registro aqui é o registro que a gente mais trabalha, é o registro que a gente mais utiliza, porque é ele efetivamente que vai fazer essa tradução do nome para o endereço IP. OK? Botão direito aqui de novo. Vamos ver esse próximo registro. Ele chama de ilhas ou o nosso Ne. Vamos ver o que ele pede pra gente. Primeiro, ele pede umas. Ó, que pergunta legal do Rodrigo, né? Qual o tempo de atualização de cash? Que aqui, ó, se eu pegar aqui, IP, config display DNS. Aqui, ó, o meu registro ele tá em cash. Então, enquanto esse registro tiver aqui, enquanto esse registro tiver aqui, todas consultas, a resolução de nome vai ser feita por esse por aqui. Ele não vai consultar o servidor DNS porque esse aqui tá em cash. Então, se eu dou aquele flush DNS, ele vai pegar essa informação e vai limpar. Limpou. Agora, se eu resolver esse nome, eu tenho que ir lá de novo no DNS. Como que eu vejo essa questão do cashing? Se eu vier aqui no view e habilitar aqui esse advanced, eu posso vir aqui no meu registro, dar dois cliqu e ele tem aqui esse TTL. né? O TTL é quanto tempo esse registro permanece em cas? Padrão é 1 hora, tá? Então aqui eu posso alterar, aumentar, diminuir, OK? Então o padrão de cash para registros aqui eh do tipo A no DNS é de 1 hora. Então aquele registro, quando eu resolvo o nome aqui e ele vem aqui pro meu cash, aqui vai ficar nessa máquina por 1 hora. Então, nesse intervalo de 1 hora, qualquer consulta que eu faça para esse nome, ele não precisa bater no DNS, ele já pega aqui direto do cash. Beleza, Rodrigo? Então, padrão uma hora, tá? Para ver, só não esquece que tem que habilitar esse advanced porque se não, se eu não habilitar ele, se eu desabilitei, ele Quanto eu tenho coisa aberta, tá aberto? Enfim, se eu não habilitar ele, essa a essa guia aqui embaixo, ó, ela não aparece, tá? Então eu só consigo ver ali quando eu habilito aquela configuração avançada. Então, botão direito, C name. Então, aqui, que que ele pede para gente, um ilhas. E qual que é o FQDN desse ilhas? Que registro que a gente cria que monta FQDN? Registro do tipo A. Ele mostra aqui para mim o FQDN. Ou seja, o registro Came, ele serve para eu criar um nome que aponta para um registro do tipo A. Por exemplo, eu posso criar um registro web app 01. E esse registro ele pode apontar pro meu teste. Então, ó, C nameame, nome web app 01 e ele tá apontando pro teste. Quando eu vier aqui e tentar resolver o web app 1, é um ou é 01? Ah, tá errado. B, então B web app. Ó o endereço IP que ele resolveu, o mesmo que ele resolveu lá quando eu chamei direto teste, tá? Porque o que que ele faz aqui por trás? Só para vocês entenderem, ele pega basicamente o nome web app e vê qual que é o host que tá associado. Ele vê o arquivo hostado e entrega o endereço IP. Então esse registro C nameame é quando eu preciso, por exemplo, eh dar nomes diferente para determinado recurso. Então, por exemplo, aqui, só para facilitar, deixa eu apagar esse cara aqui. Esse teste não ficou bom. E vamos imaginar que eu criei um registro para uma máquina minha que vai ter uma aplicação web, só que o host name da minha máquina é srv01. OK. Colocar lá 200 Então esse é o host name do meu sistema operacional, SRV01. Só que eu não quero, né, é uma aplicação web, eu não quero que o meu usuário quando abra o browser, eu não quero que ele digite srv01, eu quero que ele digite algo mais específico, algo assim mais tangível para ele, algo que lembre o nome da aplicação. Só que esse nome tem que apontar para essa máquina que é dentro dessa máquina que tá a minha aplicação. Então nesse caso, eu posso utilizar o Came. Então posso chegar lá app 01. Toda vez que eu chamo app 01, ele vai direcionar isso para um registro A. Qual registro A? O registro do meu servidor. Dou um OK e ele cria aqui. Então se eu chamar o server um, então SRV01 final 200. Só que esse cara também vai resolver por um outro nome, app 01, mesmo endereço IP. Então, por trás, o que ele tá fazendo é, opa, veio uma chamada aqui para resolver o nome app 01, só que é um Came. Esse C nameame ele aponta para um registro A. Qual registro A? Ah, é o registro A do SRV01. Beleza, vamos aqui para cima. Ah, o SRV01 tem esse endereço IP. Então, o Came é quando a gente precisa dar outros nomes para os recursos, apelidos, ilhas, OK? Ah, quando os terminais estão em redes diferentes se enxergando pelo roteamento. Cara, não entendi. Se você puder especificar mais, não entendi sua dúvida. Depois só dá mais uma detalhada aí, Alexandre, como faço? Como faço? Exemplo, chega em uma empresa, eles utilizam o DNS interno com o mesmo nome de um externo, tá? Aqui a gente vai entrar nesse detalhe no terceiro, talvez no final do segundo dia ou no terceiro, porque aqui a gente tem que fazer uma configuração que a gente chama de split brand, tá? Então aqui a gente vai entrar nesse detalhe, tá Dog? Assim, mas só para você entender qual que é o problema disso. O DNS pegar aqui, ó. Quando eu tenho o DNS interno, DNS interno e eu tenho DNS externo. pro mesmo domínio. O mesmo domínio, não pegar o seu exemplo, ó, externo.com.br. E aqui é o mesmo domínio. E aqui eu tenho o meu cliente que vai enviar essa consulta. Quando a gente fala de servidor DNS interno com o mesmo nome, a gente tem que entender como funciona o DNS, principalmente aquele registro NS, que vai ser o registro que vai falar qual o servidor DNS que pode responder para aquele domínio. Então aqui eu vou ter o nome do DNS interno e aqui eu vou ter o INS, o nome do DNS externo. O que que acontece quando o servidor DNS ele recebe uma consulta que ele é autoritativo a responder? Então, lembra, o autoritativo é se o NS, se a quem recebeu a consulta tem o registro INS. Então, quando o servidor do NS recebe essa consulta, e ele é autoritativo, ele só vai entregar dois tipos de resposta pro cliente, ou positivo ou negativo. O positivo é: "Tá aqui o endereço IP associado com o nome. O negativo é: "Não encontrei a resolução para esse nome." Quando o servidor DNS é autoritativo para aquele domínio, ele não consulta outros servidores DNS porque ele já é autoritativo. Então ele não consulta outros servidores DNS. Então quando eu tenho, tá? Mas fiquem tranquilo que a gente vai ver isso aqui. Aqui também na prática, quando eu tenho DNS interno e externo com o mesmo nome, o que que eu tenho que me atentar? Se o meu cliente que tá na rede interna precisar acessar uma um serviço que tá numa rede externa, eh, ou numa DMZ que não tá dentro da rede corporativa, aquele registro tem que tá aqui no interno também. Então, por exemplo, imagina que isso aqui ele tá numa DMZ, então tá na rede ali que faz a ponte com a internet. E vamos imaginar que aqui dentro eu tenho uma aplicação. Então essa aplicação tá aqui no meu ambiente de DMZ, onde os clientes externo acessam e tudo mais. Só que os clientes externos acessam, bate aqui nesse DNS e aqui eu vou ter lá o registro a apontando para o appli o endereço IP e tudo mais. OK? Se eu não tiver um registro lá no DNS interno para esse cliente apontando para essa aplicação, quando a consulta chegar aqui, ele não vai resolver. Só que como ele é autoritativo, ele também não vai encaminhar essa consulta pro servidor DNS externo porque ele é autoritativo. Então o que que é essa configuração do split brand? Eu tenho que ter mapeado os registros que eu utilizei interno e externo, OK? E eu tenho que ter essa informação nos dois DNS. Então eu tenho aqui o registro app no DNS interno pros meus clientes externo, por exemplo, vindo da internet. E aqui no meu DNS interno, eu também tenho que ter um registro A para meu app. Então, tenho que ter o registro basicamente duplicado. Eu tenho que ter esse apontamento, porque se eu tiver só em um DNS externo, esse cara quando receber a consulta e vê que ele não tem esse registro, ele não vai consultar outro servidor DNS externo porque ele é autoritativo. O servidor DNS quando é autoritativo para um domínio, ele não consulta outros servidores DNS. Não existe nenhuma configuração que eu faça ele consultar outros servidores DNS, porque ele é autoritativo. Tá? Eh, esse encaminhamento que a gente vai ver na segunda aula, só funciona quando o servidor DNS não é autoritativo. Então, eu não posso responder para esse domínio. Então, eu pego a consulta e encaminho paraa frente. Agora, como ele é autoritativo, ou ele vai responder sim ou não. E ponto final, ele não vai pedir ajuda para outros servidores DNS. Beleza? Show de bola. Então, aqui o CEM, porém, pessoal, ó, Olha que interessante. Então, Came, o Came, umas, um nome diferente para um registro A que existe. Beleza? Mas eu tenho um app 01 que faz esse ponte para cá e faz para cá. Eu não poderia, ao invés de criar um Came, eu não poderia vir simplesmente aqui criar um outro registro a app 01 e o endereço IP. o mesmo endereço IP do server um. Ué, isso aqui não funcionaria. Vamos ver limpar o cash, né, só pra gente plus. Opa, cadê o display? Ó, display zero cash. Vamos lá. Ping srv01. Opa, endereço 200. Bora, ping. App 01. Opa, respondeu também, então. Opa, mas pera aí. Ele a mesma coisa que eu fiz com Came. Então, assim, por que que eu utilizo C nameame, sendo que eu posso utilizar o registro do tipo A? Tá? Aqui existem duas explicações. duas explicações. É que aqui, como é a mesma máquina, não vai fazer sentido um recurso que a gente tem, que a gente chama de road robing, que é dois registros, na verdade, né? O mesmo registro apontando para servidores diferentes. Aqui a gente tá falando a mesma máquina, ó, o mesmo endereço IP, tá? Mas por que então eu vou utilizar o C nameame ao invés do registro A? Ou porque eu não utilizo o registro A? Imagina, esse aqui é o meu host name, lembre-se? Esse aqui é o host name, é o nome do servidor. Imagina que, cara, o pessoal de rede foi lá, fez um re, uma readequação da rede, chegou para mim e falou: "Cara, aquele endereço IP que você tem lá vai precisar ser alterado". Aí beleza, eu venho aqui no servidor. Ah, não é mais zero, agora é 10. Eu venho aqui e altero. Aí, que que eu tenho que fazer no registro A de novo? Eu tenho que ir lá no outro e também alterar, porque ele é um registro A. Vem aqui. e altera. Então eu tenho que alterar em todos os registros A que teve essa configuração, esse endereço IP alterado. Beleza? E se fosse um C name? Vamos lá. Eu vou voltar o C name app 01. Beleza. Ah, alguém de rede foi lá e falou que precisa fazer essa alteração. Beleza. Fui lá, agora não é mais 10, agora é 20. Beleza? Fiz a alteração aqui no registro A e o no Came preciso fazer nada porque o Came ele aponta pro registro do tipo A. Então trabalhar com o Came para esse propósito, onde o a mesma máquina precisa responder por nomes diferente, vai diminuir o meu esforço administrativo quando eu tiver alterações. Então, por isso que a gente recomenda utilizar o Came. que quando eu tiver esse tipo de alteração de endereço IP, eu só preciso alterar no registro A sen eu não preciso fazer nada. Então se eu tenho às vezes servidores que precisa responder para 10, 20 nomes, se eu tivesse 20 registro A, eu teria que ir nos 20 e alterar o endereço IP. Agora, se eu tiver o registro A e 19 C nameame, eu altero só o registro A. e não precisa fazer nada nos 19 Came. Então, toda vez que for utilizar eh toda vez que vocês se depararem com esse cenário, é um recurso que precisa responder por nomes diferente, sempre dê preferência ao CNEM, tá? Porque vai ajudar no trabalho administrativo, vai evitar que você fique fazendo configurações em vários registros do tipo A. Beleza? Botão direito, próximo registro. Isso. Não esquece o cash, né? Lá do lado do cliente, se você não limpar o cash, essa essa mudança, né? Se eu for aqui no cliente, ó, eu mudei. Se eu for lá no cliente, dá um display, ele ainda tá apontando final 200. Então, ou eu limpo o cash para entrar em vigor ou eu espero esse valor padrão de 1 hora, tá? Próximo registro, MX. Esse registro, ele é o registro utilizado por soluções de e-mail. Então, é esse registro que vai apontar qual servidor SMTP que recebe e-mail para um determinado domínio. Então, vamos imaginar que aqui nesse meu cenário eu tenho aqui um servidor SMTP que vai receber e-mails aí da internet. Então, quando alguém lá na internet coloca um remetente, remetente não, um destinatário com o meu domínio, quando ele envia, ele precisa localizar esse registro MX que vai apontar para qual servidor SMTP, né, para qual servidor de e-mail ele tem que enviar aquele e-mail. Então, posso vir aqui Vamos imaginar que o nosso SRV01 agora é o nosso servidor de e-mail. Então eu posso chegar aqui, se eu deixar em branco, ele já pega o nome do meu domínio. Então já tô falando, ó, todo e-mail que vim para esse domínio, quem vai responder aí, eu venho aqui e seleciono o registro a do servidor, que aqui, né, por trás ele vai precisar também resolver o o nome pro endereço IP. Então aqui que que eu falo? Toda vez que foi enviado um e-mail pro domínio lá que tiver @diogomol na TI, o servidor SMTP que vai receber esse e-mail é o servidor srv01, que aí por trás ele vai traduzir aqui pro endereço IP, tá? E esse registro ele tem aqui uma configuração que é de prioridade, porque às vezes eu posso ter vários servidores SMTP para receber e-mail, né, que é comum. Às vezes eu tenho 3, 4, 6 8 vários servidores SMTP para receber esses e-mails. Então eu posso definir prioridades. Ah, dá prioridade para esse, depois para esse. Então consigo definir prioridade. Quanto menor a prioridade é o que ele vai levar em consideração para tratar aquela mensagem de e-mail. Se eu deixar todos com a prioridade igual, ele faz uma espécie de balanceamento. Eu dar um OK. Ele cria aqui o meu registro MX. Exchange. Então, toda vez que você gerir isso aqui, ó, same aspirar folder é o nome do domínio. Então, todo e-mail que for pro domínio, Diogo Molina TI, ele vai encaminhar para esse servidor. Então, tem que ser um servidor SMTP, né, que é o servidor que vai receber esses e-mails. Beleza, pessoal? Alguma dúvida até aqui? Tá tranquilo. Tranquilo. Vamos. Vamos lá. Tem mais gente aí. Tá, tá dando para entender. Pode seguir. Beleza. Não fiquem com dúvidas. Beleza, vamos seguir então. Vocês que manda, hein? Se quiser que volta, a gente volta. Se quiser que segue, a gente segue. Vamos lá, só parar parar isso aqui, essa máquina aqui, senão ela vai carregar aqui. Opa, pera aí que vê agora. Vê aí sim. É isso que eu gosto. Quero ver as dúvidas. Na parte prática, será demonstrado com AD DNS, né? A gente não vai falar de actividade reg, tá? Mas eu vou mostrar as diferenças do DNS quando utilizado em máquinas que são domain controller e quando não é utilizado. A gente não vai entrar em detalhe de actividade Actor, enfim. Beleza? Mas a gente vai ver a diferença, habilitar aquele checkbox, a gente vai ver isso. Volta a dúvida, tenho vários locais de seg de rede segmentada. Aí dúvida no DNS é uma rede interna com vários segmentos. Ah, sem problema. Desde que tenha roteamento entre todas as redes, não tem problema, tá? O que precisa ter é roteamento. Todas as redes conseguir chegar no na mesma rede que tá o servidor de senão ele não consegue enviar consulta, tá? Não sei se foi essa a dúvida, mas cara, ah, minha rede tem aqui 10, 20, 30 velos e o meu DNS vai ficar na velan um. Beleza, as outras 19 velan tem que ter roteamento para velan 1, que é onde tá o serviço DNS. Como faço? Opa, par tem uma aplicação interna, precisa necessário por nome externamente. Tenho dois, a gente vai falar sobre isso também, tá? Mas aqui tem que ter DNS externo. Não pode, não pode habilitar o DNS interno e expor ele paraa internet, tá? Nesse caso tem que ter um DNS externo numa DMZ. Tá aí no caso do link, ô Orlando aí o que que acontece? Não adianta assim, você tem que pensar sempre quando você pensar em redundância, nunca pensa só naquilo, tenta ver um todo. Porque não adianta você ter redundância do link e tiver um servidor DNS só. Não faz sentido. Então o certo, o que que seria para ter a redundância? Dois servidores DNS externo e cada endereço IP apontando para um servidor DNS externo. Aí de novo, a gente não vai entrar nesse detalhe, mas e os servidores DNS externo dentro de uma DMZ. Aí ali eu tenho o fil. Então é as conexões batem no fil. O Fel faz o NAT pro servidor DNS que tá na DMZ, tá? Então esse seria o caminho. Então você tem dois endereços IPs público eh publicado no Fel e no Fel você tem a regra de NAT que quando chegar aquela conexão na porta 53 naquele endereço IP, quando vier por um link encaminha pro um servidor DNS externo. Quando vier por outro link, encaminha para o outro servidor DNS externo, tá? Então esse seria o desenho. Próximo registro. Então aqui quando a gente só vem aqui e clica com o botão direito, ele traz aqui os registros que a gente mais utiliza. O A C name MX. Essa parte de domínio e delegação não são registros, são configurações que a gente vai ver na próxima aula. Só que aqui a gente tem outros registros. E quando eu clico aqui, E ele me traz vários registros aqui dentro do DNS, os que a gente já viu, então tá aqui, e outros registros DNS, tá? A maioria desses registros que estão aqui, a gente não utiliza, tá? Alguns a gente utiliza quando habilita alguns serviços, por exemplo, o DNS Q, que é quando a gente habilita o DNS SEC. Então, é um registro que eu só utilizo quando eu tenho DNS SEC. Eu não preciso ficar criando esse registro manualmente. Durante a habilitação da DNS SEC, ele já cria pra gente. Só que aqui dentro tem dois registros aqui que são importante, que é o TXT e o registro SRV. Então, primeiro vamos começar pelo TXT. Para que que é usado esse registro TXT? Esse TXT ele é utilizado por alguns serviços de antispam. Então, por exemplo, existe um registro e serviços de antipanha utilizam bastante, que é o SPF, né? Registro SPF. Essas configurações do SPF, eles ficam setados dentro do registro TXT. Então, tem a linha, a linha que eu tenho, né? Tem que dar a linha certinha do SPF. Então, toda aquela linha de configuração do SPF fica dentro de um registro TXT. O registro TXT ele também é utilizado por um outro recurso de e-mail também. que é uma configuração que a gente chama de de todas as configurações ali voltad paraa segurança de e-mail para garantir com que aquele servidor DNS é ele que aquele servidor SMTP é ele que responde mesmo para aquele domínio. Então são algumas configurações que a gente faz essas configurações feitas em cima de registro TXT com a utilização de nuvem. O registro TXT ele também vai ser bem utilizado para soluções em nuvem quando eu preciso eh garantir com que eu sou o dono daquele domínio. Então, quando eu vou fazer uma configuração, por exemplo, no então vou lá no por exemplo, eu quero subir um domínio customizado, quero subir o meu domínio, não quero utilizar o domínio do para um serviço específico, eu quero utilizar o meu domínio. Primeira coisa que eu preciso fazer no é mostrar para ele que aquele domínio realmente é meu. Como que eu faço isso? Eu vou lá, crio um registro TXT, O Eger vai me dar as informações que eu tenho que pôr no registro TXT. Eu vou e coloco. Fiz isso, o Eger faz essa validação. Então ele vai validar o quê, cara? Vamos lá. Eu dei as informações que era para ele colocar no registro. Se ele foi lá no DNS e configurou, significa que o DNS é dele, porque se não fosse, ele não teria nem permissão para criar o registro. Então, o registro TXT também é uma forma de validação de autenticidade daquele domínio, OK? Então aqui é o nome do domínio. Então, se eu deixo em branco, é o próprio domínio. E aqui, aí vai depender do que eu quero configurar. Ah, se é uma validação de domínio, o o no caso vai te dar o que você tem que colocar aqui. Ah, é o SPF. Então, tem uma linha de SPF que eu preciso colocar aqui. Ah, é dequin. Tem uma linha específica de de que eu coloco aqui. OK. O outro registro SRV. Esse cara é um dos registros mais importantes para ambiente que tem o activ. Que que acontece? Existem alguns serviços que eu não eu não tenho nenhuma configuração na máquina, aplicações e etc. Eu não tenho nenhuma configuração que eu fale quem é o responsável por aquele serviço. Por exemplo, o AC Director. O Active Director não existe nenhuma configuração que eu faça na minha máquina que eu fale quem é o domain controller. Eu não consigo. O que eu falo é o meu domínio é esse, mas eu não consigo e não tem essa informação que eu passe paraa minha máquina aonde eu fale: "Ó, o domínio controle para esse domínio é a máquina tal". Então não existe essa informação. Como que a máquina quando vai fazer a autenticação no AD, fazer logon, como que ela consegue achar o controlador de domínio? É através desse registro do tipo SRV. Então, esse registro do tipo SRV, ele tem algumas informações que são consultadas, né, nesse pacote, nessa consulta que chega pro DNS. Então, por exemplo, eh, eu tenho aqui o serviço, eu tenho o protocolo de transporte. Então, aqui, por exemplo, EDAP, quando a gente fala de atividade ali para fazer consulta, aí o protocolo ali é o TCP, prioridade, peso e a porta. Então é um serviço específico que trabalha numa porta específica aqui no caso do EldAP A389. Beleza? Então o que que eu tô falando até aqui pro meu registro SRV? Quando vier uma consulta Alda TCP na porta 389, você tem que encaminhar isso para o servidor. Aí aqui, por exemplo, seria o meu DC DC01. Molina. Ti. Aqui seria o meu domain controller. Então é dessa forma que o a máquina consegue achar o controlador de domínio. Ela envia uma consulta pro DNS, proap pro Carberos também, né, que é o protocolo de autenticação, com a porta que esses protocolos utilizam e fala quem é o servidor que responde para esse serviço. Aí o cliente consegue ir até o servidor até, né, aí vai ter a resolução de nome, aí o cliente vai lá e bate no endereço IP do Doma Controler. Então o serviço SRV, né, como o nome já meio que deixa meio que óbvio, é um serviço, é um registro paraa localização de serviços específicos dentro da rede. E um dos serviços que mais utiliza o SRV é o Active Direct. OK? Beleza. Esses são os principais registros que a gente utiliza no DNS de longe. O outro registro pra gente já ir pros nossos finalmentes da primeira aula, fica aqui naquela zona reversa. Então, lembra que eu falei no começo da nossa aula, eu tenho a zona de pesquisa direta e eu tenho a zona reversa, né? Aqui ele habilitou essas aqui porque eu habilitei aquela configuração avançada, mas quando eu tiro, ó, não tem zona. tá em branco. Então, se eu quero, ah, eu tenho uma solução de e-mail aqui. Então, a solução de e-mail, ela vai querer resolver esse RV pro endereço IP e fazer um double check se aquele endereço IP tem a ver com aquele nome. Então, eu crio uma zona reversa. Então, a mesma coisa, eu preciso primeiro criar a zona, a mesma coisa primária, secundária, stub. Exatamente igual a gente viu. Única coisa que vai mudar é a partir daqui. Então, essa resolução reversa vai ser para IPv4 ou IPv6? IPv4. Qual que é o ID da minha rede? Então aqui eu já trabalho com ID 10 ou 200, agora eu nem lembro. Acho que era 20. 20. Então tudo que tiver vinculado a esse ID vai ficar dentro dessa zona DNS. Next. Aqui é a mesma coisa, ele vai criar um arquivo DNS. Aqui é onde vai tá os registros. Vai ficar no mesmo caminho, igualzinho. Next. Atualização dinâmica, a mesma coisa. Next. Finish. Então ele cria aqui, ó, 1020, que aqui ele pega o inverso. Mesma coisa, o servidor NS que pode responder, tudo a mesma coisa, só que o que vai mudar também é o tipo de registro. Aqui dentro é o registro que a gente chama de PTR, que é o quê? O que vai apontar o endereço IP 200 para um hoste. que é o registro a esse cara. Então, o endereço IP e qual o nome que tá associado com aquele endereço IP. Então aqui eu tenho esse double check que soluções de antivírus faz. Ah, vou resolver o nome srv01. Qual que é o endereço IP? 1020. Beleza? Agora vou fazer uma consulta reversa. O 1020 realmente aponta pro SRV01? Vamos lá. 1020. Opa, aponta pro 101. Então isso é a zona reversa, tá? Primeiro, zona reversa não é obrigatório, tá? Ah, minha rede funciona sem rede reversa? Funciona. É que tem alguns serviços que podem eh não falhar, podem não funcionar adequadamente sem a zona reversa. Por exemplo, antispan. Então, o antispan tem vários antispan aqui no filtro. Se não tiver a resolução reversa, ele falha e caracteriza aquela mensagem como um spam. Tá, mas aqui é só para vocês entenderem. Zona reversa IP para nome, pesquisa direta nome para endereço IP. OK. É isso aí. Então, o caso do Alexandre né? Alexandre tem várias redes, beleza? Ele vai precisar de uma zona DNS para cada rede. Ah, então tem a rede 20. Beleza, ele vai lá 10, não, 30. Você vai criar 30. Então aqui é outra venete. Ah, eu também tenho a rede 192. Beleza, ele vai vir aqui, ele vai criar a rede 192. Tá? Então aqui, enquanto aqui é domínio, aqui são redes, tá? Mas essas redes podem estar associadas ao mesmo domínio, sem problema nenhum. OK? Aí no seu caso, Alexandre, você tem várias redes, você precisa ter uma zona DNS para cada velan, tá? Para que o DNS reverso funcione para todas as redes, tá? Se quiser, eu não recomendo, tá? Eu não Posso de fazer, dá até para sumarizar aqui na zona reversa, mas eu eu prefiro deixar tudo porque se eu sumarizo fica muito desorganizado. Então, por exemplo, ah, eu tenho a 1030 e a 1020. Eu poderia sumarizar isso aqui só na 1000, mas aí para mim fica muito bagunçado, mas funcionaria. Não, não existe autenticação, né? Ó, vamos lá. DNS não faz autenticação. DNS é resolução de nome, tá? Ah, como que eu faço a resolução de nome pro A, que é o endereço IPv6? É criar o registro A. Só que aqui ao invés de eu pôr o decimal, eu ponho o endereço IP aqui exa, né? Que é o endereço IP V6, tá? Então, só muda isso. Coloquei o IPv6 aqui, ele já vai colocar aqui para mim como a então aquilo ali é uma resolução de nome para endereço IPv6, tá? Mas IPv6 em rede local a gente a gente não utiliza, né? Tranquilo, turma? Então, essa foi a nossa aula de hoje. Curtiram? O Washington acabou chegando um pouco atrasado, mas vai ficar gravado assim, tá? Washington? Vai ficar gravado assim, tá? Assim hoje, pessoal, foi aquele básico para aquelas configuras. Na próxima aula aí a gente já vai ver alta disponibilidade, a gente vai ver encaminhamento. Aí na próxima já tem muito mais coisa pra gente fazer. Tem alguma coisa a ver o SRV com radios? Não, aqui é só o nome da máquina que eu coloquei e só foi o nome da máquina que a gente tava testando aqui as resoluções de nome, tá? Tranquilidade que aí semana que vem, na próxima segunda, aí a gente já vai começar a ver coisas mais avanç adas do DNS. E na última aula a gente vai fazer essa e montar esse ambiente externo com DNS interno. Então nó tem os dois ambientes, como que eu trabalho, como que vai ser a segurança, aí vamos falar de monitoração e tudo mais. DNS é um dos serviços mais importantes, cara, sem dúvida. DNS e AD, cara, é o coração de qualquer rede, tá? Não, não tem como ter um ambiente sem serviço DNS. e, né? Hoje a maioria das empresas utiliza também. Então, assim, são dois serviços assim que são essenciais, assim, tem que dominar assim, cara, não dá mais não, não dá mais para ter conhecimento básico em AD, em DNS. Não dá mais, assim, já esse tempo já passou assim, isso já foi há um tempo aonde o conhecimento básico nesse serviço já era o suficiente. Hoje não é mais. Hoje tem que ter um nível ali mais avançado, não só DNSAD, né, cluster, eh, NLB e outros serviços que a gente tem dentro do Windows, né, DFS e por aí vai. Então, é extremamente importante dominar esses serviços, né, ter um conhecimento mais avançado. OK. Ah, pretende fazer algum curso de serviço DHCP? Cara, eu fiz um eh A gente tem um treinamento só de DHCP também nessa pegada, né, básico e avançando porque o DHCP, o contrário do que muita gente acha que se sobe lá tá funcionando, mas tem várias coisinhas por trás ali que é importante saber como que são as consultas, enfim, tem bastante coisa. Mas o que a gente tem também para vocês que que estão nessa pegada de conhecimento mais avançado, conhecimento mais profundo, Eh, e quem tá preparado já para dar esses próximos passos para conhecer não só o DNS que a gente tá vendo aqui, mas outros serviços dentro do Windows Server, AD, o próprio DHCP, DFS, Payover Class, NLB, a parte de contêiner que tá crescendo bastante, WDS, RDS, HyperV, por aí vai. A gente tem a nossa formação de especialista Windows Server, né, aquela formação para duração de um ano. Então, por isso que dá pra gente estudar bastante coisa, porque a gente estuda durante um ano inteiro com aula todas as semanas e com vários e vários e vários materiais de apoio que a gente oferece também. Então, ali é uma formação para quem quer um conteúdo mais avançado, para quem quer aquele conteúdo mais de expert mesmo para dominar soluções dentro do Windows Server. Eh, e para vocês que estão aqui dentro dessa dessa certificação especialista DNS, a gente consegue eh para quem tiver interesse e garantir a vaga hoje, a gente consegue fazer só o processo de upgrade. O que que seria esse upgrade? Se eu pegar aqui, a essa certificação, ela teve ali dois lotes. Primeiro lote 197 e segundo lote 297. Então, o que que a gente fez e preparou para quem quer dar esse próximo passo, né, para quem tá preparado para esse conteúdo mais avançado. A gente fez, pegou pelo valor maior, 297, e a gente tá dando o upgrade ali para quem quer ir paraa certificação. Então, esses 297 que vocês gastaram, gastaram não, né? Investiram, porque tenho certeza que vocês estão curtindo o conteúdo, eu tenho certeza que vai ajudar vocês. Então, isso que vocês investiram é revertido em desconto, né? Qual que é o valor da formação hoje? É 997. Então, se a gente pegar pelo valor maior do segundo lote 297, para Quem quer fazer esse upgrade, o valor vai para R$ 700. Então, sai de R 997 e vai para R$ 700. O legal dessa formação é que todo conteúdo que a gente lança relacionado ao Windows Server e seus recursos, eh, que a gente lança enquanto o aluno tá dentro da formação, ele tem acesso automático, então ele não precisa se inscrever. Então, por exemplo, a galera que tá lá na formação, eles não precisaram se inscrever. para participar aqui dessa certificação. Então eles como membro eles já têm acesso. Então a gente teve também há algumas semanas atrás a certificação de HyperV. Então a certificação de HyperV a gente chegou no último lote a 497. Os alunos que pertencem à formação também não precisaram investir. Então tudo que a gente já tem pronto e tudo que a gente vai lançar dentro desse ano que o aluno tá dentro da da formação, ele já tem a acesso automático, tanto para participar do ao vivo quanto da gravação, tá? Então, por exemplo, eh, a gente já tá engatilhado duas novas certificações. A gente vai ter a certificação ao vivo do Remote Desktop Service e a gente vai ter uma certificação eh focada em acesso remoto, eh, utilizando o VPN, o Roach Remote Ax do Windows. Então, vai ser duas certificações que já estão engatilhada e os alunos que fazem parte da formação, eles não precisam se inscrever. Então, se a gente pegar, por exemplo, o DNS que chegou no segundo lote a 297, se a gente pegar RDS mais VPN, a gente tá falando de 500 e pouco. Então vocês têm a oportunidade de fazer esse upgrade por 700 e garantir já acesso a todas essas certificações e conteúdo de Windows Server que a gente vai liberar aí dentro da dentro desse ano de vigência aí dos alunos, tá? Então a gente tem bastante coisa, né? Daqui a pouco a gente já vai começar a soltar alguns treinamentos de Windows Server 2025. Microsoft já tá divulgando a já tá divulgando, né, as melhorias que vai ter. Então, dentro dessa formação, eu também tenho combinado com os alunos de trazer em primeira mão também essas novidades do Windows Server 2025. A gente vai ter, por exemplo, um bootcampo ao bootcamp, mas a gente vai trazer também alguns conteúdos mais avançados, tá? Eu vou colocar aqui no chat para quem quiser fazer esse upgrade. Então, esse link já tá com esse cupom de desconto aplicado. Então, sai de 997, vai para R$ 700. Aí vocês podem dividir em até 12 vezes. Um ano de acesso, todos os materiais de apoio que a gente já tem pronto, né? Vários e vários treinamentos a gente tem pronta aí de Windows Server. E tudo que a gente lançar de novo dentro desse período de um ano, os alunos tem acesso. Então, cara, o que a gente já tem pronto, cara? Tem a certificação de AD, tem a certificação de HyperV, tem a imersão de RDS, tem treinamento de segurança do 2022, tem o workshop de monitoração, workshop bem legal, tem o treinamento da SIS interna, só esse treinamento já é 497, né? SIS interna é ferramenta pra gente fazer turbo shoot mais avançado. Então, os alunos também levam eh que mais tem o HyperV. Ou seja, cara, tem material para caramba assim que não vai faltar é conteúdo para vocês verem aí dentro dessa formação. E sem dizer as nossas aulas ao vivo. Então, a gente tem aula toda terça-feira às 8 horas. Eh, e nessas aulas ao vivo a gente pega um recurso e começa a estudar ele desde o básico até o avançado. Então, agora a gente começou a estudar o file server. Então, pegar o file server desde permissão, herança, eh, compartilhamento, dupliquei. acesso baseado en numeração e vamos vendo. Aí daqui a pouco a gente ainda não chegou que a gente começou a estudar o file server faz uma semana. Daqui a pouco a gente vai chegar no DFS. Ah, como eu monto o DFS? O DFS namespace, o que que é o replication? Como que eu replico? Ah, como que faz um cluster de file 7? Então, nessas aulas ao vivo, a gente pega um conteúdo e estuda desde do início até o fim dele. Então, a bola da vez é o file server, tá? Aí, tá aí essa oportunidade para quem quer fazer esse upgrade aqui dessa certificação. Lembrando que vocês vão continuar tendo acesso a essa certificação, as aulas ao vivo. Então não é porque, ah, eu fiz o upgrade, não vou não. Você continua você vai ter muito mais coisa para poder estudar, não só pronta já, mas coisas que virão aí também no futuro. Show de bola, turma. Curtiram aí o conteúdo da nossa super aula? Alguma dúvida? Show de bola. Muito bom. Então acho que é isso aí, né? Então tá aí. O ideal é sempre fazer uma máquina só para DNS. Sim, a não ser quando é o DNS integrado com o AD, que aí precisa tá na mesma máquina. que o domain controller tá aí, beleza? Aí domain controller mais DNS, mas é DNS externo ou qualquer outra coisa, meu, precisa ser uma máquina dedicada, tá? Não é recomendado ficar colocando mais recursos no DNS, questões de performance e questões de segurança. Show. Beleza, então, turma, então tá aí o link para quem quer garantir esse upgrade. Lembrando que a gente só consegue garantir esse up grade com esse desconto até hoje às 23:59, tá? Eh, então aí é para quem quer esse tipo de experiência que vocês estão tendo. É que a gente ainda tá só no básico, mas para quem quer ter esse tipo de experiência, só que durante um ano e não estudando só DNS, estudando os outros recursos também que são importantes. Então essa é a chance, tá? Lá a gente já tem eh pronto toda a parte de AD, cara. A gente ficou acho que três meses quase falando só de AD, porque o AD que é muita coisa. Já tem pronto o DHCP, já tem pronto o Windows Server como um todo, monitoração, disco, já tem pronto DNS também, mas aqui DNS vocês já estão tendo também aqui essa parte mais avançada. A gente começou agora o file server e daqui a pouco a gente vai começar a falar de cluster, a gente vai começar a falar de contêiner, a gente vai começar a falar de HyperV, a gente vai começar a falar de outros recursos, tá? E a e o as aulas, né, esses recursos que a gente estuda a fundo, eles sempre tem um ciclo. Então, por exemplo, ah, ah, vou pegar aqui, sei lá, um exemplo, tá? O Alexandre. Ah, o Alexandre entrou hoje. Hoje a gente tá vendo file Server, ele tem a opção de ver o que já tá gravado, AD, DNS, DHCP, mas quando virar o ano e a gente começar janeiro, fevereiro, porque o acesso do Alexandre vai ser até maio. Então, quando a gente entrar janeiro, fevereiro, ele vai começar a ver de novo aqueles recursos ao vivo. Então, a gente já teve AD, DNS, DHCP, só que no ano que vem a gente vai ter de novo. Então é sempre um mesmo ciclo, um mesmo ciclo. Todo mês de todo ano a gente tá estudando aquele recurso específico. Então, ah, mas pô, vou entrar agora, já teve AD que eu gosto, cara. Beleza, assiste o gravado, mas fica tranquilo que no ano que vem você vai ver AD de novo e provavelmente com novidades, porque no ano que vem já vai ser o AD do 2025. Beleza? E as dúvidas? p***, boa pergunta aqui do Alexandre. A gente tem um grupo VIP nosso no WhatsApp, grupo só dos alunos da forma A ção. Então lá as dúvidas não é igual aqui, né? Que aqui a gente tá num grupo bem maior, lá é um grupo bem seleto. Então lá as dúvidas é direto no WhatsApp, então não precisa ir lá no portal, tudo é direto no WhatsApp. Cara, tô com a dúvida, assisti a aula, fiquei com dúvida. Manda lá no WhatsApp, cara. Tô com um problema aqui no ambiente. Manda lá no WhatsApp, porque já tem uma galera lá que já tá avançada, então a galera também consegue ajudar. Então, meu, tem galera lá que, cara, ah, eu preciso de um script para isso, meu. A galera vai mandando bala lá, ó, testa isso, testa aquilo. Então, é uma galera que tá bem comprometida, é uma galera que ajuda também, tá? Então, ali, é claro, eu tô ali sempre presente para ajudar, dar os meus pitacos. Eh, mas ali também tem uma galera que se ajuda bastante também. Beleza, fechou, turma? Então, tá aí a oportunidade, tá? Então, quem quiser continuar com essa experiência durante um ano inteiro, com esse nível de detalhe, ali com esse nível de aprofundamento nos outros recursos também a formação aí é o próximo passo. Show. Então, beleza, turma. Então, a gente vai encerrando aqui nossa primeira aula, tá? Então, lembrando, na próxima segunda, às 19 horas, segunda aula, se esforcem para participar, porque a segunda aula, no meu ver, é a aula mais importante, tá? Então, se esforcem para participar ao vivo, até para poder tirar as dúvidas e tudo mais. Eh, mesmo link, tá? O mesmo link que vocês utilizaram hoje, vocês podem Na próxima segunda, a gente manda ali uns e-mails de lembrate, fiquem atento aí para vocês não perderem, beleza? Então, vou ficando por aqui. Eh, boa semana aí para vocês, bom trabalho aí durante essa semana. Um grande abraço, fiquem com Deus e até a próxima segunda. Ó, o Alisson. Alisson já chegou junto aí. Muito bom. Valeu, turma. Abraços.


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