Fala galera, tudo bem com vocês? Estamos aqui de volta para mais uma aula do nosso curso de Windows Server 2016 avançado e fazendo apenas um breve briefing da aula passada, nós tivemos a parte de configuração do Active Directory, focamos na parte de replicação. Então, a gente trabalhou muito com a console Active Directory Sites and Services. Vimos toda a parte de replicação, como a gente pode tá configurando sites do Active Directory, cadastrando subredes. Como a gente faz para colocar um controlador de domínio dentro de um site específico? Partimos para a parte de funções mestre, as FSMOS. Então, a gente mostrou as cinco funções mestre, mostramos a divisão delas, onde nós temos duas funções master que são de floresta e três funções master que são de domínio. Fizemos a movimentação dessas funções, né? tanto pela console gráfica, tanto por linha de comando. E finalizamos essa parte aí de replicação de Active Director e de funções master. Pra aula de hoje, nós vamos finalizar o assunto Active Directory. Hoje a gente vai estar focando um pouquinho mais na parte de administração do Active Directory. Então, a gente vai trabalhar um pouquinho na console lá de usuários e computadores do AD. Vamos estar mostrando a parte de configuração de unidades organizacionais, criação de usuários A gente vai est fazendo algumas criações manualmente na console e eu vou estar trazendo para vocês um script de criação automática de usuários, certo? Então, pra gente começar aqui a nossa aula, a gente vai deixar as nossas as nossas máquinas aqui no Hyperview, nosso DC01, nosso DC02 ligadas. Vão tá trabalhando diretamente no na console do DC01. Vou tá abrindo a minha máquina aqui que tá conectada. Vou aqui no server manager e vou abrir a console de Active Director Users and Computers, que vai ser essa console que a gente vai estar trabalhando aí no no decorrer do nosso da nossa aula de hoje. Então, a gente tinha duas unidades organizacionais que eu criei como teste, a TI e a marketing. A gente vai fazer, vou fazer a exclusão dessas unidades organizacionais. Vou tentar para fazer uma exclusão direta, ela tá me dando uma mensagem que eu não tenho privilégios suficientes para deletar a pasta marketing ou o objeto é protegido contra exclusão acidental. Por que que isso ocorre? Porque nas propriedades, a gente não vai conseguir visualizar por aqui, ele tem uma flag marcada dizendo que o objeto está protegido contra exclusão acidental. Notem que se eu for pelo módulo padrão, eu não consigo ver essa guia que eu comentei. Então aqui no menu view do Active Directory, a gente vai marcar essa funcionalidade advanced features. Vocês vão ver que vai aumentar o número de unidades organizacionais aqui na esquerda. El tem que aparecer, por exemplo, keys lest found, manage service account, ntds e tpm. Isso aqui é mais ou menos semelhante como se a gente tivesse trabalhando dentro do do Windows na parte de arquivos e a gente desmarcasse aqueles objetos que estão ocultos, tá? Mas mais ou menos nesse sentido. Agora eu vou clicar de novo com o botão direito aqui na pasta market. Vou em propriedades e notem que abriram agora seis guias. A gente tinha apenas três. Então aqui na parte do objeto vai tá o checkbox que eu falei, ó. Ele está protegido contra exclusão acidental. Então eu vou desmarcar essa guia, esse checkbox. E agora sim eu posso vir aqui e fazer a deleção da minha pasta. Então eu vou fazer isso com a TI também. Eu já tenho meu usuário criado. Eu vou apenas movimentar o usuário Rafael para um aú que eu não vou deletar, que eu vou tá utilizando ele depois. Eu posso vir aqui, dar um move, escolher que o eu quero que ele fique, quero que ele fique na users e dou um OK. Agora vou com botão direito, propriedades na pasta TI e vou fazer o mesmo procedimento clicando em object de proteção contra exclusão acidental. E agora eu venho aqui e vou deletar esta unidade organizacional. Se eu for lá na pasta users, notem que o meu usuário está aqui. A pasta users, como a gente já falou, é a pasta padrão paraa criação de usuários e de grupos, certo? Como nós já falamos um pouquinho na aula em que a gente finalizou a instalação do AD, a gente vai fazer uma criação agora de uma estrutura de pastas. Como eu sempre comento nos meus cursos, o pessoal pergunta qual é a estrutura correta, qual a melhor estrutura pra gente tá criando, Rafael. Na verdade, a gente não tem uma estrutura correta. A estrutura correta, ela vai depender das particularidades que vocês tem no ambiente de vocês, da maneira que vocês preferem estar administrando este ambiente, certo? Então, existe n formas de tá se criando unidades organizacionais dentro da estrutura do activ. Alguns exemplos. Eu posso estar criando pasta por localidade. Dentro da localidade colocar setores. Dentro de setores, eu coloco usuários e posso criar paralelamente uma outra pasta. de computadores, onde eu vou estar dividindo também por unidades ou fazendo exatamente a mesma divisão de usuários para computadores. Ã, o lado positivo disso, quando eu quiser aplicar um tipo de GPO, eu tenho bem dividido aonde tem usuários, aonde a gente tem computadores, tá? Não que isso não possa ser configurado utilizando os escopos de GPO, tá? Eh, facilita um pouquinho o entendimento, mas talvez a administração a gente vai ter uma estrutura quase que duplicada para poder dividir o os usuários e os computadores. Outra formato que pode ser utilizado é dentro da mesma estrutura de pasta. Por exemplo, eu vou criar uma pasta da localidade do setor e dentro do setor o pessoal coloca usuários e computadores e ali vai largar os seus objetos. Também é uma possibilidade, tá? Eu particularmente prefiro trabalhar com a parte de usuários de um lado e a parte de computadores do outro, tá? Prefiro deixar bem segmentado que no meu internet facilita o um pouquinho a aplicação de algumas políticas e algumas configurações de rede, OK? Então, a gente vai fazer a criação aqui de algumas estruturas de unidades organizacionais. Eu vou est trazendo aqui para vocês o que que eu planejei pra gente criar de forma manual. Então, aqui a gente tem estrutura de do AD, tem o nosso domínio tftec.com.br que tá aqui. E aqui a gente vai criar algumas cidades. Então, eu coloquei aqui a cidade de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília. Então aqui a gente tem cinco cidades para poder fazer a criação. É mais ou menos como se a gente tivesse simulando que a nossa empresa tivesse essas cinco localidades, certo? Então a gente vai começar a fazer a criação. Primeiros vamos criar o primeiro nível, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília. Então a gente vai dar um botão direito em cima do nosso domínio porque essas unidades organizacionais vão ficar na re do domínio. Vamos clicar em novo. Organization unit. Então aqui a gente vai estar fazendo a criação. Vou criar a primeira São Paulo. Notem que ele já vem por padrão aqui, ó, protegido contra exclusão ocidental. Isso é bom de ser utilizado, tá? Recomendo vocês a deixarem marcado para evitar alguma possível exclusão acidental, como é a principal funcionalidade desse checkbox. Então agora a gente vai na unidade organizacional de novo. Vamos criar a unidade do Rio de Janeiro. Botão direito, mais uma unidade, a unidade de Porto Alegre. Então, já temos São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre. A gente vai vir aqui, vai criar uma nova unidade organizacional. Vamos criar um belo horizonte. Ficou um pequeno erro aqui de português. Belo Horizonte. Agora tá correto. E vamos criar também a unidade de Brasília. Então, criamos o primeiro nível das nossas unidades, cinco unidades organizadas por cidades. Agora a gente vai criar as pastas de setores, o segundo nível das nossas unidades organizacionais, ou seja, Dentro de São Paulo a gente vai ter o TI. Dentro do Rio de Janeiro a gente vai ter o financeiro. Dentro de Porto Alegre a gente vai ter contabilidade. E dentro de Belo Horizonte a gente vai ter vendas e Brasília vamos ter o marketing. Então mãos à obra. Um ponto importante também, pessoal, é a maneira que a gente tá utilizando a nomenclatura dentro da atividade. Cada empresa deve estar definindo qual a melhor forma para tá tratando na parte da nomenclatura, ou seja, ter um padrão. Se eu vou dividir por apenas um uma quantidade menor de caracteres para setor, vou utilizar às vezes três caracteres para determinar o setor, ou não, eu vou escrever o nome completo do setor ou ah, eu gosto de trabalhar com tudo maiúsculo ou tudo minúsculo. Então, depende da organização de cada um. Eu aconselho sempre vocês terem um padrão criado e manterem esse padrão fielmente para não ter problema, para não virar uma bagunça o Active Director de vocês. Então, dentro de Belo Horizonte, a gente vai ter a criação da unidade organizacional de vendas. E agora vamos pra nossa última, que é a de Brasília. O marketing então criado de acordo com o que a gente tinha proposto. Vamos passar aqui de novo, ó. São Paulo TI, tá correto? Rio de Janeiro financeiro. Rio de Janeiro financeiro, correto. Porto Alegre, Contabilidade. Porto Alegre Contabilidade. Belo Horizonte vendas. Belo Horizonte e vendas. E Brasília Marketing. Brasília Marketing. Então, criamos a nossa estrutura de Active Director pra gente iniciar os nossos trabalhos. Agora a gente poderia estar fazendo a criação de alguns usuários no formato manual, tá? O que que a gente tem? de informação aqui. Eu vou dar um clicar aqui no botão direito, vou clicar em novo user. A gente tem diversos campos aqui, como a gente já passou, né? Tem a parte de nome, tem a parte de usuário do domínio, temos a parte de senha. Fora isso, vou pegar o meu usuário aqui que já tá criado. O que que eu tenho? Eu tenho ainda um campo de descrição, tenho um campo de office aqui de escritório, tem um telefone, um número de telefone, uma conta de e-mail e uma página web. E aí vai parte de endereço. Eu tenho toda a parte de de rua, de cidade, de código postal. Na parte de organização eu tenho qual é o cargo, qual é o departamento, a companhia e posso atrelar o gerente dessa pessoa. É bem importante a gente atrelar o gerente, porque a gente tem várias aplicações aí de mercado que se baseiam, por exemplo, como quem vai ser o aprovador num sistema de compras daquele usuário. Se baseia pelo campo manager, ou seja, pelo gerente que aquele usuário tem no AD. Então, é bem Importante tá preenchido da maneira correta o campo manager e aconselho a todos est utilizando o campo manager. Em algum momento, provavelmente vocês vão ter que precisar para alguma aplicação, então é muito útil. Então a gente vai fazer a criação via script, tá? Como é que vai funcionar esse script? Esse script ele vai ser um arquivo VBS, um arquivo separado por vírgulas, como a gente chama, onde eu vou estar trazendo alguns campos principais, como o campo name, last name, o campo username, a unidade organizacional. Todos esses campos a gente vai ter dentro da da guia de atributos, ou seja, aqui a gente tem o editor de atributos. Então, se eu pegar o meu usuário e for pesquisar aqui, por exemplo, no user principal name, ele vai trazer o meu endereço de mail. Se eu quiser a conta do usuário, é esse atributo aqui, ó, account name. onde ele tá me mostrando o meu nome de usuário. Então, todos esses atributos, se a gente souber pesquisar qual é o meu nome completo, por exemplo, aqui Rafael Andrade, vai est tudo disponível aqui. Qual é o meu display name? Qual é o meu distingue name, ou seja, separado por vírgulas, por CN. Então, todas as informações do usuário vão estar aqui no editor de atributo. Quando a gente quiser fazer um script, alguma coisa que altere, que modifique, que atualize algum atributo do usuário, é importante a gente estar com conhecendo como é que é o nome desses atributos. E um bom local pra gente fazer isso é aqui no no editor de atributo, certo? Então a gente vai tá rodando aqui um powers shell que vai chamar um arquivo CSV. Esse arquivo CSV eu vou mostrar aqui para vocês como é que tá a estrutura dele. Eu vou abrir esse arquivo aqui. O ideal quando a gente tá trabalhando com o arquivo CSV, tá pessoal? Ele pode ser aberto também com Excel, mas eu aconselho a gente não abrir ele para editar. Excel, porque ele pode se perder na tabulação e arquivo CSVs tem que estar com a tabulação correta, separado por vírgula, ponto e vírgula. Então, a gente tem que ter um cuidado. Então, o que que eu tô fazendo aqui? Aqui em cima eu tô colocando quais são os nomes dos meus atributos, tá? Esses atributos são variáveis que eu vou ter declarado dentro do meu script. O que que ele tem? Primeiro nome, último nome, nome de usuário, e-mail, qual é a rua, qual é a cidade? O código postal, né, que é o CEP. Qual é? é o estado, país, departamento, a senha, tá? Esse é uma é um ponto bem importante, tá, pessoal? Eu tô setando uma senha como se eu tivesse recebido uma demanda lá do meu RH. Olha, a gente fez a contratação de 50 usuários. Como é que a gente vai criar isso no AD se a gente não tem daqui um pouco uma ferramenta que já integre com sistema de RH? Melhor forma é a gente tá fazendo ele via script, de forma automatizada, porque é muito mais fácil eu copiar e colar dados ali do que eu tá dando botão direito e criando um novo usuário no AD. Eu vou fazer com tempo muito mais rápido aqui. Então, a parte da senha eu tô colocando, tô setando uma senha manualmente, porque eu sou obrigado sempre a setar uma senha pro usuário. O ideal é que fique marcado já para ele alterar no próximo login, que eu não tenha ciência de todas essas senhas, porque ele vai alterar logo logo. Telefone, o cargo e a companhia e aonde vai ser criado esse usuário. Então, notem que eu criei dados totalmente fictícios aqui, um nome de usuário. uma conta de e-mail, sempre fazendo ilusão ao nosso link TFTEC. Um endereço bem fictício, cidades, usei algumas cidades conforme a gente criou um CEP fictício, o estado, qual é o país, o setor que ele trabalha, a senha, botei a mesma senha para todo mundo, um telefone totalmente fictício, um cargo fictício e aí aú aonde este usuário vai estar sendo criado, certo, pessoal? Então, o que que a gente vai fazer? A gente vai copiar esse script para lá. Vai copiar o script Power Shell também e vamos executar a partir do nosso servidor. Certo? Agora aqui nós temos uma questão bem importante, tá pessoal? Aqui é um ponto de atenção e é um um bônus que eu vou estar passando para vocês, tá? Ã, muita gente prefere trabalhar com o Virtual Box. Por quê? Porque o Virtual Box ele é muito mais simples do que o Hyperv. É claro que o HyperV é um software muito mais robusto. do que o Virtual Box. Ele é feito para ambientes corporativos de grande porte. Ã, no Virtual Box a gente tem a opção de criar um compartilhamento, criar um share da minha máquina física com as minhas VMs. Então, se eu acessar lá o a minha parte de rede da minha máquina virtual, vai estar o meu share disponível. Então, eu posso fazer a troca de arquivos entre minha máquina física e minha máquina virtual sem problemas. Como que eu posso fazer isso no HyperV? Tá? Isso é uma dificuldade tanto do HyperV quanto do Vemer. Mas como que eu posso estar fazendo no Hyperview? Se vocês forem pesquisar na internet e pegar ã publicações aí do pessoal dando dicas, eu garanto para vocês que 90% das dicas vão ser configurar a máquina numa mesma rede que tá a máquina física de vocês e fazer um compartilhamento de rede padrão e trocar arquivos entre as máquinas, tá? Mas no nosso caso, por exemplo, e em muitos outros casos, vai acontecer do quê? De vocês não poderem estar trabalhando na mesma rede que o host físico de vocês. Ou muitas vezes vocês têm que dar manutenção no servidor e a placa de rede do servidor tá até desabilitada. Por exemplo, eu não posso subir a placa de rede, como é que eu posso fazer para colocar um arquivo lá dentro do meu do meu servidor e poder trabalhar com esse tipo de arquivo, tá? De maneira mais prática. Então aqui no nosso caso, a gente precisa copiar o nosso arquivo que é um script Powerhell, um script PS1 e um arquivo de separado por linhas, um CSV que vai trazer as informmações dos usuários. Então, a gente tem alguns atributos que a gente pode estar trabalhando que a gente não precisa estar adicionando a parte de placa de rede, como eu falei, vamos dizer que eu não posso conectar essa máquina na rede. É o nosso caso. A gente tá trabalhando com uma configuração de rede totalmente isolada, tá? Eu fiz questão de de criar esse adaptador de rede, né? Então, ele é um adaptador que tá interno. Fiz questão de est criando essa essa placa de rede aqui, esse esse adaptador. Switch, que é pra gente poder garantir que não vai impactar em nada em uma em rede externa, tá? Para quem tiver testando, por exemplo, ah, tô testando a minha máquina de serviço, não tem máquina em casa. Porque isso, pessoal, pra gente garantir que não vai ter nenhum tipo de problema. Então, até aqui, voltando no nosso computador que a gente criou, o SW de switch intab somente interno, ou seja, eu não tô comunicando com nada. Então, como é que eu posso fazer para mim interagir essa máquina e fazer essa cópia de arivos, tá? Então, como eu falei, na grande maioria dos tutoriais que vocês vão pesquisar na internet, vocês não vão achar isso. Existem algumas pessoas que trazem essa documentação. No site da Microsoft também a gente tem documentação sobre o script que a gente vai executar. A primeira coisa de todas, tá, a gente tem que ter a integração dos convidados, tá? É o nosso famoso convidado, é o mais ou menos o que é o Vemer Tools dentro do de quando a gente tá utilizando o Vemer. Então, eu vou habilitar para que o nosso sistema convidado execute tudo que eu preciso para fazer a cópia. Então, vou dar um botão direito aqui na minha máquina, vou em configurações, tô focando no DC01, tá, pessoal? E aqui embaixo a gente tem serviços de integração. Notem que ele tem desligamento do sistema operacional, sincronização de data e hora, troca de dados, pulsação, backup. O que eu vou marcar, que eu disse para vocês que a gente precisa é o serviço de convidados. Então, vou est dando um OK, marcando checkbox e vou dar um OK. Ou seja, apenas isso já habilita. para eu começar a fazer a cópia dos meus arquivos. Como que a gente vai fazer essa cópia, Rafael? A gente vai fazer via power shell, tá? Existe um comando, um semdelete que se chama copy traço VM file, que ele me permite copiar do meu host físico pra máquina virtual que eu tô especificando, mesmo que a minha máquina virtual não tenha nem placa de rede, certo? Então é bem interessante. Isso, é bem legal para vocês não ficarem amarrados a ter que tá na mesma rede para poder copiar arquivos, tá? Isso aqui salva vidas. Então, vou est mostrando aqui para vocês como é que funciona esse script. Eu tenho ele anotado aqui. Então, aqui tá a sintaxe do nosso script, tá? Então, eu vou usar o semdelete copy, traço VM file, vou utilizar o nome da minha máquina virtual que eu quero copiar o arquivo DC01. Aqui eu coloquei por padrão o aspas duplas, mas a gente vai vai precisar de aspas duplas somente quando a gente tiver algum espaço no meio do nome, tá? Mas não faz diferença nesse caso. Aonde tá o meu arquivo que é o secep, ou seja, ele vai estar no C temp. O nome do arquivo é o build users.ps1, tá? E o destino vai ser uma pasta seis scripts BK users PS1, ou seja, o mesmo nome de arquivo. Posso colocar um nome diferente se eu quiser. create fullf para ele criar todo esse caminho e file se, ou seja, da onde que tá vindo esse meu arquivo do meu host, da minha máquina física. Então assim, destino, origem do arquivo, destino do arquivo e a origem. Aonde que tá esse arquivo no meu? Onde que tá esta máquina aqui que eu tô pedindo? Vai vir do meu host. Então é isso aí. Mais uma vez, máquina destino, origem do arquivo. destino do arquivo e a origem de máquina, que é o meu host físico. Certo, pessoal? Então, depois da gente ter habilitado aquela parte dos convidados, a gente vai tá abrindo aqui. Eu vou colocar, já deixei para vocês na nossa plataforma para vocês baixar este script, né, que vem com o comandinho pronto. Então, eu vou abrir aqui o Porschell, o módulo ISE, que é o módulo pra gente poder digitar código e tá vendo a execução do código. Então, para quem trabalha com código de partial aberto, bastante tempo sempre vai estar utilizando essa console. O ideal é sempre dar um botão direito e executar como administrador para que ele não tenha nenhum bloqueio de permissão, de controle de usuário e coisa do tipo. Então ele vai abrir essa tela aqui por padrão. Eu vou minimizar a tela de script, ou seja, aqui onde eu vou criar meu script, aqui é onde eu vou est vendo a saída do meu script. Então eu vou est fazendo a cópia desse arquivo. Lembrando, eu coloquei esse arquivo aqui no setemp da minha máquina. Então são esses dois. dois arquivos aqui estão no setemp da minha máquina. Importante vocês baixarem os dois arquivos que eu tô colocando, ou melhor, já coloquei aqui na plataforma e salvar em algum diretório. Eu recomendo salvar no Camp para que vocês tenham o mesmo caminho que eu tenho. Então a gente vai est copiando esse script, vou est colando ele aqui no nosso Power Shell. Então tá exatamente o que a gente precisa. Copy file, caminho da máquina. A gente vai executar esse script. Mandei ele fazer a cópia. Notem que ele executou. Agora a gente vai voltar lá na nossa VM. Eu vou abrir aqui um um Explorer, Windows Explorer. Notem que ele criou a passa scripts que eu não não existia. Como eu coloquei o atributo create full pack, ele criou todo o caminho e já colocou o nosso pwers shell lá. Então agora o que que eu preciso fazer? Copiar o meu outro arquivo. Qual a extensão no meu outro arquivo? Se Se eu virar aqui e der um tab, ó, ele já fica trocando para tudo que ele tem dentro da pasta. Então, vamos criar um agora o arquivo. CSV aqui. Como eu não tenho o arquivo, eu vou digitar e vamos rodar o script mais uma vez. Notem que ele é muito rápido, executa rapidinho, sem problema. E tá os dois arquivos dentro da minha máquina virtual, sem nenhuma configuração de rede, sem fazer nenhum tipo de compartilhamento, nada desse ponto. Ou seja, Simples, prático e eficiente. Rafael, mas se eu tenho ali 30 arquivos dentro da minha pasta e eu quero copiar, eu preciso botar um. Ã, o que que eu aconselho vocês a fazerem? Tá, pessoal? Zipa os arquivos, zipa os arquivos, deixa tudo em um arquivo só e manda a cópia que vai ir rapidinho, vai funcionar bem e vai facilitar o trabalho de vocês, tá? Guardem essa dica para vocês fazerem o copyvm file, que ela é muito interessante. Agora que nosso arquivo já está copiado para dentro da nossa VM. Eu vou minimizar aqui o Power Shell que eu tô executando no meu host. Vou minimizar os nossos arquivos aqui de configuração. Vou minimizar o setemp da minha máquina. E agora a gente vai para dentro da VM. A gente vai est trabalhando aqui dentro da nossa VM lá na pasta seis scripts. Entãoonde a gente vai est com os nossos comandos. Eu vou dar um botão direito aqui nesse PowerShell. Ou melhor, eu vou fazer o seguinte, eu vou abrir o Power Shell por aqui, o mesmo módulo que a gente falou, Power Shell IS, botão direito, rodar como administrador. Abri a minha console, vou minimizar a parte de do meu script e eu vou vir aqui, vou dar um open. Ó, já apontou para minha pasta scripts. Vou selecionar o comando e aqui eu vou fazer um um briefingzinho rápido para vocês, tá? A única coisa que a gente vai ter que alterar é que ele tava ificado para rodar na minha máquina. Então, o que que ele faz aqui, ó? Ele tá criando uma variável onde ele vai estar importando todos os usuários e dados que estão aqui dentro. Mas a gente alterou, não vai ser tempo. É o único dado que vocês vão ter que alterar aqui é scripts, tá? Que é o caminho onde a gente colocou o nosso CSV. Então ele vai est fazendo um looping aqui, vai est fazendo um forit dentro daquela planilha. E aqui cada um daqueles campos separados por vírgula vão ser uma variável que vão estar recebendo um atributo. um valor de atributo como username, password, first name, last name, a email. Então, todas as informações que a gente colocou lá naquele script vão estar sendo passadas aqui para uma variável. E aqui ele vai est criando usuário, ó. Notem que ele vai dar, vai validar primeiro se já existe o usuário. Vai dar um get no usuário que eu tô tentando criar ali da do meu looping. Vai validar se ele já existe. Se já existir, ele vai largar uma saída dizendo que aquele usuário já tá no Active Director, senão ele vai dar um new username e vai adicionar todos esses atributos aqui que eu já completei que vocês podem mudar dependendo do domínio que vocês estão usando, apenas alterem aqui, tá? Que isso aqui ele vai colocar como um campo texto mesmo, uma variável concatenada com campo texto. Ou seja, eu quero que quando ele vá criar o meu, então nesse campo aqui, eu tô configurando o user principal name. Então vocês alterem para colocar o domínio de vocês aqui e ficar da maneira correta quando forem criar o usuário. Certo, pessoal? E agora o que que a gente vai fazer? Eu vou deixar aberta a nossa console aqui do Active Directory e a gente vai rodar esse script, ver se ele vai aplicar da maneira correta, vai trazer algum erro, alguma coisa neste sentido ou vai funcionar criando nossos usuários corretamente. Então, vou dar um apply aqui para rodar todo o script. Tá executando. Vamos cuidar. a saída do comando, ver se ele vai trazer alguma mensagem de falha ou não, torceu para que ele crie nossos usuários da maneira correta. Aí a gente consiga ir populando já o nosso Active Director. É interessante a gente usar até esses scripts, alimentar, deixar eles maiores, porque quando a gente tiver fazendo um ambiente de teste, estudando para alguma prova ou mesmo montando um lab, pra gente conseguir popular o AD, né? Muitas vezes a gente sofre tendo que criar o usuário na mão, então com script é fácil para popular. Então ele não deu nenhum erro, provavelmente ele rodou da maneira correta. Agora a gente vai conferir como é que tá a nossa estrutura de active director. Então vamos começar aqui por Belo Horizonte. Eu tenho de vendas, a gente já tem o usuário, ó, Sabrina Passos. Vamos abrir esse usuário. Então ele tem o usuário inici, o primeiro nome, Sabrina, o último passos. Como é que ficou o display name dela? Passos. Sabrina é um padrão que eu utilizei aqui, mais estilo padrão americano mesmo, tá? Mas é apenas para teste. Então, o e-mail dela já tá sabrina. @tftec.com.br. Lembra que eu falei do domínio? Para isso que ele servia. Então, a gente tem aqui algumas informações, a rua, a cidade, qual é o estado. Então, a conta dela criou com usuário que eu já tinha definido. E aqui a gente tem na parte de organização qual é o cargo dela, o job title, que é gerente de vendas, o departamento e a companhia TFTEC, certo? Então, esse primeiro usuário criado com sucesso. Vamos aqui para Brasília, onde a gente tem a pasta de marketing, a gente tem mais um usuário do marketing. Mariana Moura, mesma coisa, ó, o mesmo padrão de display name. Aqui foi um padrão que eu usei, tá, pessoal? Vocês podem colocar da maneira que vocês preferirem. Quando tá fazendo a criação, ele já tá setando para que o usuário troque a senha no primeiro log, tá? Então aqui é na lista de marketing, trabalha no departamento de marketing, a companhia TFTEC. Vamos para Porto Alegre, onde a gente tem a contabilidade que a gente já criou três usuários. Então, a gente tem, por exemplo, aqui o Thiago Thiago Martins, ele é analista de contabilidade e aqui a gente pode até fazer um teste, ó. Eu vou abrir o Pedro. O Pedro é o gerente da contabilidade. Então, eu poderia vir aqui no Thago, por exemplo, na parte de gerente aqui de manager, mandar trocar e procurar pelo Pedro Nogueira. Ou seja, tá configurado que o Pedro Nogueira é o gerente do Thaago. E a gente vai fazer a mesma coisa aqui com a Lúcia, ó. Lúcia Rosa, Rosa, Lúcia, o telefone dela, o e-mail. E aqui a gente vai colocar que o Pedro Nogueira é o gerente dela. Como eu falei para vocês, é importante utilizar esse campo do manager, porque muitas aplicações vão est pegando dados do AD. O AD, como eu disse, ele não é apenas uma ferramenta para centralizar dados de login, não. Ele serve como banco de dados para várias outras aplicações e como catálogo também, porque a gente vê que a gente tem várias abas aqui de preenchimento de informações sobre o usuário. Então ele vai ser provavelmente a estrutura mais robusta em termos de informações de usuário que você vai ter dentro da sua rede. Então quanto mais alimentado e organizado ele tiver, melhor para o AD funcionar, para quem trabalha com o AD ter as informações e para as aplicações que se integram também tá buscando esses campos aí, tá podendo consumir as informações do Active Director. Então agora a gente vai aqui pro Rio de Janeiro, onde a gente teve três usuários também, o Mauro Almeida, todos os campos aqui, OK? O Mauro é um assistente, o Guilherme Silveira, campo de e-mail, campo de display name e ele é o gerente. Então a gente vai fazer a mesma coisa que a gente fez na contabilidade. E o Daniel Moreira também, mesma coisa, um analista financeiro. A gente já vai colocar o Guilherme Silveira. como o gerente desses dois aqui. No nosso caso, não vai fazer uma diferença grande, porque a gente não tem nada de aplicação que nos force a consumir dados, que a gente possa aproveitar esse campo de gerência, mas apenas pra gente ir praticando e pegando o costume de fazer esse tipo de configuração. Então aqui na TI eu tenho desenvolvedor com todos os os dados dele, é o Bruno Morais, o Luiz Silva, que é o gerente. Ger tá ficando sempre no meio quando a gente tem três usuários. Então a ele vai ser, opa, não é no Luiz que a gente vai alterar. A gente vai alterar aqui no Marcos Soares. Marcos Soares, que é o nosso analista de infra, representando a infraestrutura aí na no nosso Active Directory do da TFTC. Então aqui a gente vai fazer a adição do Luiz Silva, que é o gerente dele, vai dar um apply. A mesma coisa pro Bruno. no Morais. Então aí a gente conseguiu setar o gerente para aqueles usuários que t a possibilidade de já ter um um gerente dentro da sua estrutura. Um ponto que pode facilitar também a utilização que o pessoal tem feito com muito costume de muito tempo atrás, já uma melhor prática sugerida há muitas versões anteriores. até é a gente ter um usuário eh espelho, um usuário modelo, às vezes para cada setor ou um usuário para empresa inteira, porque chega num certo ponto que a gente depende muito das configurações do usuário, principalmente dos grupos que o usuário faz parte, tá? Então, se eu pegar aqui, por exemplo, o Bruno Morais, ele vai ser member of, tá? Ele é membro de apenas um grupo que vai ser o grupo de domain users, que todo usuário precisa ser membro do grupo domain users, tá, pessoal? Não tirem o grupo domain users desse usuário, porque tudo que tem de liberação de permissão no Active Directory, que qualquer pessoa tem que ter acesso é referente ao grupo de domain user. Então, se vocês tirarem o domain user, vocês vão ter problemas, certo? Então, recomendo, não tirem o grupo domain users, mas quando a gente tá trabalhando, principalmente com file server, a gente tem muitos grupos para liberar as permissões NTFS. Então, tem um grupo para liberar algum tipo de aplicação web. A melhor prática é sempre trabalhar com grupos, né? Não a gente chegar lá numa pasta ou chegar num share point da vida e tá dando um tipo de permissão atrelada diretamente pro usuário. O ideal é botar o grupo. O grupo vai est sempre lá. Próxima vez que entrar um usuário novo, vocês apenas adicionem naquele grupo. Então, para facilitar um pouco essa questão de acesso, como a gente tem muitas pessoas que trabalham no mesmo setor e que tenham os acessos parecidos, para não dizer iguais, a a gente pode criar um usuário espelho modelo que vai servir para os próximos usuários. Como é que a gente pode est fazendo isso, tá? A gente tem o botão direito aqui a opção em todas as tarefas de copiar esse usuário, ou seja, eu vou est criando um usuário novo e vou est copiando as configurações do Bruno. No caso do Bruno, eu vou fazer apenas um teste aqui. Eu vou adicionar ele a a algum grupo que a gente tenha aqui no Active Directory, como aqui a gente pode ver. O que que a gente tem de grupos? A gente pode ir lá em users. E aqui eu tenho alguns grupos, ó. Então eu posso colocar ele, por exemplo, no vamos colocar ele aqui em domain admins, não é o ideal, tá? A gente colocar para qualquer usuário, mas a gente vai dar essa permissão pro cara de infra, cara que vai est gerenciando, tá? Então é o Marco Soares. Então apenas para esse exemplo, tá? Não é recomendado. Eu vou colocar um domain admins para ele. Vou dar um botão direito e agora vou dar um cópia aqui do usuário dele. Vou colocar aqui, ó, perfil infraestrutura. Perfil infraestrutura. Vou botar aqui perfil ponto infra. E aqui tá um um detalhe, tá? Eu vou criar essa conta desabilitada. Por quê? Porque ela é apenas uma conta onde eu vou est usando como o perfil para criar novos usuários. A senha eu vou colocar aqui, ó, o password. Melhor. Tem que ter a complexidade, né, pessoal? Vocês lembram o que que é a complexidade, né? A gente tem que ter no mínimo sete caracteres e tem que ter mais o alfa numérica, ou seja, números e letras. Tem que ter maior minúsculo e pode ser que pode se ter um caracter especial. Então tô criando esse meu usuário aqui, o perfil. Infra, que vai ser um usuário que toda vez que entrar um colaborador da área de infra, eu vou criar ele a partir deste carro. Por quê? Porque daí eu sei que ele vai ter todos os acessos necessários. Isso é bom, mas isso pode ser perigoso, tá? A gente tem que ter um controle bem grande em cima disso, de tá sempre revisando quais são os perfis desse usuário de infraestrutura. A parte boa aí que faz um pouco de segurança, é que muitas vezes o que que acontece? Chega um usuário novo aqui na infra, o que que o pessoal vai fazer? Ah, pode usar como usuário espelho o Marcos Soares. O Marcos já tá 10 anos de empresa, 10 anos de infra já mexendo no ambiente aí por diversas migrações. Então, o Marcos tem lá 120 grupos em que ele tá associado. Então, foram várias coisas que ele foi criando e ele foi adicionando o grupo. Se chegar um usuário novo e eu pedir para colocar nesse copiar o perfil do Marcos, ele vai ter acesso a esses 120 grupos. E pode ser que ele tenha coisas que ele não deveria ter ali, mas que ao longo dos anos o Marcos foi ganhando essas permissões e não foram removidas, talvez porque ele precise ainda, mas o ideal é deixar aquele usuário com as permissões apenas necessárias. Se vocês precisarem de alguma coisa diferente, vocês podem lá adicionar na mão. Outro problema que acontece de clonar usuários é quando a gente tem troca diária, né? Se a gente não tem um setor que faça a gestão dos perfis de cada perfil de acesso de colaborador, pode acontecer que o Marcos hoje ele tá na infra. Então ele tá no grupo Domin admins, pode ser que amanhã ele saia da infra, ele vá pro marketing. E se não tem um controle do perfil de cada usuário, se não tem uma um controle dessa dessa movimentação de de setor, pode acontecer que o Marcos vá pro marketing e leve a permissão de dominio admin. Já imaginou? O cara tá lá no marketing, tá cuidando de coisas de marketing, mas ainda tem a permissão para acabar com o domínio, entrar lá dentro do Active Director e fazer o que ele quiser. Então, muito cuidado com isso, tá? Eu sei que não são todas as empresas que conseguem fazer de uma forma proativa essas movimentações entre setores, mas a gente tem que ter um cuidado bem grande. Então, uso usar o usuário perfil pode nos salvar ali de tá dando permissões a mais. Então, tenho meu perfil infraestrutura. Se for chegar um usuário novo, eu vou vir aqui, vou dar um copy e daí vou colocar os atributos do meu usuário, certo? Vou criar um usuário aqui apenas de teste, depois a gente já apaga. Vai ser usuário teste. Colocar uma senha qual que é. A diferença é que eu vou deixar que ele troque a senha no primeiro login e não vai estar desabilitado, porque é uma conta de usuário. Por que desabilitado, pessoal, o perfil para ninguém logar com essa conta de perfil, tá? O ideal é que ninguém saiba nem a senha que a gente tá utilizando nessa conta de perfil para nunca ter perigo de alguém logar, tá? Porque ele acaba se tornando um usuário Então, notem aqui, ó, o cri meu usuário teste, apenas dei um copy e ele já tá no grupo Domain Admins, OK? Então, é interessante a gente ter esse perfil aqui criado para para cada área, para cada setor, para facilitar o nosso trabalho na hora da criação. Claro, isso a gente não tem uma ferramenta que faça a criação automática já do usuário de acordo com as informações que a gente possa ter no sistema de RH, mas é uma alternativa para vocês que que precisam fazer sempre essa criação e tem que estar lendo o grupo. Eu aconselho usar perfis de usuário com usuário desabilitado. Certo, pessoal? Agora aqui eu vou tirar essa permissão de domainha de mim, porque a gente fez apenas um teste. Na verdade, eu vou deletar esse esse usuário teste aqui. O perfil de infraestrutura eu vou deixar ele, só vou tirar o domínio admin, né? Porque eu não quero que todos os usuários de infra cheguem com permissão de dominio admin, né? Permissão de dominha de mim, ela tem que ser conquistada aí ao longo da da carreira. Tem que mostrar que tem bastante qualidade para ter perfil de domé, tá? Não é para qualquer um que vocês vão estar liberando. E um detalhe muito importante, tá? Uma dica que eu que eu já deixo aqui referente ao Active Directory, referente à segurança. O ideal, quando vocês tiverem o usuário de vocês, que vocês não utilizem o doméio adminuário que vocês logam na máquina. Ou seja, eu tenho meu usuário aqui, Rafael. Andrade, por exemplo, que eu chego e vou est logando no meu notebook com Rafael. Andrade, tá? Ã, eu sou o administrador aqui do do domínio da TFTEC. Eu faço toda a parte de infra da TFTEC. Eu tenho todas as permissões necessárias para fazer qualquer tipo de manutenção. Então eu preciso de permissão da minha admin. Eu vou adicionar essa permissão no meu usuário Rafael. Andrade que eu logo todo dia no meu notebook. Não tá pessoal, não façam isso, que isso é um problema de segurança gravíssimo, tá? Por quê? Vocês imaginem que eu tô logando com o meu usuário admin, certo? Então do meu desktop eu posso com aquele usuário, acessar qualquer compartilhamento de rede por padrão, posso modificar, criar, deletar um usuário do Active Director e posso fazer diversas coisas aí em n produtos. Por exemplo, se eu tenho um exchange, geralmente o domain administrador do exchange. Então, imagina, eu posso fazer um estrago lá no servidor de exchange. E se eu tô logado no meu notebook, a probabilidade de eu tá pegando um vírus ou tá sendo infectado é muito maior do que se eu usar aquele usuário apenas para logar na nos servidores, tá? Então, o que que eu aconselharia vocês a criarem um usuário com perfil admin, tá? Por exemplo, se o meu usuário é Rafael. Andrade, eu posso criar um usuário admin.rrafael e aí sim, nesse admin.rrafael, eu vou dar permissão de domin admin. Só que esse usuário eu não vou est utilizando ele no meu desktop, no meu notebook. O meu usuário de notebook ou de desktop tem que ser um usuário comum, tá? Um usuário sem permissão administrativa. O pessoal geralmente fala: "Mas a gente pode ser administrador da máquina, tá? O ideal até é que nem seja, pessoal. Por quê? Se você tem um grupo que é o grupo de administrador de dos desktops, do dos notebooks da sua da sua rede, se você tá dentro desse grupo que gerencia todos os os clientes, vamos dizer assim, um admin, admins de cliente, se você se infectar na sua máquina, você automaticamente pode estar propagando esse vírus para todos os clientes do seu domínio. Agora, se você tem um usuário que não tem permissão de administrativa nenhuma no Book, no desktop, não tem problema. Você vai se infectar, provavelmente você não vai conseguir estar infectando outras pessoas, tá? Por padrão, ele não vai acessar algum compartilhamento de rede que necessite de uma uma permissão pouquinho mais específica. Não vai acessar nenhum serviço, não vai acessar um clar e escrever em alguma outra máquina do domínio. Então, o que que é o ideal? Ah, mas eu preciso instalar coisas, Rafael. Preciso instalar aplicativos. Vai instalar, dá um shift, botão direito em cima do executável, executar com outro usuário. Aí, vocês colocam as credenciais do usuário de vocês que tem a permissão administrativa e consegue tá executando a tarefa que vocês querem, executando o software que vocês precisam instalar e assim por diante. OK? A gente falou aqui já de parte de usuários e a gente falou da parte de unidades organizacionais, a gente fez criações manuais e criação via script dos usuários, tá? Então, facilitando aí o nosso trabalho. Uma parte importante também que a gente ainda não falou é a criação dos grupos, tá? Então eu vou até clicar aqui no ícone onde a gente tem os os dois usuários ou posso vir aqui botão direito na aonde eu quero criar e tem o grupo, tá? Que que a gente tem de tipos de grupo aqui que são bem importantes pra gente falar nesse primeiro momento? A gente vai est aprofundando um pouquinho mais os grupos quando a gente chegar ali na parte do servidor de arquivos dos file servers. Ali a gente vai criar bastante grupo para tá associando e mostrando qual é que é o modelo correto de permissões. Então, só vou falar dos dois principais tipos de grupo que a gente tem, que é o Security Group, ou seja, o grupo de segurança. Para que que eu uso um grupo de segurança? Principalmente para mim tá fazendo restrição, ou seja, tenho uma pasta, naquela pasta eu quero que só a TI acesse. Vou vir criar um grupo do tipo de segurança e vou adicionar meus usuários ali dentro e vou associar este grupo a um uma permissão específica na pasta. Ou pode se ela de modificação, de leitura ou o que quer que seja, mas vou est associando as permissões a um grupo. E a gente tem a parte do distribution, ou seja, um grupo de distribuição que é utilizado principalmente ou quase que única e exclusivamente para o correio eletrônico, tá? Ou seja, eu tenho o meu exchange, vou criar um grupo de distribuição onde eu vou ter um endereço de e-mail, vou ter um alhas e todos os usuários que são membro desse grupo vão estar recebendo esse e-mail quando alguém disparar. ã, o e-mail para este alias que eu tenho. Então, segurança vai restringir acessos, distribuição, vai receber o e-mail e vai estar distribuindo para todos os usuários que são membros daquele grupo, certo? Depois, quando a gente for falar ali um pouquinho de da parte de file server, a gente vai criar grupos e vai est fazendo na prática um estudo um pouquinho mais aprofundado, principalmente em cima dos tipos de escopo que a gente tem, certo? Então aqui o que a gente tem mais fora isso? Então fora isso a gente pode fazer algumas alguns tipos de atividade via Power Shell, tá? É muito utilizado. Eu vou deixar uma lista para vocês ã em TXT com diversos comandos PowerShell que vocês podem estar utilizando para fazer o gerenciamento do do Active Director. Então vou fazer alguns aqui apenas pra gente poder validar. Pegar um comando get. Podem rodar Aqui na mesma console onde a gente estava rodando o script, podem rodar direto aqui embaixo. Vou dar um get traço ad user. Posso dar um tab que ele já vai preencher. Vou colocar um nome de usuário. Vamos pegar um usuário desses que a gente criou aqui. Vamos pegar, por exemplo, o próprio Bruno Morais, tá? Então a gente vai usar o Bruno Morais. A gente vai estutizando Ando aqui um parâmetro simples, um property. Podem dar um tab aqui quando aparecer. Quero ver todas as propriedades, ou seja, tô dando um get num usuário do AD, que é o Bruno. Morais, e eu quero ver quais são as propriedades desse usuário. Então aqui ele vai me trazer algumas coisas, por exemplo, como user principal name dele, vem com o nome completo, né? Usuário mais domínio. Informações que a gente já viu na console gráfica. Então, qual é o cargo de ele, qual é o telefone, o último nome, qual é a rua, onde ele mora, qual é o estado. Então, tem várias coisas aqui. Qual é o usuário dele, se é um account name? Se ele tem alguma coisa de política de senha diferenciada ou não, o telefone do office do escritório. Aqui o time stamp de modificação dele. Aqui a unidade organizacional, ou melhor, aqui é o caminho do diferente dele, tá? O manager que é o Luiz Silva, o e-mail dele é @ftech.com.br, se este usuário está locado ou não. Isso é uma parte interessante, tá? A parte de usuário locado. Tem muita gente que sofre hoje no dia a dia para tá buscando informações se o usuário tá locado, onde que o usuário locou. No curso de especialista Activ, a gente vai mostrar uma ferramenta que a gente vai estar fazendo a instalação dela no modo web. A gente vai subir um servidor de e vai tá colocando um módulo de uma ferramenta que toda vez que o usuário ficar locado a gente vai conseguir consultar naquela ferramenta e ele vai dizer de que máquina o usuário tá tá vindo esse bloqueio. Por exemplo, se ele se bloqueou na máquina dele ou daqui um pouco se ele tá se bloqueando via celular quando tá conectando na conta de e-mail dele. Então facilita muito para quem for fazer o curso de especialista de Active Directory, a gente vai estar fazendo a instalação e configuração dessa ferramenta. Além de diversas outras ferramentas, tá? O curso de Active Director, ele é muito focado em trouble shooting, em melhorias de administ ação. Então, com isso, a gente traz muitas ferramentas que a gente pode utilizar aí dentro do AD. Então, aqui são todos os dados que a gente tem dele, qual é a companhia, qual é o nome, qual é o nome dele completo, a estrutura de então a gente pode pegar muitas informações via shell. Isso é bem interessante, muitas vezes facilita o trabalho. Então, o que mais eu tenho de comandos básicos aqui que eu queria passar? Por exemplo, eu posso dar um um disable numa conta de usuário. de maneira bem bem fácil. Então, tá dando disable ad account, o identisá dei um disable. Se eu for rodar aqui de novo as propriedades, vamos achar um dia que ele tá mostrando se o usuário tá habilitado ou não. Ó, Aqui, ó. Campo enable tá como false. Desabilitei o usuário lá em cima, antes da gente rodar o comando, o campo enable estava true. Ou seja, desabilitamos o usuário com uma linha de comando muito simples, que muitas vezes é muito mais rápido do que entrar no Active Directory e clicar no usuário. Então, tá aqui, ó, com a flechinha já desabilitado. Agora, se eu quero habilitar o usuário, o comando vai ser exatamente o mesmo, tá? Só Vou dar um enable. Dei um enable. Vamos verificar direto aqui no AD. Ó, usuário habilitado novamente. Então, alguns comandinhos que parecem simples, mas que acabam facilitando a nossa vida. Aí a gente consegue ir de maneira rápida, ã, buscar informações ou executar algumas tarefas de forma fácil. Eu posso também usar alguns comandos desses, principalmente para me gerar dados, tá? Que eu posso fazer alguns filtros para ele me trazer alguma lista de usuário ou coisas nesse nesse sentido. Posso estar gerando também uma lista de usuários, ou seja, posso pegar, quero saber todos os usuários que eu tenho no meu domínio. Então, posso dar um get the user, dou um pipe, um fler em linhas e posso dar um só um account name que é o atributo. Ele vai me perguntar qual é o filtro. Posso botar um asterisco, dizer que eu quero. que ele me traga todos os usuários. Então aqui ele vai me trazer o nome de usuário de todos os usuários que eu tenho no meu domínio. Claro, eu posso exportar para Excel, trabalhar de uma forma muito mais prática, tá? Existem algumas ferramentas também que a gente pode tá instalando e tá fazendo uso delas que facilitam a a nossa geração de relatórios. Fica muito mais fácil da gente conseguir consultar algumas coisas. Então, uma uma uma delas que é muito simples, que é uma ferramenta gratuita. Vou mostrar aqui para vocês, botar aqui no browser, ó, que é o AD info. Essa ferramenta aqui, ó, CJWDV. Ele é totalmente gratuito e é uma ferramenta que facilita muito a nossa vida. Então, a gente pode até baixar aqui, vou instalar junto com vocês para vocês darem uma olhada e ter alguma ferramenta de apoio, principalmente para rodar relatórios. O pessoal vem: "Ah, eu gostaria de um relatório dos usuários que não logam nos últimos X dias. Ah, eu gostaria de um relatório de todos os usuários desabilitados, gostaria de um relatório de todos os computadores que não fazem login na rede há tanto tempo. Então, essa ferramenta ela ajuda muito, ela tem mais de 100 relatórios já customizados. Então, eu vou mandar fazer um download aqui, ó. Ele deu erro na página, mas ele tá tá fazendo o download. Assim que ele terminar, a gente vai copiar o arquivo, ó. Aproveitar que ele tá num zip e já vamos copiar esse arquivo para dentro. da nossa máquina virtual, utilizando o comando de Power Shell do que a gente já trouxe aqui no no início da aula, que é o COP VM File. Então, vou est usando aqui o mesmo script que a gente rodou, tá? Exatamente o mesmo, porque eu só vou mudar o nome do arquivo. O arquivo tá zipado, o arquivo do dessa dessa ferramenta. Eu botei no mesmo local, dou um ad info, apenas um ad e dou um um tab. Ele já tá preenchendo. Eu vou colar lá na pasta scripts também. Colocar o mesmo nome. Vou até copiar aqui, ó. Copiar no PS para quem não tá acostumado. Seleciona botão direito e colar onde tiver o ponteiro do mouse, botão direito. Vamos mandar ele fazer a cópia. Ó, princípio ele já deu que copiou. A gente vai abrir a nossa AVM. Vamos minimizar aqui e já tá lá, ó. Pode ir info. A gente vai mandar ele extrair aqui. É uma ferramenta free, como eu já comentei. E vamos rodar a instalação do adinvo. É muito, muito bom ter essa ferramenta, tá? Eu utilizo ela bastante quando a gente não, algumas coisas a gente é obrigado a pegar via Power Shell, quando é alguma coisa um pouco mais casca grossa, mas pro dia a dia e muitas vezes até para aqueles usuários que não são usuários administradores, mas que t permissões para poder fazer pesquisas dentro do Active Director e não tem o conhecimento do Power Shell, é interessante instalar essa ferramenta. Aí o cara pode ter certeza, aquele cara lá da segurança ou aquele cara que controla acesso, ele vai dar um tempo e parar de te pedir relatório toda hora do Active Directory. Dá a ferramenta para ele, mostra para ele como é que ele faz a a instalação da ferramenta, como é que ele gera os arquivos. A instalação é simples, tá? É next, next, finish. Aqui não tem nenhuma configuração específica. Mostra para ele como é que ele faz para gerar os relatórios que ele deseja. Nem o são mais de 100 relatórios e aí facilita a vida dele, tá? Vai ficar fácil para ele poder tá utilizando de maneira gerencial. Ele faz o export, essa versão free faz o exports vocês conseguem trabalhar ele bonitinho dentro da Excel. Fica bacana os relatórios gerados pela ferramenta. Certo? Vamos esperar aqui a conclusão. Vou apenas fazer um briefingzinho assim da ferramenta. Vai ser um um plus aqui que a gente tá trazendo do curso. O objetivo principal era mostrar alguma coisa de Power Shell. Como eu falei, já coloquei aqui para vocês um arquivo TXT de Powerhell, onde vocês vão ter vários comandos Powerhell para ir testar e e fazer laboratórios, tentar automatizar a vida de vocês aí no dia a dia. Importante é vocês estarem sempre praticando Power Shell, tá? Power shell ou qualquer outra ferramenta que a gente utiliza, o bom é fazer muito teste para até que fique na veia como tá executando comandos aí, como tá modificando. Eu digo, criar um comando do zero é muito difícil, mas a gente consegue encontrar bastante coisa aí na internet e trabalhar pra nossa realidade, ou seja, conseguir modificar alguma coisa para deixar ele legal para est rodando no nosso ambiente. Então, vamos ver aqui se ele concluiu já a instalação. Ó, essa é a console dele. É uma console simples e intuitiva. Então, eu tenho várias abas por o que que eu quero fazer as minhas pesquisas por computadores. Ó, notem quantos detalhes a gente tem de computadores. Então, com um gcífico, nome específico, ó, que foi criado nos últimos 30 dias. criado nos últimos xas, computadores que podem ter sido deletados, computadores modificados por sistema operacional. Isso aqui é uma coisa que o pessoal pede muito, que era um relatório de máquinas por sistema operacional, computadores que estão conectados a um grupo específico. Isso aqui também é outra coisa que se pede muito. Computadores que não logam a 60 dias, no caso, ou a X tempo. Sempre que tiver o X, você pode colocar o nome que você quiser. Ã, computadores desabilitados, computadores que já foram deletados. computadores com sistema operacional ou service pack específico. E aqui a gente tem a parte de us, a parte de grupos muito utilizada, tem uma parte de GPOS que é um pouquinho mais limitada na versão free, a parte de impressoras para quem tem impressora publicada no Active Director e o principal que é a parte de usuários, tá? Então aqui a gente consegue encontrar bastante coisa. Vou gerar, por exemplo, um relatório de usuários desabilitados e eu quero que ele me traga qual é o display name do usuário. Vou passar aqui já para conta. Qual é o usame desse usuário? E quero que ele me traga a data de criação. Vou dar um OK. Ele vai varrer todos os active directors que ele tiver disponível, tá? Então, onde tem a máquina um e a máquina dois aqui, vai fazer uma consulta e vai trazer o que ele tem de resultado de usuários que estão desabilitados no nosso Active Director. A gente sabe que pelo menos o usuário de perfil infra usuário que tá habilitado. Então, na teoria, pelo menos esse ele tem que nos trazer aqui nessa query, se a gente tiver executando ela com parâmetros corretos. Ó, que que ele deu aqui, ó, finalizou e ele disse que encontrou quatro objetos. Então, aqui ele já trouxe os objetos, ó, default account, que são contas padrão, a conta de guest, a conta de carbers e o perfil infraestrutura, a data de criação. Podem ver que os três aqui são na instalação do Active Director e o Perfil infra foi no dia 30/07, que foi no dia de hoje, o display name dele e username, tá? Ele vai mostrar sempre aqui nessa telinha. Eu posso vir aqui e exportar o resultado. Que nem eu disse, ele tem a opção de X de HM HML TXT. O ideal é trabalhar no CSV. Eu vou salvar ele aqui dentro da do meu desktop mesmo. Vou dar um teste. Vamos OK. Deixa eu minimizar aqui. Vai tá separado. por vírgula. Então, como eu falei, é uma ferramenta muito legal, você conseguem extrair muita informação. Olha o que tende de informação específica para o usuário, tá? Tem muita, muita coisa. Então, até a parte referente de conta que tá locada, quanto é que tem um mailbox específico com um nome específico, quem tá num primary group. Então, muito, muito, muita informação, tá? Ã, o usuário que não tem a foto no link ou no Outlook 200 10. Então é um universo aqui para vocês estarem explorando e vendo o que que vai ajudar. Eu tenho certeza que vai ajudar vocês no dia a dia para fazerem algumas pesquisas aí, estarem trazendo alguns tipos de relatório, certo, pessoal? Então eu acho que da parte aqui de de Active Directory, na parte de administração, a gente já tá quase finalizando. E agora eu gostaria de trazer como o último assunto aqui para pra nossa aula de de gerenciamento. de Active Director. A gente tá fechando o assunto Active Director apenas, como eu comentei, a gente vai ter ainda alguma parte da de criação de grupos. Eu não fiz a criação agora, gostaria de deixar pra hora que a gente for trabalhar com o file server, que a gente vai ter que criar muito grupo. Então, a gente vai criar grupos na console do Active Directory Padrão. Vamos criar grupo via PowerSell, vamos adicionar usuários via Power Shell para trazer uma experiência bacana para vocês, tá? Então, a última parte que a gente vai trabalhar aqui da parte de Active Directory, depois a gente vai pro nosso próximo conteúdo que vai ser DNS. É uma console que foi inserida na versão de Windows Server 2012, que é o Active Directory Administrative Center, tá? Então a gente vai trabalhar um pouquinho em cima dessa ferramenta. O Active Directory Admin Center, ele traz as mesmas funcionalidades que a gente tem usando a console padrão do Active Directory que a gente tá trabalhando, que é a de usuários e computadores. Porém, ele vem de de uma forma um pouquinho com um layout um pouquinho diferente e traz algumas facilidades de informações que já estão agrupadas. Tem uma parte de política que que facilita um pouquinho a configuração que a gente teria que fazer via GPO. Então, dando um overview aqui sobre a console. Quando a gente abre a console, ele já tem direto uma opção de busca já, um global search, que a gente tem aqui no lado direito. E a gente tem uma das funções que é mais utilizada aí pelo pessoal de de help desk, que é a função de reset de senha e de desbloquear a senha do usuário. Então, se eu já tô trabalhando aqui no domínio, por exemplo, eu posso pegar o meu usuário, se eu já sei o o nome do usuário, não preciso pesquisar, né? Tô digitando aqui direto. Vou colocar uma senha. Então, aqui ele tá marcado para trocar no próximo logomon. Posso tirar. Se o meu usuário tivesse locado, ele ia liberar para mim desbloquear. esse usuário e dou um apply. Então aqui, ó, a senha pro usuário domínio tftec, usuário rafael. Andrade foi resetada com sucesso. Então ela traz uma uma pequena facilidade aqui em relação ao layout, principalmente para quem vai trabalhar com help desk e tá fazendo a troca de centas reflete em troca de senha e desbloqueio de senha, certo? Aqui na pesquisa, a mesma coisa. Eu posso digitar um nome e ele vai buscar no domínio. A mesma pesquisa que a gente faz pelo domínio, ele vai me trazer aqui, OK? Então, se eu tiver usando a outra console, vai funcionar da mesma maneira. Então, vamos abrir aqui algum usuário dentro do marketing. Vamos pegar, por exemplo, o usuário da Mariana Moura, pra gente ver o que que ele vai trazer de informações, como é que vem o layout disponível. Então, a gente tem informações, os campos bem parecidos com o que a gente tem na console de usuários e computadores. Aqui como nome, como o sobrenome do do usuário, como as informações de domínio, tem a opção da gente poder proteger contra exclusão ocidental, tem a parte de logon hours ou seja, onde eu vou dizer quais os horários que esse usuário vai est podendo fazer o login. Aqui eu vou ter a parte de logon to. Tô dizendo em quais as máquinas que esse usuário vai est podendo logar. Quando a gente chegar na parte onde a gente vai criar uma máquina para adicionar no domínio, que vai ser logo mais aí na na sequência, quando a gente vai instalar um Windows 10, um Windows 10 e vai est adicionando essa máquina no domínio, a gente vai estar trabalhando algumas dessas características aqui que a gente comentou, mas não conseguiu testar pelo fato da gente ainda não ter uma máquina cliente, certo? Mas então, quando a gente instalar essa máquina cliente, a gente vai tá trabalhando aqui esses esses itens que servem pra gente configurar o horário que o usuário pode est fazendo login, qual os computadores que o usuário pode estar logando dentro do domínio e esses itens aí. Então, a gente vai ter mais uma parte também que quando a gente tiver configurado o nosso servidor de arquivos, a gente vai estar trabalhando mais abaixo. Eu vou mostrar aqui nas partes de profile. Então ali a gente tem a parte de senha, que é basicamente a mesma coisa que a gente tem na na outra console. A gente pode dizer que nun que inspira quando vai acabar a conta. Então a gente coloca uma data, né? É só um pouquinho diferente porque lá a gente tem um minialendário. As opções de senha, senha pode ser alterada no próximo logon. E aqui a gente tem a opção de outros tipos de logon. Posso usar o Microsoft Password, que é uma Passport, que é uma uma conta Microsoft, né, com domínio dos reconhecidos pela Microsoft. Eu posso até usar um smart card para fazer um logon interativo. E aqui eu posso dizer que a senha nunca expire que o usuário também troca no próximo logo. Aqui a gente tem algumas opções de criptografia que não vem disponíveis na outra console. E aqui tem mais algumas opções que a conta é sensitiva e não pode ser delegada e que ela não requerberos para pré-autenticação. Não utilizem essas opções, não é legal por questão de segurança. Então aqui a gente tem aquelas informações que o nosso script preencheu, o display name que a gente colocou no num formato diferente, onde a gente tá trazendo primeiro o sobrenome, vírgula, nome, o domínio do o e-mail do usuário aqui do número de telefone, a função do usuário, o cargo dele, o departamento e a empresa. E aqui algumas informações fictícias que nós configuramos para o endereço do usuário. Descendo mais abaixo, a gente pode vir descendo por aqui ou ir clicando aqui em cada um desses itens que ele vai levar direto pra opção. A parte de member off são os grupos que este usuário é membro. Por enquanto só somos membro do grupo domain users. Na sequência, quando chegarmos na parte de file server, como eu comentei, a gente vai est criando aí alguns grupos para tá trabalhando com a segurança dos diretórios que a gente tem ali no file server. Então a gente vai começar a popular esses campos. Aqui é a parte que eu falei que também quando a gente tiver com o file server criado, nós vamos vir trabalhar, que seria um mapeamento de rede automático por usuário. Ou seja, eu posso definir que sempre que esse usuário logar, ele vai conectar um um mapeamento de rede, ou seja, ele vai escolher uma letra dessas e vai mapear automaticamente num caminho que eu vou colocar aqui, ok? Então esse aqui é o caminho que a gente tá trazendo pelo profile do usuário. Sempre que o usuário logar, ele vai carregar esse mapeamento de rede, tá? Tem algumas opções aqui que eu tenho um profile pef, por exemplo, se eu quero que ele logue utilizando um profile diferente que eu armazenei pede em algum compartilhamento, em algum servidor diferente, eu posso pedir para ele vir buscar daqui o PEF do usuário. Então aqui abaixo eu tenho duas opções que são ã referentes a políticas de senha, tá? Então a gente não vai trabalhar aqui aqui a questão da política de 100, a gente pode a partir do do Windows Server 2008, né? Ou seja, quando a gente tá no nível funcional de Windows Server 2008 R2, a gente já pode trabalhar com políticas de senhas diferente, ou seja, eu posso ter n políticas de senha. Até o Windows Server 2008, a gente poderia ter um tipo de política apenas para todo domínio, mas a partir do 2008 R2 isso é possível. Eu posso ter uma senha com uma complexidade, outra senha que eu posso estar reduzindo. algum fator de complexidade para atender algum tipo de requisito ou situação que eu tenho. Na parte de extensions são as guias exatamente como a gente tem na console dos vários computadores do Active Directory, onde eu vou ter as opções de atributo, a opção de senha quando eu tô usando os RCS, a parte de remote desktop que a gente aqui não tá trabalhando e todas as opções disponíveis para o usuário, certo? E aqui eu tenho um more information, ou seja, eu tenho mais informações. Aqui a gente tem algumas informações um pouquinho de diferentes do que a gente tá acostumado. Ou seja, eu tenho a data de modificação e de criação. Tranquilo? Isso aqui a gente tem, a gente tem o canonical name, que é onde o objeto tá. E a gente tem essas duas informações aqui que são novas. Por exemplo, o lest logon. A gente não tem informação de Lest Logon porque o nosso usuário não logou. E o L bad logon, ou seja, última tentativa errada de de logon que foi mal sucedido. A gente tem log count, bad password count, ou seja, à vezes que o usuário tá errando a senha. E aqui a gente tem informações que são bem a nível de arquitetura de Active Directory, que é o nosso USN, que é o update sequence number. Isso aqui é a quantidade, um número, digamos assim, que o Active Directory usa para fazer controle deste objeto. O SN é o que nos complica, por exemplo, da gente tá fazendo um um snapshot do nosso servidor de de Active Directory e tendo algum problema retornar esse snapshot, tá? Existem algumas opções até da gente tá fazendo isso, tá clonando servidor de Active Director, mas mesmo para quem já deu uma estudada e tá trabalhando um pouquinho mais em cima de de snapshot de Active Director sabe que não é fácil, que é uma mão muito complicada, então ainda não recomendo vocês a estarem utilizando, tá? Ah, se deu problema no Active Directory, vocês têm outros controladores de domínio, minha recomendação, captura as FSMO. Se esse servidor tiver FSMOS, faz o o sequestro lá, o site das FSMOS, garante a disponibilidade do ambiente e depois remove na mão via NTDS útil, o comando semelhante o que a gente tava trabalhando para para movimentar as GPOs e faz o procedimento de de despromoção de um controlador de domínio manualmente, tá? Eu não recomendaria ainda est utilizando snapshot de Active Directory. Qual que é o problema do snapshot puro padrão? Toda máquina ela tem um número de USN que conforme passado o tempo ela vai se atualizando no Active Director, vai criando, digamos assim, um uma idade para ela e toda hora ela vai lá e se registra e pega o número de USN. Pro Active Director, ele faz um procedimento bem semelhante também de USN, que é onde ele faz, ele dá um valor para cada um dos seus parceiros de replicação, de como está a replicação. Ou seja, no dia de hoje, eu tô com a minha replicação com o número parecido com o que tá aquele ali, por exemplo, tô com a replicação no número 30.7, tá? Então, já repliquei até esse certo núv. Eu tô guardando essa informação com as minhas parceiras de replicação. Chega num determinado do nível que eu posso voltar daquele 30.007 quando eu voltar um snapshot. O snapshot era de ontem, ele vai voltar lá no 2900. Que que vai acontecer? Os meus parceiros de replicação vão dizer: "Opa, pera aí, eu já tenho um SN para esse cara que ele tava no número 3007. Que que ele tá fazendo agora com o número 2900?" Ou seja, ele regrediu o SN dele. Não é um comportamento padrão. Então, vamos excluir ele dos nossos parceiros de replicação. Ou seja, o pessoal vai literalmente ignorar aquele servidor e vai é parar de fazer a replicação para ele, ou seja, não vai mais tratar ele como um parceiro de replicação. E quando a gente rodar os comandos que a gente rodou de R admin, a gente já notaria que aquele servidor não tá replicando e que tá com algum tipo de problema, certo? Então cuidem a questão do backup, do snapshot de de servidor. Eu aconselho vocês fazer backup via State. No curso avançado de Active Director, a gente vai fazer backup via systemate. A gente vai deletar a máquina, vai despromover controlador de domínio no modo manual. Então, a gente vai focar muito em Active Director, vai fazer todos esses esses itens que podem ocorrer no dia a dia da gente com Active Director, não que aqui a gente não esteja vendo uma administração bem completa, tá? A gente tá vendo bastante coisa, mas não é um nível principalmente de resolução de problemas ã aprofundado, que é o foco do nosso curso, certo? Galera, mais uma vez agradeço a atenção de todos vocês. Espero que vocês estejam gostando do nosso conteúdo. Aí deixa os contatos aqui da TFTEC, o nosso site www.tftec.com. BR, nossa fanpage no Facebook, TFTEC Treinamentos Online. Nossa página no LinkedIn TFTC e o meu e-mail rafael.com.br. Dúvidas, sugestões, qualquer coisa ligada ao curso, a demais treinamentos que vocês vejam no site da TFTEC ou qualquer conteúdo do curso tira dúvida, podem mandar diretamente pro meu e-mail pessoal. Assim que possível eu vou estar respondendo vocês. Muito importante, quando vocês encaminharem algum e-mail ou alguma dúvida, em 24 horas, geralmente eu consigo responder ou qualquer outra pessoa aí do nosso colaborador TFTEC. Importante tá validando no lixo eletrônico de vocês. Muitas vezes a gente trabalhando com Hotmail ou algum outro provedor público pode acontecer do e-mail ser colocado como spam. Então sempre validem aí quando vocês estão esperando alguma resposta de e-mail do domínio TFTEC. Se não caiu por algum acusa no lixo eletrônico, cadastrem o domínio como um domínio confiável que assim a gente vai conseguir se comunicar de maneira satisfatória. Certo pessoal? Então espero vocês na próxima aula. Um grande abraço a todos e até mais. Tchau tchau.
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